169 - A verdadeira Experiência - Parte I
Antes de tudo, desculpem-me por este novo texto ser tão longo.
A história é real e tento aqui escrever o mais parecida com o que me foi relatado.
Ela sempre tinha lido contos eróticos e tinha uma vontade louca de relatar as suas experiências sexuais.
O seu principal objetivo era ver os homens a sentirem um desejo enorme, ou a gozarem lendo o que ela lhes contava.
Mas faltava-lhe a tal da experiência verdadeira ... e essa aconteceu em alto estilo.
Ela contou-me como fora a primeira vez que se vestiu como crossdresser para encontrar um homem que tinha conhecido num site de relacionamentos.
Vou falar sempre no feminino, porque todas as CDs devem agir e falar como meninas que são.
Na época ela tinha 38 anos, mas desde a adolescência que tinha algumas liberdades com homens, mas sempre sem ter sido penetrada, geralmente ativa. O principal parceiro era um primo um ano mais velho que ela. Ele, gay assumido, gostava sempre me a mamar e ser comido por ela no quarto que dividiam quando iam visitar a família por altura das festas. Ela adorava! Mas, um dia, ele pediu para ela provar o gosto do pau dele ... hummmm ... saboreou!
Mas continuou a ser ativa, apesar de às vezes chupar o pau dele para ficarem os dois excitados.
Os anos passaram e sempre que estava sozinha em casa, puxava as cuecas, até entrarem bem na fenda das nádegas e admiravas-se ao espelho. O rabo e os peitos lisos por natureza não facilitam a aparência feminina, mas mesmo assim ela gostava do seu lado feminino.
Quando começou a ter namoradas fixas, também começou a experimentar as roupas delas às escondidas.
E ela disse que se sentia realizada, com o contato das rendas e da lycra no seu corpo nu, o tecido suave, o fio dental a forçar e roçar no seu anus, e o pénis todo para baixo faziam com que ela ficasse sempre bem molhada.
Aos poucos foi descobrindo que tudo aquilo tinha um nome: crossdresser, CD.
Algo como “vestir roupas opostas". Ou seja, agir no dia-a-dia como homem mas sentir parazer em usar as roupas do sexo oposto. Só que estar vestida de mulher é apenas um passo para querer experimentar o mesmo que uma mulher sente.
Num dos seus relacionamentos com uma mulher, ela tinha usado em si os consolos que tinha comprado para a sua amiga.
Quando sozinha em casa, passei a fotografar-se, a postar na internet e a exibir-se na webcam.
Quando descobriu como os homens ficavam excitados vendo-a meter vibradores, ela ficou tarada! Transformou-se numa putinha virtual. Ela gabava-se que, numa só noite, tinha feito 9 homens gozarem! Adorava ver leite a jorrar!
Percebeu que ficava muito mais excitada quando eles estavam no comando, dizendo-lhe em que posições ela se devia colocar, escolhendo as roupas que ela devia vestir e o que ia meter no rabinho.
E ela obedecia e metia tudo o que lhe mandavam: o punho da chave de fendas, a lata do desodorizante, uma escova e, claro, os maiores consolos.
Relatou-me que um dos seu homens virtuais mais convincentes a mandou enfiar um consolo inteiro e vestir as calcinhas bem pequenas e apertadas por cima do consolo e por cima, mandou-a vestir uns calções justinhos. Depois mandou-a rebolar-se em frente da câmara e acariciar-se com a mão em círculos por cima da roupa fazendo o seu pau passar a ser um grelinho ... e acariciou-se até gozar dentro das calcinhas! Feita uma putinha ...
Ela tinha adorado e percebeu nesse momento que queria um homem de verdade para a comandar.
Começou a juntar um pequeno enxoval com as coisas que comprava em conjunto com a “sua companheira": collants, cinto de ligas, calcinhas, sutiãs, pijama curto, vestidos. Comprou mais alguns brinquedos domésticos, e uma das aquisições foi um aparelho de castidade masculina, com ele posto, o seu grelinho podia ficar trancado com cadeado e ela era obrigada a ter parazer sem se poder tocar ... ou seja, só podia gozar metendo os brinquedos no seu anus, mexendo nos seios, acariciando-se ... como se fosse uma menina...
Ela inscreveu-se em vários sites e recebeu muitas propostas deliciando-se a ver os cacetes de todos os homens que falavam com ela.
Vários homens, uns mais gostosos que os outros, mandavam mensagens regularmente.
Até que uma das proposta a surpreendeu pela objetividade e simplicidade.
Dizia apenas que queria usar o seu lindo rabo no dia seguinte de manhã e que lhe pagava o motel.
Depois dizia que ela tinha de se vestir de menininha bem sexy e deixava o seu número de telefone.
Ela no momento em que leu ficou excitadíssima, mas nervosa! Olhou para as fotos do pau dele ... não muito grosso mas bonito e enorme. Parecia mesmo saboroso ... com que vontade ficou ela de mamar. Mas ... no dia seguinte? Como?
Eles trocaram algumas mensagens no chat e verificou que ele estava mesmo muito interessado.
Ele sempre muito decidido não a deixou acobardar-se.
Combinaram falar ao telefone às 9:30 da manhã. E ela devia se preocupar em levar os preservativos para ele usar (hummmm ... obediência ...).
No dia seguinte ela acordou cedinho e queria desistir sem acreditar no que lhe podia estar para acontecer. Mas, mesmo com medo, fez a sua higiene anal caprichando e perfumou o rabinho untando um óleo com sabor e aroma a morango.
Para ter a certeza que sentiria parazer apenas como mulher trancou a sua pilinha no aparelho de castidade.
Tratou de se depilar, o rabinho, as virilhas e axilas.
Ela sabia que a sua companheira nada estranharia, pois já estava habituada a que ela se depilasse, e que usasse algumas roupas femininas, e isso já fazia parte da intimidade de casal, mas sendo ela sempre homem com ela.
Para sair ela vestiu umas calcinhas confortáveis por baixo das suas roupas de homem.
Foi mais cedo que o combinado e passou pelo seu escritório de trabalho onde foi buscar algumas peças que guardava lá. Ainda passou por uma loja que abre cedo e comprou uma tanguinha sexy, um cinto de ligas e meia altas.
Nervosa, telefonou. Secretamente desejando que ele desistisse... Mas ficou contente por ele não voltar atrás.
Sentimentos confusos passavam pela sua cabeça!
Ele disse-lhe para ela se ir arranjar e aprontar para estar bem gostosa, dizendo-lhe que ele já iria ter ao hotel.
Ao chegar sozinha no motel a constrangedora pergunta do recepcionista deixou-a exposta:
- Vai esperar por alguém, ou vai entrar só?
Ao responder que ia alguém ter com ela, apercebeu-se que aquele iria ser o dia em que seria uma mulher completa.
No quarto, escolheu um canal com filmes eróticos para relaxar e despiu a sua roupa toda.
Guardou as suas roupas e sapatos de homem no armário para, quando o homem chegasse, ser bem claro que só havia um macho ali.
Ela vestiu umas calcinhas pretas de renda, as meias altas vermelhas que esconderam os poucos pelos das pernas, prendeu o cinto de ligas preto e colocou um sutiã com um pequeno enchimento.
Olhou para o resultado que estava no espelho. E sentiu-se excitada … sentia-se uma adolescente a arranjar-se para o seu primeiro namorado, nervosa e ansiosa.
Mas ela viu que estava realmente gostosa no espelho do motel! Colocou ainda um vestido curto por cima da lingerie para poder provocar um clima e o seu homem poder ter a surpresa por baixo da roupa.
Enquanto ela se arranjava ele ligou para dizer que estava a caminho e em 10 minutos estaria lá! Ali! No quarto! Com ela vestida de mulher pela primeira vez diante de um homem!!!
As suas mãos suavam frio. Que pânico! E que excitação ...! Quando se excitou, e verificou que a sua pilinha não podia endurecer por causa do dispositivo de castidade masculina, e que nem podia tocar nela, pensou: “Joana, estás pronta para ser menina".
Na falta de outro lugar para mexer, enfiou um dedinho com lubrificante no anus aumentando mais a sua excitação.
Na hora marcada o interfone tocou da recepção e de novo a pergunta:
- O senhor espera alguém?
- Sim.
Que mistura de excitação e vergonha. Ele tocou na campainha do quarto.
Ela acendeu e apagou as luzes duas vezes sem saber ao certo a luminosidade adequada para o receber. Sentia-se realmente uma namoradinha cheia de dúvidas. Deixou as luzes apagada. Abriu a porta e um moreno lindo com largo sorriso esperava na entrada. Um pouquinho mais baixo que ela, corpo bem tratado, 31 anos, de boné, camisa de mangas curtas, calções largos, sapatilhas … todo à vontade para comer a sua menina.
Ela tremia de vergonha, nervosismo e ansiedade. Um macho tinha ido ter com ela a um motel e estava ali na sua frente e, pela primeira vez, ela era vista vestida de mulher. Ele todo galã de bar de praia e ela de vestidinho, meias altas e cinto de ligas.
Ela não sabia bem como o devia receber e inclinou-se para lhe dar dois beijinhos na face e foi retribuída.
Sentiu que ficava vermelha ...
E então ela percebeu tudo.
Ela era mesmo a única menina ali naquele quarto.
Já de seguida a Parte II desta Verdadeira Experiência