208 - Lena Lenita
Com os meus 13 anos feitos eu era um menino que já sabia muito sobre sexo, paixões, jogos de sedução, etc.
Eu tinha começado a relacionar-me intimamente com um amigo meu há quase um ano, e foi esse rapaz que me iniciou nos seus jogos de médico e enfermeira.
Eu gosto de me vestir de menina e o meu corpo é de uma menina desde os 12 anos porque tenho tido muitos problemas hormonais com o crescimento. Claro que nas minhas roupas de menino, ninguém repara. Mas quando estou nua ou vestida de menina, é muito óbvio. Os meus seios cresceram e parecem pequenos seios de uma adolescente. Notam-se ainda mais quando uso o sutiã da minha irmã gémea. O meu pénis é pequeno e meus quadris começaram a ficar mais largos. Até a minha pele ficou muito lisa e fina, não me começou a crescer a barba e tenho os cabelos loiros compridos encaracolados pelos dos ombros. Quando eu vestia a roupa da minha irmã, eu era uma menina e ninguém conseguia dizer que eu era menino.
Nessa época eu ficava muito sozinha em casa, e era comum eu passar tardes inteiras vestida com as roupas da minha irmã. O que eu mais queria era aparecer com as roupas da minha irmã na frente de um menino, e sentir-me desejada. E certo dia, isso aconteceu.
Como de costume, eu passava uma tarde sozinha. Fui ao quarto da minha irmã e escolhi o que eu queria vestir. Um conjunto de lingerie em cor de rosa claro, regulei o sutiã e empinei bem os meus seios, nas calcinhas pus o pénis para trás e segurei-o bem no rego. O risco no meio das pernas fazia parecer que eu tinha uma vagina. Vesti uma saia cor de rosa clara de cetim, com um pequeno laço na frente. Ela era bem leve, e brilhante por causa do cetim, e realçava as minhas nádegas, que naquela época já não eram muito pequenas. Escolhi uma blusa curta, que fazia parte do conjunto, toda de renda, em tons claros de dourado. Depois de vestida a blusa, por ser curta, deixava uma parte da barriga à mostra, o que só aumentava a minha excitação. Pus uma tiara, com uma rosa, na cabeça, e deixei os meus cabelos soltos, fiz uma maquiagem leve, com um batom cor de rosa. Nos pés calcei umas sapatilhas brancas.
Sentia-me uma menina vestido daquele forma, adorava aquela visão, toda produzida, parecia que ia a um encontro. E de facto, era quase um encontro. Mais tarde, depois de toda montada, e estar devidamente vestida como Lenita, a campainha da casa tocou, como a casa estava toda fechada, fui à janela para espiar quem estava no portão do jardim. Um rapaz que trazia uma cesta pendurada no braço. Um arrepio percorreu o meu corpo, senti uma excitação, e vi que aquela era a oportunidade de um outro menino me ver como Lenita. Passei a mão pelo cabelo, ajeitando-o, e corri para a porta da frente, saí dirigindo-me ao portão, para o receber.
Ele era moreno, encorpado, tinha 17 anos e estava a vender bolos de chocolate.
- Olá menina, queria saber se você quer comprar ums bolos para me ajudar.
- Ah claro que quero. Disse eu com a minha voz fina, semelhante a uma menina.
- Vem, entra.
Fomos a caminhar até à porta de casa, o vento batia e levantava a minha saia, deixando-me com mais excitada. Convidei-o para entrar e sentar-se na cozinha, e disse que lhe ia dar um copo de água.
- Qual é o teu nome mesmo? Perguntou ele.
- Lena, mas podes me chamar Lenita!
- Então Lenita, não tens mais ninguém em casa?
- Não! Estamos só nós dois.
Eu vi algo a dar um sinal de vida nos calções. Ele bebeu a água que eu lhe dei, e eu vi que ele estava todo suado e bem sujo, então disse:
- Tu pareces cansado, e estás bem suado, quer descansar e refrescar um pouco?
- Claro, eu agradeço-te bastante Lenita.
- Se quiseres podes tomar banho, anda eu te mostro onde.
Eu levei-o até o meu quarto, e disse para ele deixar as roupas ali, enquanto lhe indicava a porta a casa de banho, e disse para se sentir à vontade. Eu pedi para ele deixar a porta aberta pois ia lhe levar uma toalha para ele se secar, e ele concordou. Despiu as roupas no meu quarto e foi para a casa de banho, enquanto eu fui buscar a toalha.
Entrei na casa de banho, para pendurar a toalha limpa para ele, e vi aquele grande pénis meio escondido pelo vidro fosco da banheira. Deixei a toalha lá e saí da casa de banho, fui para o meu quarto onde ele tinha deixado as suas roupas, ele deixou umas boxers vermelhas. E eu dei uma cheirada nela, e senti aquele odor forte de macho, um cheiro de pénis suado, arrepiei-me toda, não me consegui conter e fiquei de pénis duro, eu estava a ficar muito excitada, e era difícil esconder o meu pénis duro nas calcinhas.
Ele minutos depois, saiu da casa de banho, completamente nu, vinha a esfregar a toalha no pénis que estava bem duro. O corpo dele era lindo, um grande peitoral, um pénis lindo, grande, com a cabecinha vermelha, ele passava a mão com a toalha e ela balançava, e crescia mais, aquela visão deixou meu pénis ainda mais duro, sem possibilidade de eu o esconder na saia.
Ele viu-m no quarto e escondeu o pénis com a toalha.
- Aí Lenita tu estás aí, eu não tinha te visto. Desculpa mas eu estou a morrer de excitação, olha o estado que eu estou, é impossível conter, principalmente vendo-te aqui comigo. Espera aí, o que é isso aí por baixo da tua saia?
- Não, não é nada, é da saia.
- Tens uma coisa ai, sim! Deixa eu ver o que é.
- Não, não tenho nada.
Ele então agarrou e levantou a minha saia, vendo que eu estava com o meu pequeno pénis erecto.
- Ahh então a Lenita é um menino? Eu tinha sentido algo diferente em ti. Então quer dizer que tu és um menino que se veste de menina é? Se te vestes de menina, quer dizer que gostas de namorar com rapazes?
- Sim eu adoro estar com rapazes e ser uma menina por completo. Queres ser o meu namorado?
- Eu sabia. Mas que sorte que eu tenho! Estava aqui todo excitado e ganhei uma menina especial. Sabes Lenita, tu ficas muito bem vestida de menina, e se eu não tivesse visto a tua pilinha dura, eu ia dizer que tu eras uma menina. Agora vem cá que vais gastar esse batom nos nosso beijos.
Eu fui até próximo dele, ele levantou-se e abraçou-em, começando de imediato a beijar-em na boca a a acariciar todo o meu corpo. Depois de alguns minutos em que ele me envolveu em carícias e beijos deliciosos ele pegou-me pelos cabelos e mandou-me ajoelhar. Eu ajoelhei-me e encarei aquele pénis duro. Era grande, com uns 17 cm, cabecinha bem vermelha, corpo bem definido e direito, cheio de veias, e duas bolas, cheias de leite para mim.
Eu de imediato abocanhei aquele pau a olhar para ele, e comecei a chupar. Ia até baixo, enfiava tudo na boca e depois voltava, chupava só a cabecinha, e com a outra mão eu batia uma para ele, passava a língua na cabecinha, depois descia, dava uma chupada nas bolas, subia novamente abocanhava e engolia até me engasgar com aquele pau. Eu chupava e olhava para ele, e via que ele se contorcia de prazer, gemia e segurava-me pelos cabelos, quase a foder a minha boca.
- Aí Lenita olha para mim, deixa eu ver esse rostinho angelical enquanto tu enfias o meu pénis na sua boquinha.
- Aí Lenita, que boquinha de veludo, chupa vai, chupa, mama este pénis marota.
Ficamos naquilo uns bons 15 minutos, até que ele aumentou o ritmo das bombadas na minha boca e anunciou:
- Aí marota, que maravilha, não consigo aguentar mais.
Ele segurou a minha cabeça pressionando-a contra o pénis dele, e gozou dentro da minha garganta. Eu engasguei-me e tirei o pénis da boca, de modo que os jatos de esperma atingiram quase todos a minha cara. Foram muitos jatos de esperma na minha cara, um pouco ficou na minha boca eu engoli a olhar para ele, a esperma na minha cara escorria para os meus pequenos seios e sujava a minha blusa. Ele passava a pau ainda duro nas minhas bochechas.
- Aí Lenita, como tu és sabida, levaste com o meu gozo na tua cara. És perfeita! E disse ainda:
- Põe-te de quatro vai, já estou pronto para outra.
Eu coloquei-me de quatro na minha cama, com o traseiro bem empinado. Ele veio por trás e deu um encosto, senti o seu pénis duro a roçar nas minhas coxas, ele levantou a saia, baixou as minha calcinhas até metade das coxas. E começou a enfiar um dedo, depois dois, e ia acariciando, enquanto eu gemia e pedia pelo pénis dele. Ele então levou a cabecinha para a entrada e um arrepio gostoso percorreu o meu corpo. Senti-o a forçar, e a cabecinha penetrou-me, o pénis começou a entrar bem devagarinho, eu sentia cada milímetro a penetrar-me, fiquei sem fôlego, de tão gostoso que estava a ser. Até que senti algo bater lá trás e constatei que ele tinha enfiado tudo, e eu estava a aguentar aquele pénis. Ele começou a bombar no meu rabinho, e eu a gemer, ele começou devagar, bem devagarinho, e ia aumentar o ritmo aos poucos, para que eu me acostumasse com o seu pénis.
- Aí Lenita, que delícia de rabinho, tão novinha, e tão marota, rebola para mim vem! Tu és tão sexy Lenita.
Ele aumentou o ritmo das bombadas, e eu entrava em sincronia com as sua bombadas e o ritmo que eu rebolava, eu gemia que nem uma cadela, pedia para ele me comer e me elogiar bem alto.
- Sim, aí fode, fode, fode amor, mete vai, fode a tua menina, vem, eu quero o teu pau, vem fode, sin gostoso, aí pau gostoso, fode, vai fundo, chama-me de mulher, fode-me como a cadela que eu sou.
Ele deu-me algumas palmadas nas nádegas e viu que eu gostava e deu-me ainda mais. Eu estava entregue àquele prazer, nunca tinha tido uma foda tão gostosa, ele sabia muito bem como comer uma menina. Ele acariciava as minhas costas e passava a mão por dentro da mini saia, ele então abriu o fecho da mini saia, e pediu para mudarmos de posição. Eu tirei a mini saia e as calcinhas, e fiquei somente com a blusa por cima do sutiã. Ele pediu para eu ficar de franguinho, eu obedeci e ele começou a foder-me naquela posição. Segurou-me pela barriga, e enfiou com vontade no meu cuzinho. Aquela posição deixava-me muito excitado, era gostoso demais estar naquela posição. Eu gemia sem me calar.
- Toma cadela toma, toma pau dentro de ti, tu gosta não é marota? Então toma pau aí dentro. Vou te mostrar quem é o macho aqui.
Ele pegou no meu pénis e começou a bater-me uma. Nem precisou muito porque eu gozei tudo na barriga. Voltamos novamente para a posição de quatro, e ele continuou a comer-me, segurava-me pela cintura, e depois pegava no meu cabelo e puxava, ele batia e acariciava as minhas nádegas, e eu gemia já exausta, mas ele não dava sinais de cansaço, nem de que ia gozar. Até que cinco minutos depois dele me fazer gozar ele anuncia:
- Vai Lenita, que delícia, que cuzinho apertado, vou gozar, ai que bom estou mesmo a vir-me. Eu estou a vir-me.
Ele deu uma estocada mais forte e enfiou tudo lá dentro. Eu senti um quentinho lá dentro e um arrepio gostoso a percorrer o meu corpo, eu senti que ele tinha gozado mesmo, que ele tinha tido uma ejaculação bem lá dentro. Aquela ejaculação desmontou-me e eu caí exausta na cama, ele caiu por cima de mim.
Ele ficou uns minutos a acariciar o meu cabelo, até que eu me virei, ele segurou-me pelo cabelo e deu-me um longo beijo de língua. Eu tinha adorado ser submissa daquele rapaz, que me comeu, e eu nem o conhecia. Ele levantou-se e foi vestir-se, vestiu as cuecas, calções, t-shirt e sapatilhas. Eu fiquei deitada um pouquinho na minha cama, estava toda cheia de esperma e suor, com o anus a arder, do pénis e das palmadas que tinha levado, a saia da minha irmã suja de esperma, a blusa toda molhada também. Eu levantei-me e fui limpar-me para me despedir dele. Comprei alguns bolos para o ajudar, e ele despediu-se dando-me um longo beijo.
Ele foi embora, e deve ter decorado onde eu morava, pois na semana seguinte, no mesmo dia e hora ele veio de novo a minha casa, eu estava sozinha e vestida de menina, convidei-o a entrar e ele entrou.
Depois disso o que aconteceu vocês já perceberam …