02 - O NASCER DA PAIXÃO
Parte III - Alguns Amigos
Eu tinha uns 17 anos e continuava indeciso, não sabia ainda o que decidir quanto à minha sexualidade, por um lado as raparigas atraiam-me de uma forma animal, mas sabia que não era tudo e que havia muito mais para além delas.
Quando era mais novo tinha aprendido que a masturbação me dava algum prazer e não sei bem como comecei a vestir-me secretamente como uma rapariga, usando algumas peças de roupa da minha mãe e quando o fazia não conseguia de deixar de me masturbar continuamente.
Na escola entre colegas ouviam-se alguns rumores quanto a um professor novo que nós tínhamos, e foi então que eu me decidi. Pedi ao meu Prof. que me desse algumas explicações.
Depois de muito insistir finalmente ele aceitou ir a minha casa. Chegada a 4ª feira lá estava ele a bater à porta. Abri eu porque os meus pais como estavam sempre fora não eram problema, só deveriam voltar no fim da semana.
De imediato, para minha surpresa, vi que o meu Prof. parecia muito mais novo sem o seu fatinho e gravata, fiquei um pouco surpreso sem conseguir disfarçar.
Ele viu que eu estava surpreso e disse-me que também gostava de se vestir mais desportivamente.
Disse-lhe que ele estava muito melhor assim com esta roupa e que até então eu nunca tinha reparado que ele era um homem tão atraente, fiquei um pouco corado quando lhe disse isso, mas ele não se atrapalhou e também me gabou.
Eu tinha vestido só uns jeans velhos e um pouco rotos e uma t-shirt que deixavam ver as minhas fracas formas que começavam a despontar.
Decidimos começar a aula, mas eu reparei que ele não tirava os olhos de cima de mim, eu devo ter começado a ficar um pouco vermelho e senti-me quente. De repente, levantei-me e pedindo desculpa, fui á cozinha beber um pouco de água,
Quando dei por mim o meu Prof. tinha vindo atrás de mim e estava na porta da cozinha novamente a olhar para mim.
Perguntou-me se eu só tinha mesmo 17 anos.
Eu disse que sim depois ele atreveu-se e perguntou-me se eu tinha alguma namorada.
Eu respondi que não, tinham-se-me varrido da memória todas as pretendentes, ele disse-me para eu lhe dar também um pouco de água e ficou a ver-me esticar-me para para tirar um copo e depois acompanhou-me com os olhar enquanto fui ao frigorífico.
Estava eu a servir a água quando ele apanhou a minha mão que lhe estendia o copo e a acariciou levemente.
Eu surpreso e excitado não reagi e deixei a minha mão ficar na dele, ele conduziu-me pela mão para a sala e em vez de nos sentarmos à mesa de trabalho levou-me para o sofá e sentou-me ao seu lado.
Eu não sabia o que fazer, ele acariciou-me o cabelo e perguntou se me podia beijar, eu não consegui dizer nada, mas os meus olhos devem ter falado por mim, e de imediato senti o calor dos seus lábios procurar a minha boca.
Fechei os olhos e deixei-me levar num beijo profundo, sentia o meu coração descompassado e mais forte que nunca, estava novamente com um adulto do mesmo sexo.
Mas este tinha sido eu que tinha escolhido, nada que se comparasse às experiências com outros homens que me tinham seduzido para uns momentos de prazer.
Abri os olhos e afastei-o levemente fitei os seus olhos de um azul profundo e senti o desejo que o percorria, ele também deve ter lido o mesmo nos meus olhos e senti a sua mão a percorrer-me as pernas.
Depois tudo se passou como num filme que ainda hoje me parece difícil de esquecer e de deixar de recordar, ele perguntou-me se eu era virgem e eu confessei que já tinha tido algumas experiências com outros homens.
Ele disse-me que era melhor irmos para o meu quarto, e quando entrei ele ficou a mirar tudo e perguntou-me se eu não tinha nenhuma roupa mais feminina, eu não sabia o que lhe dizer, como teria ele adivinhado que eu escondia algumas peças de roupa interior e vestidos que tinha conseguido roubar às minhas vizinhas?
Não me desfiz e pedi-lhe que esperasse à porta do quarto, corri a abrir os meus locais secretos e rapidamente vesti um vestido, apanhei o cabelo com uma fita, pintei-me, compus o peito com umas meias enroladas e em menos de 5 minutos tinha mudado por completo o meu aspecto.
Quando abri a porta do quarto, lá estava ele à minha espera, disse-lhe "entra amor", na minha voz mais feminina possível e estendi-lhe a mão.
Ele entrou e de imediato tomou-me nos braços e apertando-me beijou-me novamente, conduziu-me para a cama e deitou-me, estendendo-se ao meu lado.
Eu então comecei a despir a roupa que ele trazia, tirei-lhe a blusa e comecei a desapertar o cinto e calças, para minha surpresa ele trazia umas calcinhas bem mais femininas que as minhas, de um rosa suave e estava totalmente rapado.
O seu desejo era tanto que o seu sexo estava de fora das calcinhas , era bonito de se ver, e eu ainda fiquei mais excitado.
Senti as suas mãos a procurarem o meu sexo por baixo do vestido e também o meu sexo já estava de fora das minhas calcinhas, enquanto sentia as suas mãos a percorrerem o interior do meu vestido, não consegui resistir ao seu pénis e tomei-o na minha boca sofregamente, não era a primeira vez que eu estava a chupar um. Ele de imediato puxando-me para cima dele também começou a chupar no meu.
Que loucura que eu senti ao sentir aquele membro grande na minha boca enquanto ele mais experiente começava a chupar fortemente o meu sexo o nosso desejo era tanto que em dois minutos não pudemos evitar virmo-nos na boca um do outro.
Depois mais calmamente amamo-nos loucamente e passamos a tarde toda a acariciarmo-nos e dar prazer um ao outro.
Nesse dia apenas fizemos sexo oral, mas a nossa amizade começava a tornar-se forte. Passados dias quando nos encontra-mos novamente, desta vez em casa dele, descobri muito mais sobre relações anais e sobre o prazer, mas com ele apenas aprendi que dois homens podem satisfazer-se mutuamente com a boca.
Infelizmente descobri mais tarde que o meu Professor me traía com algumas colegas e afastei-me magoado sem sabe o que pensar, durante alguns meses procurei esquecer a nossa relação e cheguei mesmo a arranjar uma namorada, nunca me poderei esquecer dessa rapariga.
Parte IV - A Namorada - Relação breve
Era dois anos mais velha do que eu, e naturalmente mais rodada, ensinou-me muito, tinha muito mais liberdade que a maioria das raparigas com que eu já tinha namorado, e levava-me para sua casa onde tinha uma arrecadação no quintal em que os pais não entravam. Aí nesse refúgio com ela fiz tudo o que a nossa juventude nos ditava, foi ela a bem dizer que me desvirginou, e que me tirou a vergonha do corpo.
A primeira vez que estivemos sós apenas nos beijámos apaixonados mas eu apercebi-me que ela me deixava ir até onde eu quisesse e eu pedi-lhe para termos relações, confessando-lhe que era virgem com raparigas. Ela foi compreensiva e mandou-me ir ter com ela a sua casa. Quando, no dia seguinte lá cheguei ela levou-me para a sua arrecadação e beijou-me, eu deixei que ela fizesse tudo, despiu-me e despiu-se também e levou-me para a cama onde me deitou e se satisfez montada em mim levando-me às nuvens por três vezes nesse dia.
O resto do nosso namoro foi um acumular de experiências sexuais e de tardes passadas no seu refúgio, mas dentro de mim continuava a crescer, sem eu me aperceber, a necessidade de ter algo mais, e houve um dia em que dei por mim a vestir a roupa dela e a usar o seu guarda roupa enquanto ela me observava, excitava-me imenso sentir que era uma rapariga desejada por outra. Ela que estava sempre aberta a estas novas experiências e não se fazia rogada, não sei como, ela lá percebeu as minhas tendências e quando eu a possuía vestido com as suas roupas ela ia metendo os seus dedos no meu ânus levando-me ainda mais ao auge do prazer, até que um dia ela perguntou-me se eu queria que ela me penetrasse com o seu vibrador e acedi, nesse dia apenas fizemos sexo anal e eu acabei também por a possuir pelo seu ânus.
Tinha chegado o dia da revelação em que eu me apercebi de que aquilo que mais gostava era de ser uma menina e de ser possuída por trás. Fui franco com ela e expliquei-lhe os meus desejos e fantasias, ela escutou-me e creio que foi compreensiva comigo, propôs-me convidar algum amigo para fazermos uma experiência e eu acedi, mas não foi necessário esperar muito, os acontecimentos dos dias seguintes iriam precipitar as minhas opções.
FIM