31 - CARLOS E ELIA
PARTE 4 - A PROPOSTA
Fiquei no sofá da sala a descansar um pouco depois do Xavier ter saído e Carlos me perguntou ternamente:
- Então a minha menina ficou bem?
- Mmmm agora estou Carlos, não sei o que me passou pelo desejo. Tudo que eu sabia era que precisava ser preenchida e rápido.
Carlos sorriu, veio até mim, sentou-se e me beijou profundamente.
- Que bom, eu sinto o gosto do esperma do Xavier em ti. Ah, e lembra-te que podes ser fodida por quem tu quiseres, desde que consigas manter a tua coninha de menino bem bonita e quentinha para mim. E Carlos me beijou de novo.
- Agora vais lá acima e procura nas caixas de roupa aquela coisa de borracha que vinha lá dentro e traz aqui para baixo e mantêm a tua coninha de menino bem apertada.
Eu subi as escadas e peguei a rolha de borracha e a levei de volta para baixo dando-a ao Carlos.
- Isto é um plug anal. Depois que alguém gozar na tua coninha de menino, tens de inserir isto. Vai ajudar a manter tudo dentro da tua coninha de menino bonito até eu voltar para casa e te poder usar também. Eu sorri para ele acenando em concordância com a sua proposta.
- Bom menina, agora sobe ao meu colo que eu quero to enfiar.
Eu pulei para o colo do Carlos, ele lubrificou o plug e empurrou na minha coninha de menino. Senti que ficava maior, alargando, à medida que entrava.
- Respire fundo sissy.
Eu fiz o que me foi dito, ele empurrou com força e o plug foi selando a minha coninha de menino totalmente.
- Pronto, isso vai manter tudo dentro de ti. Carlos me deu uma palmada e eu pulei do seu colo.
- Vais usar isso sempre menina e só tiras daí se fores foder, dar uma cagada ou estão para limpares a tua coninha. As calcinhas apertadas te vão ajudar a mantê-la dentro de ti. Eu o beijei como forma de agradecimento.
- Agora vai e veste um vestido de licra e botas altas que eu te quero levar a sair.
Quase corri escada acima e vesti as coisas que o Carlos queria que eu usasse. Retoquei a minha maquiagem, peguei numa bolsa e desci as escadas. Ele ainda estava nu quando entrei na sala.
- Eu sabia que Issas roupas iam assentar bem em ti menina.
Reparei que o seu pénis ficou duro e sorri para ele enquanto o via aumentar.
- Eu gosto do efeito que tenho em ti Carlos.
Ele se levantou e se aproximou. Me beijou e ficamos trocando línguas por um tempo antes que ele parasse e fosse para em cima para tomar banho e se trocar.
Ele voltou vestindo jeans justos brancos, camisa vermelha e ténis vermelho, um cinto com uma fivela enorme.
- Mmmm garoto sexy. Disse eu e beijei-o de novo.
- Vestiste boxers de novo Carlos?
- Sim, por quê?
- Olha Carlos, tu me fizeste ser a menina que sou e estou a aprender a amar tudo isto. E o melhor que podes fazer por mim é te livrares da porra da tua cueca de merda, se achas que deves usar algo então usa apenas uma mini cueca atlética, eu preferiria que não usasses nada para eu ver o teu pau através de teus jeans e quero que te exibas quando ficares duro.
- Suponho que isso seja o mínimo que posso fazer pela minha linda menina.
Ele tirou as calças e tirou as boxers e se vestiu novamente.
- Mmmm muito melhor agora, para onde estamos indo? Perguntei enquanto acariciava seu pau
através de seus jeans deixando-o duro.
- Só para tomar um copo e passar em minha casa para pegar em algumas coisas, isto é, se tu me deixares ficar aqui esta noite. Disse ele com um sorriso.
- Vamos então menina. Carlos pegou minha mão e me levou para fora pela porta da frente. Chamamos um táxi e fomos diretos para o bar que ele queria onde entramos de imediato. Eu quase me esquecia e pedia uma imperial, mas corrigi a minha escolha e pedi optou por uma taça de vinho branco doce, e o Carlos pediu a imperial.
- Senta-te aqui Elia. Eu fui e sentei-me no banco do bar, o plug enviou espasmos na minha boceta de menino, mas não foram dolorosos eles me fizeram sentir uma menina satisfeita.
- Gostas menina? Perguntou ele olhando para mim. Eu concordei.
- Achei que devias gostar dessa sensação que o plug te dá. Disse com um sorriso enorme e colocou a mão no meu joelho esfregando as minhas pernas com meias.
- Mmmm, eu adoro a sensação de meias numa menina sissy, é tão sensual.
- Estás a ficar excitado novamente Carlos? Ele me olhou nos olhos e acenou com a cabeça. Eu
inclinei-me e beijei-o e, ao fazê-lo, usei a mão e acariciei seu pau através do tecido dos jeans.
- Sabes que eu nunca imaginei ou pensei que era possível eu estar vestida assim como uma
menina vadia e a beijar um homem num bar onde qualquer um pode olhar e me ver. Se não fosses tu eu continuaria a ser um triste e muito solitário. Mas agora eu te tenho e sei que tu me vais fazer eu me encontrar e fazer com que eu seja uma menina feliz. Eu acho que agora sei que é isto que quero. Obrigado por me teres ajudado, eu não sabia que queria.
- Menina tu te tornaste numa mulher perfeita e foi tudo muito rápido, quero te dizer que eu nunca poderia ir com uma mulher genética e realmente nunca gosto de sexo com homens, mas tu és tão diferente. Merda eu preciso sentir os teus lindos lábios em volta do meu pau agora.
Eu saí do banquinho e puxei-o para a parte de trás do bar onde havia uma alcova, o lugar era tão escuro que não se conseguia distinguir ninguém. Eu esperei um momento, me ajoelhei debaixo da mesa em frente dele. Eu abri o fecho das suas calças apertadas e consegui puxar o pau duro. Eu olhei para o Carlos que estava sorrindo, e o levei para a boca e comecei a chupar.
Ele devia ter ficado extremamente excitado porque o seu esperma na correu na minha boca bem rápido. Ele se afastou quando eu me levantei do chão e me sentei ao seu lado.
- Eu não acredito que tu realmente fizeste isto. Acabaste de fazer um dos meus sonhos se tornar realidade.
- Queres dizer que querias ser chupado num bar lotado?
Ele acenou com a cabeça.
- Não não me digas, mas outro sonho é foder uma menina como eu em público?
De novo ele acenou com a cabeça, o que me fez sorrir.
- Agora eu preciso ir ao banheiro e verificar a minha maquiagem.
- Deixei o Carlos sentado e corri para o banheiro para verificar o meu rosto, que precisava de algum tratamento, que eu remediei rapidamente.
Voltei para o Carlos e sentei-me ao lado dele, ele tinha estado no bar e tinha pedido outro par de bebidas para nós, ele se inclinou e me beijou profundamente.
- Obrigado menina por me chupar, mal posso esperar para foder a tua linda coninha em público.
- Vou ter que providenciar algo e será quando menos esperares.
Bebemos em paz minha cabeça apoiada no seu ombro.
- Isso é tão bom e me faz sentir tão bem Carlos. Eu sei que continuo a dizer isto, mas eu adoro tudo o que tu fizeste acordar em mim.
Ele me beijou profundamente.
- Vamos menina, vamos deixar as bebidas e vamos para casa, eu preciso da sua coninha de menino.
Levantei-me e saímos do bar.
- Eu pensei que estávamos indo para a tua casa para pegar algumas coisas?
- Oh, isso pode esperar. Eu agora preciso entrar na sua coninha de menino.
Enquanto caminhávamos para casa, Carlos segurou minha mão, e eu me sentia no topo do mundo. Mal entramos, Carlos me disse para subir e ir para a cama me colocar em posição com as minhas pernas para o alto e para não me preocupar em me despir.
Corri escada acima e me posicionei como Carlos ordenou, ele logo entrou e já tinha tirado as jeans e seu pau estava duro e desenfreado. Carlos posicionou-se na cama atrás de mim e colocou minhas pernas sobre os ombros, ele acariciou as minhas pernas com meias gemendo ao fazê-lo. Ele puxou o plug e empurrou o seu pau duro em minha boceta de menino.
- Ooh sim Carlos, fode minha boceta de menino e empurra o teu pau duro para dentro de mim.
- Queres muito Elia, aí vem então.
Ele empurrou para dentro e para fora mais bruto do que das vezes anteriores em que me tinha fodido, puxando o pau todo para fora e empurrando-o todo para dentro, eu imediatamente explodi dentro da minha calcinha chorando enquanto me sentia bem.
- Sim, é isso Elia aperta a tua coninha de menino para mim, porra, sim!
E Carlos gemeu quando eu o senti descarregar o seu esperma quente a gozar profundamente na minha coninha de menino.
- Mmm isto foi divinal Elia, agora aperta essa tua coninha de menino enquanto eu me retiro.
- Tens que tirar Carlos?" Carlos sorriu e se inclinou e beijou meus lábios o seu pau ainda dentro de mim, embora ele tenha ficado um pouco mole, eu consegui me mover e minhas mãos alcançaram seus mamilos e os torci um pouco.
- Ooh. E ele me beijou novamente desta vez me dando sua língua. Eu apertei-o mais e senti o seu pau começar a endurecer dentro de mim e desta vez foi a minha vez de gemer. Carlos começou a me foder de novo, devagar empurrando para dentro e para fora da minha coninha de menino molhada do seu esperma.
- Eu adoro te foder Elia, meu pau parece se sentir em casa na tua linda coninha de menino bem apertada. Carlos começou a me foder de novo, usando golpes longos dentro sempre dentro de mim sem sair fora, ele durou muito mais desta vez, mas o inevitável aconteceu e ele atirou um a segunda dose bem dentro de mim e desabou na cama.”
- Porra, isso foi uma ótima sessão menina.
Eu me movi para cima dele e lambi o seu corpo, envolvendo o seu pau na minha boca limpei o seu esperma e o meu suco de coninha de menino.
Deitei no seu peito lambendo-lhe os mamilos.
- Carlos, como tu tens passado a maior parte do tempo aqui na minha casa, por que não vens morar comigo? Eu adorava ter-te aqui o tempo todo cuidando de mim. "
- É isso mesmo que queres dizer menina?"
- Claro que estou a falar a sério Carlos. Não consigo pensar em nada mais que eu queira, apenas sonho com o teu pau crescer mais uns centímetros de comprimento e largura dentro de mim.
- Sua vadia de merda. Comecei a rir em voz alta. “Tu és uma menina travessa Elia, agora vem aqui.
E Carlos me agarrou e me puxou para cima do seu colo, meu rabinho ficou virado para cima e ele levantou a mão e me acoitou o rabinho com uma palmada forte. Ele fez isso 5 vezes no total, cada palmada foi mais difícil do que a anterior.
- Agora, menina, ainda queres que eu me mude?
- Sim Carlos, mas se eu for travessa de novo você vais me dar uns acoites?
- Sim menina, acho que posso, especialmente porque consigo sentir a tua pilinha dura através
da tua calcinha. Carlos me virou, abaixou-se e mexeu na minha calcinha de lado e soltou a minha pilinha. Ele me tomou na sua boca e na sua garganta. Eu gritei de luxúria e lancei minha carga nele.
- Nunca duras muito quando eu faço isso menina.
- Tu me deixas com tanta tesão Carlos. Eu nunca me senti assim por outra pessoa."
- Então, amor, venho morar contigo. Vou adorar fazer de ti a minha puta, decidindo o que tu vestes e quem te usa enquanto eu assisto.
- Mmmm sim eu quero!
- Vais ter essa sua coninha de menino usada o tempo todo e não apenas por mim. Eu quero a tua coninha a vazar esporra dia e noite, eu quero tua coninha de menino sempre bem aberta.
Virei-me e beijei o Carlos.
Agora mal posso esperar.
FIM