220 - O Irmão da minha amiga
Olá, chamo-me Bruna e tenho 29 anos, tenho a pele clara, sou alta, olhos verdes e deixei o meu cabelo crescer muito. Acredito que tenho um corpo de fazer inveja, a qualquer mulher, um traseiro bem grande com as nádegas duras e cintura fina.
Durante muitos anos, fui crossdresser às escondidas, experimentava roupas de mulher, em segredo no meu pequeno apartamento. Escolhia e comprava as roupas em catálogos, ainda mal se conseguia usar a internet para escolher roupas. Desde que comecei a vestir-me, o meu desejo de parecer feminina e o mais aceitável possível também cresceu. Gosto de me vestir bem e adoro sentir-me feminina. Os meus amigos e a minha família não fazem ideia.
Depois de muito tempo, anos a vestir-me em segredo, comecei a sentir-me um pouco sozinha e confusa. Embora não sentisse a necessidade de me apresentar sempre como uma rapariga, queria vestir-me, sair, passear, andar na rua de forma mais exposta e explorar o meu lado feminino. Ia encontrando no boom da web algumas pessoa como eu mas todas muito pouco interessadas em se exporem. A maior parte das pessoas que eu encontrava online apenas estava interessada em sexo por uma note e nada mais.
Sempre que pensava estar pronta para dar algum passo, na tentativa de ser mais feminina, algo me fazia pensar que era errado ser crossdressing. Muitas vezes me perguntava se não poderia estar a fazer alguma coisa de errado. Nunca partilhei o meu crossdressing com conhecidos meus, até que recentemente resolvi confessar que tenho uma faceta crossdresser à minha melhor amiga Catarina.
Uma noite, enquanto eu e a Catarina estávamos sentados a apreciar uma noite agradável de verão e a conversar, consegui levar a conversa ir até ao crossdressing e pergunta-lhe qual a opinião dela sobre o assunto. As minhas bochechas ficaram imediatamente vermelhas e o meu coração começou a bater forte e descompassado. Ela disse que os crossdressers são normalmente maltratados pela sociedade, mas que acreditava que toda a gente tinha o direito de se vestir como queria e de tentar expressar o seu verdadeiro ser.
Senti que ela me ia compreender e que aquele era o momento certo para finalmente contar o meu segredo a alguém. Não foi fácil, senti que o meu coração estava prestes a explodir, mas sabia que era naquele dia ou nunca, por isso contei-lhe.
Contei à Catarina tudo sobre o meu segredo de crossdressing e como me vestia secretamente dentro do meu apartamento, como às vezes me sentia confusa, como às vezes era forte a vontade de me vestir de forma feminina e também do desejo que sintia em sair e mostrar-me em público como uma rapariga. Percebi pela expressão dela que estava bastante surpreendida.
Eu tinha muito medo de como ela ia reagir. Eu sabia que podia deixá-la desconfortável, mas a Catarina foi muito compreensiva, segurou a minha mão e agradeceu-me por eu estar a partilhar tudo aquilo com ela. E disse-me:
- Eu não fazia ideia de que tu gostavas de crossdressing. Tenho de te dizer que estou bastante surpreendida. Nunca te vi mostrar qualquer tipo de interesse por coisas femininas. Acho que és muito bom a esconder o teu segredo. De qualquer forma, estou contente por estares a seguir o teu coração e estou aqui para te apoiar, aconteça o que acontecer.
Foi muito bom partilhar o meu segredo com alguém. Senti-me muito aliviada. A Catarina de início ficou muito curiosa e fez-me um monte de perguntas sobre o meu crossdressing. Fiquei contente por lhe poder contar tudo. Senti-me muito bem a falar com ela e em poder também pedir-lhe a sua opinião sobre vários assuntos.
Ela perguntou também se eu tinha algumas fotografias minhas como rapariga e se eu me sentia à vontade para as mostrar. Eu estava bastante nervosa, mas decidi mostrar-lhe, por isso abri o meu telemóvel e mostrei-lhe algumas fotografias. Era a primeira vez que alguém me via vestida de rapariga, e eu estava ansiosa por ver a reação dela. Quando lhe mostrei algumas fotografias, ela ficou espantada e elogiou-me, dizendo que eu estava óptima.
- Se eu estivesse a descer a rua e tu também passasses, vestido como na tua fotografia, eu nunca ia perceber que eras tu. Ficas tão giro como rapariga! Exclamou a Catarina.
Fiquei corada e ela elogiou-me durante algum tempo. Tivemos longas conversas.
A Catarina deu-me muito apoio e até se ofereceu para me levar às compras, ajudar-me com a maquilhagem ou qualquer outra coisa em que eu precisasse de ajuda.
Perguntei-lhe se ela se sentia à vontade para eu me vestir à sua frente e, sem qualquer hesitação, ela disse que não se importava nada.
Perguntei-lhe se me podia ajudar com a maquilhagem e se podíamos sair juntas em público um dia, nem que fosse para um pequeno passeio. Ela concordou e disse-me que podíamos fazer algo assim no próximo fim de semana. Senti-me realmente muito feliz por ter ali uma amiga prestável e maravilhosa. Senti-me muito mais leve depois de ter partilhado o meu segredo com ela.
No fim de semana seguinte, convidei a Catarina para ir à minha casa. Estava entusiasmada por ter alguém a ajudar-me na minha transformação. Quando ela chegou, mostrei-lhe entusiasmada a minha coleção de roupas, lingerie, saltos altos, perucas e maquilhagem. Ela disse-me que eu tinha uma bela coleção. Disse-me que queria escolher a roupa que eu iria usar nesse dia e eu concordei.
Ela viu atentamente toda a minha coleção de roupas e escolheu um conjunto de sutiã e cuecas cor-de-rosa, um vestido pelo meio da perna, branco com folhos, uma peruca preta até à altura dos ombros e um par de sapatos de salto médios pretos. E disse-me para eu os calçar.
Sentia-me excitada por poder vestir-me para alguém pela primeira vez.
Fui para a casa de banho e vesti-me. Sentia-me nervosa ao sair da casa de banho para ela me poder ver. Respirei fundo e abri a porta. Quando ela olhou para mim, fiquei de imediato corada.
- Uau, ficas tão bonita com essa roupa. Queres que te ajude com a maquilhagem agora de seguida? Perguntou-me ela.
Acenei com a cabeça e ela começou a maquilhar-me. Eu sentia-me bastante atordoada e toda aquela experiência foi incrível. Divertimo-nos imenso, rimo-nos, falámos de moda e ela deu-me muitas dicas. Foi muito bom ter a companhia dela.
Depois da maquilhagem, ela sugeriu que fizéssemos uma sessão fotográfica e foi o que fizemos. Ela ensinou-me muito sobre boas posturas e como posar para a câmara. Aprendi tantas coisas novas naquele dia.
Depois cozinhámos juntas e vimos um filme. Foi tão bom estar vestida e fazer todas aquelas coisas com a Catarina. Quando chegou a altura de ela se ir embora, agradeci-lhe por tudo e abraçámo-nos. Ela disse-me que podíamos sair na próxima vez e eu disse que me sentia ansiosa pelo dia e que mal podia esperar.
Depois daquele dia, já saí com a Catarina algumas vezes e até fomos às compras uma vez. Foi ótimo. Agora, sinto-me mais confiante em relação a mim própria e saio à rua de vez em quando que é algo de que gosto muito.
Toda esta história começou a complicar-se no dia em que a Catarina me levou para almoçar a casa dos seus pais.
Ela apenas me disse que eu podia ir vestida de Bruna e que depois do jantar íamos ter com o seu grupo de amigos de infância do seu bairro, onde ela tinha crescido.
O Pedro é o irmão mais novo dela, ele é alto, moreno, bem feito fisicamente, tem 26 anos e eu nem sabia da sua existência.
Mal entrei na casa dos pais da Catarina senti os olhos do seu irmão Pedro a verificarem todo o meu corpo. Ele apresentou-se e deu-me dois beijinhos, assim como os seus pais e durante toda a noite tentou conversar comigo. Ele é um rapaz culto e sempre com algumas piadas interessantes e bem colocadas, mostrou que sabia ter uma conversa e durante todo o jantar foi sempre um cavalheiro.
Creio que ele, no final do jantar enquanto eu ajudada a tirar os pratos da mesa, me “comeu com os olhos” enquanto eu ajudava a sua mãe.
Como tinha combinado ir sair com a Catarina para conhecer o seu bairro e alguns amigos de infância, fomos a um bar e o Pedro ofereceu-se logo para nos levar no seu carro.
Chegados ao bar não foi diferente, começou a falar comigo mais uma vez, e toda a noite mostrou interesse na Bruna.
Ao fim da noite os seus amigos começaram a ir embora e resolvi que também eu devia me ir embora.
O Pedro veio falar novamente comigo e disse-me que me podia acompanhar a casa. Acabei por aceitar a boleia dele, já era bem tarde e estava cansada, mas não pensei que ele tivesse segundas intenções no seu convite, até que vi que ele tinha parado o carro em frente sua casa, fiz-me de inocente e perguntei:
- Porque paras aqui Pedro?
- Vim só buscar um casaco e tenho que ir ao WC. Queres subir?
Subi até ao pequeno apartamento dele e aflita mandei um SMS para a Catarina a perguntar o que devia dizer ao seu irmão. Ela respondeu apenas com muitos emojis de corações e uma simples frase: “Ele sabe que tu és CD”.
Percebendo o que ia acontecer pedi-lhe para também usar o WC.
Quando saí ele pegou na minha mão e levou-me para o quarto onde começou a beijar-me com vontade. Ele tirou a minha roupa toda e começou a chupar-me com uma vontade que é inexplicável, deixando-me ficar com o pénis erecto e muito excitada.
Quando ele se despiu e eu senti o seu pénis encostado a mim fiquei assustada, não percebia como é que ele escondia aquilo tudo nas suas boxers, um pénis imenso e grosso como nunca tinha visto antes.
Tal como ele tinha feito coloquei o pénis gostoso na boca e chupei até sentir que ele latejava. O Pedro avisou-me que ia ejacular e perguntou:
- Onde quer que eu me venha minha menina?
- Na minha boca para eu poder sentir o teu gosto.
E que ejaculação! O Pedro chupou-me de novo até eu gemer muito e me retorcer de tanta excitação, e também explodir na sua boca.
De seguida ele disse que me queria fazer ser sua menina por completo e que queria me penetrar.
Também eu queria sentir aquele homem dentro de mim, e sem vergonha nenhuma pedi-lhe para ele me possuir.
Ele disse para eu o começar a chupar mais uma vez e enquanto eu o chupava, ele colocou um dedo no meu rabinho apertado e massajou minha fenda virgem enfiando o dedo e fazendo-me gemer cada vez mais até eu pedir para ele me comer.
Ele foi buscar um lubrificante e pacientemente fez magia com os seus dedos até eu estar completamente relaxada.
Deitou-me de costas e na minha frente ergueu as minhas pernas, expondo o meu anus e colocou a ponta do eu pénis duro na minha fenda, pedindo-me para eu me relaxar.
Senti que ele entrava um pouco em mim e que parava por momentos, ele repetia uma e outra vez os seus avanços, sempre que sentia que eu estava relaxada e que não sentia dores. A princípio senti algumas dores, mas a satisfação de estar a ser uma mulher para aquele homem lindo em tudo fazia que as dores fossem embora e que em breve o prazer de estar a ser possuída por ele fosse bem superior.
Ele só parava quando eu não aguentava mais. Mas depressa ele estava todo dentro de mim e eu sentia-me a mulher mais satisfeita do mundo.
Quando ele começou os seus movimentos de vai e vem dentro de mim tocou em algo e eu senti que o meu pénis ficava duro ameaçando explodir, contive a minha ejaculação o melhor que consegui, mas senti que também ele estava a começar a vir-se dentro de mim e então explodi sujando tudo.
A segunda vez foi ainda melhor, com mais beijos, carícias e ele voltou a gozar dentro da sua menina.
Foi a primeira vez que fiz sexo sendo mulher, e já estou ansiosa para me dar novamente ao Pedro.
Da próxima espero que seja ainda melhor, se for possível.