178 - Noite das meninas
A Sara olhou-se no espelho da mesa do seu toucador enquanto dava os últimos retoques na sua maquilhagem.
Ela sorriu, enviou um beijo para si mesma e riu, enquanto pensava para si mesma, "Nada mal para uma cinquentona”.
Ela estava a preparar-se para uma noite fora com sua namorada Teresa, que também se estava a arranjar no quarto ao lado.
Elas iam a um clube local encontrar-se com algumas outras raparigas, talvez uma ou mais delas regressasse com elas no final da noite.
Sara estava a sentir-se sexualmente excitada com a perspectiva, e sem dúvida a Teresa também devia estar a sentir o mesmo.
Depois de se maquilhar, Sara continuou a vestir-se, já tinha as meias e uma cinta de ligas vestidas, um sutiã preto e calcinhas e vestiu ainda uma combinação em negro.
Foi tirar o vestido do cabide, ela sabia que era muito curto e justo, mas sempre se sentira tão sexy nele.
Ela vestiu o vestido cor-de-rosa e admirou-se ao espelho. Como ela já sabia, era muito curto e muito apertado, mas ela riu de novo enquanto se via ao espelho e passava as suas mãos pelas nádegas.
Alguns minutos depois, Teresa bateu na porta do seu quarto porta e entrou, dizendo:
- Uau, tu estás linda! Disse a Teresa, olhando para a Sara.
- Também tu, querida. Estás deslumbrante. Disse a Sara, para a sua amiga que tinha um vestido verde curto e apertado, muito parecido com o que ela estava a usar. As duas meninas beijaram-se.
- Oh, não me manches o batom! Riu-se a Teresa.
- Não, mas tu estás tão bem que estou tentada a esquecer a nossa saída e a ir para a cama contigo agora mesmo. Disse a Sara, para a amiga com quem ela tinha feito sexo várias vezes antes.
- Talvez mais tarde querida, mas o nosso táxi vai estar à porta de aqui a alguns minutos. Respondeu a Teresa, acariciando suavemente o rosto da Sara.
A Sara, durante uma grande parte da semana, era o Sr. Bernardo Silva e tinha sido casado com a Laura.
Ele já se travestia há muitos anos e a Laura tinha-o tolerado em tempos anteriores, e por vezes até o encorajava, mas agora achava que ele já devia ter tomado juízo.
Ela acreditava e esperava que o Bernardo tivesse desistido de se travestir, mas não tinha como saber o que ele estava a fazer quando ela estava no trabalho, e era o que se estava a passar nesta noite em particular.
A Sara guardava a maior parte das suas roupas na casa da Teresa, embora a Teresa fosse na verdade Carlos Costa.
O Carlos vivia separado da sua esposa Gabriela, em grande parte devido ao seu amor por usar roupas femininas. Mas eles permaneceram casados porque o Carlos tinha dinheiro suficiente para viver noutro apartamento enquanto mantinha a casa em que a Gabriela vivia. A Gabriela tinha actualmente um jovem de dezoito anos como amante, por isso ela estava feliz e não discutia a solução que agradava a todos.
A maioria das raparigas com quem a Sara e a Teresa iriam ter em breve ao clube eram casadas, e a maioria delas conseguia manter a sua noite especial e as suas actividades de CD em segredo das suas esposas. Algumas contentavam-se em sair vestidas e namoriscar, mas outras saíam na esperança e na expectativa de ter sexo com outra rapariga como elas.
O táxi chegou e as duas, Teresa e Sara, entraram no taxi dando a morada do clube.
O Carlos, ou a Teresa, gostava de usar sempre um táxi que pertencia a uma amiga lésbica, a Joana Martins, e, sempre que possível, era a Joana quem as apanhava para as levar aos clubes que elas frequentavam.
A Joana sabia tudo sobre as actividades sexuais delas e estava sempre a brincar, quer fosse a Teresa ou o Carlos a reservar o táxi.
- Bem, vocês os dois não me parecem bem hoje. Se eu não soubesse que vocês os dois têm uma pila, eu mesma me encarregava de vos tentar dar uma cantada. Riu a Joana.
- Ias ter muita sorte, querida! Gracejou a Teresa.
- São só vocês os dois para a viagem de regresso mais tarde, ou estão à espera de trazer companhia? perguntou a Joana, que ficaria feliz em ser chamada para o trabalho.
- Não se sabe! Podemos precisar de um autocarro. Respondeu a Sara.
- Ah! Então vocês estão a planear uma orgia. Disse a Joana, enquanto conduzia, até chegarem ao clube.
- Liguem-me mais tarde, divirtam-se! Disse a Joana, quando a Sara e a Teresa saíram do táxi.
- Sim, e tu trata de encontrar outra lésbica excitada para brincares enquanto esperas por nós.
Disse a Teresa, enquanto lhe pagava a viagem.
- Eu bem que podia fazer isso. Gostava de ter uma pequena língua quente a lamber o meu clitóris. Respondeu a Joana.
A Teresa e a Sara entraram no clube e reconheceram a maioria das meninas que já lá estavam.
Distribuíram muitos beijos, carícias nas nádegas e “Olá queridas”, enquanto se dirigiam ao balcão para comprarem as suas bebidas.
Tanto a Sara como a Teresa já conheciam intimamente a maioria das meninas que estavam presentes. O conhecimento intimo nem sempre significava sexo completo, às vezes era o encosto ou carícia de de um grande clitóris rígido ou às vezes uma troca de beijos mais prolongada que podia ir até ao prazer oral que muitas gostavam de dar umas às outras.
A música estava a tocar e havia algumas meninas que dançavam na pista. A maioria das músicas suaves, fazia com que os seus clitóris começassem a ficar rígidos.
A Sara e a Teresa dançavam juntas às vezes, e às vezes com outras garotas. Ambas se contentavam em saber que iriam fazer amor, uma com a outra mais tarde, se nenhuma outra menina se viesse juntar a elas.
Mais meninas chegaram, e houve mais beijos e carícias. O ambiente era muito carregado sexualmente.
Outras duas meninas chegaram, e ninguém as reconheceu como clientes regulares do clube.
A Teresa e a Sara sentiram-se na obrigação de as receberem:
- Olá meninas! Creio que não as vimos por aqui antes. Bem-vindas. Disse a Teresa, às duas meninas recém-chegadas.
- Obrigado, somos de fora da cidade e estamos apenas de visita para uma noite só de meninas! Disse uma das garotas muito sexy e atraente.
- Eu sou a Sara, e esta é a Teresa. Disse a Sara, apertando gentilmente a mão de uma e depois da outra menina.
- Eu sou a Alexandra, e esta é a Maria. Muito prazer em conhecer as duas. Disse a segunda menina.
Alexandra e Maria receberam as bebidas e depois, por sugestão da Teresa, as quatro sentaram-se.
- Então, vocês decidiram fazer uma visita ao nosso clube? Perguntou a Sara.
- Sim, temos ouvido dizer bem de todas vós e pensamos que o melhor era virmos verificar. Respondeu a Maria.
- Vocês são um casal, ou...? Perguntou a Teresa.
- Acho que a Teresa quer saber se vocês também brincas com outras raparigas. Disse a Sara.
- Eu percebi que era isso que ela estava a perguntar, e sim nós somos um casal, e sim nós brincamos com outras menina também! Respondeu a Alexandra.
- E vocês as duas? Perguntou a Maria.
- Bem, somos um casal, mas não vivemos juntas. Respondeu a Teresa.
- Mas nós brincamos com outras meninas! Apressou-se a Sara a dizer, vendo-se que ela estava muito interessada na Alexandra ou na Maria, ou em ambas.
- Nós também não vivemos juntas, mas passamos muitas noites juntas! Disse a Maria, beijando a Alexandra.
- Nós as duas não temos muitas noites juntas, embora a Teresa tenha a sua própria casa. Disse a Sara.
- Presumo que partilhes uma casa com outra pessoa, Sara? Perguntou a Alexandra.
- Sim, mas às vezes ela trabalha à noite para que eu possa, hum, ser eu mesma. Respondeu a Sara.
- Gostavam de ir dançar um pouco? Perguntou a Teresa.
- Com muito gosto! Respondeu a Maria.
Elas não tinham pensado em casais, mas a Teresa levou a Maria para a pista de dança, e a Sara levou a Alexandra.
Elas dançaram agarradas, ao ritmo da música lenta e sexy, o corpo delas moendo contra a sua parceira de dança.
Sara e Alexandra beijaram-se, e quando a Sara olhou para o outro casal e viu a Teresa e a Maria também se beijavam, cada uma com as mãos no traseiro da outra.
Começaram a perceber que teriam de chamar um táxi para quatro passageiros no regresso a casa mais tarde.
A Alexandra soltou a Sara, virou-lhe as costas, e encostou-se de costas à zona das virilhas da Sara.
A Sara empurrou os quadris para a frente para que a Alexandra pudesse sentir o seu clitóris duro.
- Mmmm, isso é para mim? Perguntou a Alexandra, por cima do ombro enquanto se balançava contra a Sara.
- Pode ser, se tu quiseres! Respondeu a Sara, beijando o pescoço da Alexandra.
- Eu quero muito que seja, querida. Respondeu a Alexandra.
- Também tens alguma coisa para mim? Perguntou a Sara.
A Alexandra moveu-se para trás da Sara e empurrou a sua virilha contra as nádegas da Sara.
- Eu tenho isso para ti, baby! Disse a Alexandra, enquanto a Sara empurrava o seu traseiro contra a rigidez da Alexandra.
- Oh, isso sabe tão bem! Disse a Sara.
A Teresa e a Maria estavam a dar-se tão bem como os beijos que iam trocando, a Maria com os braços à volta do pescoço da Teresa, e as mãos da Teresa a acariciar as nádegas da Maria.
As quatro voltaram para os seus lugares, com os rotos iluminados pelos sorrisos e todas as quatro tinham os seus clitóris bem rígidos nas calcinhas.
- Vocês as duas estão interessadas em ir fazer uma reunião em minha casa um pouco mais tarde? Perguntou a Teresa.
- Acho que ambos estamos muito interessadas, sim! Respondeu a Maria, agarrando a mão da Alexandra.
As duas amigas novas, Alexandra e Maria também tinham ido de táxi para o clube e não tinham definido uma hora para a viagem de regresso a casa.
Elas tomaram outra bebida e depois dançaram mais um pouco. Desta vez, a Teresa dançou com a Alexandra e a Sara com a Maria, e todos elas gostaram da intimidade, com as suas novas parceiras, mas as conexões feitas no emparelhamento inicial eram as mais elétricas.
Eles sentaram-se novamente, mas todas as quatro estavam prontas para um pouco mais de privacidade e algum sexo.
- Posso chamar um táxi para irmos para minha casa agora? Perguntou a Teresa a todas.
- Acho que isso era uma boa ideia, o que acham, meninas? Disse a Sara, pegando na mão da Alexandra.
- Parece-me uma ideia muito boa. Disse a Maria, passando um dedo nos lábios da Teresa, e vendo a Teresa a brincar tentando mordê-la.
A Teresa telefonou à Joana:
- Podes vir buscar quatro meninas ao clube dentro de pouco tempo, ou estás entretida com outra? Perguntou a Teresa rindo-se.
- Só quatro de vocês? Então não é preciso um mini-autocarro? Já estive numa grande caldeirada lésbica e posso estar aí dentro de quinze minutos! Respondeu a Joana.
Logo que a Joana chegou, as quatro meninas entraram, a Teresa no banco da frente.
- Não liguem a nada do que esta lésbica diz! Disse a Teresa à Alexandra e à Maria.
- Sei algo sobre ela que vocês as duas nunca iam acreditar. Disse a Joana, olhando pelo espelho retrovisor para a Alexandra e Maria, embora a Alexandra estivesse um pouco distraída porque ela e a Sara continuavam a beijar-se.
- Então arranjaste tempo para um pouco de sexo lésbico enquanto estávamos no clube? Perguntou a Teresa à Joana.
- Oh sim, uma grande sessenta e nove com uma amiga gay, quente e excitada! Respondeu a Joana.
A viagem de táxi não demorou muito e a Sara e Alexandra passaram a maior parte do tempo a beijar-se. A Maria sentiu-se um pouco excluída, mas a Teresa virou-se no assento da frente deu-lhe um beijo, o que a fez rir.
- Divirtam-se, meninas! Disse a Joana, quando as quatro saíram do táxi,
Issa era o que elas as quatro bem queriam fazer.
Entraram na casa da Teresa, a rir, a beijarem-se e a acariciarem-se.
- Alguém quer uma bebida, ou todas têm já outras coisas em mente? Perguntou a Teresa.
- Bem pessoalmente, mal posso esperar para entrar nas calcinhas da Sara. Disse a Alexandra, acariciando o traseiro da Sara.
- E eu tinha esperança de ver o teu rabo nu, Teresa. Disse a Maria.
- Então não há bebidas! Vamos nos dividir em duas camas ou usamos apenas uma? Perguntou a Teresa.
- Prefiro fazer amor uma-a-uma, mas o que vocês as três quiserem, está bem para mim. Disse a Maria.
- Duas camas, acho que não te importas, pois não Alexandra? Disse a Sara.
- Tu e eu é o que eu quero, querida! Disse a Alexandra, trancando os lábios dela nos da Sara.
Os dois casais foram para quartos separados preparando-se para o que todas queriam desde a primeira vez que entraram na pista de dança.
A Sara e a Alexandra beijaram-se e as mãos vaguearam.
- Hum, tenho tudo o que precisamos aqui! Disse a Sara, quando se separaram, e abriu uma gaveta da sua mesa de cabeceira, onde estavam alguns tubos de lubrificante e um vasto fornecimento de preservativos.
- Mas e se não conseguires chegar ao quarto? Sorriu a Alexandra.
- Ah, eu também penso nisso. Tenho sempre algum lubrificante e preservativos na minha bolsa. Respondeu a Sara.
- Que grande puta tu deves ser. Riu a Alexandra.
- Sim! Mas uma puta bem preparada. Respondeu a Sara, dando a volta à Alexandra para desapertar o seu vestido nas costas.
A Alexandra também desapertou o vestido da Sara e as duas raparigas deixaram a roupa deslizar para o chão.
Elas beijaram-se novamente, e pouco depois a Alexandra, ajoelhou-se atrás da Sara:
- Deixa-me ver o teu rabo. Disse ela, enquanto levantava a combinação da Sara nas costas e puxava as calcinhas para baixo, expondo-lhe o rabo.
- Belo traseiro, Sara. Disse a Alexandra, acariciando as nádegas da Sara.
- Agora deixa-me ver o teu clitóris. Disse a Alexandra, ao virar a Sara e a baixar as calcinhas na frente.
- Oh meu deus! Disse a Alexandra, quando um impressionante pedaço de carne sólida e rígida se ergueu na frente dos seus olhos.
Havia uma pequena gota de liquido pré-cum na ponta, e a Alexandra lambeu-a.
- Agora sou eu que preciso te ver. Disse a Sara com a voz dela meio rouca.
A Alexandra levantou-se, deixando Sara com as calcinhas a meio das coxas escondidas pela combinação, bem como as suas ligas, meias e sutiã.
A Sara acariciou as costas da Alexandra por cima da sua combinação que depois levantou, colocou a mão dentro das calcinhas da Alexandra nas costas, sentindo as suas nádegas nuas.
A Sara caiu de joelhos e puxou as calcinhas da Alexandra para baixo, e beijou-lhe as nádegas.
- Vira-te, por favor, Alexandra. Disse a Sara, e a Alexandra virou-se.
Sara levantou a combinação da Alexandra na frente e acariciou o clitóris saliente ainda dentro das calcinhas.
- O teu clitóris parece bastante excitado. Disse a Sara.
- Está muito animado. Respondeu a Alexandra, enquanto a Sara puxava as calcinhas da Alexandra para baixo e via ele a saltar como uma mola para a frente.
Agora era uma questão de saber qual das raparigas seria a primeira a ter a sua fenda satisfeita.
Entretanto a Teresa e a Maria beijaram-se e acariciaram-se, e depois de pouco tempo, as duas garotas já tinham tirado os seus vestidos.
- Por favor, põe as mãos na cama, querida. Disse a Maria.
A Teresa assim fez, e a Maria colocou-se por trás das costas da Teresa e muito lentamente puxou as calcinhas para baixo.
- Tu tens um traseiro delicioso, Teresa. Disse a Maria, passando a mão por cima das nádegas de Teresa, dedilhando depois a fenda por entre as suas nádegas.
- Obrigado. Respondeu uma Teresa muito excitada.
- O meu clitóris gostaria de fazer uma visita à tua fenda. Disse a Maria, tirando as calcinhas e movendo-se para trás da Teresa de forma a que o seu membro rígido roçasse as nádegas da Teresa.
- Há algo para facilitar essa entrada aí na gaveta ao lado da cama. Disse a Teresa, ainda com as mãos sobre a cama.
A Maria foi até à gaveta e encontrou lubrificantes e preservativos. Ela voltou e espalhou generosamente o lubrificante na fenda da Teresa e arredores.
A Maria então abriu um preservativos e colocou uma borracha no seu clitóris erecto.
Depois a Maria puxou as calcinhas da Teresa o resto do caminho para baixo, despindo a Teresa.
A Maria colocou-se atrás da Teresa, agarrou os quadris dela e introduziu o seu clitóris rígido na fenda da Teresa.
A Maria lentamente forçou a entrada, e depois começou lentamente a empurrar para trás e para a frente.
A Teresa ficou de boca aberta, num grito silencioso de prazer com o seu clitóris rígido protuberante.
No outro quarto, Sara e Alexandra tinham ambas as calcinhas completamente despidas e as suas combinações levantadas enquanto trocavam beijos na cama.
Os seus clitóris esfregavam-se um no outro.
- Aquela taxista disse que tinha feito um sessenta e nove, de luxo? Perguntou a Alexandra.
Momentos depois, cada menina estava a chupar o clitóris duro da outra.
A intenção não era fazer isso para chegar ao clímax, por isso era preciso decidir quem era a primeira a receber um clitóris rígido na sua fenda, e a Sara tomou a decisão.
- Por favor, fode-me, querida! Disse a Sara.
A Sara deitou-se de costas com os joelhos no seu peito, enquanto a Alexandra espalhava lubrificante no seu rabo.
A Alexandra colocou um preservativo e lentamente forçou a sua entrada.
Ambas as raparigas gemeram quando a penetração foi feita.
A Alexandra fazia agora amor no buraco da Sara e empurrava bastante rápido enquanto sentia a Sara a gemer.
O clitóris da Sara começou a vazar e formou-se uma grande bolha branca na ponta dele.
A Alexandra retirou-se e logo o seu ânus foi lubrificado e Sara aliviou o seu clitóris agora com uma camisinha para dentro dela.
A Maria continuava a pressionar o seu corpo tenso contra a Teresas e sentiu que o seu preservativo se enchia com os seus líquidos.
Pouco depois, a Maria colocava-se de joelhos na cama, agarrada à cabeceira da cama enquanto a Teresa deslizava o seu clitóris coberto de borracha para a sua fenda bem lubrificada.
A Teresa balançou para trás e para a frente até que a cabeceira da cama ficou agitada em demasias e outro preservativo se encheu de suco sexual.
A Sara entretanto trabalhava dentro da Alexandra e a sua rigidez entrou e saiu por um bom tempo antes de um quarto preservativo recolher os resultados de mais um clímax.
Os dois casais recuperaram dos seus esforços antes da Sara e Alexandra irem visitar o outro casal, o silêncio relativo dizia que as atividades amorosas já tinham terminado.
As quatro meninas semi vestidas sentaram-se na única cama a conversar. Não havia grande urgência para a Alexandra e a Maria irem para casa, mas a Sara sabia que o tempo para ela corria e que breve ela tinha que voltar a ser Bernardo, e voltar para casa bem antes da Laura chegar a casa.
As quatro meninas estavam ansiosas para se poderem reencontrar, a principal restrição era a disponibilidade de Sara porque isso dependia em grande parte do turno de trabalho da sua esposa.
A Maria e A Alexandra precisavam de um táxi para casa e a Teresa telefonou para a Joana ir a sua casa buscar as duas meninas.
Depois de alguns beijos e abraços e da troca de números de telefone, as duas visitantes, Alexandra e Maria, saíram.
A Sara teve que tirar toda a maquilhagem e vestir-se com a roupa de Bernardo com que tinha chegado, antes de poder retornar a sua casa.
Certamente que teriam outras noites para sair e para o Bernardo se transformar em Sara, mas por agora, ele tinha que voltar a ser novamente o Sr. Silva.