136 - Transformaram-me numa menina
O meu nome é Tomé, tenho agora 34 anos, sou casado com a Márcia, que tem 33 anos e gostaria de vos contar parte dos acontecimentos que me fizeram passar a ser menina e como tudo isso aconteceu na ousadia da nossa intimidade.
Tive uma adolescência que acredito ter sido perfeitamente normal.
Não muito cedo tive as minhas primeiras aventuras sexuais, quase sempre com as minhas colegas de escola, sempre muito heterossexual.
Tudo me dizia que eu ia ter uma vida familiar dentro dos parâmetros sociais convencionais.
Aos 20 anos comecei um namoro com a Márcia com quem acabei por me casar.
Sempre tivemos um relacionamento frontal e aberto um com o outro e uma sexualidade sem tabus.
O nosso namoro não foi excessivamente longo, apenas o tempo da nossa faculdade.
Mal começamos os dois a trabalhar decidimos que o melhor seria vivermos juntos e casar.
Alguns meses depois do casamento a Márcia confessou-me que gostava de experimentar ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo.
Não gostei da ideia, mas não a censurei.
Eu também tinha alguns desejos sexuais inconfessáveis que um dia poderia vir a confessar.
Dias depois ela voltou ao assunto e começou a insistir, sem que eu lhe desse grande saída.
Acabou por me dizer que estava disposta a acabar com o nosso casamento para poder realizar o seu desejo.
Contrariado acabei por concordar.
Logo nesse dia disse que conhecia um rapaz que certamente estaria pronto a ajudar na realização do seu sonho.
Fiquei intrigado, com uma pequena desconfiança de que eu já era corno.
Com certeza que ela falava daquele rapaz porque já o devia ter experimentado.
Mas eu já tinha concordado com a ideia dela e só havia que seguir em frente.
Na sexta feira seguinte, à hora do jantar, estavam três pratos na mesa, e percebi que íamos ter uma visita.
E foi nessa ocasião que ela me apresentou o Tó, que tinha nessa altura 26 anos.
Tenho que confessar que fiquei embaraçado com o facto de ele estar ali em minha casa.
Ele que ia ser amante da minha mulher e que me ia pôr os cornos.
Mas ele tinha uma excelente boa disposição, era humilde, soube ir quebrando o gelo e soube criar um ambiente harmonioso e agradável.
Terminado o jantar fomos dar uma volta, passamos por um bar onde dançamos um pouco e cedo e regressamos a casa.
Nesse momento do regresso senti que o objectivo da Márcia era apenas a cama.
Percebia que ela estava excitada.
Chegámos e fomos os três para o quarto.
Eu estava inibido, mas eles, mal entraram no quarto começaram-se a beijar e acariciar e pouco depois eles estavam nus.
Era a primeira vez que me via numa cena do género e que via a minha mulher nas mãos de outro homem.
Mas a dor de ver a minha mulher com outro pouco durou.
E tenho que reconhecer que a ousadia da situação começou a excitar-me.
Também era a primeira vez que eu via outro homem completamente nu e excitado.
A Márcia disse então que primeiro ela ia fazer sexo com o amante e que eu iria assistir.
E que eu só entraria na segunda volta, o que veio a suceder.
Vi a minha esposa comportar-se como uma puta.
Ela recebeu o grande pénis do amante na boca, na vagina e no anus e ele era muito bem dotado.
O pénis dele tinha quase o dobro do meu.
Toda a cena foi escaldante e mais demorada do que as cenas que eu e ela tinha-mos, e deixou-me completamente excitado.
Só depois de algum tempo é que a Marcia me deu a autorização para me juntar a eles para prosseguir com a noite de sexo a três.
Mas a minha esposa só me permitiu que eu a penetrasse no anus e guardou a sua vagina só para o amante durante toda a primeira noite.
Dormimos e no sábado quando acordamos voltámos a repetir a dose.
O meu relacionamento com a Márcia continuou normal, e conversamos abertamente sobre o assunto.
Eu disse-lhe que não me importava de repetir, o que veio a acontecer logo no fim de semana seguinte.
A partir daí o Tó começou a vir frequentemente a nossa casa, e tenho que confessar que nos tornamos amigos.
Umas vezes passávamos as noites os três, mas o Tó pediu-me para poder ter algumas noites só com ela.
Consenti sem problemas e sempre que ele me pedia eu ia para outro quarto e deixava-os a sós.
O Tó era professor e estava num quarto alugado, a Márcia acabou por o convidar a ficar hospedado na nossa casa.
Foi criado uma situação de normalidade e pouco depois estávamos os três a viver juntos.
A intimidade passou a ser muita, eu e o Tó somos fisicamente muito parecidos, embora ele seja um bocado mais alto, e tenha o pénis maior que o meu.
Ele começou a usar alguma da minha roupa, sobretudo a roupa interior.
Um dia que estávamos os três na cama o Tó quis beijar-me na boca.
Não consenti, mas face ao pedido da Márcia acabei por ceder e os três passamos a beijarmos-nos na boca de forma indistinta.
As ousadias sucediam-se e numa das noites seguintes ele pediu-me para ser eu a colocar-lhe o preservativo.
E foi sem complexos que lhe agarrei pela primeira vez o pénis e lhe coloquei a camisinha.
A sensação de mexer no sexo duro de outro rapaz agradou-me e eles os dois perceberam isso.
A Márcia pediu-me para eu beijar o sexo dele e vi o sorriso malandreco dele como que a pedir-me o mesmo.
E sem medo beijei a cabecinha daquela haste dura.
Parece que ainda hoje a estou a ouvir a dizer para eu lhe beijar também as bolas.
Porque a ideia até não me desagradava de todo fiz o que ela me pedia.
Foi então que o Tó me disse:
- Há algum tempo que espero por este momento, tenho o desejo de ter sexo com um homem e hoje gostava de ter contigo.
Eu respondi que podia experimentar e que se eu não gostasse não iríamos repetir.
A Márcia diss-me para eu experimentar fazer-lhe um um broche.
Deitei-me no meio das pernas dele e comecei a mamar, e se eu tinha algum receio ele desfez-se por completo.
Gostei de sentir o seu pénis duro e grande na minha língua, fui fazendo como a Márcia me ia mandando e gostei.
A Márcia sentou-se em cima das minhas nádegas e foi-me acariciando o corpo estimulando-me e incitou-me a receber a ejaculação dele na boca.
Engoli e não desgostei, a Márcia beijando-me deu-me os parabéns.
Pouco depois, ele ficou novamente com o pénis duro e a Márcia disse-me:
- Agora ele vai-te comer o rabinho, tens que relaxar.
E foi ela que me untou o anus com gel e meteu-me o dedo dentro de mim para me lubrificar preparando-me para ser penetrado pela primeira vez.
A Márcia mandou-me eu ficar de quatro e segurou-me para eu receber o pénis dele.
Confesso que não foi fácil receber todo aquele monstro dentro de mim e que por momentos desejei voltar atrás na minha decisão, mas passados momentos ele entrou em mim e eu tive o melhor orgasmo da minha vida quando ele me comeu.
Ele a a Márcia naquela noite fizeram-me ser menina pela primeira vez e eu adorei.
A partir daquele dia eu sou penetrado regularmente e adoro fazer sexo oral aquele que era o amante da minha mulher e agora também é meu.
Passei a adorar lamber a esperma dele na vagina dela e tenho assumido uma posição bastante passiva na nossa relação a três.
Como percebi que eles os dois me passaram a considerar a parte mais passiva da cama, no nosso dia a dia passeia a usar as calcinhas da minha esposa e deixei para ele a roupa interior masculina, pois ele passou a ser o macho da nossa casa.
Ele gosta de sexo em grupo e já trouxe alguns amigos dele a casa para sessões de sexo e alguns gays para mim. Nunca pensei dar esta volta, mas reconheço que actualmente gosto mais de ser a parte passiva da relação.
FIM