130 - Fechado
Fiquei assustado receoso de que a minha vida pudesse sofrer uma reviravolta.
Fui preso por ter comigo apenas um pouco de erva.
Eu nunca tinha sequer entrado numa esquadra da polícia, nem sequer tinha ido a uma prisão e, claro que não ansiava por essa experiência.
Quase todos os policias foram bastante agradáveis e eu até que gostei do conforto da conversa enquanto me levavam para a prisão.
Uma vez lá dentro as coisas mudaram, havia barulhos estranhos e pessoas a chorar e a gritar obscenidades e insultos.
O cheiro era mesmo muito mau, como se estivéssemos dentro de um urinol velho ou algo assim.
Reparei em alguns rostos assustados e em pessoas que pareciam estar a passar por uma guerra.
Os meus joelhos tremiam e eu não conseguia esconder os meus receios por ter que ficar fechado naquele lugar horrível.
Mesmo sabendo que era apenas a prisão local antes de ter que ir a julgamento.
Depois de ter preenchido alguns papéis e de passar por uma revista bem desagradável, fui conduzido a uma cela onde já estavam outros quatro homens.
Apenas um deles olhou para mim quando entrei e acenou-me com a cabeça numa saudação.
Percebi que eles os quatro eram todos amigos por causa da maneira como estavam vestidos.
Eles olhavam para mim como se eu não estivesse lá fisicamente, e certamente deviam perceber que era a minha primeira detenção.
Eu era carne fresca!! E eu sabia disso.
Os seus olhos perfuravam o meu corpo como grandes dardos afiados no relvado.
Tive a sensação de que estava a mergulhar num atoleiro de merda, com muito esterco, bem acima da minha cabeça.
A má notícia era que eu devia ficar lá por umas boas horas.
Só ia ser levado ao tribunal na manhã seguinte.
Como a porta da cela estava ficou fechada atrás de mim, fiquei ali encostado a uma das paredes, tentando não dar nas vistas.
Eles deixaram-me sozinho durante os primeiros vinte minutos, mas a certo momento dois dos homens vieram até mim e finalmente falaram.
Depois de alguma conversa, eles perguntaram-me se eu me queria sentar no único banco da cela.
Sentei-me e comecei a sentir-me um pouco melhor com os meus novos amigos.
Conversamos sobre os motivos por que estávamos ali fechados e de como estava quente naquela cela.
Eles os quatro tiraram as suas camisolas e alargaram as calças.
Eu naturalmente segui o exemplo e também tirei a minha camisola.
Naquela época da minha vida eu não pensava em nada daquilo que me ia acontecer.
Usei a minha camisola para enxugar o suor do rosto e da parte superior do corpo e notei que eles continuavam a olhar para mim como se eu fosse algum tipo de bife do lombo.
Eu sentia a tensão sexual no ar viciado da cela, mas estava a ficar excitado e também preocupado.
Três de nós estávamos sentados no banco e eu senti-me animado por ter alguns homens gostosos em tronco nu encostados a mim.
O mais velho e maior do grupo, Ben, estendeu o braço e colocou a sua enorme mão no meu pau.
Tive uma erecção instantânea e fiquei tão assustado que me afastei instintivamente.
Mas os meus ombros foram contra as costas nuas de um dos homens.
Eu estava tão quente naquele momento que tive que me levantar e tirar as calças, eu sabia o que ia acontecer e queria.
Todos eles começaram a colocar as mãos em mim e a puxar o meu pau com força.
O meu pau ficou inchado e a precisar de alívio que comecei a acariciá-lo através das minhas boxers.
Todos assistiram com prazer e também começaram a acariciar-se.
A masturbação continuou por alguns minutos em total silêncio, a cela começou a cheirar a sexo.
Todos os homens despiram-se e começamos a masturbar e acariciar os paus uns aos outros, descontroladamente.
Eu deitei-me de costas no banco e todos eles se revezaram e chuparam o meu pau.
Ejaculei em dois deles e virei-me no banco expondo as minhas nádegas bem abertas.
Todos eles revezaram-se mergulhando os seus bastões de luxúria carnudos e quentes.
Mergulho após mergulho, bombada após bombada, eles encheram-me com a carne suficiente para eu ter lembranças até ao final do inverno!!!
Todos eles se revezaram e gozaram dentro de mim e depois fizeram-me lamber o excesso de esperma dos seus paus.
A festa de sexo na cela continuou durante toda a noite, masturbação mútua, penetrações, sexo oral e muito mais.
Eu não ia gostar de ter que lavar aquela cela, estava cheia de esperma e suor.
Afinal, a prisão não era assim tão má com diziam.
FIM