65 - Menina Dora Dorinha
O texto a seguir não é verídico, todos os nomes e personagens foram inventados
Vou tentar explicar porque razão eu comecei a me vestir com roupas femininas.
Desde muito novo tive atração por roupas femininas e com os meus 8 a 9 anos eu tentava vestir as roupas da minha mãe, da minha tia e prima e da minha vizinha.
Quando eu ainda pequeno era muito magro, liso e pequeno, e todas as roupas me serviam ou então ficavam muito grandes. Eu adorava todos os tipos de lingerie, roupas de dormir, sutiãs, baby dolls, calcinhas, saias, saiotes, etc.
No começo eu só vestia algumas roupas da minha mãe e andava por minha casa, mas sempre que ia a casa dos meus vizinhos, tentava ir ao quarto das raparigas para ver algumas peças de roupa, sempre com muitos cuidados e receios que tinha um medo incrível de ser apanhado por alguém.
Em minha casa como ficava muito tempo sozinho ia ao quarto da minha mãe e experimentava algumas das suas roupas para ficar a ver-me em frente do espelho. Com o passar dos anos descobri que não devia ser por acaso que eu tinha uma atração por roupas femininas, mais velho em conversa com a minha mãe ela me contou que quando eu nasci ela queria que eu fosse uma menina. Eu era o mais novo de cinco irmãos rapazes e quando ela tinha feito o meu enxoval, só comprou roupas de menina e por isso, enquanto bebê, usei roupas de menina. Acredito que essa vontade da minha mãe, de ter uma menina, de alguma forma passou para o meu inconsciente.
Quando eu tinha uns 12 anos, no meu bairro organizaram uma festa e perto de minha casa, montaram um palco num dos lados da praça. Eu estava a brincar com os meus amigos aos polícias e ladrões e às escondidas quando resolvi me esconder debaixo do palco. Era um lugar em que, aparentemente, ainda ninguém tinha pensado, e quando entrei fiquei a espreitar e vi todos os outros a esconderem-se. Eu via tudo pela frestas das madeiras e ria-me de eles não me encontrarem.
Quando ouvi um barulho, atras de mim, pensei “Olha já me encontraram!”. Mas não, era o Helder um colega um pouco mais velho que brincava com o nosso grupo de vez em quando. Ele tinha dois irmãos mais velhos que lhe contavam todo o tipo de histórias e, ele com 13 anos dizia já tinha ido para a cama com raparigas. Na época, o nosso grupo o considerava quase que como nosso mentor, e bem malandro.
Ficamos por um tempo quietos, mas passado pouco senti a mão do Helder passar pelas minhas nádegas, e eu disse “Pára com isso!” mas com aquele tom de voz do tipo tens duas horas para tirar essa mão daí. Ele continuou a passar a mão pelas minhas nádegas e disse para eu ficar quieto senão ia bater-me e ia contar a todo o mundo que eu tinha pegado no seu pau. Eu com medo de apanhar uns tabefes ou de passar vergonha, deixei ele continuar, ele passou a mão pelas minhas pernas subindo até às nádegas, ele percebeu que eu estava a gostar e foi com a mão até o meu rabinho ainda virgem e ficou a passar o dedo.
Helder mandou-me baixar as calças e ficar de quatro para ele e logo que obedeci ele afastou as minhas nádegas, deu uma cuspida para lubrificar e meteu um dedo em mim. Senti uma dor horrível, ele voltou a mandar-me ficar quieto e a não fazer barulho, e sem tirar o dedo desapertou as suas calças, sentou-se à minha frente e logo vi o seu pau na minha direção. Helder disse para eu chupar no seu pau e eu sem jeito comecei a chupar. Ele guiava a minha cabeça com a sua mão livre, para que eu lhe desse prazer e logo senti um jato quente e salgado na minha boca. Helder mandou-me engolir ameaçando que eu ia apanhar ali mesmo, e prontamente eu obedeci, sem questionar.
Depois percebi que aquilo era esperma. Eu nessa época ainda não tinha aprendido a masturbar-me, eu era muito inocente em relação a tudo que era sexo.
Naquele momento eu já me sentia acostumado ao seu dedo, ele foi para trás de mim, tirou o dedo, afastou novamente as minhas nádegas e disse que agora eu ia sentir um pau dentro do meu rabinho, aos poucos foi metendo com dificuldade pois eu ainda era virgem e meu rabinho era bem apertado, ele forçou até entrar. Eu senti muita dor mas com medo de que alguém pudesse ouvir algo e nos apanhar aguentei estoicamente a dor, era bom e mau ao mesmo tempo. Ele começou um vai e vem que foi aos poucos ficando bom, e quando ele percebeu que eu estava a começar a gostar disse:
- Tu estás a gostar, não é, meu mariquinhas?
- Sim estou.
- Tu vais ser a minha menina a partir de agora, quero comer-te na tua cama.
- Tem que ser à tarde quando não houver ninguém em minha casa.
- Vou levar umas roupas da minha irmã que te devem servir, e tu vais ser a minha namorada.
Nisto eu senti uma coisa muito gostosa, era eu que estava a gozar pela primeira vez. Foi muito bom, Helder logo gozou também e ficamos ali mais um pouco de tempo e, um de cada vez saímos, de debaixo do palco, sem que ninguém nos visse. O jogo das escondidas já tinha meio que esmorecido e eu resolvi ir para casa.
Chegado a casa fui tomar um banho e fiquei a pensar em tudo que me tinha acontecido e no que poderia acontecer, sai do banho comi alguma coisa e fui dormir pois tinha ficado exausto com aquilo tudo.
No dia seguinte, fui normalmente para a escola, mas pensando sempre no que me poderia acontecer.
Quando voltei da escola, almocei e logo no começo da tarde o Helder chegou a minha casa, com uma mochila. Levei-o para o meu quarto fechei a porta à chave. O Helder abriu a sua mochila e tirou umas calcinhas e um vestidinho cor de rosa. Disse-me para eu vestir as calcinhas e o vestido, e eu obedeci despindo-me e vestindo a roupa que ele trouxe. Ele mandou eu desfilar para ele e eu fiz um rápido desfile. Helder disse-me para eu me sentar no seu colo e abraçando-me deu-me um beijo. Eu nunca tinha dado um beijo de língua e foi meio estranho mas maravilhoso. Helder afastou as calcinhas enquanto me beijava e acariciou todo o meu corpo.
Desta vez ele tinha trazido um creme que colocou no meu rabinho com muito cuidado enquanto o seu dedo me penetrava. Depois ele apontou o seu pau duro em direção ao meu buraquinho e mandou que eu sentasse nele. Ele ajudou-me no sobe e desce e ficamos ali um bom tempo eu ainda sentia um pouco de dor do dia anterior e ele me voltou a colocar de quatro e me comeu até gozar e me fazer gozar.
Deitamo-nos um pouco e ficamos ali, eu de vestidinho e ele nu atrás de mim, aconchegando-me até que eu senti que ele começava a ficar excitado de novo.
E levantou-se e foi ao banheiro, lavar o seu pau e voltou.
Quando ele voltou quiz que eu voltasse a chupá-lo até ele endurecer o seu pau de novo, e novamente comeu-me até gozar dentro de mim, de novo.
Eu estava exausto e ele disse para eu guardar as roupas que ele viria visitar-me de novo e ia querer a sua menina para namorar.
Durante uns meses fui usado por ele várias vezes, ele chegou a trazer outras roupas para mim, para usar enquanto fazia sexo comigo. Depois ele deve ter-se mudado e nunca mais o vi pelo meu bairro.
Depois dessas tardes de sexo com o Helder, fiquei um bom tempo sem ter ninguém, pois sentia-me um pouco envergonhada. Nessa época eu ainda não sabia que aquele sentimento de ser possuída por um rapaz mais velho era normal e que eu sentir-me como uma mulher nada tinha de mal. Apenas quatro anos depois quando fui viajar é que voltei a ter um homem, bem mais velho, mas isso fica para outra história.