199 - Convertida na Convenção
Parte IV
Os olhos de André brilharam, mas Catarina levou um momento para perceber o que Tânia estava a sugerir. Mesmo que seu primeiro impulso pudesse ser arrancar a roupa e pular para cima do André.
A sua segunda reação foi ter medo. Ela disse:
- Hum, Tânia, podemos conversar em particular por um momento?
- Claro, amor. Disse a Tânia com alguma preocupação na sua voz.
- Por que não vais buscar alguns refrescos para a gente André? E e vai devagar ok?
André, também preocupado, balançou a cabeça e rolou para fora da cama. Ele enfiou os pés para dentro dos seus sapatos e saiu da sala, mas antes, inclinou-se para beijar a Tânia e dar um aperto no ombro da Catarina quando passou por ela.
Quando a porta se fechou atrás dele, Catarina virou-se para Tânia, e disse:
- Tânia, eu, eu tenho algo para te dizer. E esta situação exige isso que eu te conte, porque não ias entender por que é que eu estou hesitante em fazer um trio com o André.
- Sabes que eu há dois dias atrás, eu não tinha seios ...
Ela demorou e contou tudo à Tânia, mas não havia muito que dizer. A princípio, a Tânia não acreditou, e em pouco ajudou a Catarina mostrar à Tânia a sua carta de condução, onde a foto, o nome e as medidas também tinham mudado para combinarem com o seu novo corpo.
Ela vasculhou sua carteira, que era uma carteira de homem, embora isso não provasse nada, já que a Tânia era um homem, procurando por alguma prova da sua antiga identidade.
Ela estava feliz por o feitiço ter cuidado dos detalhes, como da sua carta de condução, mas gostaria que tivesse demorado um pouco mais para fazer a alteração, mas finalmente encontrou um cartão da sua antiga faculdade que não tinha mudado, e mostrou o velho Carlos na foto do cartão. Embora não houvesse muita semelhança entre aquela foto e a pessoa sentada ao lado da Tânia na cama, Tânia acreditou na história.
- Então como deves perceber, antes de ontem eu nunca tive um pensamento homossexual. E Catarina continuou, chegando finalmente à raiz do problema.
- Antes de ver a dança do “Falcão”, eu nunca tinha pensado que o corpo masculino podia ser sexy, bem, e não me lembro de ter pensado nunca nisso.
- De qualquer forma, eu agora estou apaixonada por uma mulher bonita e cobiçosa como tu és, e não vou acreditar depois num homem lindo! O meu corpo mudou, a minha personalidade mudou, será que a minha sexualidade também mudou? E o que mais mudou?
- O André é tão ... tão ... fantástico! Desde o primeiro momento em que ele beijou a minha mão, que tenho fantasiado com ele, mas não te amo menos, e o pensamento de nós três na cama juntos faz a minha mente explodir de fascinação ... mas ainda fico com aquela confusão, aquele medo ...
Tânia pensou por alguns momentos, pensando na sua resposta. Finalmente ela disse:
- Ok, amor. Estou feliz por tu me contares da tua transformação, embora isso nada mude sobre o que eu sinto por ti. Na verdade, embora eu não sinta nada por tu te teres transformado por algum tipo de magia. Apenas sinto muito por não ter te conhecido antes de isso acontecer, porque talvez eu fosse capaz de te transformar sem magia. Ou talvez não, talvez o brinco seja o caminho certo.
- De qualquer forma o teu dilema não é único. Deves saber que existem muitos bissexuais no mundo, o André é um, como tu já deves ter percebido, quando me ouviste dizer que ele é meu amante ocasional, e quando ele disse que seduziu o João aqui mesmo nesta sala.
- Eu também sou, devo dizer que tu és definitivamente a realização de uma fantasia minha, com seios e um pénis num único pacote. Não é, porém, por isso que eu te amo.
O que tu precisa fazer é apenas livrar-te dos teus medos de ser homossexual, não há nada de errado em ser diferente de hétero. Tu ficaste excitada pelo André, o que pode haver de errado com isso? Mesmo que tu não voltes a ficar excitada por mim, isso não seria errado, mas eu acho que não vai ser assim, pois não? Então, pensa em ti mesmo como uma transexual bissexual. Aceita o carinho, fode. Aproveita o amor que o André tem para dar, ele é muito bom na cama, muito gentil e paciente com uma virgem. Eu já o vi com vários parceiros de ambos os sexos. Aceita o que o André te quer dar a ti da mesma forma que aceitas o que eu te dou. Amor é amor, meu amor, não importa a como está vestida, ou que órgãos genitais o seu doador tem. Se tu achas o André excitante, então envolve-te com ele. Não há nada de errado com o que tu estás a sentir. OK amor?"
Catarina deixou que as palavras da Tânia fossem absorvidas. Elas certamente faziam sentido. Ela refletiu acerca delas e tentou perceber o significado dos seus próprios pensamentos, ela sentiu um peso levantando de seus ombros. Ela era bissexual. Era tão simples. E até mesmo se esse rótulo não lhe encaixava exatamente, ela certamente sentia-se excitada por Tânia e por André, e isso era o suficiente. Ela decidiu que o que ela estava a sentir era correcto, e com isso, ela se inclinou para perto da Tânia e disse, pouco antes de beijar a sua amante:
- Espero que ele volte depressa!
O retorno de André encontrou a Tânia nua com Catarina, ainda completamente vestida, entre as suas pernas a lamber. André largou os refrigerantes, batatas fritas e molhos na mesa e sentou-se na outra cama, sorrindo fascinado com a visão diante dele.
Após ter olhado por um momento, aclarou a garganta nervosamente, nenhuma das meninas tinha ainda dado pela sua presença, e ele não queria ser um observador, sem o consentimento delas. Quando a cabeça da Tânia se virou para ele e seus olhos se abriram, Catarina apenas acenou com os dedos para ele, mantendo a atenção focada na tarefa em mãos. Ele disse:
- Então, vocês as duas resolveram tudo?
Tânia assentiu e abriu a boca para dizer algo, mas naquele momento, Catarina empurrou dois dedos dentro dela, beliscou o seu clitóris, e ela explodiu num orgasmo, um grito de prazer saiu da sua boca aberta.
André sorriu, e recostou-se, esperando o momento terminar.
O grito da Tânia transformou-se em suspiros quando o prazer desapareceu, e ela relaxou completamente, os seus braços e pernas, que estavam tensos e enrolados um pouco, caindo de costas na cama. Catarina levantou a cabeça de entre as pernas da Tânia, sorriu para André e disse:
- Bem-vindo de volta, André. Queres te juntar a nós?
Ela sentou-se, lambeu os lábios, sorvendo os sucos que os revestiam enquanto esfregava a coxa da Tânia com uma mão e olhava intensamente, avidamente, para o corpo do André.
A Tânia também se sentou, passado um momento, e disse:
- Sim, por favor, amor. Eu acho que vais vai gostar da pequena surpresa que Catarina tem para ti. Na verdade, por que não desembrulhas o teu presente enquanto eu vou à casa de banho e me refresco um pouco?
Ela rolou para fora da cama e entrou na casa de banho enquanto André se levantava, para ficar na frente da Catarina sentada. Ela olhou para a virilha protuberante das calças dele, e o seu lamber de lábios assumiu um significado diferente.
André estendeu a mão para acariciar a sua bochecha, encontrando um pouco de húmidade no seu queixo e levou-a aos lábios, saboreando o sabor dos sucos da Tânia. Ele sorriu e disse:
- Ela tem um gosto bom, hein?
Catarina sorriu, e assentiu. André abaixou-se novamente e puxou-a pelos ombros para a fazer ficar de pé. Ele estava tão perto que quando ela obedeceu, ficou pressionada contra ele. Eles abraçaram-se e o beijo foi completamente natural. As mãos subiram e desceram pelas costas, as línguas sondaram e brincaram, ambos suspirando de prazer sensual. Eles podiam ter ficado muito mais tempo assim se a Tânia não tivesse reaparecido momento. Ambos olharam para ver a linda loira nua encostada ao batente da porta da casa de banho, com um sorriso no seu rosto.
- Tu ainda não desembrulhas-te o teu pacote? A tua boneca, André? Disse ela. Não queres ver a surpresa dela?
André deu um passo para trás, e pegando na bainha da t shirt da Catarina perguntou:
- Posso?
Com o aceno de cabeça da Catarina, ele começou a levantar a sua t shirt, puxando-a lentamente pelo seu corpo.
Ela levantou os braços e puxou-os para fora da t shirt, que logo escorregou por cima da sua cabeça, deixando-a parada no meio do quarto, vestida com um sutiã roxo rendado e jeans.
Ele murmurou:
- Muito bom! Enquanto jogava a t shirt para o fundo do quarto e começou a passar as suas mãos para baixo dos ombros até as pontas dos seus seios.
As suas mãos eram quentes e macias, ternas enquanto acariciavam, mas sabedoras, enquanto ele a tocava nos mamilos e a apertou suavemente através do seu sutiã. Ela estremeceu de prazer, a sua respiração acelerou ligeiramente.
Ele baixou-se e desabotoou os jeans dela, abrindo-os o suficiente para ver a parte de cima da borda das suas calcinhas roxas. A Tânia falou então, dizendo:
- Vira-te Catarina, não queres surpreendê-lo assim tão cedo.
Catarina sorriu enquanto se virava, e suspirou quando ele acariciou as suas nádegas através do tecido dos seus jeans antes de os puxar para baixo devagar. Quando eles estavam em volta dos tornozelos dela, ele guiou cada pé fora das calças, beijando as nádegas por cima das calcinhas, e de novo jogou as calças para longe quando se levantou novamente.
Então, ele aproximou-se dela e colocou os braços em volta da cintura dela por trás, inclinando ligeiramente a cabeça e respirando calorosamente no seu ouvido. Ela recostou-se contra ele, sentindo o corpo sólido atrás dela, especialmente aquela protuberância nos seus jeans.
Agora que ela estava a ser ela mesma, descobriu que estava muito ansiosa para ver a causa daquela protuberância, ver, tocar, saborear e sentir em vários lugares íntimos ...
As mãos dele subiram da cintura dela até aos seios, e ele começou a lamber o seu lóbulo da orelha enquanto ele brincava com os seus mamilos. Ela gemeu baixinho, e esfregou as suas nádegas no alto da sua virilha.
Catarina estendeu um braço para trás dela para apertar uma das nádegas do André e, de seguida, puxou os seus quadris para mais perto dela. Ele riu e pressionou mais, encostando-se e complementando a fricção dela com um leve movimento próprio.
André moveu sua ação de mordiscar para o pescoço dela, e Catarina sentiu as mordidas dos dentes e o raspar da sua língua tão agudamente como se ele estivesse a brincar com um dos seus mamilos. Ela suspirou e estremeceu, e apertou as sua nádegas contra a virilha.
Ela ouviu a risada da Tânia e olhou para ela, ali nua e a assistir. Quando a Tânia apontou, ela olhou para baixo e viu a enorme tenda que o seu pénis fazia nas suas calcinhas roxas, e ela também se riu.
As mordidas do André transformaram-se em sucção e ele trabalhava num chupão mesmo na lateral do pescoço dela. Catarina estremeceu com o calor gerado pela sua mordida e chupão, e passou a mão pelo rosto, depois pelo cabelo, passando a mão e dedos pelos seus cabelos grossos, mas macios.
André lentamente deixou cair uma mão do mamilo para o seu estômago e, em seguida, deslizou para baixo, para o redor da borda das calcinhas. Ele primeiro encontrou a borda e o seu quadril e deslizou sua mão ao longo da parte de trás. Em seguida para baixo na sua nádega e de volta pelo exterior do seu quadril. Então, ele percorreu a borda das calcinhas em torno do seu estômago, percebendo que as calcinhas estavam puxadas para longe da pele.
Ele deslizou os dedos ao longo da sua pele para baixo, não sem tirar as calcinhas do caminho e curioso para saber o porquê.
As costas da sua mão encontraram o pénis de Catarina no momento em que os seus dedos começaram a tocar os pelos púbicos. Ele virou a mão, fechando-a sobre a familiar carne tubular, e acariciou todo o caminho para cima até à ponta, encontrando configurações consistentes e familiares que formavam uma imagem de um pénis saudável na sua mente.
Ele afastou-se da mulher misteriosa, deixando um grande hematoma roxo no seu pescoço, e virou-a lentamente, caindo de joelhos. Ele viu o alto nas calcinhas roxas, e viu, através do tecido fino das calcinhas, exatamente o que estava a causar o alto.
Estendeu a mão e gentilmente puxou as calcinhas para baixo, libertando o pénis que crescia na virilha da amante da Tânia.
Ele fechou a mão sobre a cabeça inclinou-se para dar um beijo naquela cabeça quase roxa. Ele olhou para o enquadramento do quadris largos onde o pénis estava emoldurado e piscou para a Tânia, dizendo:
- Muito boa surpresa, querida! Tu tens muita sorte, sabes?
Voltou sua atenção para o que estava na sua mão, e começou a lamber, trabalhando com a sua língua ao redor da haste até atingira cabeça. Então, em vez de lamber a cabeça, ele simplesmente colocou-a na boca, girando a língua ao redor e ao redor enquanto ele pressionava a cabeça para baixo, tentando engolir mais e mais do pénis.
Catarina quase desmaiou quando o André chupou o seu pénis, na verdade, antes daqueles lábios em movimento envolverem mais da metade da sua haste, os seus joelhos cederam e ela caiu para trás na cama com um gemido alto.
Tânia foi até à cama e beijou Catarina enquanto André removia as calcinhas da Catarina e ajudou-a a mover-se para uma posição melhor na cama para poderem continuar com o sexo oral. Quando ela ficou devidamente posicionada na beira da cama, e André se ajoelhou devidamente posicionado entre eles, ele começou a lamber e beijar o seu pénis duro novamente, as suas mãos começaram a acariciar as virilhas, acariciando a sua pele macia, passando os dedos pelos pelos púbicos, percorrendo suavemente o longo das suas coxas.
Tânia, enquanto isso, ainda estava ajoelhada ao lado da cabeça de Catarina. Ela habilmente desenganchou o fecho frontal do sutiã roxo de Catarina e, puxando as metades para trás, expôs os seios de Catarina. Ela abaixou-se e fechou os lábios em torno de um mamilo, sugando-o, mordendo-o levemente, lambendo a sua ponta rapidamente para trás e diante. Catarina gemeu e jogou a cabeça para três enquanto se sentia agredida pelas sensações do seu pénis e do seu mamilo.
Ela percebeu que os seios da Tânia estavam ali bem perto do seu rosto, esticou o seu pescoço para cima e estendeu a língua para começar a lamber o mamilo da Tânia, que gemeu baixinho e se baixou mais para que seus seios ficassem mais facilmente disponíveis para a Catarina.
Ela colocou um dos mamilos da Tammy na boca com mais firmeza e chupou-o ligeiramente, tentando concentrar-se em mover cuidadosamente a sua língua contra o firme pedaço de carne num esforço para manter a inundação de sensações que os seus dois amantes estavam a proporcionar.
As mãos de André movimentavam-se em torno das suas virilhas, acariciando-a, e estavam a dar-lhe quase tanto prazer como as sensações dos seus lábios e da sua língua no seu pénis. E, quase parecia que os seus mamilos lhe estavam a enviar mais prazer quando a Tânia lambeu e chupou um e beliscou e acariciou o outro. Todo o seu corpo era tremores, e ela gemia continuamente enquanto chupava o peito da Tânia.
Para se distrair ainda mais, levou o para cima até encontrar a perna da Tânia. Depois, seguiu essa perna até à virilha da Tânia e começou a acariciar os seus lábios e clitóris. Se ela conseguisse alcançar as virilhas do André a partir da sua posição ela teria feito isso. Mas por agora só conseguia concentrar-se em tentar dar prazer à Tânia e em prolongar o prazer que lhe estava a ser dado, evitando o seu orgasmo.
E funcionou, por um tempo, embora as habilidades especializadas de André em relação aos prazeres orais tenham desempenhado um papel importante na duração do sexo oral.
Mas finalmente o prazer chegou e dominou-a, cores explodiram por trás dos seus olhos, choques elétricos saltaram dos seus mamilos, ondas de fogo na cabeça do seu pénis e tremores por toda a sua pele invadiram-na de novo e de novo, até que o seu corpo ficou rígido quando seus músculos da virilha se contraíram, as suas bolas saltaram e o sémen correu pelo seu pénis e entrou na boca de André jato após jato.
André engoliu cada jato habilmente, continuando o movimento das suas mãos, mas parando o movimento da sua cabeça. Tânia continuou a lamber e chupar os mamilos de Catarina mesmo que a rigidez do corpo de Catarina acabasse com a massagem que ela estava a receber em troca, pelo menos por enquanto.
André manteve os lábios fechados ao redor do pénis da Catarina até a última gota dela estar no seu estômago. Então, com um movimento rápido que estimulou a cabeça do pénis quase supersensível, ele soltou o pénis da sua boca e descansou a cabeça na coxa dela, lambendo os lábios e sorrindo. Tânia também parou de brincar com os mamilos de Catarina deixando-a relaxar e recuperar do seu orgasmo.
Ela caiu na cama ao lado de Catarina e acariciou com a mão o cabelo de Catarina, murmurando palavras doces ao seu ouvido, fazendo-a quase adormecer.
Mesmo depois de a sua respiração voltar ao normal e o prazer avassalador ter desbotado para um agradável brilho quente, Catarina deixou-se ficar lá.
Ela estava a adorar a sensação de ter a Tânia a murmurar ao seu ouvido e acariciando o seu cabelo. Ela adorava a sensação da bochecha do André na sua coxa, hálito quente deslizando pela sua pele, as mãos acariciando a sua perna para cima e para baixo. Foi uma sensação maravilhosa estar cercada por tanta gentileza e carinho, quase melhor que o próprio sexo! Mas apenas quase.
Enquanto descansava ela lembrou-se de que os seus dois amantes ainda não tinham tido os seus próprios orgasmos. Ela estendeu a mão e puxou os lábios da Tânia para os dela e beijou-a. Sentou-se com um pequeno gemido e puxou André de onde ele estava de joelhos para o beijar também.
- Obrigado, a vocês os dois, por esta experiência incrível! Mas, eu acho que é a minha vez de retribuir um pouco do prazer.
Tânia, depois de se livrar do sutiã que tinha tirado à Catarina, mandando-o para fora da cama, disse:
- Amor! Já que o André aqui é o único que ainda está vestido, por que não exigir que nos faça um pequeno strip-tease enquanto tu e eu assistimos. Tenho certeza que vamos pensar em algo para fazer quando ele estiver completamente nu como nós, certo?
Catarina foi refrescar-se um pouco e voltou a sentar-se na cabeceira cama, com a Tânia encostada na sua frente, mas não sentada no colo. André foi até ao seu leitor de CDs e escolheu uma faixa, e quando as mulheres estavam prontas, ele colocou-se ao fundo da cama e pressionou o 'play'.
Embora ele não tivesse a arte do Falcão, ele certamente tinha o espírito e a natureza erótica do momento e excitava a Catarina tanto quanto a natureza crua do talento que o Falcão tinha. Ela tinha uma mão em volta do peito da Tânia, brincando com os seus mamilos, e sua outra mão estava enterrada entre as pernas da Tânia, acariciando os seus lábios vaginais, massajando o seu clitóris e mergulhando profundamente dentro dela.
Ambos os conjuntos de olhos estavam cravados no homem dançando ao som da musica rock que enchia a sala, olhando enquanto a camisa pólo saía lentamente, revelando a pele bronzeada que tinha apenas um toque muscular e nenhuns pelos.
Dançou em tronco nu um pouco, os seus músculos movendo-se sob pele lisa, o seu peito liso apenas um pouco mais largo do que a sua cintura estreita, os seus braços fortes movendo-se à sua volta, correndo para cima e para baixo do seu tronco como se estivesse a acariciar-se a si próprio.
As mãos moveram-se para a fivela do cinto e logo o cinto voou pelo quarto. Desabotoou as calças jeans e abriu a berguilha, abrindo as pontas para mostrar as sua cuecas de biquíni verde-clara enormemente abaulada. Ele virou-se e balançou as nádegas para as duas mulheres, lentamente tirou as calças jeans, dançando ao ritmo todo o tempo. Ele tirou as calças e chutou-as para fora do seu caminho, e empinou as suas nádegas pequenas e apertadas para as duas mulheres.
Catarina respirava tão apressadamente como a Tânia, embora Tânia fosse a única que estava a ser acariciada fisicamente.
Tânia, na verdade, também gemia, e foi movendo as suas pernas para dar a Catarina um acesso mais completo à sua vagina que estava encharcado, tanto do show de André quanto dos dedos de Catarina.
A excitação da Catarina era em parte, pouca, causada pelas reações da Tânia às suas carícias, mas mais pela dança do André, aquele seu corpo, a maneira como ele se movia, a energia da sua dança, apenas por estar ali excitado o suficiente pela Catarina para dançar para ela.
Finalmente, André, virou-se com a sua erecção a fazer uma protuberância óbvia nas suas cuecas. As suas mãos massajavam a virilha, por vezes segurava a sua protuberância, curvando-se e esfregando as nádegas por vezes.
Os seus polegares foram para baixo da bainha das cueca, bem ao centro de seu estômago, e ele puxou para baixo a parte frontal até que os seus pelos púbicos pretos ficassem visíveis. Depois de provocar as mulheres com aquela visão, sorrindo e balançando os quadris ao som da música, ele deixou o elástico das cuecas estalar e retomar a sua posição. Sorriu ainda mais quando as duas mulheres gemeram com aquela jogada. Continuou a dançar um pouco mais, exibindo as suas pernas fortes, sem pêlos como os seus braços e peito. Flexionando-se e movendo-se com graça sensual, ele virou-se de novo e baixou as cuecas, mostrando as suas nádegas, revelando umas bochechas que eram de um tom mais claro do que o resto do seu corpo bronzeado. Desta vez ele não provocou apenas, ele deslizou as cuecas até o fundo das suas bochechas e dançou por um pouco, com as bochechas empinadas e em movimento, sublinhadas por um rolo de pano verde.
Ele virou-se antes de as remover totalmente, revelando as cuecas enrodilhadas na sua erecção frontal, escondendo-o. Balançou os quadris de um lado para o outro seguindo a batida de fundo da música que estava a tocar, e deslizou as cuecas, juntando os quadris e dobrando-se rapidamente, dando apenas um pequeno e breve vislumbre da haste livre. Quando tirou as cuecas, chutou-as para o lado. E finalmente, movendo-se ainda ao ritmo da música, endireitou-se e fez uma pose, totalmente exposta. Como por desígnio ou acaso a música terminou naquele instante com um rufar de pratos final e apoteótico.
Catarina teve que tirar as mãos do corpo da Tânia para aplaudir vigorosamente, imitada por Tânia. Olhou para a parte do artista que ainda não tinha visto. A sua virilha estava quase completamente sem pêlos, exibindo apenas um tufo curto e macio de pêlos pretos sobre a base de seu pénis. Aquele pénis era ... bem … bonito … comprido … direito, com linhas bem definidas, uma cabeça de tonalidade rosada.
Catarina não conseguia avaliar bem o tamanho só de vista, mas ela pensou que não era muito mais longo do que o dela, embora possivelmente mais grosso. Tinha as bolas penduradas abaixo do pénis, rosadas e sem pelos.
A cena toda provocava água na boca, ela queria provar, sentir dentro da sua boca, tocar, acariciar, amar aquele pénis.
André moveu-se em direção à cama, mas Catarina também se moveu. Encontraram-se a meio do caminho, de quatro na beira da cama, uma mão estendida e agarrando a erecção. Ela puxou-o para perto e começou a lamber o pénis avidamente, começando pela cabeça rosada e trabalhando até à raiz peluda.
Esta era a sua primeira vez, e ela estava a usar mais entusiasmo do que habilidade, mas certamente tinha algum talento natural também, ou apenas uma memória muito boa do que o André tinha acabado de fazer com o seu pénis.
Tânia riu, nem um pouco chateada por ter sido abandonada pelo seu amor, trocada pelo pénis do menino brinquedo André. Ela acercou-se da morena ajoelhada e começou a acariciar as suas costas e nádegas. Deslizou uma mão em torno de sua cintura para o seu pénis balançando-o com força e acariciou-o.
Ela deitou-se de costas e deslizou para baixo da Catarina esticando o pescoço abocanhou o pénis que balançava com os seus lábios e chupou nele. Catarina suspirou, gemeu e deslizou os joelhos, abaixando os quadris para facilitar a tarefa da Tânia. Tânia engoliu mais do pénis e deslizou a mão para baixo para a sua própria virilha, continuando a estimulação que a Catarina tinha começado durante o show.
Catarina lambeu o pénis de André para baixo e depois para cima enquanto Tânia a lambia. Abriu os lábios e levou o pénis do André para a sua boca. Ela provou bem, neutro, excepto ter um travo de sal na ponta. Lamber e sentir o toque correspondia ao prazer e tinha sido muito excitante, mas agora, ela queria saber era sentir o pénis na sua boca. Ela começou a deslizar os lábios descendo cada vez mais, sentindo a pele dele a mover-se sobre os seus lábios e dentes, moveu a língua ao redor e sobre a haste até que a sua boca ficou muito cheia para mover a língua. Ela tomou o suficiente para sentir a cabeça contra o fundo da sua boca, e ela viu que pénis tinha muito mais para poder engolir. Ela empurrou a cabeça para a frente de novo, achatando a sua língua e tentando levar o pénis para dentro de garganta como ela tinha visto nas fotos e lido. Mas, como ela sentia a cabeça na parte de trás da boca e contra a parte de trás da língua, aquele desejo irresistível atingiu o seu estômago que parecendo se rebelar, enviou um espasmo até a garganta. Ela se afastou e pensou:
- Então isto é que é o reflexo do vómito, vou ter que praticar para conseguir fazer isto, mas não agora ...
Ela acariciou com os dedos o tufo de pelos do André enquanto se afastava mais, maravilhada com a maciez dos seus pelos púbicos.
Não percas o final deste conto >>>>