163 - Apanhada por um amigo
Eu nunca fui uma pessoa muito masculina que se orgulhasse de ser muito homem. Eu sei que, com o meu cabelo comprido e traseiro grande e gordo, eu nunca conseguia a atenção que desejava das raparigas. E parece que estava sempre a receber mais atenção dos homens do que das mulheres. Mas não era gay! Eu definitivamente era hétero! ... ou era assim eu pensava.
Depois de a minha mão se ter divorciado eu fui viver com ela para uma pequena moradia, onde nem sempre reinava a concórdia e a organização. Havia uma falta de privacidade na vida dela e minha que por vezes me levavam a descobrir e a perceber que nem sempre as mães são as pessoas mais santas e cumpridoras. Eu apercebia-me que por vezes ela levava os seus namorados lá a casa e que nem sempre as coisas ficavam apenas pelo namoro tradicional.
Um dia, quando eu estava sozinha em casa, tive que entrar no quarto da minha mãe para verificar se o router do wifi estava ligado porque ela, sempre meio paranóica, por vezes desligava o wifi para eu não andar naquilo que dizia ser o vício da net. Foi quando vi umas calcinhas dela no chão do quarto. As calcinhas ainda estavam um pouco molhadas ... eu tentei ignorar e fui ver se a net estava bem ligada, e acedi ao router para descobrir se ela tinha mudado a senha do wifi.
Mas os meus olhos continuaram a voltar para as calcinhas no chão ...
E numa decisão meio dividida, eu despi as minhas calças e boxers e vesti as calcinhas. Parte de mim dizia para eu não o fazer, mas enquanto as vestia fiquei admirado como elas se adaptavam tão bem ao meu corpo, dando-me uma sensação de conforto. Elas deslizaram sobre o meu traseiro grande e esconderam o meu pequeno pénis perfeitamente.
As minha nádegas pareciam incríveis, emolduradas por aquele pequeno pedaço de renda preta. Mal parecia que era o meu corpo que ali estava refletido no espelho. Parecia uma outra realidade aquela que ali desfilava na frente de seu espelho. Fiquei hipnotizado pela oscilação do meu traseiro grande e branco como leite. Eu não sei o que me fez eu dar-lhe uma palmada pela primeira vez, mas de repente, eu não conseguia parar. A palmada repentina, a sensação de calor espalhando-se por mim e o balançar da minha carne fez-me ficar excitado em segundos.
Eu estava incrível, mesmo que eu fosse mesma a apreciar o meu lado feminino. Eu sabia que não era um rapaz muito atrativo, e senti-me um pouco chocado com o quão sexy eu parecia ... como uma garota. O meu cabelo de repente fez sentido, assim como meu rosto e corpo sem pelos. A minha pele lisa e a figura pequena completavam a ilusão.
Eu nunca tinha pensado em estar com outro homem até aquele momento. Mas de repente surpreendi-me a pensar ... no Alexandre... e no grande pénis que … ele dias antes me mostrara.
Fui tirado do meu sonho por um barulho na porta de entrada. De alguma forma eu já sabia quem lá devia estar. Os meus medos confirmaram-se quando ouvi a voz do Alexandre a chamar por mim da porta de minha casa.
Nem pensei quando apenas vesti os calções e corri para lhe abrir a porta.
O seu corpo grande e musculoso era como uma parede de carne lisa impedindo que eu visse a rua . A minha boca abriu-se para eu tentar falar, explicar. Mas as palavras não me apareceram. Especialmente quando notei algo nas calças de Alexandre.
- Bem, bem, bem! Disse o Alexandre falando lentamente, enquanto olhava o meu corpo meio nu, apenas com os calções.
- Eu sabia que a tua mãe era uma cota provocante, não sabia que tu eras igual.
- E não sou! Eu só ainda não tive tempo de me vestir. Eu afastei-me para ele entrar e, como sempre fui-me sentar com ele na pequena sala de estar de nossa casa.
As minhas bochechas estavam a queimar e vermelhas enquanto eu procurava minhas roupas.
- Não mintas para mim! Eu sei ver muito bem que devias estar a brincar com o teu pau bonitinho.
- Não fales assim! Tentei dizer aquilo com convicção, mas só produziu um sorriso de escárnio da parte do Alexandre. Ele sabia que me tinha encurralado num canto.
- Então menino? Somos amigos, não precisas de ficar assim ofendido. Sabes bem que eu sou teu amigo sejas tu como fores. Podes fazer aquilo que queres que eu não te vou julgar ou condenar por nada. Vai lá acabar de te vestir que eu vou ligar a TV para vermos o nosso programa preferido.
Fui até ao meu quarto procurar uma t-shirt para vestir e mudar de calções, mas não sei o que me deu e apenas me limitei a vestir uns calções mais apertados por cima das calcinhas de renda e escolhi uma t-shirt larga sem mangas, que mostrava mais de mim do que era necessário.
De volta à sala sentei-me a seu lado e tentei ver o que ele tinha escolhido na TV, mas nada daquilo me tirava da cabeça a minha imagem feminina que eu tinha acabado de ver refletida no espelho.
Sem pensar encostei-me ao Alexandre e senti que o seu braço me passava pelos ombros e me puxava para junto dele. Deixei que ele me envolvesse naquele toque agradável e recostei-me para tentar ver a TV. Deixei que a sua mão descesse do meu ombro e me apertasse na cintura. Senti que a respiração dele ficava mais forte. A mão dele entrou na minha t-shirt e acariciou a minha barriga fazendo algumas cócegas no meu umbigo.
Eu rindo-me perdi a vergonha e disse-lhe:
- Sabes, encontrei umas calcinhas da minha mãe, em renda preta e quando me vi ao espelho fiquei super excitado. Quando tu tocaste à porta eu estava quase a começar a brincar com a minha pilinha.
Senti que ele me apertava mais e que a sua respiração ficava mais curta, a sua mão desceu para os meus calções e começou a acariciar-me. Ele desapertou os meus calções e acariciou-me por cima das calcinhas de renda, sentido a minha excitação. Continuou até que eu comecei a ficar pronto a explodir e dizer-lhe para ele parar. Então ele disse:
- Quero ver como tu ficas com essas calcinhas vestidas, levanta-te e tira os calções.
Assim fiz. Acabei de desapertar os calções e deixei que eles deslizassem pelas minhas coxas, expondo as calcinhas onde se via agora a mancha que a minha pilinha tinha libertado. Ele veio de joelhos até mim e abraçando as pinhas ancas começou a beijar a minha pilinha por cima do tecido húmido e cheiroso. Senti que as suas mãos me acariciavam as nádegas e não pude mais evitar a explosão de prazer que percorreu o meu corpo quando senti um dos seus dedos acariciar a fenda do meu anus.
Ele sorrindo perguntou se eu estava a gostar e tirando o meu pequeno pénis de dentro das rendas colocou-o na sua boca e sorveu o pouco líquido que saia dele. Depois levantou-se e abraçando-me beijou-me na boca.
Eu nunca tinha sido beijada por um homem e senti que aquilo era bem melhor do que tudo o que eu já tinha tido. Ele segurou-me perto de enquanto libertava o seu enorme pau. Eu tentei, sem entusiasmo, afastar-me, mas o aperto dele era muito forte e os meus olhos estavam presos no seu pau. Eu sabia que a cada segundo que olhava ansiosamente para seu membro enorme, ele estava a ganhar mais munições para mim. Mas parecia tão ... grande ... e suculento ...
- Ssssh!” Ele pediu silencio e meu pressionou o meu ombro. Senti os meus joelhos cederem involuntariamente. O pau enorme tocou os meus lábios, era o meu primeiro gosto de pau. Sei agora que não seria a última, mas naquele dia foi uma surpresa. O calor do seu pau, o cheiro almiscarado, o gosto salgado, apanharam-me de surpresa. Tentei afastar-me e recompor-me, mas agora as verdadeiras cores do Alexandre apareciam. Ele agarrou a parte de trás da minha cabeça e puxou-me para o seu pau. A minha boca abriu-se por instinto.
A cabeça entrou nos meus lábios seguida pelos primeiros centímetros do seu pau duro. Eu engasguei-me um pouco, a minha língua contorcia-se em redor da sua cabeça tentando encontrar espaço. Chupei um pouco e registei aquele gosto inebriante pela primeira vez. O pau tinha um gosto tão bom!
O meu pénis agora estava a pulsar levemente nas calcinhas ainda molhadas enquanto eu balançava a minha cabeça para cima e para baixo. Eu estava a castigar-me na minha cabeça. Dizendo a mim mesma para parar. Para sair. "Eu não sou gay!", repetia para mim mesmo várias vezes, como se pensar que isso muitas vezes fosse tornar isso verdade. Mas as provas foram se acumulando. Eu estava ali, a chupar o pau do meu amigo, vestido com as calcinhas da minha mãe.
De repente percebi que ele não estava mais a segurar-me no lugar. Como se fosse um início, percebi que agora era eu que estava a chupar aquele pau por escolha minha.
As emoções que senti naquele momento eram difíceis de entender. Confusão, luxúria, medo. E, no entanto, o desejo mais avassalador que eu tinha era de continuar a chupar. Eu fui direta até aquele ponto. Eu sei que fui. Foi nesse momento que eu reconheci? Aquele era o momento em que eu não podia mais mentir para mim mesma? Pode ser. Tudo o que sei é que esse foi o momento em que me perguntei. E se o seu pénis dele fosse ... para outro lugar?
Fui sacudida dos meus pensamentos por um gemido alto de Alexandre. Eu estava a entrar no verdadeiro espírito daquele acto agora. Era a minha degradação. A sensação de o ter numa mão enquanto eu desesperadamente o lambia e chupava estava a fazer algo mudar em mim. A transformar-me numa vadia.
- Que loucura! Tens a certeza que nunca fizeste isto antes?
As minhas bochechas ficaram mais vermelhas com o elogio. Sentia como se estivessem a pegar fogo da humilhação, vergonha e excitação.
- Estás no caminho certo para ganhar o meu silêncio e respeito.
Eu não tinha a certeza do que fazer. Eu estava a divertir-me tanto a chupar aquele mastro enorme, mas eu começava a ter outros desejos. Sentia o meu anus a contorcer-se enquanto imaginava a sensação dele ... a penetrar-me. Como isso seria bom. A minha mão encontrou a minha fenda e eu brinquei suavemente comigo mesma enquanto chupava.
- Ah, é então isto que queres menina? Disse o Alexandre enquanto eu continuava a lamber o seu pau com a minha língua.
- De repente, percebeste que é o teu verdadeiro lugar, tu és a minha menina!
Eu achava que não era possível sentir-me mais envergonhado e, no entanto, eu senti.
- Queres o meu pau dentro de ti? Estremeci com as palavras, em parte devido a um pouco de receio, uma parte de mim tentava desesperadamente lutar, mas principalmente com a luxúria, desejo e excitação.
- É isso que tu queres menina?
- Mhmmm..." eu murmurei em torno do seu pau, sentindo-me muito envergonhada para realmente parar de chupar e responder-lhe adequadamente. A resposta não lhe agradou. Ele agarrou no meu cabelo feminino, arrancou-me do seu pau e deu-me uma tapa de leve no rosto com o pénis dele.
- Eu fiz uma pergunta menina! Disse com a voz subindo pela primeira vez. Eu sou um pouco cobarde, e a sua força, seu poder excitou-me ainda mais.
- S-sim. Gaguejei eu.
- Sim. Eu quero experimentar … Ele deu-me outra tapa com o seu pénis novamente, mais forte desta vez.
O meu corpo agiu por si mesmo. Eu abri as minhas bochechas das nádegas e tentei o meu melhor para parecer sedutora. Neste ponto, toda a resistência tinha quase me abandonado. Eu estava muito excitada, muito curiosa, muito quebrada para lutar. Eu queria saber como ele se ia sentir dentro de mim. Eu queria saber como era ser usada pelo meu amigo.
Levei-o para a cama da minha mãe e procurei na sua mesa de cabeceira um creme lubrificante. Ele cobriu a minha fenda, esfregando suavemente todo o meu anus. Estava bem. Os seus dedos grandes provocaram a abertura e eu gemi.
- Tu vais ser uma boa menina para mim, não é? Perguntou ele enquanto inseria um dedo na minha fenda. Eu não respondi. Eu apenas deixei escapar o gemido mais feminino que eu já tinha feito. Ele riu quando começou a dedilhar a entrada do meu anus.
- Mmmmm, o teu rabinho é tão apertado. Vais ter que te preparar para o meu pau.
Eu pulei um pouco quando a ponta do pau tocou o meu anus lubrificado e levemente relaxado. O calor do seu pau espalhou-se pelo meu corpo quase imediatamente e eu estremeci em êxtase. Ele empurrou ligeiramente. Nada aconteceu por momentos. Então ele empurrou com mais força. Com um pop, a minha fenda abriu-se para o seu pau. Doeu um pouco e eu tive que me segurar os lençóis com força enquanto gritava de choque e dor. Tão rápida quanto chegou, a dor foi embora e foi substituída por uma sensação de plenitude. A minha fenda estava bem esticada, a cabeça do pau do meu amigo firmemente plantada dentro dela. Lentamente, ele empurrou ainda mais dentro de mim. A dor reapareceu quando o seu pau entrou em mim e eu o tentei impedir, mas ele afastou o meu braço e continuou a empurrar.
- Awh, yeeeeah ... fode-me ... Eu acidentalmente gemi alto quando ele puxou o seu pau para fora e empurrou de volta. O seu grande pau enviou onda após onda de prazer pulsante através de mim. O meu pequeno pénis teve um espasmo e eu tive que me concentrar para não explodir de novo.
- Não te preocupes menina. O Alexandre respondeu, agarrando num punhado do meu cabelo.
- Eu vou realmente foder-te toda!
Eu não sei o que comecei a dizer quando ele ganhou velocidade e começou a bater bem fundo no meu interior. O prazer do pau dele foi demais para mim e fiquei a dizer coisas que nunca pensei que diria. A dor agora tinha se ido embora. A minha fenda afrouxou e a tensão deixou o meu corpo. A sensação do seu pau e dele a forçar a entrada enquanto segurava no meu cabelo era muito boa. Os meus gemidos estavam a ficar mais altos. A minha fenda estava a contorcer-se em torno do seu pau e meu pequeno pénis branco estava a pingar sémen. Se ele continuasse a bater dentro de mim tão bem, eu certamente ia gozar de novo.
Ele parecendo adivinhar que eu estava quase, parou e virou-me.
Levou apenas um segundo para ele me penetrar de novo. O seu grande pau encheu-me mais uma vez e eu gemi alto. Eu podia sentir a pressão a crescer. Eu ia gozar.
- Para! Ofeguei eu desesperadamente, tentando-o afastar, mas ele era muito forte para mim.
- Para, eu vou ... O Alexandre riu alto para mim, mas não parou de me foder.
- O teu pequeno clitóris vai explodir? Perguntou ele paternalmente.
- Eu normalmente não deixaria uma menina como tu gozar. Mas acho que tu foste maravilhosa …
Parecia impossível, o pensamento de poder gozar ao ser fodida na minha fenda. Mas enquanto eu me contorcia, gemia e agarrava os lençóis, era definitivamente uma realidade. Os gemidos de Alexandre estavam a ficar mais altos também. Ele grunhia enquanto me batia com toda a sua força. Foi tudo demais. De repente, o meu pequeno teve um espasmo duro uma última vez e eu esguichei esperma no meu umbigo.
- Menina suja ... pequena ... vagabunda ... O Alexandre ofegou quando a tensão pós-orgasmo se agarrou ao meu corpo. Meus olhos rolaram para a parte de trás da minha cabeça enquanto o prazer continuava apesar do meu corpo agora estar incrivelmente sensível. Em num movimento, Alexandre caiu para cima de mim e movendo-se o mais rápido possível acelerou o seu ritmo. Os seus grunhidos ficaram cada vez mais altos.
- Faz isso. Disse eu, com a língua de fora. Dá-me esse esperma bom. Marca-me como teu.
O meu pequeno pénis já estava a amolecer quando o seu esperma começou a correr dentro de mim.
- Oh Deus ... Murmurei baixinho.
Senti aquele calor inundar todo o meu interior e senti o seu beijo apaixonado enquanto ele me dava as suas últimas estocadas e tentava ir mais fundo em mim.
- De agora em diante, ofegou ele, isto é exatamente o que eu sou para ti. A partir de agora tu és apenas a minha menina. Repete.
- Eu sou a tua menina. Disse eu quando me inclinava para o beijar de novo. E fiquei chocada quando percebi que realmente queria dizer isso.
- Eu sou toda tua.
- É isso agora tu és uma menina para mim. Tens que usar todos os dias umas calcinhas como esta. Disse ele mandando as calcinhas da minha mãe para cima de mim.
Usa-as para te limpares. A tua mãe vai chegar a casa em breve.