151 - A PRIMEIRA FESTA
Um disfarce pode fazer toda a diferença...
Era a primeira festa a que eu ia desde o meu divórcio.
E claro que teve de ser uma festa de carnaval.
A maior parte das pessoas que lá estavam não me conheciam, nem se importavam com quem eu era.
Eu apenas queria saber daquela nova assistente que tinha começado a trabalhar na nossa empresa há cerca de seis meses.
Ela era a primeira mulher com quem eu quisera falar desde que me tornara um homem solteiro de novo.
As outras pessoas com quem eu trabalhava geralmente deixavam-me em paz.
As coscuvilhices do escritório relatavam que eu estava sempre de mau humor e era difícil de me relacionar.
O melhor boato era que eu tinha virado gay ou então algo do tipo bissexual.
Até que eu ficava com vontade de rir.
Eles apenas não sabiam o perto que estavam de adivinhar a verdade.
Entretanto a Elisa era a única que falava comigo.
Ela era uma mulher bonita com um corpo que era simplesmente uma escultura.
Cada vez que ela se aproximava de mim, aqueles velhos desejos começavam a percorrer o meu corpo.
E colidiam com os outros desejos que eu começara a ter.
Quando ela me pediu para ir a esta festa com ela, tive sentimentos contraditórios.
Especialmente quando ela me disse que era uma festa de disfarces.
Eu não tinha imaginação para tratar de assuntos daqueles e estava quase recusar o convite, quando ela ela me disse que ia vestida de super-heroína e que ia fazer o seu próprio disfarce.
E eu decidi então que também queria ir.
Disse à Elisa que não tinha a menor ideia de que tipo de disfarce devia usar.
E antes que eu pudesse dizer algo mais, ela ofereceu-se para fazer a meu fato.
Ela decidiu que nós os dois íamos ser super-heróis.
Fiquei intrigado, mas disse-lhe para ela ir em frente e fazer a meu fato.
Ela estava mais perto de adivinhar quais eram os meus novos sentimentos do que qualquer outra pessoa da nossa empresa.
- Provavelmente vou ter que te levar para fazer uma prova da fatiota antes da festa! Disse ela.
- Mas não te preocupes, pode ser divertido. Acrescentou enquanto se afastava.
- Isso significa que pode ser o início de um novo relacionamento? Percebi que tinha acabado de pensar aquilo em voz alta quando a funcionária a meu lado revirou os olhos.
Depois da conversa eu tinha ficado excitado e nervoso ao mesmo tempo.
Desde o meu divórcio, tudo o que eu conseguia imaginar, era relacionado com mulheres vestidas com malhas justas e collants.
Era disso que eu mais sentia falta, depois de ter deixado a minha mulher.
Ela muitas vezes ia fazer desporto nas suas roupas apertadas de lycra, e isso geralmente terminava numa boa e saudável noite de sexo.
A minha ex-mulher sabia que isso me deixava louco, e da última vez que eu tinha ido à nossa antiga casa para ir buscar as minhas últimas coisas, ela estava vestida com leggings e um body de lycra vermelhos super justos ao corpo.
Tive que fazer um super esforço para não a agarrar e jogar na cama.
Desde aquele dia que eu tenho pensamentos estranhos sobre ser eu a usar meias, collants, leggings, bodys e outras roupas justas.
Eu não sabia se aqueles desejos me transformavam num ser estranho, gay, bi, travesti, transsexual, queer ou outro grupo de género e sexualidade.
Dois dias depois, a Elisa disse-me para ir ao apartamento dela para ver como o meu disfarce estava a ficar.
Depois do trabalho, fui a casa, tomei um banho e lentamente caminhei até casa dela.
Ela não morava longe de mim, estava num antigo prédio de escritórios de quatro andares que tinha sido transformado em prédio de apartamentos.
Toquei à campainha e ouvi-a a abrir um sem número de fechaduras.
Quando a porta se abriu, ela espreitou por uma frincha, certificando-se que era eu, e não se conseguia ver nada para além da sua cabeça.
Ela reconhecendo-me sorriu e abriu mais a porta para que eu puder entrar.
E fiquei a olhar para apartamento, um espaço enorme, com um grande pé alto que ela mesma deve ter transformado.
Era muito agradável e caseiro e tinha um cheiro doce de incenso há muito tempo queimado.
Ela chamou a minha atenção de volta para ela, agarrando no meu braço e levando-me para a sala, creio eu.
Eu ainda não tinha olhado para ela com atenção e, finalmente, quando ela passou à minha frente e pegou num saco que estava no sofá, reparei que tudo o que ela tinha vestido era um body preto de manga comprida e uns leggings pretos, todos em lycra.
Eu não achava que fosse possível, mas ela parecia mais sexy do que a ex.
Eu sei que fiquei pasmado a olhar, mas o meu cérebro ficou preso no modo mirone.
Quando finalmente me apercebi que ela estava a tentar dizer-me algo e reconheci a sua voz, voltei à terra.
Ela estava a tentar dizer-me que o que ela estava a usar era parte do seu disfarce.
Ainda tinha que costurar alguns acabamentos, e disse que não ia ficar tão simples quando terminasse.
Eu respondi-lhe dizendo que o simples não era mau e que ficava bem nela.
Não sabia se o que eu tinha acabado de dizer fazia algum sentido e sensatamente resolvi calar a boca por um minuto.
Ela ainda estava com o saco nas mãos e entregou-mo dizendo:
- Vai para o quarto e veste tudo isto com cuidado.
Ela disse quilo enquanto se sentava no sofá e enrolava as pernas por baixo dela.
A visão dos seus pequenos pés naquela meias pretas brilhantes estava a começar a fazer funcionar a minha libido.
Entrei no quarto, fechei a porta atrás de mim e retirei o conteúdo do saco, espalhando-o na cama e quase morri quando vi o que era.
Exatamente a mesma coisa que ela estava a usar, um body preto de manga comprida e uns leggings pretos, todos em lycra brilhantes e bonitos.
Eu toquei naquele tecido e senti uma textura fantástica.
Realmente eu queria experimentar algumas roupas assim há muito tempo, mas ainda não sabia o que isso ia provocar em mim.
Agora, porém, isso não era mais uma fantasia, e eu não me sentia tão mal comigo mesmo.
Além disso, o fato de a Elisa estar na sala ao lado e de me ir ver começou a surtir efeito.
Eu sentia aquela sensação boa na minha virilha.
Lembrei-me que todos na festa me iriam ver.
Tirei a minha roupa e sentado na cama e tentei vestir o conjunto, descobri que o rótulo estava na parte de trás e finalmente coloquei a parte inferior e puxei para cima até à minha cintura.
Aquela foi uma das melhores sensações do mundo.
Havia algo na sensação que o material provocava na minha pele a que eu não pudia resistir.
Abaixei-me e peguei nas leggings, encontrei a etiqueta, entrei nas calças collant, e puxei para cima.
Depois coloquei os meus braços pelas mangas do body e endireitei o conjunto.
A minha excitação já estava a começar a aparecer, e tive que me ajustar tentando esconder tudo entre as minhas pernas.
A maneira como aqueles leggings em lycra apertavam a minha virilidade era quase tão bom como fazer sexo.
Dei um passo em direção ao espelho e sabia que se tivesse que me mexer muito teria que me precaver para não sujar tudo aquilo, não realmente nas minhas mãos, mas nas minhas virilhas.
Eu olhei-me ao espelho e gostei do que vi, senti que realmente eu tinha um corpo elegante.
Nada como o corpo de uma mulher, é claro, mas não deixava de ser bom.
Eu não conseguia ficar ali o dia todo a olhar para mim mesmo porque não queria que aquela sensação libidinosa recomeçasse, e caminhei até a porta do quarto abrindo-a.
Espreitando perguntei à Elisa se realmente tinha que usar tudo aquilo para o meu disfarce, ou se ela estava apenas a tentar fazer de mim um pontinho.
- Não, não, não! Disse ela. Não fiques envergonhado na minha frente e eu realmente quero ver como tu ficas com isso vestido.
Abri a porta lentamente e saí enquanto ela me observava o tempo todo.
Eu podia sentir os seus olhos a moverem-se para cima e para baixo no meu corpo anaElisando tudo.
Senti que ela se concentrou e demorou na minha virilha.
Eu sabia que ainda estava a mostrar a minha excitação e ela olhava para mim e eu olhava para ela.
Ela quebrou o silêncio dizendo-me para me virar, o que eu fiz aparentemente muito rápido, e tive que me virar de novo e parar para que ela pudesse olhar para o meu traseiro.
- Bolas, tu ficas muito bem neles! Disse ela. E eu virei-me de frente para ela de novo.
- Eu tenho mesmo que usar isto à frente de todas as pessoas? Perguntei-lhe. Quer dizer, consegues ver tudo que eu tenho aqui.
. Sim, eu entendo o que tu queres dizer! Respondeu ela enquanto sorria e olhava de novo para as minhas virilhas abaixo da minha cintura.
Então ela explicou-me que eu ainda ia usar mais um par de cuecas sobre os leggings como o Superman usava.
- Mas por enquanto não nos vamos preocupar com isso. Disse ela enquanto esticava a mão e puxava as pernas dos leggings para baixo ajeitando-os.
Felizmente ela não se encostou à minha virilidade porque acho que tudo teria ficado molhado.
Ela sentou-se no sofá e fez sinal para que eu fizesse o mesmo.
Quando me sentei, as leggings ficaram mais apertadas e senti que estavam a subir pelo meio das minhas nádegas.
Novamente percebi que não era uma sensação desconfortável, na verdade, era agradável, e eu estava a gostar disso.
Ela começou a tentar-me descrever o aspecto final dos fatos que estava a costurar, queria-me descrever como eles iam ficar quando ela terminasse tudo.
Os nossos disfarces eram parecidos porque ela estava a tentar fazer uma equipe de super-heróis, marido e mulher.
Enquanto estávamos sentados no sofá, eu só pensava em a tomar nos meus braços e arrancar de nós os dois aqueles disfarces.
Depois de ter ficado sentado no sofá por mais de trinta minutos, eu disse que precisava ir para casa.
Inclinei-me para mais perto dela e coloquei a minha mão na sua perna.
Apenas a sensação da malha de lycra quase me fez perder tudo naquele momento.
Dei-lhe um pequeno beijo nos lábios, mas ela não retribuiu.
Levantamo-nos ao mesmo tempo e ela automaticamente olhou para minha virilha e pôde ver o efeito que ela estava a ter em mim.
Ao menos eu não estava mais envergonhado a tentar disfarçar o alto.
Perguntei-lhe, esperando que ela pensasse que eu estava a brincar, se podia usar o fato em casa por baixo das minhas roupas para o caso alguém precisar de um super-herói mais tarde naquela noite.
Eu não estava a brincar, eu realmente não queria tirar as leggings e o body.
Ela apenas se riu e disse que talvez mais tarde, mas que agora não porque ela precisava de terminar os fatos para a festa que era apenas de aí a dois dias.
Voltei para o quarto, tirei o fato e vesti a minha roupa.
De volta à sala passei por ela e dei-lhe outro beijinho e abraço para me despedir.
Eu só queria era sentir mais uma vez aquelas leggings e body.
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Fui para casa, comi algo antes de me deitar e fui direto para a cama.
Eu ainda conseguia sentir as marcas na minha pele das costuras como se o tato de fantasia estivesse cravado na minha pele.
Eu sabia que era melhor dormir antes que eu tivesse de ir aliviar aquela sensação na minha virilha.
É claro que os únicos sonhos que tive naquela noite foram comigo a vestindo aquelas leggings e body de lycra.
Acordei na manhã seguinte sem saber o que devia dizer à Elisa.
Eu esperava que ela não fosse contar aos seus amigos o que tinha acontecido em sua casa a noite anterior.
Mas não tive a oportunidade de a ver até à hora de ir para casa, quando ela entrou no meu escritório e me entregou uma caixa que estava bem fechada com fita adesiva.
Ela disse que aquela era o meu fato pronto e que eu deveria experimentá-lo naquela noite para ter a certeza de que estava tudo bem.
Não pude deixar de olhar para ela e reparar que ela até parecia bem com todas as suas roupas do dia a dia.
Pensei na noite anterior e comecei a sentir aquele calor entre as pernas novamente.
Pareceu-me que ela queria dizer alguma coisa, mas não o fez.
Ao sair pela porta, ela disse que se tinha divertido na noite passada e que estava ansiosa para me ver na festa.
Ela deu um ênfase na parte de me ver.
Mal podia esperar para chegar a casa e experimentar o meu fato.
Quase que corri direito ao meu prédio e tive a sorte de não ter de esperar pelo elevador.
Abri a porta do meu apartamento e fui direto para o quarto onde tirei as minhas roupas.
Não conseguia tirar toda a fita adesiva e tive que rasgar a caixa para chegar ao fato.
Uma foto Polaroid caiu de dentro do embrulho, olhei atentamente e vi que era uma foto dela no seu fato já acabado.
Parecia que tudo o que ela tinha feito fora costurar um grande M e um pequeno r na frente do seu body e vestir umas cuecas vermelhas brilhantes por cima do seu fato.
As cuecas estavam tão apertadas mas ainda pareciam ótimas.
Tirei o meu fato da caixa e vi que também tinha um M grande e um R pequeno. E as cuecas vermelhas para vestir por cima dos leggings.
Acho que a intenção era sermos um par de Sr. e Sra. Super-herói.
Tirei as leggings da caixa e tentei vestir em pé, mas não consegui, e quase me matei.
Como é que as mulheres fazem isto?
Eu tinha visto a minha ex a vestir leggings várias vezes e sempre em pé.
Ora bem, é um daqueles mistérios da vida.
Sentei-me e vesti as leggings.
De seguida, o body, e no fim as cuecas por cima do fato.
Era tudo super apertado, estou feliz por a lycra esticar.
Olhei-me ao espelho e sabia que estava bem, mas as outras pessoas iam rir ou gozar comigo.
Provavelmente não, pensei, porque todo o mundo ia ver como a Elisa estava linda na fantasia, e não iam reparar em mim.
Peguei na foto da Elisa e deitei-me no sofá a olhar para aquela foto.
O fato e as cuecas estavam realmente a apertar-me e eu descobri que quanto mais eu me contorcia, mais essa sensação se acumulava dentro de mim.
Eu não me percebi de início, mas eu estava a caminho de um grande orgasmo.
E quando percebi o que ia acontecer já era tarde demais e não consegui evitá-lo.
Eu estava a jorrar tudo o que tudo o que tinha acumulado para dentro do meu fato.
Achei que nunca iria parar de me vir.
Eu fiquei tão molhado e pegajoso que não queria me mexer.
Fiquei mais uns momentos deitado na cama, a sentir aquela sensação da lycra escorregadia contra os lençóis que quase me hipnotizava.
Levantei-me era meia-noite, com as minhas virilhas ainda bem molhadas e pegajosas, mas agora, estranhamente, sentia-me bem.
No entanto, eu sabia que tinha que lavar o fato para o usar na noite seguinte e tirei tudo e fui lavá-los no lavatório.
Eu tinha visto a minha ex-mulher a fazer isso muitas vezes, e fiz exatamente como ela costumava fazer em água fria e pendurei para poderem secar.
Voltei para a cama e dormi pesado o resto da noite.
Acordei por volta das seis da manhã seguinte e arranjei-me para o trabalho.
As leggings e o body ainda estavam molhados, mas talvez secassem durante o dia.
A Elisa encurralou-me no meu escritório assim que entrei.
Ela queria saber como é que a fantasia me encaixava, e eu disse-lhe que encaixava quase bem demais.
Claro que ela queria saber o que isso significava, e como é que eu dizia a uma mulher que tinha tido um orgasmo ao vestir as roupas de lycra?
Eu apenas lhe disse que ela tinha feito um excelente trabalho e que a fantasia me fazia parecer e sentir bem.
Ela fez uma expressão no seu olhar engraçado quando eu disse que o fato me fazia sentir bem.
- Passo em tua casa por volta das sete da noite para te ir buscar. Tens de estar pronto. Disse enquanto saía do meu escritório.
Eu tinha a sensação de que ia ser um longo dia pensando naquela fantasia e no que acontecera na noite passada.
No entanto, o dia passou rápido e antes que eu percebesse estava de volta a casa.
A primeira coisa que fiz foi ver se o body e as leggings tinham secado.
Eles não estavam completamente secos, mas eu não tinha mais tempo para esperar.
Tomei um banho, sequei-me, e olhei para o relógio, eram apenas seis da tarde.
Decidi ir em frente e colocar as leggings e o body pensando que talvez secassem mais rápido com o calor do meu corpo.
Assim que os coloquei, percebi não ia ser fácil lidar com o fato durante toda a noite.
Mal acabei de me vestir fiquei super excitado e sabia que ia ser difícil evitar que me acontecesse o mesmo que na noite anterior.
Naquele momento apercebi-me que o meu fetiche era a lycra.
Eu sentia-me culpado e envergonhado ao mesmo tempo, mas pensando que mais ninguém soubesse, eu não via nada de errado nisso.
Tratei de voltar a ficar de bom humor e sentei-me para ver um pouco de televisão enquanto passava o tempo até chegar a Elisa.
A campainha tocou pouco depois e ouvi a voz da Elisa a dizer que era só ela.
Ela estava um pouco adiantada em relação às horas que tinha combinado comigo.
Espreitei pelo olho mágico apenas para ter certeza de que ela estava sozinha e abri a porta.
Ela entrou e eu fechei a porta logo atrás dela.
Ela estava com um casaco comprido por cima do fato da fantasia.
Ótimo agora eu era o único que ia parecer tontinho.
Quando ela me viu ali como eu estava, ela tirou o casaco, sorriu, veio na minha direção e deu-me um abraço.
Tentei não me apertar muito contra ela para que ela não fosse capaz de perceber o quão excitado eu estava.
Ela pareceu não notar na minha excitação, mas percebeu as leggings e o body ainda estavam molhados.
Ela passou a mão pelo meu corpo tentando perceber o quão molhados eles estavam.
Expliquei que tinha derrubado um refrigerante na noite passada, depois de ter chegado a casa, e que os tinha lavado e que ainda não estavam bem secos.
Ela olhou-me de um jeito engraçado e perguntou-me se eu tinha o hábito de me sentar de leggings e body, o meu coração quase parou de bater.
Eu não sabia se ela estava a falar a sério ou apenas a brincar, mas ela começou a rir e eu também, ainda bem.
No meio das nossas risadas, eu disse-lhe que na verdade eu tinha o hábito de ficar sentado assim.
- Falamos disso mais tarde! Disse ela. Agora vai vestir as cuecas vermelhas para eu ver como ficam.
Quando sai do quarto com a fantasia completa, ela estava sentada no sofá e limitou-se a dizer: "Uau!"
Ela fez sinal para que eu me sentasse ao lado dela, sem tirar os olhos de mim enquanto eu caminhava.
Sentei-me a seu lado dela e ela colocou a mão na minha perna, movendo-a para perto da minha virilha.
"Ah, não", pensei eu, aí vem outro acidente.
Mas ela não moveu mais a mão.
- É melhor não. Disse ela. Não queremos que tenhas outro acidente com a tua fantasia agora, não é?
Apanhado! Como é que ela sabia? Eu sentia-me a ficar vermelho, o que provavelmente ficava bem com todo o preto que eu estava vestindo.
Ela disse-me para eu não ficar envergonhado:
- Ias ficar surpreso com quantos homens têm uma queda por meias e bodys de lycra e até leggings. Talvez mais tarde, depois da festa, podemos voltar até aqui e falar de algo sobre o assunto.
Eu apenas acenei com a cabeça.
Estava na hora de ir para a festa e terminamos a conversa.
Eu ajudei-a a vestir o casaco e ela escolheu uma gabardina minha e ajudou-me a vesti-la.
Ainda lhe perguntei se devia vestir umas calças e camisa por cima da fantasia, mas ela disse que não, que a gabardine ficava bem.
Eu estava a ficar tão excitado que quando saímos para a rua me era difícil caminhar.
Além disso, o fato de eu sair apenas com uma gabardine por cima do meu fato, parecia-me que era motivo para todo o mundo me olhar.
Eu não sabia o que estava a acontecer comigo, a minha vida estava a mudar muito em apenas ao longo de uma semana.
Mandámos parar um táxi para nos levar até à festa e durante toda a viagem ela esteve com uma mão pousada na minha perna.
Não sei se o taxista conseguia nos ver ou não, sinceramente espero que não.
Entramos na festa de braços dados, e as pessoas nem nos notaram, até ao momento em que o porteiro pegou nos nossos casacos.
Então pareceu-me que todos se viraram para nos olhar.
Eu sei que todos estavam a olhar para a Elisa, mas eu senti que algumas pessoas também olhavam para mim, homens e mulheres.
Eu esperava que a excitação que eu estava a sentir não se estivesse a notar tanto.
Eu não me senti tão envergonhado quanto tinha pensado que ia ficar.
Havia mais outros casais vestidos como nós e a maior parte não estava tão bem arranjada como nós.
A Elisa arranjou algo para bebermos e fomos nos misturando no meio de todo o mundo.
A maioria das pessoas com quem conversei eram amigos de Elisa e eram pessoas interessantes e simpáticas.
A música finalmente começou a tocar e nós dançamos.
Toda a noite ela bebeu várias bebidas bem fortes, mas pareceu-me que ela era ser capaz de lidar com isso.
A Elisa parecia gostar mais das danças lentas, ela aproveitava para se esfregava no meu corpo com força suficiente para me causar uma grande ansiedade, que eu consegui segurar.
Quando vi que alguns casais começavam a sair, perguntei à Elisa se ela estava pronta para sair.
- Claro, na tua casa ou na minha? Não importa, vamos para a minha casa! Disse ela sussurrando ao meu ouvido.
Colocamos os nossos casacos e tomamos de novo um táxi que nos levou ao seu apartamento em cerca de cinco minutos.
Nenhum de nós se preocupou em abotoar os casacos e o motorista do táxi disse que gostava das nossas fantasias.
Olhei para baixo para voltar a ver o que eu estava vestindo igual ao que a Elisa também estava vestindo.
Assim que fechei a porta atrás de nós no apartamento de Elisa, ela despiu o casaco e deixou-o caído no chão e tirou a cueca vermelha apertada e deixou-a cair no chão também.
Segui a sua linha e fiz o mesmo.
Ela agarrou minha mão e levou-me para o seu quarto.
Ela deitou-se e puxou-me para cima dela.
As suas mãos começaram a percorrer o meu corpo e estavam por todo o lado em cima de mim.
Ela levou uma mão para a minha virilha, que parecia que ia passar pelo material do fato e a outra mão começou a brincar com a fenda do meu traseiro através das leggings e body.
Empurrando a lycra até à fenda do meu anus e fazendo a minha virilha ficar mais apertada.
Perguntei se ela queria que eu tirasse todas aquelas roupas, mas ela disse que ainda não.
Então comecei a seguir o exemplo dela, e levei os meus dedos a esfregar dentro dela através do material dos fatos tentando fazê-la sentir-se tão bem quanto eu estava a sentir-me.
Mudei de posição para puder colocar a minha boca na sua virilha.
A sua humidade já estava a encharcar todo o tecido do fato, e era fácil saboreá-la quanto mais excitada ela ficava.
Senti a sua boca na minha virilha e pensei que ela ia rasgar o tecido com os dentes.
De repente, ela arqueou as costas e soltou um pequeno grito quando teve um orgasmo.
Mas ela nunca parou de trabalhar em mim, pois gostava do que eu estava a fazer com ela.
Finalmente, eu também não aguentava mais.
De alguma forma, ela conseguiu tirar o meu pénis do seu esconderijo entre as minhas pernas.
Agora ela segurava no meu pénis por cima da lycra e quase que liberto da sua prisão do fato.
Lá estava eu a sentir subir pela minha haste e saindo pela glande envolta em lycra os meus líquidos, como na noite anterior.
Mas desta vez a Elisa estava a chupar o mais forte que podia para passar tudo pelos leggings e body.
Ela chupou e eu jorrei várias vezes até me sentir quase a desfalecer.
Ela finalmente parou e deitou-se na cama.
Voltei para perto dela.
Nós dois estávamos exaustos e respirando com dificuldade.
Nenhum de nós se queria mover.
Eu ainda conseguia saborear os seus líquidos.
Ela estava molhada e pegajosa de novo, mas eu estava a acostumar-me com tudo aquilo e sei que eu também estava molhado e pegajoso também.
Finalmente deitado-nos um ao lado do outro, ela virou-se com as nádegas contra a minha virilha e encaixamos-nos muito bem.
Talvez mais tarde pudéssemos ver o quão bem, mas por enquanto, nós dois sentia-mo-nos apenas contentes em nos tocar.
E eu certamente não estava com pressa de tirar as minhas leggings e body.
Eu já estava a fazer planos que incluíam fazer Elisa comprar-me mais, mas isso teria que esperar até ao dia seguinte.
Esperava que houvesse uma boa oferta de artigos em lycra na cidade.
Aquela noite foi o começo de uma nova vida para mim.
No dia seguinte era sábado, e tivemos a oportunidade de ficar na cama por algum tempo.
Eu tinha-me esquecido que não tinha nenhuma outra roupa para vestir.
Disse-lhe que achava que tinha um fetiche por meias collants, leggings e bodas de lycra.
Expliquei-lhe que gostava de os usar tanto quanto gostava de a ver a usar.
Ela disse que sentia também uma grande vontade de usar sempre aquelas lycras, e que gostara imenso de me ver com elas vestidas.
Pelo menos eu sabia do que ela estava falando.
Mais tarde, naquele dia, saímos para fazer compras.
Escusado será dizer que tenho meias-calças de Lycra, collants, collants e leggings suficientes para durar para sempre e a Elisa também.
Tudo o que ela me comprou, ela comprou para ela na mesma, também.
A propósito, tomamos um banho antes de irmos às compras, e porque eu não tinha nenhuma outra roupa para vestir, nós dois levámos por baixo dos nossos casacos apenas umas leggings e umas camisolas justas da Elisa.