125 - Doenças
Era o terceiro dia consecutivo em que o meu pau estava ereto.
Nesse dia eu fiquei com receio, talvez medo.
Eram já três dias em que eu não tinha sido capaz de perder a minha erecção!!
Tentei de tudo, primeiro masturbando-me, depois fui chupado por três horas seguidas, experimentei colocar água fria depois gelo, sem resultados, ainda duro.
Eu sabia que tinha que ir visitar um médico, e quando passei por um edifício com vários consultórios senti que aquilo era uma emergência médica, pelo menos para mim, e entrei.
Eu estava com um blusão largo e alto, mas eu sentia a protuberância dando volume às minhas calças.
Peguei numa revista, de publicidade, que estava à porta e tentei passar despercebido, cobrindo a montanha, mas creio estava a chamar alguma atenção que eu não queria.
Apressei-me em direção ao balcão da recepção e consegui esconder meu problema.
A recepcionista começou por me dizer que os médicos estavam todos ocupados.
Depois disse que eu tinha que marcar uma consulta que podia ser mais para o final da semana.
Eu disse-lhe que era uma espécie de emergência e ela perguntou-me qual era o problema.
Eu fiquei em vários tons de vermelho e não respondi.
Novamente ela perguntou:
- Qual é o problema que o Sr. tem?
Eu a receio respondi que estava a ter alguns problemas masculinos.
Ela insistiu em saber que tipo de problema era o meu.
Sem pensar e um pouco impaciente deixei escapar:
Estou com uma erecção há três dias seguidos e a porra da coisa parece que não quer cair.
Senti toda a sala da recepção ficar em silêncio e percebi a asneira do que eu tinha feito.
Não só toda a recepção agora sabia do meu problema, mas todos estavam a olhar para a minha protuberância que continuava a doer.
A recepcionista levantando-se rapidamente levou-me para uma sala de exames e disse-me para eu me despir e me sentar na mesa.
A essa altura o meu pau estava tão inchado e parecia que ia estourar para fora da sua pele.
Um médico entrou e perguntou-me qual era o problema, e quando eu lhe contei ele pareceu ficar um pouco chocado.
Ele perguntou-me se eu tinha usado anéis penianos ou tinha feito sexo violento.
Perguntou também se eu me estava a masturbar para aliviar a tensão e a erecção.
Eu disse-lhe que tinha tentado de tudo que se podia imaginar e que nada funcionava.
Ele disse-me para eu me deitar e tentar relaxar.
Assim fiz estendi-me na mesa de observação, fechei os olhos e respirei fundo.
Senti as suas mãos frias na haste do meu pénis e em volta das minhas bolas.
Senti algum conforto naquele seu aperto firme.
Ele disse novamente para eu me relaxar e começou a acariciar o meu pau suavemente e rapidamente.
Eu ejaculei uma quantidade de tamanho médio na sua mão e senti a sua respiração quente contra as minhas bolas.
O médico estava realmente a lamber o sémen recém esguichado das minhas bolas inchadas.
Aquilo aliviou um pouco a dor e, mesmo com o choque quanto ao médico, achei agradável.
Então, sem uma palavra, o médico saiu da sala por cerca de dez minutos, e eu quase adormeci.
Quando voltou, trancou a porta e sentou-se ao lado da mesa de exame.
Ele novamente começou a acariciar o meu pau, só que desta vez apercebi-me que ele estava a acariciar também o seu próprio pau simultaneamente.
Ele levantou-se e colocando-se nos pés da mesa, com o seu corpo entre as minhas pernas, começou a chupar o meu pau como se fosse um gelado corneto.
Lambeu a ponta, e depois os lados, de seguida, colocou toda a boca sobre mim.
Eu tive as contrações musculares do orgasmo na sua boca e novamente ele saiu do quarto.
Ele voltou novamente cerca de dez minutos depois e disse-me para eu me levantar.
Ele então puxou as calças para baixo e deitou-se de bruços na mesa.
Ele abriu as suas nádegas e puxou o meu pau ainda duro como pedra em direção à sua fenda.
Ele disse-me para enfiar o mais forte que eu pudesse.
Eu coloquei a ponta do meu pau inchado na entrada da sua fenda e bombeei, enchendo-o com a minha carne.
Cheguei ao clímax dentro dele e desabei a seu lado na mesa.
Uma vez mais, depois de me ter satisfeito, ele levantou-se e saiu da sala.
Percebi então que ele estava a usar-me entre as outras consultas.
Ele atendia os pacientes, voltava para o quarto em que eu estava e ficava emocionado.
Eu estava a adorar e aquilo continuou pela tarde.
Ao fim do dia a minha erecção finalmente cedeu.
O médico fez uma recolha de vários líquidos dizendo que ia mandar para análise e marcou uma consulta para uma semana depois.
Quando o resultado das análises veio passado uma semana o médico disse que eram inconclusivas e que não percebia porque é que eu tinha ficado com a erecção por tanto tempo.
Depois mandou-me deitar de novo e fez uma data de testes em tudo iguais aos da semanas anterior: manual, oral e anal.
Eu hoje em dia tenho que visitar o médico uma vez por semana, mas sem passar pela sala de espera.
FIM