55 - Rapariga da Boate
Esta história que vos vou contar tem tanto de engraçada como de constrangedora.
Nunca havia passado por isto em toda a minha a vida. Pra quem não me conhece, eu sou o Luís, quer dizer era, agora sou Elia.
Trabalhava como Auxiliar de Contabilidade (agora já evoluí e sou diretora da contabilidade, mas isso contarei noutra ocasião).
E quem gosta das histórias que conto agradeço por leram e impulsionarem a minha vontade de tudo relatar.
Este episódio que ocorreu comigo foi depois de sapo maduro, eu já tinha os meus 30 anos, e antes de eu me ter decidido a deixar de ser Luís para ser Elia.
Eu e o meu primo Bruno desde sempre fomos amigos e eu considero quase como sendo meu irmão. Como eu vos disse ele é meu primo, mas é ele que tem o toque de Midas, sempre que algo lhe agrada ele arranja maneira de fazer negócio e ganhar mais dinheiro divertindo-se.
Só que este primo Bruno tem um sério problema, bebe e muito. E quando bebe, ou fica assanhado demais, fica agressivo, fica embirrento, etc.
Estávamos com amigos numa boate. O Bruno já tinha tomado algumas e estava a tentar arranjar um reboliço, chateando todo mundo com o bafo da bebida dele. Eu não entrei nessa atitude de chatear todo o mundo e fiquei olhando para eles no meu canto do bar enquanto eles mexiam com as garotas na parte de cima dos camarotes. Beber e falar muito e mal até que era comigo mesmo, mas não num ambiente público, eu era mais do tipo de passar uma tarde com os amigos, jogar uma cartada ou jogos de video, acompanhado de umas boas cervejas, mas passar vergonhas desta maneira eu não alinho, não.
A gente acabou por sair de lá não muito tarde e fomos para a estação de autocarros mais próxima onde algumas pessoas já estavam esperando o último transporte. Já fora da boate, eu me soltei um pouco mais, entre nós era fácil dizer umas quantas parolices, só que ainda não havia reparado que umas raparigas que tinham saído connosco da boate estavam me observando insistentemente.
Eram quatro garotas: uma delas tinha o olhinho oriental, parecia uma japonesa, e era linda; Uma loira de pernas em palito, toda produzida; uma morena de corpo definido e carregada na maquiagem, rosto até masculinizado e outra de cabelos castanhos, até bonita, mas que era a menos formosa das quatro.
Mesmo já meio cheio de bebida eu fui até uma roulote de comidas para comprar mais uma bebida, e a rapariga oriental, morena do meu tamanho, cabelo preto, liso até ao fundo das costas, corpo lindo pernas grossas, rabo empinado e peito saliente, veio falar comigo e se apresentou como Alice, disse que estava na Boate em que eu e meus amigos tínhamos ido, e que havia reparado em mim, achava-me um galã, e perguntou de onde eu era, pois estava bem visível que eu não era da cidade.
- Sou de Lisboa. Eu tenho familiares aqui na cidade, e o palhaço que tu viste a fazer parvoeira na boate é o mais velho dos primos que eu tenho aqui. Só que ele só não presta mesmo quando está assim, cheio de cerveja . Eu também não sou lá flor que se cheire, mas acho que sei aproveitar a vida.
- Olha eu tenho amigos em Lisboa, também. E gosto de me divertir dançando com eles. A night é minha vida. Passei a vida inteira com a cara enterrada nos livros, agora que sou estilista eu quero mais é curtir a vida! Tu vais a quais boates lá em Lisboa? Eu frequento muito estas aqui na zona Sul.
- Para dizer a verdade, nenhuma. Hoje eu só estou aqui por conta do meu primo, mesmo, eu sou mais do tipo que se diverte com a família na varanda de casa, tomando umas cervejas, assistindo jogos do Benfica, ou então a jogar à batota. Quando eu saio pra beber, normalmente vou a festinhas de bairro, mas dentro da minha vida pacata e…
- Vou te deixar aí hein, Luís! Mas pelo visto, tá muito bem acompanhado, já ganhou a noite, aaaaaaaakkkkkkkkkk! Berrou o meu primo lá da estação.
- Pára de palhaçada, tonto, estou só a conversar com a Alice!
- Engana-me, que eu gosto, Lábios Doces!
- Alice, não ligues ao que ele diz, ok.
- Deu para perceber lá dentro da boate. Se eu estiver a atrapalhar a vossa noite dizes, ok.
- Atrapalhar? Nada! A conversa está agradável e até, por que não, que estou bem afim de dar uns beijos nessa tua boquinha que parece um botão de rosa que ainda não abriu, hein!
- Porra Luís! Vais mexer mesmo com quem está aqui quietinha? Falando a sério, eu também estava louca para poder falar contigo assim de mais perto. Eu reparei em ti lá dentro, assim reservado, e gosto de gatinhos assim, que nem tu. Porque aposto que os mais quietinhos são os que mais comem e melhor! (Disse isto no meu ouvido enquanto caia em cima da minha pele).
Eu a puxei pela nuca e a trouxe para a minha boca. O sabor doce da boca da Alice levantou o meu pau na hora. Boquinha pequena, mas a língua era caçadora, retribuiu na mesma intensidade meu ataque soviético. E ela me disse contente:
- Uuiuiui! Gostei desse aconchego! Sabia que a minha intuição estava correta!
- Por que é que a gente não se encontrou antes lá dentro da boate, hein ?! Chato que não vou poder ficar aqui muito tempo!
- Só vai ser assim pouco tempo se tu quiseres, gatinho!
- Não entendi.
- Podemos ir para o meu apartamento. A gente já está bem crescida e vacinada, Luís é só avisares para eles que voltas amanhã. Estás prevenido?
- Prevenido?
- É, LOL, com preservativo. Se não tiveres, eu tenho lá em casa, até lubrificante tenho, porque sou bem sequinha, sabes.
Quando ela falou, me veio logo à mente: "UPA LELÊ! Vou foder tudo, hoje! Garota vadia de boate mesmo, está a apostar em mim, nada tenho a perder com isto!".
Mas antes que a imaginação fosse a mil, ela lançou uma bomba no meu peito, que me deixou pensativo:
- Eu preciso te confessar uma coisa, gatinho! Eu sei que você pode ficar com raiva de mim, e tudo o mais, mas eu preciso jogar limpo contigo pois eu te achei um fofo desde que eu te vi.
- Diz, podes falar!. Senti que ia dar asneira.
- Eu uma vez fiquei sem falar nisto com um rapaz com quem eu quase transei. E os teus beijos são uma delícia, está tudo muito perfeitinho, do jeito que gosto, mas…
- Então diz, eu te agrado mas…?
- Eu não sou uma menina, do jeito que elas são! Eu tenho uma surpresinha aqui, igual a ti.
- Explica, porra, o quê?
- Eu sou uma menina trans, lindo! Por favor, não fiques com raiva de mim!
Olhei a Alice de cima até embaixo, não estava acreditando que era possível, e foi quando ela me levou minha mão até lá embaixo…
- Porra, tens aí algo!
- Viste? Por favor, desculpas-me?
- Olha, tu és…”perfeita", mas... Entende que eu não sei como reagiria te visse mesmo, sabes, ao vivo, a olho nu. OK nunca tinha visto nada disto.
- Eu te entendo, te entendo, mesmo obrigado!
- Estás agradecer porquê? Perguntei surpreso.
- Porque normalmente os rapazes me gozam, houve um que quase me bateu uma vez, eu me senti mal como tudo, mas a culpa foi minha, pois fui me deixando levar e quando ele descobriu, ficou com tanto ódio que berrava dizendo: " O que meus amigos diriam se descobrissem que peguei outro homem! Porra, eu sempre peguei meninas gostosas, como isto pôde acontecer! Todo mundo vai dizer que sou virado!"
- Fica tranquila que eu não faria nada disso contigo, mas no mínimo tu me verias com cara de surpresa. Mas fica tranquila, que nada vou dizer!
- Aaah, tá bom! Eu te achei muito legal, tu és muito nota 10! Posso te dar o meu número? Para gente ir se falando, e… tu um dia quando quiseres experimentar, tu vais ver que eu sou uma garota como qualquer uma delas.
Eu aceitei o número. A gente se despediu meio sem graça, o pessoal que assistira e percebera o meu interesse na rapariga ficou a mandar algumas piadas sem gosto, eu inventei e dei umas desculpas quaisquer para eles se calarem, mas fiquei com aquilo na cabeça: "Porra, até ela me dizer tudo, estava perfeito! Caralho, como é que pude me enganar assim!? Eu seria motivo de riso de todos para o resto da minha vida!"
O Bruno me notou um pouco mais quieto, quis me fazer contar a história, mas inventei algumas desculpas, ele engoliu e por fim, pus uma pedra naquela história. Mas meu pau "furou" a pedra várias vezes naquela noite. Porque eu não a via como homem, a imagem dela como menininha martelava a minha cabeça e eu comecei a fazer mil fantasias sobre o que eu deveria ter feito naquela noite. “ Caralho, tinha que ser tão gostosa e ao mesmo tempo de tromba? Mas PORQUÊ? Puta que pariu! Era a mais gostosa das miúdas que lá estava!”
Acordei de manhã ainda silencioso. O Bruno não demorou a levantar, mas estava com uma ressaca da bebida, e não deu bom dia, entrou na casa de banho, entupiu a sanita de tanta merda que tinha posto para dentro ontem. Só depois disso é que ele veio me falar, mas eu estava no “tanto faz como tanto fez", foda-se, queria ficar era na minha.
- Ei! Que cara de cu é essa?
- Vai te foder, porra!
- Não disseste nada até agora, caralho! Tu não és assim! Eu te fiz alguma coisa?
- Nada, nada mesmo, eu estou aqui a pensar pra mim…
- Ah, a menina de ontem … porra, foi só brincadeira, primo, mas tu podias ter te safado numa boa. Se foi isso, desculpa!
- Não, tranquilo, eu até fiquei com o número dela…
O Bruno me atirou uma almofada e respondeu:
- Então, vai levar no cu, boiola, estava a pensar que te tinha atrapalhado mas nada! O problema é o quê? Dinheiro? Eu te empresto! Ela mora longe?
- Longe não é, mas leva uma meia hora até lá…estou a pensar se vou.
- Tens o número dela? Fala com ela e pergunta se podes lá ir!
- É? Está bem que se foda, empresta-me o telefone aí!
Liguei pra a Alice. Ela ficou surpresa com a minha voz do outro lado. Nem consegui conversar muito porque o Bruno estava me escutando. Quando tenho um segredo muito teu não consigo disfarçar na cara. Desliguei o telefone, despedindo-me com um beijinho carinhoso, e o Bruno continuou olhando para a minha cara.
- E aí?
- E aí o que, porra?
- O Endereço, filha da puta! Quanto queres que eu abone?
- Ah, tá, foi mal.
- Porra, Luís, comeram-te o cu e eu não sei de nada é? Estás aéreo para caralho! Porra!
- O teu cu, boi!
- És um atrasado da porra! Se essa cara é falta de um cu, uma coninha, vai, meu! O pessoal queria te ver hoje, mas eu dou qualquer desculpa. Agora melhora essa cara aí. Se não, vão pensar que te comi o cuzinho de noite!
O Bruno é assim o tempo todo. Se feliz, está te xingando, se com raiva também. Mas quando a situação se apresenta, ele mostra que é parceiro. Só mesmo a bebida é que o estraga este cara de cu!
Quando cheguei ao apartamento dela… minha nossa! Ela estava num vestido preto aveludado, curtinho, bem acima do joelho, e sem sutiã por baixo, um decote tão acentuado, acho que parecia uma puta de beira de estrada.
- Oi, gatinho, então apareceste mesmo, hein!
Trocamos os beijinhos, de praxe. Estava muito cheirosa. Eu fico louco com todas as meninas cheirosas. Quando cheguei ainda ia um pouco nervoso, mas a Alice tem o dom de me fazer sentir muito confortável perto dela. Eu não me sentia gay por estar atraído sexualmente por ela. O mais estranho era isto. Peguei Alice pela cintura e pela primeira vez senti a sua… o seu… mastro encostado ao meu ainda com as roupas pelo meio.
- Acho que se eu não te viesse ver hoje não teria ficado tranquilo. A verdade é que estava louco para te ver, do jeitinho que me povoaste os pensamentos. És muito gostosa!
- Eu te achei diferente dos outros que estavam no teu grupo desde o início! Enquanto um deles mexia e instigava os outros a mexer com todo mundo, tu ficaste na tua, mais destacado, estavas ali para curtir o ambiente.
- São os meus primos, e o mais impulsivo deles, que reparaste, é o Bruno. Quando ele bebe, fica atacado, metido a valente, arruma sempre confusão.
- Pois tu me pareceste realmente o mais ajuizado deles.
- Só pareço, Alice, mas eu sou o que mais fala merda da turma toda!
- Mas comigo foste muito gentil, mesmo depois que eu te contei que…
- Fiquei surpreendido, confesso. Mas depois de ir para casa não parei de pensar que poderíamos ter tido uma noite bem melhor!
- Sério, gatinho!? Mas o que importa é que estás aqui... E prometo que vai ser inesquecível! Me deu um beijo mais voluptuoso, envolveu meu pescoço com seus braços e gemeu enquanto me beijava.
- Com certeza que vai!
- Então vem comigo!
Alice me conduziu até ao seu quarto. Era uma divisão bem espaçosa, uma cama Kingsize de mais de 2m de comprimento. Ela me sentou, ligou a música ambiente, deixou o quarto somente à media-luz e começou a dançar tirando o vestido lentamente. A visão era estonteante. Que morena gostosa, puta que pariu! Nunca imaginei que tirando a sua pilinha ela era uma mulher perfeita, melhor do que muita que eu já tinha tido!
Não fiquei constrangido quando vi seu pau se erigindo diante dos meus olhos. Era algo novo, óbvio, mas… Meu corpo correspondeu! Ainda um pouco tímido com aquela situação, mas Alice sempre se portando com uma menina. Andou lentamente até a beira da cama, onde eu estava sentado, empurrou-me delicadamente até as minhas costas repousarem no seu colchão macio. Curvou-se sobre mim e me beijou, da primeira vez bem lentamente e de maneira sensual, tocou somente na superfície dos meus lábios. O segundo foi um beijo mais caçador, faminto. E o terceiro… Puta que pariu! A língua então tímida, parecia uma cobra envolvendo a minha dentro da minha boca. Que inebriante! O meu pau foi ficando mais duro, não sabia se tirava a calça ou se continuava a massacrar os seus mamilos e todo seu corpo com as minhas mãos.
Alice parou de me beijar, levou as mãos até ao fecho das minhas calças, deslizou sobre mim e, olhando-me nos meus olhos, desabotoou as minhas calças. Quando baixou o fecho, pôde ver a imponência do meu guerreiro, pronto para esfolar o seu rego e ser encapado na sua boca. Beijou meu peito sem tirar os olhos de mim. Causou-me arrepios quando mordiscou meu abdómen e circulou com a língua no meu umbigo. Começou uma suave punheta em mim e deixou sua saliva escorrer e cair na cabeça do meu mastro. E finalmente, o envolveu em seus lábios num beijo lento, superficial, seguido de um beijo de língua mais profundo.
Porra, vou vos dizer: engoliu-o por inteiro! Eu fiquei a gemer, sentido o meu pau a ser devorado por aquela boca quente. Devagar, engolia e fazia aparecer, olhava para mim, sorria, fechava os olhos e mamava de novo. Arqueei meu corpo para penetrar na sua boca. Ela se submeteu ao meu controle e tirou as mãos do meu mastro deixando que eu conduzisse a dança. Levou as mãos até seu mastro e se tocou com volúpia e gemendo enquanto eu metia na sua boquinha. Aí ela interrompeu por um breve momento e perguntou:
- Gatinho, posso te fazer uma coisa a ti?
- Depende.
- Confia em mim. Vai gostar muito. Só vou pegar o meu lubrificante e…
- Ei espera… é o que estou pensar?
- LOL, sim e não. Só tens que confiar em mim. Se não gostares, eu paro. Prometo.
Relutante, aceitei. Ela tirou o lubrificante da gaveta, passou um pouco no dedo do meio e voltou para cima de mim e continuou a mamar. Menos mal, por um lado, porque não tinha posto no pau dela. Mas quando senti aquele dedo com gel frio me penetrando fiquei com calafrios.
- Relaxa, lindo. Eu não te vou machucar. Só vou te estimular ainda mais… confia em mim!
Pessoal, eu nunca tinha deixado uma menina sequer brincar com meu ânus, porque aquilo era só saída. Mas eu já estava na lama mesmo, então… fechei meus olhos e me entreguei todo a ela. Quando ela começou a massajar… puta que pariu! Meu pau ficou duro como tudo! Parecia que estava a crescer, de tão pulsante que ficou!
- Haaaaaaaaahhhh, o que que é isto, Alice… parece que vou explodir de gozo!
- Eu não te disse? isto é massagem prostática, é uma técnica muito utilizada no Oriente. Viste como ficou o teu pau? Sentes-te menos homem, agora?
- Sinto que vou te arrombar toda e te vou aleijar sem querer!
- É o que eu mais quero, meu gato com tesão!
Peguei-a pela nuca e voltei a meter freneticamente na sua boca. Depois de sentir uma nova descarga de potência, mandei ela deitar-se de bruços, passei lubrificante no meu mastro e lhe disse para ela arrebitar o rabinho (que lindo!) e apontei a minha arma na direção de seu ânus. Quando meti a pontinha, ela gemeu gostoso. Não forcei bruscamente, só porque não era… Ah, porra, vocês sabem! Quando a cabeça entrou, fui afundando lentamente e voltando lentamente para cima.
- Uiiiinnn, que delícia, parece que você já pegou um rabinho antes!
- Nunca, te juro! Mas eu trato assim todas as mulheres.
- Você é maravilhoso, Luís! Me dá mais pau, dá! Fode-me do jeito que sabes… Aaaaaaahhhh!
E começou a rebolar gostosa no meu pau, a tesão foi aumentando, a certa altura peguei no seu pau e comecei a acariciar e tocar uma para ela sentir ao mesmo tempo.
- Aaaaiiinnn! Que delícia, Luís, eu amo quando fazem isto… hhaaaaaaannnn! isto, fode com força agora, fode!
E foi neste momentos que o Luís gato predador libertou tudo e meteu sem dó. Os gritos dela foram aumentando, e o pau dela começou a pulsar na minha mão, anunciando sua explosão de prazer para breve.
- AINNN, isso, NÃO PÁRA, TÔ vINDO, QUE DELÍCIA, Luís OOO! EU VOU GOZAR, LINDO VOU GOZAR PRA TI… AAAAAAAAAAAHHHHHH!
Porra, naquele momento nem eu me consegui segurar. Apertei o pau dela com força e gozamos os dois, juntinhos.
- Caralho, que foi isto… foi muito bom! Disse eu
- Sério, gatinho?
- Sério! Tu és muito gostosa!
Perguntou-me se eu estava com pressa de ir embora. Só lhe respondi com um abraço por trás e um beijo no seu pescoço.
- Sabia que não me arrependeria de te dar meu número! Tu és muito diferente mesmo dos rapazes que reagira mal quando lhes contei a verdade! A gente sofre muito, não espero que aplaudam, só que me respeitem e me tratem como gente. E tu foste um amor comigo. Obrigada!
- Tens de me agradecer de outro jeito: vamos de novo!
- Uau, vamos!
Fomos para a casa de banho, e durante o banho, com as mãos tocando, os corpos se entrelaçando debaixo de água, os paus levantaram de novo, e até luta de paus a gente fez! Gozei muito debaixo d'água, foi muito gostoso. Depois disto a gente fodeu de conchinha, papai e mamãe, ela foi submissa o tempo todo e não reclamou nada!
No final do dia ela me perguntou:
- Será que um dia a gente se volta a ver?
- Quem sabe. Vamos dizer apenas: "até breve!"
Mas a verdade é que nunca mais a vi. Níveis sociais muito diferentes, entendem? Resolvi deixar para lá, esquecer. Até perdi o número dela e também quando voltei à cidade nunca mais me cruzei com a Alice em boate nenhuma. Foi a única experiência que tive. E pensava que ia ser a última? Mas ...