68 - Princesa Cap III
Durante as primeiras semanas depois da festa, Janine estava realmente empenhada na minha transformação em menina... para eu poder ser a namorada de Alexandre. Ela me levou ao shopping no domingo para me perfurarem as orelhas.
Doeu muito, foi infernal.
A rotina começou no dia seguinte. Todas as manhãs antes de ir para a escola, eu tenho de passar por sua casa e ela me ajuda e me prepara, mostrando-me como me devo vestir e maquiar... rindo, ela explica-me tudo sobre como eu devo agir e falar. Passaram-se os meses de relacionamento com o Alexandre.
O interesse da Janine foi diminuindo com o passar dos meses. Ela agora tem um namorado novo e parece que não está muito interessada em continuar a sua vingança contra o Alexandre.
Mas o desinteresse é muito recente.
Na escola a Janine tinha um amigo na secretaria e conseguiu uma transferência para o Luís que se mudou para outra cidade e a Luísa é agora a nova garota linda da escola. Ela conseguiu o meu registro com nome feminino e eu gostei disto. Eu sou a novata conhecida por todos os professores e alunos como Luísa.
Durante a primeira semana depois da festa, Alexandre e eu só nos encontrávamos quando a Janine ordenava. Mas no final da semana seguinte ele decidiu convidar-me para ir ao cinema e ao shopping. A Janine ficou encantada e vestiu-me a rigor para o meu primeiro encontro com o Alexandre sem a supervisão dela.
Ele era um grosso e mal criado e impunha-me muitas humilhações. Queria que eu me danasse a noite toda e fazia-me chupar o seu pénis no assento de trás do carro dele.
Eu acho que ele não estava curtia muito a cena de sair com um menino vestido de menina, mas ele adorava o que eu fazia com o seu pénis na minha boca. Depois disto nós passamos muito tempo juntos, como se estivéssemos saindo de verdade.
Alexandre e eu nunca comentamos o que Janine nos obrigava a fazer. Uma vez eu tentei comentar por alto com ele falando no meu tom de voz normal, mas ele me bateu no estômago e me mandou calar de imediato. De seguida tirou o seu duro e grosso pénis para fora e mandou-me abaixar enquanto o enfiava na minha boca, fazendo-me respirar com dificuldade a seus pés.
Essa foi a única vez que tentei falar normalmente.
Eu penso que era muito difícil para ele convencer-se de que eu não era uma menina.
Era a única forma que ele tinha para lidar com o que estava acontecendo, esquecer que eu não era uma menina. Esquecer o que a Janine estava fazendo com ele.
E eu... Eu nunca poderia esquecer que eu não era uma menina.
Certo dia o Alexandre me disse que queria que eu saísse com outros rapazes também.
Depois de termos sido apanhados pela Janine na festa, ele praticamente me tinha apresentado a todos os rapazes da escola gabando-se do excelente sexo oral que eu fazia. Ele começou a dizer que se eu fizesse sexo com outros rapazes a Janine já não poderia fazer mais chantagem connosco, e que isso poderia jogar a seu favor e o protegeria caso fossemos descobertos…
Eu pensei que ele estava louco. Reclamei que já era muito ter de chupar o seu pénis grande e que portanto eu não queria e ficaria de fora. A situação estava ficando muito perigosa.
Alexandre fez um sorriso mau.
- Nenhum problema. Disse ele. Eu entendo.
- O quê? Perguntei.
Ele me segurou me lançou para cima da parte de trás do sofá e me mostrou o que tinha em mente, subindo-me as saias e colocando um dos seus dedos grossos no meu rabinho virgem.
Nessa noite ele me fez ser a sua mulher por várias vezes penetrando-me e satisfazendo-se.
No dia seguinte a Janine riu-se quando eu lhe contei o que se tinha passado e das intenções do Alexandre em me dar a outros rapazes.
- Então a nossa Luísa vai ter de se transformar numa prostituta? Ela parecia ter adorado a ideia.
No dia seguinte quando eu fui até à sua casa para que ela me produzisse, ela colocou-me roupas próprias para uma garota de estrada para que eu me encontrasse com os meus namorados. Comprou também maquiagem nova mais apropriada a uma prostituta.
O plano do Alexandre acabou por dar certo.
Ele publicou num anúncio que eu procurava parceiros para sexo anal.
Desde então, eu acho que já tive uma boa metade dos rapazes da escola no meio das minhas pernas ou entre os meus lábios. Doeu horrores as primeiras penetrações, principalmente quando eram os negros com seus paus enormes, deixaram-me tão arreganhada que agora eu apenas só sinto os maiores.
Eu não permitia, claro que... oh não, não Luísa, a chupadora... a prostituta com o rabo mais gostoso... A prostituta mais popular da cidade, desde os tempos da Verinha trepadeira. Alexandre mostrava para os amigos dele que eu era muito boa em sexo grupal. Gemia... lamentava, arquejava... a cada orgasmo.
Eu estava a ficar muito boa nisso. Alinhava em todos os convites. Aceitava de tudo. Era quase rotina, agora. Nas festas eu atraia todos os tipos de atenção.
Eu bebia alguma coisa forte para toldar as minhas sensações e aceitava qualquer rapaz que agarrasse o meu ombro e me levasse para um banheiro, quarto ou carro. As vezes eles se satisfaziam apenas com sessões de sexo oral, eu apenas me ajoelhava e chupava, sorvia e beijava aqueles paus grandes e duros. De outras vezes eles enfiavam aqueles paus enormes no meu rabinho, tratando-me como uma prostituta.
Tudo o que quisessem.
Contanto que fosse rápido.
Contando que não percebam que eu não sou uma rapariga.
Não que eu goste disto.
Preferia ser uma rapariga real.
O gosto da esperma já não me dá nojo.
Eu sou agora uma animadora de bancadas nos jogos de futebol quando Alexandre está a jogar.
Eu passo boa parte do tempo com a claque de futebol e já transei com quase todos eles.
O Alexandre diz que adora a maneira que a minha bunda tem de balançar apertada dentro daquela tanguinha e da mini saia bem curta.
Ele gosta muito.
A Janine fez-me praticar isso horas e horas.
Assim, agora depois três meses, eu ainda sou a menina de Alexandre, a chantagem terminou quando Janine arrumou outro namorado e perdeu o interesse por Alexandre.
Eu realmente que a Janine não se preocupa muito com qualquer um de nós, mas o Alexandre não quer se arriscar. E ele não deixa que eu pare também.
Além disso , eu tenho trepado com tantos rapazes da escola que seria um suicídio parar agora.
Eu estou presa à personagem Luísa a chupadora... a prostituta mais depravada da cidade, pelo menos até o fim do ano.
É o Dia dos Namorados, e eu estou na casa de Janine que me prepara para me encontrar com o Alexandre. Ele vai me buscar a casa dela. Eu vou usar uma roupa de prostituta apropriada... como a Janine chama a isto: mini saia, mini blusa, uma tanga enfiada, deixando minha bunda carnuda exposta, e claro, muita maquiagem.
Talvez ele me faça chupar o seu pau dentro do carro num qualquer lugar... talvez não. Não importa, haverá muitos outros candidatos.
Talvez ele me deixe só na festa.
Mas eu sei que não ficarei muito tempo só.
Eu nunca fico!
FIM