171 - Fui Seduzido
Eu era um senhor de 45 anos, simpático, tenho 1,70 alt. Pele claro, olhos verdes e cabelos castanhos, tenho um corpo bonito, não tenho barriga e faço exercício, as minhas pernas na verdade estão acima da média em questões de beleza, quando eu era mais novo dizia que eram mais bonitas do que pernas das miss, tenho poucos pelos pelo corpo, porque o meu pelo é muito fino e para além disso sempre tive o costume de me depilar sempre que tenho algum tempo disponível.
Numa festa de fim de ano da escola da minha filha, conheci os pais de uma grande amiga da minha filha, e as duas famílias sentaram-se perto e ficamos a conversar a noite toda, acabando por ficarmos amigos. Ele, o Carlos, é um lindo homem da minha idade, tem olhos azuis lindos, muito elegante e fino, um grande empresário na área dos móveis, e eu simpatizei com ele e combinámos jantar juntos com as nossas mulheres o quanto antes.
Reparei que o Carlos não tirava os olhos de mim, do meu corpo, das minhas atitudes, fazendo-me ficar meio sem saber como me comportar com aqueles olhares fixos nos meus olhos. Quando me levantei para ir à casa de banho o Carlos levantou-se também e enquanto eu fazia o meu xixi e sacudia o meu coisinho, olhei para ele balançando o seu pénis, não era um pénis comum era lindo, grosso, cumprido, direito com uma cabeça parecendo um chapéu enorme, e estava quase duro, ele ficou com dificuldade de o guardar, pela rigidez do pénis, fingi que não percebi e voltamos para a mesa.
Durante o restante da noite conversamos muito e pediu meu para trocar-mos os nossos números de telefone. Prometemos nos encontrar mais a nossa família assim que houvesse oportunidade.
No caminho para casa a minha mulher disse que o casal era simpático, eu concordei dizendo que sim que tinha gostado deles.
Mas na minha mente estava a curiosidade em saber o porquê de tantos olhares para os meus olhos e o meu corpo, mas pensei que devia ser impressão minha.
Logo de manha, no dia seguinte, recebo um telefonema dele desejando-me um bom dia e perguntando como eu tinha passado a noite etc., etc.. Conversamos bastante e eu estava a gostar da conversa ainda sem saber por quê, ele convidou-me para um café à noite após o trabalho, aceitei.
Durante o café ele falou sobre diversas coisas e quando coloquei a mão sobre a mesa senti que ele colocava a mão dele sobre a minha. Fiquei intrigado mas nada fiz, deixei, pensei que podia ser apenas cortesia dele, e ele continuou a falar acariciando a minha mão, na hora de me ir embora ele pegou na minha mão e levou-a aos lábios, sempre com aqueles olhos azuis dentro dos meus olhos, não disse nada e fui embora.
Dias depois a minha mulher recebeu um convite da mulher dele para jantar numa quinta feira eu tive de aceitar e concordar com a ida a casa deles. No dia seguinte, pela mesma hora, recebi uma chamada dele, deu um bom dia e conversamos banalidades, agradeceu o café da semana anterior, e disse que iria adorar jantar comigo na quinta feira seguinte. Eu disse:
- Que bom também vou gostar!
No dia seguinte novo telefonema sempre no mesmo horário, com o mesmo tipo de conversa sem grande rumo.
Na quarta feira não me ligou eu fiquei a pensar acho que se esqueceu. Afinal ligar para quem não tem muitos assuntos, de nada lhe adianta. Mas perto da hora do almoço eu resolvi ligar-lhe para saber se ele estava bem, e ele rindo perguntou :
- Sentiu falta de mim Luís? Eu disse.
- Não é que como não ligaste eu pensei que te tinhas esquecido! Ele respondeu:
- Achei melhor esperar que tu me ligasses, eu posso estar a atrapalhar o teu trabalho com conversas sem motivo.
- Não, é que tu tens ligado sempre e hoje não ligaste e fiquei preocupado! Ele então rindo disse:
- Luís vou ligar diariamente mesmo sem ter assuntos para te falar. Quero ouvir a tua voz todos os dias para animar o meu trabalho por aqui. Beijos Luís.
Fiquei sem perceber e sem resposta, eu tinha ligado e agora ele despedia-se com beijos de um homem como eu, não de uma mulher, de um homem, pensei será que ele é gay?
Na minha infância e juventude eu tinha o hábito e prazer de vestir, escondido da minha mãe e irmã, algumas das suas lingeries e de ficar me admirando no espelho, mas nunca tive atração por homens ou mulheres assim vestido, com o passar dos anos estes desejos tinham ficado no esquecimento. Casei-me e sou um homem tipo machão o tempo todo, nunca mais passaram pela minha cabeça estas fantasias. Pensei será que é isso que ele é, tem prazer em procurar homens para ser mulher para ele?
No jantar da quinta feira, ele sentou-se a meu lado e durante o mesmo senti a sua perna a encostar na minha. Fiquei com um calor no meu corpo e ele apertava mais, até que colocou uma mão disfarçadamente na minha coxa e ficou a acariciar através do tecido fino das minhas calças. Eu não sabia o que fazer e deixei a sua mão encostada à minha perna.
Quando fomos à casa de banho antes do café ser servido na sala, ele todo cavalheiro, indicou-me o caminho e deixou entrar na sua frente e vindo por trás de mim deu-me um encosto delicioso, senti um arrepio, pois nunca tinha sentido aquilo na vida. Senti o seu pénis duro dentro das calças esfregando-se nas minhas nádegas.
Olhei para ele, vendo que sorria com um sorriso lindo, e ele disse:
- Que bom estarmos aqui com as nossas famílias não é Luís? Eu disse:
- Sim ótimo. Novamente após fazer o meu xixi reparei que ele depois de fazer o xixi dele ficou a sacudir e a mostrar aquele pénis lindo e duro antes de o guardar. Não havia forma de eu não olhar e ver. E aquilo fez-me algo que eu não sei se era desejo ou excitação, algo de diferente estava a acontecer comigo, nunca tinha visto o pénis de homem assim duro, a ser exibido para mim, não falamos nada sobre aquilo.
Quando fomos para a sala o Carlos disse:
- Luís, a minha mulher não quer ir comigo à praia no fim de semana prolongado, a tua mulher tem compromissos com a vossa filha. Porque não vens tu comigo? Podes até ajudar-me em algumas das coisas que tenho para fazer.
Eu, surpreso, fiquei pensativo e ouvi a minha mulher a dizer:
- Sim ele vai, está a precisar de se distrair! Não é Luís? Acabei por concordar. No dia seguinte no mesmo horário ele liga-me e fica a falar das maravilhas que íamos ter na praia, e que estava a adorar antecipadamente os quatro dias comigo sem pensar em nada, apenas aproveitando, comendo e bebendo, perguntou:
- Tu não estás ansioso Luís? Eu disse:
- Sim. Estou curioso apenas isso! E disse ainda:
- Luís sei bem o que quero e o teu instinto também sabe. No momento certo tudo ficará claro para ti também.
Todos os dias ele teve o cuidado de me telefonar.
No dia combinado, de manhã como tínhamos combinado ele chegou a minha casa para irmos para a sua casa de praia.
Despedi-me da minha mulher, peguei no meu saco e fomos. Durante a viagem ele muito alegre conversava sobre tudo e mais alguma coisa, e animadamente colocou a sua mão várias vezes sobre minha perna e ficou a acariciar. Estávamos os dois de calções, e ele com o dedo foi levantando o tecido da calções e colocou a sua mão na minha perna. Eu arrepiado não disse nada, ele apenas olhava com aquele olhar lindo de olhos azuis. Depois de alguns instantesdisse:
- Carlos sou homem sou homem! Ele respondeu:
- Eu também sou Luís. E continuou a acariciar-me.
Ao chegar a casa de praia deles, um apartamento de três quartos, fiquei na sala e ele disse:
- Vou tomar um duche!
Fiquei a ligar a Tv e arrumar as minhas coisas, quando ele saiu do banho se enxugando com uma toalha, olhou para mim e disse:
- Agora sim estou feliz, são quatro dias apenas para nós, e isso não tem preço!
Quando ele se mexeu vi o seu pénis duro novamente, meio a sair do toalhão, e eu fiquei sem saber como me comportar e disse:
- Também vou tomar um banho. Ele disse:
- Espera, olha vê como tu me deixas.
- Carlos gosto da tua amizade, mas sou espada, sou homem! Ele falou:
- Eu também, mas o que tu tens dentro de ti logo vai saber olhar para mim e para o meu pénis. Vê se não te dá um arrepio que vai da tua nuca até ao teu cu. Eu sorri e disse apenas:
- Louco, vou para o banho! E fui.
Quando saí da casa de banho cheguei ele estava apenas com umas boxers bem justas e disse:
- Fica à vontade não há ninguém aqui, para além de nós!
Eu fui buscar umas boxers ao meu quarto e, quando entrei, vi um lindíssimo conjunto de lingerie preto aberto por cima da cama, não disse nada e vesti os meus boxers e calções. Ao chegar à sala ele disse:
- Não quiseste vestir a lingerie? Eu disse:
- Deves estar a brincar não é Carlos! E ele:
- Ainda te vou ver vestida com aquela maravilhosa lingerie. E sorriu para mim com aquele sorriso lindo delicioso.
Resolvi esclarecer de uma vez por todas o que estava a acontecer entre nós, e disse:
- Carlos, olha, nós estamos a ser bons amigos. As nossas famílias também. Mas o que me intriga são as tuas atitudes. Olha para mim e vê, eu sou homem, tu também, mas tu olhas-me nos olhos de uma maneira … Ele interrompeu e disse:
- De uma maneira que tu ficas arrepiada não é? Eu disse:
- Não, nada disso. E tu acaricias as minhas mãos mesmo em publico, no carro acariciaste as minhas pernas, levantaste o tecido dos meus calções. Ele falou:
- E tu não fizeste nada para me impedir. Confessa, tu estás a adorar ser seduzida por mim, relaxa e trata de ser feliz.
Então eu disse mais alto:
- Ou tu paras com essas insinuações, ou eu me vou embora e cortamos a nossa amizade! Levantei e ouvi ele calmamente dizer:
- Estás a querer fugir de quê Luís? O destino nos aproximou e ao que me parece não tem mais volta. Podes ir embora, quando chegares a casa vais contar que não aceitas as minhas seduções e resolveste voltar para casa como uma donzela arrependida? Ele sorria com a boca e os olhos, e eu disse de novo:
- Por favor, modera-te! Eu vou dormir. Com licença. E fui para o quarto destinado a mim. Fiz a minha higiene e fiquei a olhar para a lingerie em cima da cama.
Não sei como nem porquê! Acho que foi instinto, resolvi vestir a lingerie, as calcinhas eram normais, não eram em fio dental, ficaram perfeitas a envolver as minhas nádegas, e o sutiã serviu-me perfeitamente, apenas as copas ficaram meio vazias, pois os meus seios não as preenchiam completamente. Olhando-me no espelho achei que ficava lindo em mim parecia que tinha sido comprado para mim, a medida era perfeita. Pensei que deviam ser da sua mulher. Após me exibir para mim mesmo no espelho, masturbei-me e gozei gostoso pensando no pénis do Carlos, aquilo estava fixo na minha mente como uma doença, o pénis realmente era perfeito. Dormi vestido com a lingerie, pensei o que será que ele esta a fazer, será que está zangado comigo, mas o pénis voltava à minha mente, e dormi com ele dentro de meus pensamentos.
Na manhã seguinte acordo com ele a bater na minha porta e chamando-me para o café da manhã.
Era uma sexta feira, feriado, e através da porta ouvi o convite dele para irmos andar no paredão da beira mar. Eu disse:
- Já vou! E à pressa peguei num roupão que estava pendurado, vesti-o por cima da lingerie e abri a porta. Lá estava ele a sorrir de novo, e disse:
-Que demora, estavas ocupado é? Eu disse:
- Nada disso, estava a dormir quando tu bateste!
- Com este calor e tu estás de roupão?
E levantando a lateral do roupão com a mão viu o sutiã, fui visto com o lingerie. Foi a vez de ele ficar com o olhar parado no meu corpo e acabou a dizer:
- Luís tu és mais gostoso do que eu pensava, que delicia que estás! Obrigado pela visão. Dormiste assim gostosa?
Eu vermelho corri para tirar a lingerie e vestir uma roupa minha. Mas já estava feito, ele viu-me como a Luísa que ele vinha a sonhar há tempos. Assim que me virei de costas para ele para tirar as calcinhas senti os seus braços me enlaçando e suas mãos apertando os meus seios, com o pénis duro apertando contra as minhas nádegas.
Fiquei completamente arrepiado e dei um gemido que ele tomou como aceitação e beijou o meu pescoço, ficou a acariciar as minhas nádegas e a apertar os meus seios. Eu fiquei mole de prazer e ele com uma das mãos virou o meu rosto e beijou a minha boca enfiando a língua dentro e eu acabei chupando a língua dele, e gemia de prazer sentindo ele se esfregar nas minhas nádegas, estava completamente entregue àquele homem sedutor.
Logo que pude afastei-o de mim, sentei-me na cama e disse:
- Senta-te no sofá vamos conversar. Carlos eu dormi de lingerie sim, mas não deixo de ser homem por isso. Ele falou:
- Eu adorei a tua atitude. Deixa-me eu fazer-te mulher! Eu disse:
- Sou homem e vou continuar a ser! Ele disse:
- Mas, na intimidade, tu podes ser minha mulher, eu prometo te fazer feliz. Sinto que tu também estás a querer, apenas lutas contra isso. Eu disse:
- Vou pensar no que aconteceu aqui, deixa-me só por alguns minutos. Ok?
Ele então levantando-se veio na minha direção e tirou o seu pénis para fora da cueca, exibindo-o a centímetros da minha boca, e ouvi ele dizer:
- Beija-o, sei que tu queres! Eu disse:
- Não quero não!
Ele encostou o pénis aos meus lábios, e eu não resisti e beijei-o com excitação. Ele falou:
- Abre a boca! Eu abri e o pénis foi entrando, aquele pénis lindo que eu já adorava e não sabia, fui engolindo e chupei aquela ferramenta deliciosa, ele gemia e dizia:
- Como esperei por isto Luísa, não via a hora de tu me chupares o meu pénis! Logo a seguir disse:
- Vou gozar tira da boca! Mas eu abracei o seu corpo e trouxe-o mais para mim e esperei o seu leite na minha boca. Engoli rios de esperma, que delicia, é doce, amargo, quente e com cheiro agradável, achei deliciosa e engoli tudo depois limpei o pénis chupando com a boca.
Depois disso ele deitou-se a meu lado e ficamos de frente um para o outro eu ainda de lingerie, ouvi a pergunta dele:
- E tu não vais gozar? Eu disse:
- Adorei engolir o leite dos nossos desejos. Obrigado! Ele falou:
- Eu é que agradeço. Ei ainda disse:
- Foi a única vez. Daqui para a frente serei o Luís teu amigo mais nada. Ele acariciando o meu corpo todo, disse:
- Vou te amar sempre, fazer-te minha mulher, sem prejudicar a nossa vida social, sempre na intimidade, aceitas-me?
- Preciso pensar, com calma, noutra hora falamos. Fui para a cozinha e ele veio atrás de mim, nu sem cuecas, eu de lingerie. O seu pénis já queria novamente, e ele falou:
- Deixa-me comer o teu rabinho meu amor! Eu disse:
- À noite dou-te uma resposta agora vamos tomar o café e fazer uma caminhada.
- Prefiro ficar aqui contigo, tentando te seduzir. Eu sorri e disse:
- Nada disso vamos sair e caminhar.
- Só vou se tu fores de lingerie por baixo da roupa! Eu disse:
- Ok vou de calcinhas, mas o sutiã vai aparecer, à noite até dava para levar, mas com este sol tinha de usar camisa fechada e não pode ser com este calor.
Andamos bastante lado a lado. Por vezes ele ficava para trás, segundo ele dizia, para ver as minha nádegas balançando e imaginando a delicia que são as minhas nádegas, eu apenas sorria e dizia:
- Tu és um tarado, isso sim Carlos!
- Porque não posso meu amor?
A maior parte do tempo do passeio ouvi as suas cantadas e a descrição dos seus sonhos comigo.
Ao voltarmos para o apartamento eu disse:
- Vou para o quarto para descansar e pensar no que esta a acontecer!
- Ok, pensa em mim, eu, entretanto vou ao shopping!
Eu no quarto pensei no que me estava a acontecer. Tinha dormido de lingerie, a pensar no pénis dele a noite toda, chupei e bebi o leite daquele homem na boca, e agora não sabia como fazer se parava tudo ou se me entregava para aquele homem sedutor. Tinha medo das consequências na vida social, na nossa família, nos amigos, etc. Por outro lado estava louca para dar continuidade e para me entregar àquele homem maravilhoso. O que fazer? Chequei à seguinte conclusão: vou deixar acontecer, e depois em casa logo dou um rumo à minha vida, mas aqui vou relaxar e gozar o quanto puder com este homem.
Quando ouvi o Carlos a entrando de novo no apartamento, fui ter com ele para verificar que ele veio com duas sacolas de lojas femininas, eu perguntei:
- O que é isto tudo Carlos?
- Presentes para a Luísa, não é para ti é para a Luísa, a minha amada. Eu sorri ele disse:
- Abre e vê se gostas?
Abri a primeira e continha varia lingeries, sutiãs, calcinhas, camisolas, um baby doll, e meias de nylon com liga para prender na cinta, etc. Eu disse:
- Porque foste comprar tudo isto?
- Para tu usares e para eu ficar a olhar, uma mulher tem de estar vestida de acordo.
Ao abrir a outra sacola vi dois calções bem curtos um branco outro de jeans, camisetas de alças e normais, dois vestidos um moldado justo, e outro solto com saia rodada e eu fiquei emocionada.
- Tudo isto? Como é que vamos guardar isto? Ele disse:
- No meu escritório amor, não te preocupes, estará sempre à tua disposição sempre que quiseres usar.
Chegou perto de mim e disse:
- Não mereço um beijo?
Eu abri a boca e recebi aquela língua tarada, chupei por vários minutos, que delicia. Disse:
- Amor obrigado, resolvi entregar-me ao teu sonho de me fazeres mulher. Mas o meu rabinho vai demorar para eu te poder dar, pois tenho muito medo e receio da dor.
Ele tirou um pequeno pacote da sua bolsa e mostrou um tubo de lubrificante e pomadas cicatrizantes e analgésicas. Olhei para ele e sorri.
- Pensei em tudo meu amor! E sorriu para mim com aquele olhar de homem que me quer. Eu estava a morrer de excitação não sabia bem como me comportar, e disse:
- Vou tomar um banho e vestir-me para irmos almoçar. Ele disse:
- Fico na sala à tua espera.
Tomei um banho e vesti um conjunto de lingerie azul marinho lindíssimo, e os calções em jeans com uma camiseta de alças branca, aparecia o sutiã, fiquei linda, apenas o cabelo era de homem, no restante eu estava uma perfeita mulher.
Ao entrar a sala ele ficou maravilhado com a minha produção e abraçando-me disse não vamos nem sair vamos ficar namorando, pedimos comida e pronto. Eu disse:
- Não amor, vamos sair e ir a restaurante eu vou assim. E sorri, ele disse:
- Então vamos!
- Eu estou a brincar vou tirar esta roupa, e à noite quem sabe?
Coloquei uns calções e uma camiseta fechada, e fomos almoçar num lindo restaurante, onde ele me acariciava nas pernas e nas minhas costas, como dois namorados, em determinado momento beijou a minha boca, eu adorei estava me sentindo a sua mulher no real. Coloquei a mão em sua calções e senti a dureza daquele pénis que me enlouquecia, fiquei a acariciar enquanto ele fechava os olhos e saboreava a minha caricia, ai chegou o almoço e logo voltamos para casa, como um casal apaixonado.
Eu morria de vontade de sentir o pénis dele entrando no mu rabinho, mas também morria de medo, o pénis era um pénis enorme e delicioso bem cabeçudo, ao chegar a casa corri para cima dele e coloquei-o na boca, fiquei a chupar, beijar, lamber até ele gozar bem gostoso na minha boca, sorvi toda a esperma que saiu e depois ficamos abraçados a ver televisão.
Eu fiquei a tarde toda só de lingerie. Ele chupava os meus seios e acariciava todo o meu corpo. Eu adorava cada caricia, o meu rabinho piscava de vontade e pensei que à noite vou ter de receber este pénis dentro de mim, então veremos se resisto ou não.
Quando anoiteceu após ele gozar duas vezes na minha boca eu disse:
- Amor vamos jantar fora hoje quero ir de Luísa contigo. Vamos de carro e vou de tua mulher, queres assim?
- Maravilha amor. Disse ele e eu vesti o vestido apertado preto, por cima de uma lingerie pretas e dei um jeito ao cabelo de forma a ficar bem feminina. Procurei por entre as coisas da mulher dele e encontrei um batom. Fiquei realmente parecendo uma mulher, ele adorou minha produção. Eu disse:
- E sapatos? Ele foi ao armário de sua mulher e filha e trouxe alguns para eu experimentar. Como calço o 39 os da sua mulher serviram-me, umas sandálias com salto de tirinhas pretas linda, calcei-as e tive que aprender a andar de saltos, desequilibrei-me algumas vezes, mas logo peguei o jeito e saímos os dois aos abraços e beijos, fomos a uma cidade perto, para não passar pelo constrangimento de encontrar conhecidos. Sentia-me a rainha da noite, ele foi muito gentil e fez eu sentir-me mulher, a sua mulher.
Ao chegarmos a casa ele disse:
- Amor vou dormir contigo na minha cama de casal. Eu concordei, vesti outra lingerie e uma camisola curta e ficamos a acariciar-nos até ir para a cama. Ele beijava-me e eu estava louca de vontade de o ter dentro de mim. O meu pénis pequeno com 13 cm ficou duro e eu tive de o prender com as calcinhas mais apertadas.
O Carlos começou a beijar as minhas costas, o meu pescoço, foi lambendo todo o meu corpo até chegar ao rego das minhas nádegas, ai ele lambeu tudo, e enfiou a língua no buraco do meu anus virgem. Eu apenas gemia de prazer, e senti quando ele após chupar, enfiou o dedo no meu rabinho, eu assustada adorei sentir a penetração do dedo. Ele após muito chupar o meu rabinho, colocou o cogumelo que era a cabeça de seu pénis na porta da fenda e disse:
- Amor, vou colocar lubrificante para tu suportares a dor, apenas te vai doer na primeira vez. E lambuzou tudo espalhando o lubrificante pelas minhas nádegas e fenda, alargando-a mais com os seus dedos e fazendo-me gemer de prazer.
Lubrificou também o seu pénis, e forçou a entrada da cabeça. Eu dei um grito ele parou e eu disse:
- Continua, faz o que tens de fazer e não te incomodes com os meus gritos e choros. Então senti quando a cabeça passou, a dor era suportável, era uma dor com prazer e pedi:
- Continua meu homem fode a tua mulher. E ele enfiou mais um pouco, dos meus olhos saltavam lagrimas de dor, eu chorava, gemia, e pedia:
- Mais, enfia tudo meu homem! E ele foi invadindo o meu rabinho com aquela sua ferramenta arrombadora, até que senti os seus sacos a baterem nas minhas nádegas, que delicia.
Senti que ele parou um pouco e disse:
- Amor já entrou tudo vou esperar para te foder como tu mereces. E depois começou a foder, empurrava e tirava e empurrava aquele pénis enorme no meu rabinho, eu gritava de dor e prazer, até que ele disse:
- Vou te encher de esperma querida Luísa! E gozou. Senti quando o seu pénis explodiu expelindo aquele esperma quente que eu já conhecia e adorava. Ficou com o pénis dentro de mim até ele sair sozinho.
Nesse momento eu vi a quantidade de sangue que saíra de mim, não era muito sangue, mas saia esperma com sangue. Aí ele disse:
- Vou cuidar do teu rabinho amor tem calma. Eu disse:
- Estou pronta para outra, adorei ser possuída, pensei que fosse pior. E ele disse:
- Cada pessoa tem as pregas de uma forma diferente, as tuas não estavam a obstruindo o canal e ficaram ai, apenas deves ter uma pequena fissura. Eu apenas disse:
- Obrigado meu homem, meu dono, meu senhor.
Durante o descanso ficamos a conversar e eu perguntei-lhe:
- Quantos homens tu já transformaste em mulher? ele disse:
- Tu és a primeira, e a Marta, a minha mulher adorou o que lhe contei sobre ti, vai querer te conhecer melhor e ajudar-te a seres minha amante. Queres a ajuda dela?
- Tenho vergonha, pensei que isto fosse apenas entre ti e mim. Disse eu e ele voltou a seduzir-me:
- Não precisas de ter vergonha linda, a Marta é maravilhosa, mas ela não dá conta de mim, e agora está feliz em poder dividir-me contigo. Quando a conheceres na intimidade vais perceber. Eu sorri e disse:
- Certo querido, mas preciso de processar todas estas informação amanhã é domingo e vou pensar em tudo que nos aconteceu neste fim de semana. Mas agora quero aproveitar ao máximo aquilo que tu me estás a dar e deixar para depois as decisões, isto é demais para uma cabeça de ex-homem.
Sempre a beijar-me ele perguntou:
- Tu gostaste de ser a mulher de um homem grande, um homem casado, um homem forte? Eu disse:
- Adorei e quero fazer isto as vezes necessárias para te agradar. Ele então disse:
- Que pena não vou poder te comer novamente, o teu rabinho está a sangrar e é melhor não forçar mais hoje. Então levou a minha cabeça até ao seu pau eu que já estava duro de novo, rijo e másculo, beijei a cabeça do pau, depois abri a boca e engoli quase tudo. A minha boca ficava esticada devida ao pau ser muito grosso, ele adorou e gemia de prazer eu chupei por bastante tempo, e senti que a mão dele procurava o meu rabinho e que ele ia me tentando consolar acariciando as bordas da minha fenda e colocando apenas um cedinho dentro de mim. Eu continuei a chupar o seu pau e a masturbá-lo, até que ele disse:
- Vou gozar Luísa!
- Goza meu macho quero tomar mais do teu leite bem gostoso! E ele encheu a minha boca de esperma deliciosa.
Após a chupada deliciosa, ele disse:
- Amor são horas de dormirmos.
- Como passou rápido o dia amor.
- Deu tempo para te comer e te fazer minha mulher.
Ao meio da noite com muitos beijos ele ainda me perguntou duas coisas:
- Vais querer outras vezes?
- Sim!
- Vai querer mais roupas e acessórios femininos?
- Sim!
- Vai querer tomar hormonas para crescer os seios?
- …… por favor, não brinques comigo, agora vou querer sempre, roupas e acessórios, e sexo contigo, mas hormonas? Bem, se for para te conquistar, faço o que quiseres.
- Bem amanhã quando o teu rabinho já estiver cicatrizado falamos melhor. E ainda perguntou:
- Posso ligar para amanhã a minha mulher vir ter connosco? Eu sorrindo disse:
- Sim, se é um desejo teu será um prazer.
Esta segunda parte do meu conto vai aparecer em breve, vai passando por cá para leres o que aconteceu nos dias seguintes.