39 - TRÊS AMIGAS
PARTE III
Quase que inevitavelmente fui viver na moradia delas e comecei a viver a vida dela a fundo.
Para quase tudo que ali se passava eu era consultado e ouvido, não sei como se chamam as pessoas que vivem num casal de três, mas eu me sentia casado com elas as duas, como se fossemos namorados. Não havia invejas ou ciúmes da parte de qualquer um dos três lados deste triângulo.
Aos poucos fiquei mais interessado nas roupas lindas e femininas que elas usavam e que eu tinha de vender todos os dias na loja.
Quase que como numa escola elas me ensinaram muito sobre roupa, tudo aquilo que eu não tinha aprendido no meu curso. Principalmente que tipo de roupa fica bem a cada pessoa a cada físico diferente.
Foi natural para mim eu aos poucos me começar a vestir como elas as duas. De início apenas comecei usar a roupa interior que elas me davam, e depois aos poucos fui aprendendo a me vestir por completo. Durante o dia para ir trabalhar voltava a ser o Bob, um homem bonito, talvez um pouco mais feminino do que a maioria dos outros homens. Mas mal entrava em casa e durante os dias de folga eu me vestia e agia como elas as duas.
Elas me ensinaram a utilizar todas aquelas roupas maravilhosas que faziam e que eu adorava e breve também as comecei a ajudar na sua concepção e fabrico. Estavam sempre a encorajar-me para eu usar as roupas novas que pensavam para mim e eu aos poucos comecei a usar roupas lindas e provocantes.
Elas as duas me obrigaram a fazer uma alimentação rigorosa, rica em estrogénios, para além de me levarem quase todos os dias ao ginásio onde arrasavam comigo forçando-me a fazer as séries de exercícios que elas também seguiam religiosamente.
Emagreci e senti que o meu corpo se modificava bastante.
Sempre que uma dela ia ao salão de beleza, ou seja quase todas as semanas, insistia comigo para que eu a acompanhasse e fizesse também algum tipo de penteado ou outra coisa. Aos poucos fui cedendo e timidamente deixava que alguém no salão de beleza me lavasse o cabelo ou que me fizesse um penteado, nada fácil por causa do meu cabelo curto. Mas de resto acedi em ter as unhas pintadas e em fazer a depilação de todo o corpo a laser. Ficar sem pelos por todo o corpo até que foi fácil mas a depilação facial foi difícil e dolorosa, nunca tinha sequer pensado na tortura que aqueles processos eram para que não queria ter pelos. Na face e nas zonas púbicas aquilo era bem doloroso e sempre que lá ia fazer um pouco mais eu sofria bem.
Ao longo de meses senti que a minha transformação era bem visível e foi sem surpresa que elas me começaram a incentivar eu ir trabalhar vestido de menina por elas.
Quando o meu cabelo ficou maior e deixei de ter necessidade de rapar a barba todos os dias comecei a sair algumas vestido como elas as duas e breve me comecei a sentir à vontade na minha nova pele.
Elas me começaram a tratar como se eu fosse uma menina igual a elas, adaptaram o meu nome e deixei de ser o Bob, empregado delas, para ser a Robbie amiga e companheira para todas as ocasiões.
Nas nossas saídas noturnas para ir dançar e tomar uns copos elas gostavam de ir aos locais da cultura LGBT e logo numa das primeiras noites que saí, completamente montada, elas me encorajaram a arranjar um namorado que fizesse par connosco. Num dos bares em que passámos elas foram me sugerindo um e outro e outro e eu fui sempre recusando as propostas delas, mas a certa altura eu o vi e soube que tinha de ser ele. Ele tinha um ar bem simples e jovem, alguém que eu teria dificuldade em acreditar que frequentava aquele tipo de bares, mas estava bem acompanhado por outros rapazes e parecia estar a divertir-se e conhecedor daqueles locais.
Aproveite um momento em que ele foi até ao balcão e me acerquei também para pedir uma bebida para mim. Claro que ele percebeu que eu estava interessada nele e logo se ofereceu para me pagar mais um copo de veneno açucarado. Em cinco minutos eu e ele esclarecemos as nossas intenções e percebemos que ambos estávamos interessados no mesmo tipo de sexo. Ele sabia que era um homem por baixo daquela aparência feminina. Ele disse que era o Carlos e que tinha apenas 23 anos e estava a acabar o seu curso de comunicação.
Sem demoras o levei para a nossa mesa e o apresentei às minhas amigas e ficámos na conversa por alguns momentos. Quando decidimos que tínhamos de ir até outro bar ele disse logo que nos ia acompanhar e que queria ir dançar connosco. Saímos para a rua e enquanto decidíamos para onde ir de seguida foi sem surpresa que o senti aproximar-se de mim e senti ele me passar o braço pelas costas. Aconcheguei o meu corpo ao dele e decidi aproveitar a ocasião. Fomos a pé para outro clube ali perto e pelo caminho ele me apertou contra o seu corpo fazendo-me sentir uma menina desejada.
No clube que entramos pouco mais havia que uma pista de dança e um balcão com bebidas e fomos todas direitas para a pista. Ele dançava bem, mas eu ainda não estava totalmente treinada e educada no meu papel de Robbie e estava a ter dificuldade em dançar com os sapatos de salto. Quando a música mudou e ele me agarrou e apertou para dançarmos agarrados ainda tive um pouco de receio mas ele me disse para apenas me deixar conduzir por ele e não me preocupar com os passos.
Ele me apertou e me foi levando pela pista numa música bem quente e sensual. O seu encosto em mim teve o condão de me informar que ele me desejava. O alto que eu sentia dentro das suas calças era bem fácil de sentir quando ele me apertava. Eu pelo contrário tinha tido o cuidado de dobrar o seu pénis para baixo e tinha vestido uma cinta elástica que o escondia por completo. E embora também estivesse a sentir que estava a ficar excitada eu sabia que a cinta que eu usava ia esconder tudo perfeitamente.
A conversa dele começou a ser mais picante e breve ele me estava a beijar e a acariciar as minhas costas e senti as suas mãos a descerem e a acariciarem as minhas nádegas. Ele me convidou para ir com ele para casa dizendo que me desejava muito e que estava a ficar super excitado comigo. Eu lhe disse que estava com as minhas companheiras e que devia ir falar com elas, mas quando eu as procurei com o olhar elas se tinham desvanecido. Fiquei aflita sem saber o que fazer e quando perguntei ao porteiro se as tinha visto ele me disse que elas tinham acabado de sair depois de terem pago todas as nossa bebidas.
Sem pensar mais voltei para junto do Carlos e lhe disse que estava pronta para ir com ele, mas que no fim ele tinha de me levar a casa porque eu tinha ficado sem boleia. Lhe expliquei que as minhas amigas já tinham pago tudo e que podíamos ir de imediato embora. Ele quase que correu comigo pela mão direito à praça de taxis e depois de dar a morada ao condutor se sentou a meu lado e recomeçou a beijar-me apaixonadamente. O beijo dele era quente e doce. A sua língua explorava a minha e os seus lábios sabiam chupar os meus de uma forma bem quente e provocante.
O apartamento dele, num prédio velho do centro da cidade, era o que se podia imaginar para um estudante. Pouca arrumação e muita coisa espalhada pela sala e quarto. Mas o quarto tinha uma cama bem grande e ele me levou de imediato direita à cama.
Despi a minha saia e blusa, ficando apenas com o sutiã, cinta apertada e meias e me deitei na cama vendo ele a despir-se e a procurar os preservativos na sua secretária. Ele era bastante bem constituído e tinha aspeto de fazer algum desporto regularmente, o seu pénis erecto espreitava agora pela abertura das boxers e me pareceu ser de tamanho razoável. Quando ele foi ter comigo à cama ficamos por largos momentos apenas nos beijando e aos poucos comecei a sentir as suas mão as percorrerem todo o meu corpo, acariciando-me e deixando-me louca de desejo. Mas eu sabia que me tinha de comportar como uma menina e como tal tomei a iniciativa de o empurrar para a cama e de ser eu a primeira a atacar aquele pénis delicioso que me espreitava de dentro dos seus boxers. Quase que lhe arranquei os boxers e pondo-me de joelhos à sua frente acariciei o seu sexo que estava super quente e depressa o levei à minha boca começando de imediato a chupar e sentir o seu sabor doce. Ele já estava a pingar um liquido pré-ejaculatório com um sabor e textura deliciosos e breve começou a gemer. Ele me empurrava a cabeça contra o seu pénis e eu sentia que ele não se ia aguentar muito mais tempo sem se vir.
Abri bem a garganta e deixei que ele me penetrasse o máximo possível na boca, senti a cabeça do seu pénis bem fundo na Minh garganta e logo ele estava a fazer movimentos de vai e vem fazendo a minha boca ser a sua fenda de perdição. Breve também senti o seu esperma a jorrar dentro de mim e ele a gemer de prazer sem conseguir controlar mais os seus movimentos.
Quando ele tirou o seu pénis da minha boca ainda estava duro e quase que pronto para continuar mas eu decidi que agora tinha de ser a minha vez de ter prazer e despi a minha cinta, soltando o meu pénis que de imediato começou a ficar erecto.
Ele tocou no meu sexo um pouco a medo, eu percebi que era a primeira vez que ele acariciava um pénis que não o dele e lentamente começou a masturbar-me, eu lhe disse que ele tinha de o meter na boca e ele sem receio, olhando-me foi me obedecendo e começou a chupar o meu pénis lentamente. Era mesmo a sua primeira vez e embora ele se esforça-se eu tive de lhe ir dando algumas instruções, que não se revelaram de grande utilidade porque eu não consegui gozar com a sua chupada. Insatisfeita com aquilo lhe disse que era melhor ele me masturbar com a mão como tinha começado e enquanto nos beijávamos ele me foi acariciando e masturbando até eu ficar bem louca e conseguir ter um orgasmo na sua mão.
Agora já satisfeita eu me podia de novo dedicar a ser a fêmea gulosa que queria ser para ele e me coloquei de quatro com o traseiro bem arqueado voltado para ele e lhe disse para ele me beijar a minha fenda do prazer. Ele não se fez rogado e breve senti que os seus beijos cheios de saliva estavam a ter o efeito que eu queria. Lhe disse para ele fazer a dilatação do meu ânus com um dedo e breve lhe disse para salivar mais para a fenda e tentar meter dois dedos de uma vez. Fui aos poucos lhe dizendo tudo o que ele tinha de fazer e quando senti que estava pronta para o receber lhe perguntei como é que ele queria me possuir e ele disse que queria me comer vendo a minha cara. Nem argumentei com ele e rápido me deitei na cama e puxei as minhas pernas para trás expondo-lhe o meu ânus que já estava bem preparado. Ele colocou o preservativo e deitando-se por cima de mim nem precisei de o conduzir porque senti que ele acertava à primeira.
Parecia que as nossa medidas tinham sido estudadas e encomendadas porque ele mal teve que se esforçar para entrar em mim e eu senti aquela delícia a penetrar-me bem fundo sem pressas mas enchendo toda de satisfação. Ele se deitou por cima de mim e beijando-me começamos os nossos movimentos que fizeram de mim a menina mais feliz daquela noite. O seu pénis dentro de mim provocava sensações e prazeres incríveis e embora eu já me tivesse vindo mais cedo senti que ficava de novo excitada e dura contra a barriga dele. Não sei quanto tempo ficamos ali naquele vai e vem louco dentro de mim e trocando beijos apaixonados. Minutos depois já estávamos a suar e ele começou a apertar o meu pénis que já estava quase a rebentar. Eu me concentrei tentando apertar o seu pénis maravilhoso dentro de mim a cada uma das suas investidas e breve os dois nos viemos e tivemos o orgasmo juntos trocando um beijo apaixonado.
Ficamos deitados, ele dentro de mim, eu escorrendo o meu esperma por mim, mas sem querermos nos separar. Ele me tinha feito eu me sentir uma verdadeira menina pela primeira vez. Beijei-o e adormeci ainda com ele deitado em cima de mim e a sentir o seu pénis que murchava a sair de dentro de mim.
De madrugada acordei um pouco dorida mas voltei adormecer sentindo o seu corpo quente e másculo encostado a mim.
De manhã quando ele me acordou com um beijo doce voltámos a fazer amor e ele me fez de novo ser a sua menina feliz.
Mais tarde ele me levou a casa e ……………….. noutra ocasião contarei mais deste namoro.
FIM