200 - Convertida na Convenção
Parte V
Tânia soltou o pénis da Catarina e disse:
- Sabem, temos feito muitas coisas orais, deixando toda uma outra forma de expressão sexual intocada. Eu não sou tradicionalista nem nada mas acho que esses dois belos pénis devem encontrar algo para fazer abaixo da cintura, não é??
Catarina riu e rolou para o lado, soltando André. André riu também, e disse:
- Claro que sim! Por que não preparas as coisas, já que gostas de estar no comando, Eu alinho em tudo!
O seu sorriso retirou qualquer maldade que pudesse existir nas suas palavras.
- Se insistes! Riu a Tânia. Bem, vejamos. Acho que a melhor coisa a fazer era ter a Catarina a comer-me enquanto tu lhe ensinas a ela a única coisa que eu não posso é foder as nádegas dela. Mas tens que ser gentil com ela, que é virgem.
Catarina estremeceu com a sugestão da Tânia, mas não podia negar que isso a intrigava.
Ela queria saber como era ser fodida, agora tinha uma nova necessidade, e ela não tinha mais medo. Ela estendeu a mão e deu uma palmadinha no pénis brilhante do André, tentando imaginar como seria ter aquele pénis dentro do seu anus virgem. Ela olhou para o rosto sorridente de André e disse:
- Sim … Mmmmm … por favor, fode-me suavemente, André.
André colocou Catarina de pé e abraçou-a, beijando o seu pescoço e depois os seus lábios. Ele olhou nos olhos dela e disse:
- Serei o mais gentil possível, mas tens que saber que vai haver alguma dor no início. Apenas tens que te lembrar que a dor vai passar. Sei isso por experiência própria, e o prazer que vai substituir a dor vai valer a pena."
Tânia saiu da cama, abraçou a Catarina por trás e sussurrou ao seu ouvido:
- O André está certo, amor. Vai haver dor, mas vai passar. Lembra-te também que tudo o que tu precisas de fazer é dizer “Para”, e André para. Nenhum de nós quer que tu vás mais longe do que podes, sentindo-te confortável. OK?
Catarina assentiu e virou-se para beijar a Tânia.
- Eu vou lembrar. Obrigado. Virou-se de volta para o André e disse:
- Como é que isto vai funcionar?
A Tânia já tinha as coisas meio planeadas. Enquanto André procurava o seu lubrificante numa gaveta, Tânia colocou duas das cadeiras no fundo da cama, em seguida, deitou-se na cama entre as cadeiras, com as suas nádegas bem na beirada e colocou os pés nas cadeiras, fazendo a Catarina afastá-las um pouco mais para que suas pernas ficassem confortáveis. Catarina moveu-se entre as pernas da Tânia e esfregou os seus dedos pelos lábios e dentro da vagina aberta da Tânia. Tânia estendeu a mão e acariciou os seios da Catarina, e Catarina gemeu quando o seu pénis se contraiu. Ela afastou-se e apontou o pénis, levando a cabeça para cima ao longo das dobras húmidas até que encontrou o que procurava e empurrou para a frente. Deslizando facilmente para dentro da Tânia, ela gemeu de prazer, sentindo o calor e a pressão quando o seu pénis foi envolvido pela vagina da Tânia.
Ela sentiu uma mão nas suas costas, e o André dizendo-lhe para se inclinar para a frente.
Aquelas mesmas mãos abriram ligeiramente as suas pernas e, em seguida, empurraram os quadris para a frente até seu pénis estar completamente dentro da Tânia. Ela sentiu um hálito quente nas suas nádegas, e um dedo moveu-se entre as suas nádegas, coberto com algo frio e gorduroso. Ela inspirou quando o dedo tocou na entrada do seu anus e suspirou novamente, mais alto, quando se pressionou contra o seu músculo firmemente até que entrou nela.
Tânia estendeu a mão e acariciou o torso de Catarina, tentando distraí-la um pouco. Catarina inclinou-se e beijou o seu amor, sussurrando enquanto o dedo se movia dentro dela, de maneiras estranhas. Ele retirou o dedo mas voltou um momento depois, novamente coberto de gordura fria. Empurrou o dedo dentro dela novamente, cada vez mais fundo, movendo-se em redor, empurrando contra os músculos tensos, tentando esticá-los apenas um pouco. Os movimentos, a pressão, o alongamento, eram tudo estranho para a Catarina, mas ela depressa se acostumou com tudo aquilo até se começar a sentir bem.
André sondou as sua nádegas por um bom tempo, demorando-se a dilatar o seu anus. Enquanto isso, Tânia e Catarina beijavam-se e acariciavam os seios, beliscavam os mamilos, lambiam os pescoços e tentavam manter a pressão do pénis da Catarina na vagina da Tânia.
Finalmente André retirou os dedos e não os voltou a meter. Em vez disso, depois de colocar bastante lubrificante no pénis, Catarina sentiu as mãos de André nas suas nádegas, afastando-as ligeiramente. Ela sentiu algo espesso e contundente deslizando entre eles, parando, tocando no seu anus. As mãos do André moveram-se para a segurar pelos quadris. Ele disse:
- Ok, amor, dá uma inspiração profunda, respira e tenta relaxar. Conforme eu empurrar para dentro, tenta empurrar para fora, isso relaxa os teus músculos um pouco mais. Se doer demais para aguentares, diz apenas “Para”, que eu paro. Estás pronta?
Catarina respirou fundo algumas vezes, nervosa, e suspirou firmando-se. Virando a cabeça, ela olhou para o André, vendo a sua preocupação com tudo, mas ainda de rosto sorridente acenando-lhe com a cabeça.
Catarina virou-se de novo para a Tânia e começou a beijar a sua amiga. Ela tentou pensar apenas naquele beijo, os lábios contra os dela, a língua a mover-se dentro da boca, ela tentou concentrar-se nos dedos acariciando os seus mamilos e no prazer que tudo isso gerava, nos pequenos gemidos que a Tânia soprava da sua boca enquanto os seus dedos apertavam os mamilos da Tânia. Ela sentiu a pressão contra o seu anus, e lutou contra a reação instintiva de aperto dele, empurrando para trás, como o André tinha sugerido. A pressão aumentou quando ela sentiu o pénis do André movem-se contra a pele lubrificada e a ponta daquele pénis começou a percorre o seu caminho através do músculo tenso, empurrando a sua carne para fora do caminho e abrindo-a.
A dor começou quando o seu esfíncter se expandiu mais do que o normal. Doeu, mas não tanto quanto ela temia. Ela suspirou e deixou cair a cabeça no ombro da Tânia, querendo sentir o André dentro dela. Enfrentou a dor, acreditando que passaria porque os seus amantes lhe disseram que assim seria. O pénis do André entrou mais para dentro, e a dor aumentou, e ela gritou no ombro da Tânia, agarrando com força o braço da Tânia que fez o possível para acalmar a Catarina acariciando as suas costas e quadris e fazendo ruídos tranquilizadores no seu ouvido.
André parou de empurrar neste ponto, deixando os músculos esticados repousarem esperando que as nádegas de Catarina se acostumassem com a sua espessura. Ele sentiu a nádegas dela apertando em torno dele ferozmente, quase forte o suficiente para ser doloroso, mas lentamente o aperto aliviou, e a respiração frenética da Catarina diminuiu.
Quando ela levantou a cabeça um pouco do ombro da Tânia e disse:
- Oh, Deus! De uma forma ofegante mas admirada, ele recomeçou a mover-se para frente novamente, a espessura da sua cabeça escorregou completamente para dentro dela. O Seu anus fechou-se em torno da sua haste, e ele gemeu com o calor que sentia.
Catarina não tinha muita certeza se a dor se estava a transformar em prazer, ou se ela apenas estava a começar a gostar da dor, mas de um momento para o outro ela estava a sentir sensações mais incríveis a inundar o seu corpo, todas originárias daquela intrusão nas suas nádegas. Ela levantou a cabeça e voltou a dizer:
- Oh, Deus! Sem poder acreditar em como tudo aquilo era bom, e quando o pénis começou a mover-se para dentro novamente, ela arqueou o pescoço, com uma careta de êxtase no rosto. Os seus pequenos suspiros e gemidos agora eram puramente de prazer, e não de tentar conter a dor.
André parou de se mover quando seus quadris tocaram a carne macia e suave das nádegas da Catarina e ela conseguia sentir cada centímetro daquele pénis dentro dela pressionado e espremido pelas suas entranhas. A sensação era incrível e indescritível! E continuou a ficar cada vez melhor enquanto os seus músculos afrouxavam e ela se acostumou com os movimentos, e se sentiu capaz de os apreciar em vez de ser dominada por eles.
André passou a mão pela espinha dela e ela estremeceu com o toque, muito diferente da forma como Tânia a tocava e acariciava.
- Pronta para foder agora, Catarina? Perguntou. Eu acho que Tânia ganhou algo especial por estar a ser o teu colchão enquanto o teu anus esteve acostumar-se a mim, tens que verificar se ela fica com tudo isso, ok?
Ele começou a puxar para trás e, ao fazê-lo, puxou os quadris de Catarina, movendo-a para trás e para longe de onde ela descansava entre as pernas da Tânia. Ela lembrou-se do seu próprio pénis que deslizava pelas paredes escorregadias e cerradas da Tânia e estremeceu com a retomada daquele tipo de prazer. Ela agarrou-se ao corpo da Tânia e sorriu para o rosto do seu amor. Beijou-a de novo e curvou o pescoço para chupar um mamilo da Tânia.
André controlou os movimento ao princípio, sabendo que isso era necessário para ter todos os corpos a moverem-se em conjunto, sem desfazer a sanduíche. Ele tratou de mover os seus quadris e de mover o seu pénis para dentro e fora do anus da Catarina, enquanto forçava a Catarina a mover o seu pénis para dentro e fora da vagina da Tânia.
Os quadris de Catarina entenderam a ideia e começaram a mover-se entre os dois corpos no seu próprio ritmo e André ficou livre para acariciar as costas e os lados de Catarina, inclinar-se e acariciar os seus seios com as suas mãos e lamber e mordiscar a parte de trás do pescoço dela.
Enquanto Catarina fodia e era fodida, ela se concentrava o máximo que podia em estimular a Tânia com a boca e as mãos. Ela acariciou o peito da Tânia, brincando com os seus seios e mamilos, ela lambeu o pescoço e a garganta da Tânia, mordiscando os lóbulos das orelhas, enfiando a língua na orelha da Tânia, beijando-a, mordiscando a sua mandíbula, bochechas, ombros. Tânia apenas teve que se deixar ficar por ali, segurando-se aos lençóis e a gemer, retribuindo alguns beijos e carícias, mas principalmente apenas recebendo o prazer.
O corpo da Tânia estremeceu e ficou tenso num orgasmo por baixo da Catarina, apertando o seu pénis e empurrando o peito contra a boca chupadora de mamilos de Catarina. Catarina aliviou por um momento as suas atenções digitais e orais, embora o ritmo do pénis dentro dela não permitisse que ela fizesse muito no sentido de desacelerar os seus próprios movimentos e também o movimento do seu pénis dentro da Tânia.
Quando a Tânia relaxou novamente, Catarina renovou os seus esforços para dar prazer à parte superior do corpo da Tânia, esperando levar o seu amor a mais um dos tais orgasmos antes que o seu próprio pico fosse alcançado, e ela estava a subindo rapidamente em direção a esse pico de prazer.
Catarina teve sucesso na sua intenção, e quase como “um casal de três” transformaram-se num só corpo tenso, em que os gritos de orgasmo de uma levavam os outros para mais perto da meta que estava quase à vista de todos.
Ela quase podia sentir o prazer da Tânia a penetrar no seu corpo, aumentando os prazeres que ela já sentia, sacudindo a sua determinação de fazer o possível para ignorar o que estava a acontecer na metade inferior do seu corpo para que ela não explodisse num milhão de fragmentos de prazer.
Ela aguentou principalmente porque queria que o André viesse em seguida, ele merecia isso por tratar as sua nádegas com tanta ternura, e por fazê-la sentir-se tão incrivelmente bem, para além de todas as suas expectativas ou fantasias.
André que estava a perceber que as nádegas da Catarina eram tão maravilhosas quanto o seu pénis, era apertado, claro, mas logo que os músculos se tinham acostumado à sua intrusão, deixara de ser tão custoso para ser apenas um aperto agradável.
Ele adorava a maneira como os músculos das costas da Catarina se moviam debaixo da sua pele cremosa quando ela mexia os quadris, a maneira como as bochechas das suas nádegas se abriam quando ele puxava para fora dela e …voltava a empurrar o seu pénis para dentro dela.
Se não fosse pelo facto de ele querer que a Tânia tirasse proveito de tudo aquilo, tanto quanto ele, ele teria adorado virar a sua nova amante e fodê-la frente a frente, para ver o seu rosto, beijar a sua boca e chupar os seus mamilos, acariciar o seu pénis até ela disparar o sémen por todo o peito.
- Bem! Pensou ele. Há sempre uma próxima vez.
Quase como se o pensamento de algo além dos limites deste ato de prazer sinalizasse o seu fim, André sentiu as suas a bolas apertarem daquela forma que significava ele ter passado do seu ponto sem retorno. Ele empurrou rapidamente tudo o que podia para dentro da Catarina, e inclinando-se sobre as suas costas, gemeu quando o primeiro jato de sémen saiu dele e recomeçou a beijar os pescoço dela enquanto outras o seu orgasmos enviava mais e mais jato de sémen para dentro da Catarina.
As suas mãos caíram além da Catarina e foram acariciar os seios da Tânia enquanto ele se esvaziava.
Catarina sentiu o primeiro espasmo do pénis de André atrás dela sem perceber o que era. E foi só quando ele caiu sobre suas costas, gemendo, que ela percebeu que o que ela estava a sentir lá atrás era o orgasmo dele. O espasmo daquele pénis e a onda de líquido dentro dela, foram o suficiente para puxar o gatilho.
Ela ainda não tinha provado o sémen de André.
- Há sempre uma próxima vez! Pensou ela.
O facto de que ela tinha conseguido fazer aquele homem colocar dentro dela sua semente excitava-a de uma forma que ia além do sexual. O seu corpo inteiro estremeceu, e seu pénis, enterrado profundamente dentro da Tânia, explodiu. Ondas de prazer varreram todo o seu corpo, da cabeça até às bolas e depois saiu através de seu pénis que estava excitado como nunca antes, nem mesmo da primeira vez que ela tinha fodido a Tânia. Relâmpagos de luz saíram por detrás dos seus olhos, e ela sentiu a sua consciência a sair do seu corpo enquanto ela estava no pleno do êxtase.
Mais rápido do que ela podia pedir a si mesma através do seu pénis, encurralada com segurança, serena entre dois corpos amorosos, sentindo levemente o último tremor do orgasmo do corpo acima dela e o início do orgasmo do corpo abaixo dela, ela deixou a consciência para trás para ir dar uma volta no foguete do prazer.
Quando ela voltou para o quarto descobriu que a sanduíche tinha sido desmontado e ela estava deitada na cama com alguém, ela olhou, o André, estava a passar um pano húmido na sua virilha enquanto a Tânia estava deitada ao lado dela, acariciando o seu cabelo novamente, e olhando para o rosto dela.
André também estava a passar outro pano por entre as pernas da Tânia, e alternava beijos nas coxas de ambas as mulheres enquanto fazia as limpezas. Catarina sentiu-se revigorada com a sua experiência, e apoiando-se no seu braço, apenas estremeceu ligeiramente com a dor nas suas nádegas, beijou a Tânia profundamente. Então, sentando-se totalmente, ela agarrou-se ao André, levantou-se de sua posição e deu-lhe um beijo sonoro também. As suas mãos moveram-se pelos seus ombros e costas, até à sua virilha, que parecia já ter sido limpa.
Ela recostou-se e puxou os seus dois amantes para perto, segurando-os com força. Ela disse:
- Quero agradecer a vocês os dois por todo o prazer que me deram. Só espero poder fazer isto de novo, em breve e muitas vezes. Ela olhou para o André enquanto dizia aquilo porque ela já tinha quase a certeza de que faria parte da vida da Tânia num futuro previsível, mas ela não tinha a ideia do que o André poderia querer.
André beijou o ombro da Catarina e disse:
- Não tenho objeções em me divertir, como amigo teu. Acho que és excitante, intrigante, gosto da tua companhia e de ti. Deste-me muito prazer. Se a Tânia não fizer objeções, eu ficaria feliz em brincar contigo um pouco mais, e talvez ir além de apenas brincar. Eu não posso prometer nenhum compromisso ou qualquer coisa, pelo menos depois de apenas uma noite. Mas eu realmente gostaria de te ver novamente, Catarina.
Tânia beijou o outro ombro de Catarina e disse:
- O André é um bom amigo e um excelente amante, Catarina, como tu já sabes. Além disso, faço o possível para não negar prazer a qualquer um dos meus amigos, não importa o quanto eu esteja envolvido com eles.
- Tudo o que eu peço é que me convidem para brincar com vocês os dois de vez em quando.
Catarina abraçou os dois e os três se beijaram. Catarina não sabia se o André seria mais do que um amante para ela, mas ela estava feliz por o seu amor não o ver como uma ameaça, porque ela tinha a certeza de que estava pelo menos apaixonada por aquele pénis.
Tânia olhou para o relógio e percebeu que ainda era cedo.
- Vocês acham que nós ainda podemos ir a algumas festas, ou brincar um pouco na piscina, ou até mesmo descansar na sala de leitura. E, depois de nos recarregarmos um pouco, talvez possamos ver se conseguimos provocar mais algum desgaste nas molas da cama do meu quarto.
Vestiram-se e foram vaguear pelas festas mais oficiais da noite da convenção, para depois visitarem algumas das festas mais íntimas. Quando voltaram para o quarto da Tânia passaram as horas até o amanhecer a descobrir muitas maneiras como três corpos se podiam encaixar.
André conseguiu o seu desejo de foder a Catarina frente a frente, e ambos gostaram muito. Catarina conseguiu chupar André fora, e ela adorou o gosto e a sensação de seu sémen. Catarina fodeu André enquanto ele comia a Tânia e fodeu a nádegas da Tânia enquanto ela chupava o André. Ela viu o André a foder a Tânia e maravilhou-se com o jogo dos dois corpos, e com os belos movimentos e sons.
Maravilhou-se com a falta de ciúmes que sentiu ao ver o seu recém-encontrado amor a ser levada por outro. O trio não fez tudo o que era possível, mas eles certamente esgotaram-se a tentar, e não acordaram até bem tarde.
O resto da Convenção foi um turbilhão contínuo de coisas maravilhosas para a Catarina. André pediu e foi convidado para acompanhar as duas mulheres. Catarina foi apresentada a um monte de outras pessoas que eram amigas de André. Ela acabou por receber a pintura da sua Tigresa, além de ficar com a promessa de que ele ia fazer mais algumas pinturas, uma só dela e uma da Tânia e de elas juntas.
Os seus horizontes sexuais abriram-se ainda mais quando participou em mini-orgias de 6 a 10 pessoas. Ela conheceu João, o tritão do André, modelo de uma das suas pinturas, e achou a visão de dois homens a foder tão incrível e excitante e belo como a visão do André e Tânia tinha sido.
Ela viu, e participou, em todos os tipos de coisas que ela só tinha lido antes, e ficou claro que esse tipo de liberdade sexual não era reservada para as convenções de ciência ou para os hotéis.
Ela reorganizou os seus planos de viagem para voltar para casa na companhia da Tânia e do André. A viagem foi um pouco prolongada por causa das frequentes paradas de “descanso”, mas Catarina não se importou.
Mas a sua relutância não era do pós-evento usual ao retornar à sua vida chata e solitária, ela apenas estava a divertir-se. Ela sabia que o que a esperava era tão diferente quanto a Catarina era diferente do Carlos.
Ela agora tinha amigos, amantes, um amor e uma nova vida. Pela primeira vez vez em muito tempo, ela estava realmente feliz por ter assistido a uma Convenção.
Ela tocou no seu brinco e abençoou o proprietário da “Loja da Magia da Iluminação” por ter mudado toda a sua vida e por lhe permitir inaugurar a sua Nova Era.
FIM
Inspirado num conto de Julho de 1992 da autoria de John White.