135 - Dona Maria
É apenas mais um dia quente aqui na cidade.
Cheguei a casa como de costume por volta das 15h30m.
Estou sempre nesse horário porque ainda sou estagiário numa empresa, e estou sempre no pior horário.
Quando abro a porta sinto o cheiro a casa limpa.
Bate certo é o dia da semana em que a nossa ajudante vem tratar da casa, vem sempre uma vez por semana.
Vou ao meu quarto, guardo a mochila, tiro os meus sapatos, pego no toalhão de banho e subo as escadas.
No segundo andar está a dona Maria, uma senhora de sessenta e poucos anos, a passar a roupa no quarto de reserva.
Pouso o toalhão na casa de banho do chuveiro e vou conversar com ela.
Eu considero que nós somos amigos, ela não é nada atraente, mas não sei o que ela tem, mas sempre tive uma “coisa ” nela, sempre tivemos umas conversas meio estranhas.
Ela por vezes me pergunta se eu estou BBG, bom, bonito e gostoso.
Uma vez que ela me pediu, adiantei-lhe algum dinheiro, para pagar o seu trabalho do mês seguinte.
No dia em que ela me veio pagar perguntou-me se não tinha que pagar juros, e eu disse-lhe que ela ia pagar com o corpinho, ela sorriu e saiu.
Parece que sempre tivemos uma ligação se é que me entendem.
Enfim, entrei no quarto, cheguei perto, dei-lhe um beijo no rosto e aproveitei para me chegar bem perto.
Recuei e sentei-me num cadeira de escritório, giratória, preta de encosto alto.
Como de costume ela perguntou-me se eu estava BBG.
Respondi:
- Estou bem.
- Bonito a Maria pode avaliar
- E gostoso… a Maria vai ter que experimentar. Quer?
Ela riu.
Abri o botão das calças jeans, ela foi ficando meio nervosa mas também excitada.
Como ela estava de frente pra uma janela aberta, disse:
- Feche a cortina!
Ela parou por um momento mas continuou a passar a roupa a ferro.
Eu sentia as mãos geladas e a suar, não sabia se devia parar ou se podia continuar.
Lembrei-me de um dia no trabalho estar a brincar com uma colega da limpeza e de termos entrado meio escondidos numa sala.
Na brincadeira ela tinha pedido para ver o meu pau e eu mostrei tudo que tinha.
Ela tinha ficado sem saber o que fazer e eu peguei na sua mão e levei até ao meu pau.
Ela deu umas carícias nele …
Pensei que ali podia também ter direito a um carinho no pau.
Ela é velha, carente, e parece ser bem experiente.
Insisti …
- Pode fechar a cortina …
Idealizava uma mamada feita pela dona Maria e em como podia ser maravilhosa.
Comecei a abrir o fecho das calças lentamente, o fecho saltava ponto a ponto fazendo tic, tic, tia …
Ela olha para mim, sorri e dizendo que eu sou louco vai fechar as cortinas.
Abro o fecho todo e tiro para fora o meu pau que fica à mostra.
Nada fora do normal, uns 15cm, não muito grosso, geralmente depilado e com uma cabeça bem expressiva.
Ela chega perto, senta-se no chão, meio de lado sobre a coxa esquerda e apoia-se com a mão esquerda no chão à minha frente e com a mão direita começa a acariciar-me.
Pergunto:
- Estou BBG?
Ela sorri e diz:
- Vamos ver.
Vai-se aproximando para mais perto e diz:
- Ele está meio usado! Vai lavar.
Levanto-me meio tonto e vou à casa de ao banho mesmo ali ao lado.
Naquele momento o meu pau estava a latejando, bem duro.
Na pia do lavatório banheiro lavo-o com água e volto a guardas nas calças.
Volto ao quarto e ela está à minha espera, sentada no mesmo sítio.
Sento-me novamente na cadeira, ela pede:
- Tira-o para fora!
Abro o botão e deixo-o ao ar livre, ela agarra-o bem na base e aperta-o firme.
Nunca nenhuma mulher tinha pegado nele com tanta vontade, segura-o envolvendo a sua mão por completo.
Começa a movimentar a mão numa carícia ao mesmo tempo forte e suave.
A mão é tão firme que sinto o sangue a concentrar-se na glande e quase rasgar o freio do prepúcio quando empurra para baixo.
Então ela olha-me e pede:
- Tira tudo, tira as calças!
Levanto-me e ela puxa as minhas calças para baixo.
Tiro as calças e fico só de t-shirt com o pau todo exposto na frente dela.
Ela sem dizer mais nada enfia a cabeça dele na sua boca, e chupa forte, chupa muito forte, e continua acariciando, punhetando e chupando, que delícia de mamada.
Tira da boca, ergue-o em direção ao meu umbigo e chupa e lambe os meus sacos ainda punhetando, volta a mamar o pau inteiro.
Que mamada intensa, mas em mais ou menos uns 3 min tenho de dizer:
- Pára!
- É melhor parares.
Ela é uma mulher experiente e sabe que estou quase a gozar, já soltei muitas gotas de liquido na boca dela durante aqueles minutos de mamadas e punhetadas fortes.
Mas então ela olha nos meus olhos sem tirar o caralho da boca e resmunga:
- Hum hum, naãão!
Vi que só ia parar depois do meu orgasmo.
Ela deu mais duas ou três chupadas ao meu pau, e eu passando a minha mão por trás da cabeça dela e falei:
- Para! Vou gozar!
Segurei na cabeça dela, para ela não fazer mais movimentos, pois a minha alma parecia estar a sair do corpo.
Desde os calcanhares até à nuca, senti cada milímetro do meu corpo a concentrar-se apenas nos meus sacos e no meu pau dentro da boca dela… enquanto eu dizia
- Pára de mamar, deixa a esperma sair!
Então toda a tensão e tesão fizeram-se num e vários jatos de esperma fluíram dos meus sacos, pelo meu pau até à garganta dela.
Foram uns três jatos intensos seguidos de vários espasmos musculares pós orgasmicos.
Soltei a cabeça dela ela afastou a boca cheia de esperma e saiu rápido para o banheiro para cuspir e lavar a boca.
Vesti rapidamente as calças sentindo-me estranho.
Ela voltou, limpou umas gotas de saliva e esperma que caíram no chão e eu vou para o banho.
Quando eu estava no banho ela entra e vai sentar-se na sanita, quando desligo a água ouço a urina dela a correr, abro a cortina e olho para ela a tempo de ver que ela tem uma pilinha e que a arruma cuidadosamente.
Não sei o que pensar ou dizer, fico estático enquanto ela se sorri para mim, se arranja e sai da casa de banho.
Não saí da casa de banho por mais de meia hora sem saber o que fazer.
Quando saí da casa de banho evitei passar por ela e não lhe falei mais até à hora de se ir embora.
Estamos estranhos…
Passado mais uma hora, ela grita, agora no andar inferior.
- Estou a sair, vem trancar a porta.
Desço e despedimo-nos, não mencionamos nada sobre o ocorrido.
Na semana seguinte encontramos-nos de manhã e ambos meio sem graça.
Cumprimento-a com um beijo na cara e digo-lhe:
- A Maria chupa muito bem!
Ela fica sem reação, viro as costas e vou para o meu trabalho.
Quando abro a porta sinto o cheiro a casa limpa.
Deixo a mochila no quarto, tiro os meus sapatos, pego no meu toalhão e subo para tomar banho.
A Dona Maria está novamente no andar de cima, digo bom dia e vou para a casa de banho.
Entro na casa de banho, tiro a roupa toda.
Com o pau duro e de portas abertas tento conversar com ela.
Fico na ombreira da porta e sigo com a conversa até a chamar:
- Maria vem aqui à casa de banho!
Ela aparece na porta ao lado e finge não ver o meu pau duro.
Brinco com ela dizendo-lhe que ela me faz ficar daquele jeito a semana toda e só amoleço com a mamada dela.
Ela sorri e sai, volta e fala:
- Então anda cá!
Ela voltou a mamar, punhetar, lamber, babar e pedir a esperma ….
Mais tarde pedi-lhe para ela me contar a sua história e para me mostrar o que ela tinha entre as pernas ….
FIM