04 - Uma Pequena Grande Aventura
Trabalho na área da publicidade e por vezes tenho de fazer algumas deslocações para falar com clientes ou para encontrar firmas que me façam os produtos e brindes, por isso faço várias viagens a localidades nos arredores de Lisboa.
Numa dessas viagens um dos clientes, o Rui, acabou por me convidar para ir jantar a casa dele e como era sexta feira e eu não tinha de ir trabalhar no dia seguinte acabei por aceder ao convite, dizendo-lhe que teria muito prazer em visitar a sua casa e em jantar com ele.
Ao fim da tarde de trabalho fui ao super mercado e decidi escolher uma garrafa de vinho bom, mas acabei por comprar duas garrafas para levar como oferta.
Quando cheguei à morada que ele me deu deparei com uma imponente moradia e estacionei o carro frente à porta e de sorriso na cara toquei à campainha com as duas garrafas na mão.
Ele me abriu a porta e me cumprimentou efusivamente com um aperto de mão vigoroso e forte como eu bem aprecio, e não pude deixar de olhar para ele, apreciando-o como homem, afastei os meus pensamentos e lhe estendi as garrafas que ele agradeceu e disse que eram excelentes para o jantar que estava a preparar.
Me levou para dentro e me mostrou a sua cozinha onde estava a preparar o jantar. A cozinha dava para uma piscina interior que tornava a casa super agradável.
Ele me disse que se eu quisesse podia tomar um banho antes de ele servir o jantar. Eu lhe disse que não vinha preparado com fato de banho mas ele apenas me indicou o caminho do balneário e disse que eu podia lá encontrar um par de calções e toalhas e que eu devia aproveitar porque ele também ia dar um mergulho.
No balneário havia um sem número de fatos de banho de homem e também de mulher e enquanto me despia e dobrava a roupa comecei a ver todos os fatos de banho eu, de forma um pouco irrefletida, peguei num fato de banho de senhora e o vesti e frente ao espelho comecei a ver-me e a apreciar.
Estava eu nisto quando ele entrou de rompante e me viu e ficou com um sorriso nos lábios e disse de forma que eu ouvi - Linda.
Eu de imediato comecei a tirar o fato mas acho que foi pior porque ele viu que eu era todo depilado e que tinha a minha tatuagem de menina na bochecha da minha nádega.
Ele rápido disse que não havia problema e que eu podia vestir de novo o fato de banho de senhora que ele não se importava e que ele era muito liberal e que nunca iria contar o que tinha acabado de ver.
Eu meio corado lhe disse que gostava de vestir roupa de senhora e que não tinha resistido quando tinha visto os fatos de banho de senhora que ele ali tinha. Acabei por vestir de novo o fato e fiquei a ver ele também vestir um par de calções de banho e juntos fomos nadar um pouco na água agradável da piscina interior.
Dei umas boas braçadas até ficar cansado e quando saí da água lá estava ele a estender-me um toalhão para eu me enxugar e me disse que estava na hora de servir o jantar, me perguntou se eu queria um roupão, e me deu a escolher entre os que ali tinha á beira da piscina, claro que eu, parva, escolhi o mais feminino que ele tinha e aproveitei para enfiar uma chinelas bem femininas que lá estavam e vi que ele se sorria e continuava a dizer - Linda.
Fomos para a mesa que ele tinha posto na cozinha e enquanto ele abria o vinho e levava o jantar para a mesa me foi perguntando sobre os meus gostos por roupas femininas.
Eu lá lhe expliquei que adorava me vestir de mulher e que por vezes andava na rua assim vestida e que o meu nome de menina era Elia.
Ele perguntou se me podia tratar por Elia e eu acabei por aceder ao seu pedido.
O resto do jantar foi agradável e a conversa foi de uma ponta à outra de todos os assuntos normais, mas ele estava bem interessado em mim e acabou por me perguntar mais sobre a Elia. Eu lhe dei umas luzes sobre os meus gostos femininos e sobre as coisas que eu estava de fazer como mulher e ele tudo ouviu com atenção e curiosidade.
De repente levantei-me dizendo que já era hora de eu me ir embora e que tinha de ir mudar de roupa mas ele insistiu em tomar mais um copo e abriu a segunda garrafa de vinho que eu tinha levado enquanto ia buscar mais comida para a mesa.
Comemos e bebemos mais e aos poucos fui ficando um pouco tocada e o meu comportamento e forma de falar foram ficando mais feminino e fui ficando mais à vontade e contando-lhe mais algumas histórias da Elia que ele ia elogiando.
Ele se levantou e disse para irmos para a sala para tomarmos um café e na sala serviu um café e encheu um cálice grande de conhaque para ele e me perguntou se eu o acompanhava, tendo eu pedido para ele me servir também.
Ele se sentou a meu lado e ficamos os dois a apreciar o cálice beberricando lentamente o seu conteúdo.
Não pude deixar de ir olhando para ele de rir apreciando como homem, não era muito bonito mas era bem feito e bom conversador e agradável, e quando senti que ele se encostou um pouco mais no sofá chegando-se para mais perto de mim eu também me inclinei para ele e deitei a minha cabeça no seu ombro.
Ainda estávamos os dois de fato de banho e com os robes vestidos que entretanto estavam a ficar meio entreabertos mostrando partes dos nossos corpos.
Quando senti que o seu braço me envolvia deixei que ele me puxasse na sua direção e senti o calor agradável da sua pele contra mim. Deixei-me envolver naquele abraço delicioso e quando senti o calor dos seus lábios no meu cabelo virei-me para ele e pedi-lhe para que ele me beija-se.
Senti os nossos lábios tocarem-se levemente e senti o calor que subia dos nossos corpos meio nus que se tocavam. Ele me apertou mais e me beijou e breve as nossas línguas se procuravam e ficamos como dois namorados trocando longos beijos, não nego que fiquei nervosa, mas isso parecia que o atraia ainda mais.
Sentia o seu sexo rígido roçando em mim e eu já estava toda molhada. Desejava intensamente que ele me fizesse ser sua menina. E foi com certa ansiedade que fui me apertando mais contra ele e as minhas mão os procuraram e comecei a tocar no seu sexo duro e desejoso. Senti que também as suas mãos me percorriam o corpo e que os seus lábios me começavam a percorrer os seios.
Ele se levantou e me levou pela mão para o seu quarto onde me mandou deitar e despindo-se pude apreciar que estava verdadeiramente excitado, eu também me despi e tentando esconder o meu pénis que dava sinais de querer acordar fiquei de sentada na cama esperando por ele.
Quando ele se chegou a mim eu acariciei o seu pénis duro e o puxei para mim beijando a sua cabeça grande e dura, breve o envolvi nos meus lábios comecei a chupar saboreando todos os sabores daquele lindo pénis.
Senti que ele estava quase a explodir e olhando-o nos olhos lhe disse para ele se vir na minha boca que eu gostava e senti que o seu esperma me enchia a boca com golfadas doces e salgadas que eu saboreei deliciada.
Breve o limpei com a minha boca e deitei-me sentindo que ele se deitava a meu lado e senti as suas mão a me percorrerem o corpo, acariciando-me e deixando-me louca de desejo. Senti que ele me beijava os seios e que os seus lábios me percorriam o corpo até que subitamente senti a sua boca a segurar o meu pequeno pénis que estava duro e fez gemer de prazer, enquanto isso senti que os seus dedos procuravam o meu anus e senti um dos seu dedos dentro de mim, não pude evitar que o meu pequeno pénis explodisse sujando a cara do Rui.
Limpei-o com os meus beijos e ele riu-se muito elogiando-me e dizendo que eu era uma verdadeira mulher para ele. Pedi-lhe então que me fizesse sua mulher e que me penetrasse com carinho sem me fazer doer e ele beijando-me sempre começou novamente a procurar o meu anus com o seu dedo e foi me dilatando o anus aos poucos pondo um pouco de saliva e tentando colocar mais um dedo e outro. Eu sentia os seus avanços e estava a adorar o seu trabalho e quando senti que estava pronta lhe pedi para me penetrar com o seu pau grande que estava novamente duro.
Ele colocou as minhas pernas nos seus ombros e com muito cuidado procuro entrar em mim, senti o seu membro imenso ir forçando a entrada e sentia eu ele não me queria fazer doer, relaxei-me o mais que consegui e também eu empurrei na sua direção sentido que todo ele entrava em mim enchendo-me de um prazer imenso.
Quando ele começou o seu vai vem não consegui evitar gemer de prazer e senti que eu me vinha de vez sujando-me toda. Ele rindo-se voltou a beijar-me e continuou o seu vai vem que continuava a dar-me um prazer imenso.
Ele me fez ser mulher e sentir coisas maravilhosas dentro de mim durante toda a noite.
Naquela noite fui sua mulher e fui feliz.
Claro que no dia seguinte fui ao hotel buscar as minhas malas e mudei-me para casa dele onde fiquei mais umas noites, mas como já tinha as minhas coisas me vesti de Elia e fui sua companheira para tudo nesses dias.
Ele me levou a sair e passear com ele fazendo-me sentir sem medo que eu era uma mulher linda e safada.
Agora na empresa sempre que é necessário tratar dos assuntos do Rui eu sou logo a primeira pessoa a me oferecer como voluntária.
FIM