244 - A minha cunhada
Lembro-me de que quando eu era adolescente, tinha dois grandes objectivos na vida: eu adorava usar roupa íntima feminina e estava sempre excitado e disposto para o sexo. E por isso foi nessa altura que os meus problemas começaram.
Como eu ainda era jovem tinha um pénis que parecia não adormecer, parecia que estava pronto para a acção na maior parte do dia e provavelmente enquanto eu dormia também! Eu conseguia masturbar-me sempre que tinha um tempo e podia. Eu imaginava os meus colegas que via nas aulas de educação física, a lavar os seus corpos torneados nos chuveiros do ginásio, ou então imaginava uma visita à gaveta de roupas íntimas da minha cunhada.
O meu irmão era alguns anos mais velho que eu e casou-se com uma rapariga alta e elegante, com ancas estreitas, pernas longas e seios bem formados. Eu tinha mais ou menos o mesmo tamanho que ela, um pouco mais alto e um pouco mais magro.
Ela tinha calcinhas cheias de renda, sutiãs, combinações e collants que me faziam sentir muito bem enquanto imaginava acariciar o meu pénis latejante com eles.
Eu sei que ela tinha uma amizade especial por mim e sempre que era possível ela praticava um pouco de luta livre comigo no chão da sala enquanto o meu irmão mais velho ficava a ver TV. Ela encostava o seu púbis à minha virilha enquanto nos movíamos e por vezes enfiava um seio no meu rosto, moendo-o na minha boca. Era excitante para mim, mas não pelas razões que ela pensava. Eu adorava sentir o toque das suas calcinhas e sutiã e por vezes dos seus pelos enquanto ela se esfregava em mim. Eu ficava com uma erecção que a deixava maluca. Nunca tentei fazer sexo com ela e acredito que ela e meu irmão não iriam arranjar complicações. Eu sei que quando eles iam para o quarto depois de uma das nossas lutas, o meu irmão tinha sempre direito a um tratamento especial.
Eu costumava ir a casa deles, um apartamento, quase todos os dias da semana. Ambos trabalhavam e eu fazia de conta que a casa era toda minha. Normalmente, a primeira coisa que eu fazia era trancar a porta por dentro, para que eles não pudessem abrir a porta sem que eu destrancasse a fechadura de dentro. Assim eu sabia que não ia ser surpreendido. Depois eu despia-me e ia para o quarto desocupado. A cama, super grande, tinha pernas altas e cabeceira. Eu precisava do encosto da cabeceira porque descobri uma maneira de fazer sexo oral comigo mesmo usando aquela cama. Eu segurava a minha cabeça com várias almofadas e depois levantava as pernas sobre a cabeça e enganchava os dedos dos pés na base da cabeceira. Dessa forma eu conseguia levar o meu pénis até à boca. Eu tinha que ser muito maleável e ágil para fazer aquilo funcionar. Quando eu estava muito tenso, rígido ou ainda não tivesse aliviado a tripa, ou tivesse comido muito, não conseguia dobrar-me numa roda suficientemente apertada para colocar o meu pénis na boca.
Havia dias em que eu simplesmente me masturbava com uma mão enquanto acariciava o meu anus com a outra mão e depois tentava atirar o meu esperma para a boca e para a cara e embora fosse bom, não era o que eu precisava. Eu adorava a sensação daquele pénis duro e latejante em contacto com os meus lábios. Alguns dias, em que eu conseguia fazer tudo bem, conseguia levar o meu pénis até ao fundo da garganta. Uma vez, atirei um jato com tanta força que ele desceu pela minha garganta sem sequer parar na minha boca. Mas isso era uma espécie de incómodo, porque eu adorava o sabor e a textura do meu esperma quando ele enchia a minha boca. Demorou algum tempo para eu dominar a técnica, de modo a poder aproveitar ao máximo a minha autofelação.
Depois de me chupar com sucesso, inspecionava cuidadosamente a roupa da cama para ter certeza de não ter saltado nenhum esperma para as almofadas, roupa de cama ou cabeceira da cama. Se tivesse, lambia o excesso e depois limpava com uma toalha molhada.
O meu passo seguinte era abrir a gaveta da roupa interior da minha cunhada, e assim que cheirava o conteúdo e sentia o tecido, o meu pénis voltava a ficar dura como um pau, apesar de eu ter acabado de esvaziar. Eu esfregava as peças pelo meu corpo. Eu masturbava-me pelas pernas da calcinhas dela. Inevitavelmente, eu gozava numa das coisas dela e tinha que lamber o estrago. No fim eu enfiava a peça na roupa suja, cobrindo-a com outras roupas para não ser descoberta.
Depois de ter tido duas ou três ejaculações, eu ia tentar descansar para o sofá e aproveitava para folhear algumas revistas pornográficas que o meu irmão tinha. Havia sempre fotos de pénis grandes e duros deslizando para dentro e para fora das vaginas inchadas ou a bater com as bolas contra a cara de uma mulher enquanto elas se engasgavam com uma enorme quantidade de esperma. Não demorava muito para que o meu pénis ficasse duro de novo e, se eu estivesse deitado de bruços, a cabeça ficava de novo a roçar o umbigo enquanto o único olho olhava para mim. A grande cabeça roxa parecia estar a estourar e o pré-gozo começava a aparecer na ponta.
Comecei a ficar um pouco mais ousado e com o passar do tempo porque nunca fui apanhado ou questionado sobre as minhas atividades. E finalmente comecei a usar calcinhas, sutiãs e vestidos de verão. Uma das minhas coisas favoritas eram as meias de nylon. Ela só tinha alguns pares de meias de verdade, o resto eram collants. Gostava das meias porque podia colocar o cinto de ligas e ficava com o meu pénis livre para brincar. Mas a oferta era muito limitada e por vezes tinha que usar as meias de nylon quando encontrava um par já usado no cesto da roupa suja.
Comecei a pintar-me e a usar laca para o cabelo para fazer penteados com estilos mais femininos. Eu pintava-me por completo, enquanto vestia um sutiã, calcinhas, meias, cinto de ligas e um vestido leve de verão e depois via-me no espelho da sala. Provavelmente parecia ridículo, mas na altura apenas sentia que estava a ficar com calor e que ia ejacular em jatos enormes quando me viesse.
Eu subia o vestido, abaixava as calcinhas e acariciava o meu pénis latejante até mandar os meus jatos de esperma contra o espelho. Depois eu ficava de joelhos e lambia o espelho para o limpar. Às vezes, eu beijava-me beijando o espelho. Depois desses tempos mais aventureiros, eu tinha de ter muito cuidado para colocar tudo de novo nos locais certos e limpar muito bem. Uma vez, a minha cunhada chamou-me de lado e perguntou-me se eu tinha beijado o espelho. Devo ter ficado em vários tons de vermelho sem saber o que dizer. Mas ela disse que sabia que era eu, que entendia que eu era tímido e que provavelmente praticava com o espelho para ter certeza de que sabia beijar uma garota. Eu apenas acenei concordando e fiquei envergonhado mas nada mais foi dito por ela. Escusado será dizer que eu passei a verificar tudo duplamente depois disso.
Quando acabou aquele verão e eu tive que voltar à escola, as minhas oportunidades de satisfazer os meus fetiches ficaram severamente limitadas. Eu só conseguia desfrutar de um apartamento vazio quando o meu irmão e a minha cunhada saíam de fim de semana, e isso era uma raridade.
Mas durante esse ano reencontrei um colega da escola primária com quem tinha perdido o contato vários anos antes.
Eu já tinha um carro, algo incomum para um rapaz que acabara de fazer os 18 anos, e o meu amigo Tiago, um dia no estacionamento, aproximou-se de mim. Os pais dele eram alcoólicos e abusavam dele fisicamente de vez em quando. Ele tinha 1,70m de altura, era pálido e de estrutura pequena. Tinha cabelos castanhos quase pelos ombros, ondulados.
Na aquela tarde, ele se aproximou, reparei que tinha nódoas negras na cara. Ele disse que a mãe se tinha zangado com ele e que lhe tinha dado um pontapé na cara quando ele estava ao fundo das escadas de casa. Ela estava vários degraus acima dele e bateu-lhe mesmo na cara, pois estava a usar saltos altos. O pontapé tinha-o para trás, através da porta de vidro da casa, para o alpendre. Ele não querendo ser espancado com mais gravidade, tinha fugido de casa e dormiu num banco do parque na noite anterior.
Veio ter comigo para me pedir que o ajudasse a ir buscar as suas cosas a casa, para que pudesse fugir para um sítio seguro para viver. Naquela altura, nós não sabíamos se existiam serviços de proteção de menores, e se ele tivesse ido à polícia, o mais provável era que o tivessem levado de volta a casa. Como eu não podia recusar, faltámos ao resto das aulas e fomos a casa dele.
Enquanto os pais não estavam, pegámos na roupa dele e em alguns objectos pessoais e partimos.
Passamos o resto do dia no apartamento do meu irmão e quando ele e a minha cunhada chegaram a casa naquela noite eu contei-lhes o que tinha acontecido. O meu irmão sempre foi uma pessoa muito generosa e, como o seu apartamento ficava no cimo de um prédio recuperado, ele tinha um espaço no sótão por cima do apartamento, onde deixou o Tiago passar algumas noites.
Aa algumas noites passaram a semanas e meses. Mas em breve o Tiago conseguiu arranjar um emprego num restaurante perto e deixou de ir à escola. Ele trabalhava em horários estranhos, mas como conseguia entrar no sótão por uma escada nos fundos ele evitava incomodar o meu irmão quando chegava tarde a casa. Ele pagava um aluguer ao meu irmão e ficava muito calmo quando estava no seu quarto.
Os meses passaram, eu não conseguia ir muito a casa do meu irmão por causa da escola e eles ficavam em casa na maioria dos fins de semana. Eu divertia-me no meu próprio quarto, vestia umas calcinhas que havia roubado à minha cunhada e praticava a autofelação sempre que podia. Tornei-me bastante adepto das contorções que precisava de fazer para desfrutar do sabor e da sensação do meu pénis duro nos lábios e da sensação do meu esperma a descer pela minha garganta. Acariciava as minhas bolas dentro das calcinhas rendadas para ampliar a sensação e por vezes acariciava o meu anus enquanto gozava.
Um dia ao jantar o meu irmão estava em nossa casa e disse que ele e a sua mulher iam sair de fim de semana para visitar alguns amigos. Iam sair na sexta-feira logo depois do trabalho e só voltavam no domingo à noite. Percebi de imediato que ia ter muito tempo para me entregar à minha atividade preferida de travestir-me e masturbar-me. Fiquei animado e quando finalmente chegou a noite de sexta-feira mal me conseguia controlar.
Fui até ao apartamento deles e tranquei a porta como sempre fazia. Estava prestes a despir-me para começar a minha diversão quando me lembrei que o Tiago podia estar lá em cima. Fui até à porta dos fundos que dava para o sótão e tentei abri-la, mas estava trancada pelo outro lado. Evidentemente, eles tinham permitido que o Tiago instalasse uma fechadura no seu lado da porta. Bati e chamei por ele mas não obtive resposta. Como eu sabia que ele trabalhava no restaurante quase todas as noites, não pensei mais no assunto e comecei o meu ritual normal.
Num instante eu já estava pronta e deitada na cama com meias e um cinto de ligas. As calcinhas de renda adornavam-me, mas estavam puxadas um pouco para baixo para expor o meu pénis e o meu anus. Eu estava totalmente maquilhada e tinha enfiado algumas meias enroladas num sutiã para melhorar o meu aspecto. Estava com o meu pénis enterrado no fundo da minha boca e tinha lubrificado o meu anus para puder colocar 2 dedos profundamente em mim. Estava em êxtase a sentir um pré-ejaculação a sair do meu pénis, sabendo que em breve ia ser recompensada com jatos de esperma.
Pelo canto do olho, pensei ter visto um movimento. Não estava nada iluminado e não ouvi nenhum barulho, mas foi o suficiente para perder a minha concentração. Eu estiquei-me na cama e levantei-me para ter uma visão melhor da porta do quarto. Quando passei pela porta, completamente travestida e com batom manchado nos lábios e no pénis erecto, lá estava o Tiago.
Eu não sabia o que dizer ou fazer. Eu tinha sido apanhada. O meu segredo is ser revelado. Ele podia arruinar a minha reputação. O Tiago não disse uma única palavra. Com muito poucos movimentos, ele desabotoou o cinto e baixou as calças. Ao fazer isso, ele libertou o que só podia ser descrito como um monumento. O seu pénis era bem diferente do que eu podia esperar daquele pequeno rapaz pálido e delicado. Tinha uns 20 centímetros, com uma bela cabeça roxa e latejante. Não era gordo, mas de forma alguma magro. Eu podia ver as veias a percorrer todas a sua extensão. Ele abaixou uma mão e segurou nas bolas começou a acariciar a haste com a outra mão.
- Tu parecias estar muito ocupado ali na cama! Disse ele a sorrir. Eu não queria te interromper. Ma agora que estás aqui, creio que talvez o meu pau fosse um pouco mais fácil de alcançar sem te dobrares.
Eu nunca tinha pensado no Tiago como parceiro sexual. Eu não sabia que ele gostava de rapazes e ainda não tinha a certeza. Pensei que talvez eu fosse apenas uma forma fácil de ele se poder excitar. No entanto, o seu pénis parecia delicioso e eu ainda precisava de um bom jacto de esperma, por isso segurei-lhe na mão e levei-o para dentro do quarto e voltei a deitar-me.
O Tiago não perdeu tempo, tirou o resto das suas roupas e subiu para a cama montando-se em mim. O seu pau balançava para cima e para baixo e estava quase ao alcance da minha boca. Apoiei minha cabeça no travesseiro, agarrei o Tiago pelas nádegas e puxei-o para mim. Ele passou o seu pénis duro pelos meus lábios pintados enfiando-o na minha boca e soltou um gemido e um suspiro perceptíveis enquanto eu começava a acariciar a haste com a minha língua. Nós combinamos o ritmo instantaneamente e em segundo eu pude sentir o seu pré-gozo na minha boca. A cabeça latejante cresceu e suas estocadas tornaram-se mais rápidas. Pouco depois ele teve um orgasmo libertando a sua ejaculação na minha boca e eu me esforcei para a engolir. Um pouco escapou-se e escorreu pelo meu queixo e pelo meu peito. Ele continuou a empurrar mais fundo na minha boca até que o seu pau finalmente começou a amolecer. Quando comecei a limpar o excesso de esperma do meu rosto e peito, para minha surpresa, senti o Tiago a deslizar até ao meu pénis e envolver a mão em torno dele.
Ele começou a acariciar-me e posicionou-se entre as minhas pernas. Levantei as minhas nádegas alguns centímetros da cama e ele começou a chupar as minhas bolas. A sua mão livre moveu-se para o meu anus e ele inseriu um dedo. Ele não foi meigo. Ele enfiou o dedo o máximo que pôde e começou a combinar o movimento do meu pénis com o movimento do dedo no meu anus. Eu estava a subir e descer na cama ao mesmo tempo e então ele enfiou mais um dedo na meu anus. Eu gemi e estremeci. Pensei que ia ejacular naquele momento, mas ele agarrou firmemente a base do meu pénis e segurou-a imóvel durante vários minutos até que comecei a relaxar. Ele então começou a foder-me com os dedos novamente e levou o meu pénis à sua boca de novo. Ele chupou-me por vários minutos e depois sentou-se um pouco para me ver melhor.
Ele estendeu as mão e acariciou o meu sutiã, comentando que eu estava ótima. Então, com um movimento suave, ele levantou -me da cama e rapidamente deslizou o seu pénis até à minha fenda. A sua mira foi perfeita. A saliva que tinha escorrido enquanto ele tinha lambido as minhas bolas tinha lubrificado o meu anus em conjunto com os seus dedos que o tinham alargado. O pénis dele entrou e depois da sua grande cabeça passar senti a pressão diminuir e o pénis deslizou vários centímetros. Ele levantou as minhas pernas, ainda de meias altas, sobre o seu peito e segurou-as enquanto me fodeu por vários minutos. Ele acariciava o meu pénis em movimentos curtos durante algum tempo e depois penetrava-me profundamente, até que o seu pénis não conseguisse ir mais fundo.
Pouco depois ele baixou as minhas pernas e pediu-me para eu rodar. Eu assim fiz e ele imediatamente me voltou a montar por trás. Ele estendeu a mão por baixo de mim e novamente começou a acariciar o meu pau. A sua outra mão agarrou o meu sutiã e massajou a renda fina e também passou a mão pela minha barriga. A sua boca desceu até ao meu pescoço e ele começou a beijar e chupar as costas e pescoço. Eu estava com tanto calor que sabia que ia gozar. Alcancei a mão dele e levei-a por entre as minhas pernas até ele começar acariciar o meu pénis, masturbando-o com força e rapidez. O Tiago, sentindo que eu ia gozar, começou a acelerar o ritmo dentro do meu anus e logo nós dois tivemos espasmos de orgasmo. Eu ejaculei enormes quantidades de esperma na colcha e ele encheu o meu interior de esperma quente e reconfortante até transbordar.
Estávamos a suar, ofegantes e totalmente exaustos. Quando o seu pénis começou novamente a amolecer, ele deixou-o deslizar para fora da minha fenda. E senti os seus lábios nos meus agradecendo.
Depois ele disse-me:
- A tua cunhada disse-me que tu te estavas a vestir com as coisas dela. Eu não acreditei nela, mas foi ela que me disse para eu ficar aqui escondido quando eles saíssem de casa. Acho que o facto de ela saber que tu vestes as coisas dela é tão excitante para ela que ela tem fodido o teu irmão constantemente para aliviar a sua energia sexual reprimida.
Sabes que ela foi até ao sótão numa noite em que o teu irmão estava fora e fodeu-me até eu não conseguir mover mais nenhum músculo. Vou ter que lhe dizer que ela não é o melhor traseiro desta casa!
O Tiago sorriu para mim e percebi que não precisava mais de me esconder. Daquele dia em diante, a minha cunhada e eu começámos a comprar roupas juntas e ela sempre me ajudou a escolher as coisas certas para acentuar e realçar o meu corpo.
Tanto ela quanto eu beneficiamos do facto do Tiago morar no sótão e do meu irmão não ter a mínima ideia do que estava a acontecer em casa dele.
FIM
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
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