215 - A Minha Amiga Oriental
Conheci uma rapariga no Messenger. Creio que por um acaso qualquer ela confundiu o meu perfil com o de alguma outra pessoa, e que me pediu amizade quase sem querer
Normalmente eu não aceito este tipo de contactos, vou sempre ver se o perfil tem alguma foto, e se achar interessante eu decido depois de uma primeira conversa.
Neste caso, a foto era de uma japonesa linda, como poucas, e estava ao lado de uma criança.
Como ela estava on-line, começamos a conversar e verificamos ambos que o contacto tinha sido feito por engano, mas a conversa era interessante e corria super bem, parecia que éramos antigos conhecidos.
Ela explicou que a criança da foto era uma sobrinha dela, que estava a morar numa cidade no interior no Japão, em Kumano perto de Hiroshima, e eu em Lisboa.
Durante dias encontramo-nos, e ficamos amigos, tanto quanto é possível uma amizade virtual on-line.
Um dia, conversa vai, conversa vem, ela me disse que estava a pensar vir à Europa, porque tinha uns tios emigrantes em Londres, que a sua tia estava doente, e que ela queria ir visitar.
Perguntou-me se eu não a queria conhecer pessoalmente, que seria uma oportunidade.
Concordei, quase de imediato, pois aquela rapariga linda merecia ao menos um encontro pessoal. Na pior das hipóteses seria uma conversa pessoal agradável, e na melhor das hipóteses ... Vocês que imaginem!!
Bem, combinei tudo com ela, comprei um pacote turístico, apanhei um avião low cost para Londres. E sem receios fui ao encontro da minha nova amiga, que se chama Alexandra.
Ela tinha confessado que é uma pessoa tímida, e que, quando a encontrasse não devia esperar por grandes conversas, apenas um abraço por bastante tempo, de forma a que ela se pudesse acalmar. De certa forma não é habitual irmos ao encontro de um completo estranho como se fosse um grande conhecido, e era uma forma de ficarmos sem os medos e receios habituais numa ocasião destas.
Foi o que fiz: quando a vi no aeroporto à minha espera, fui ao seu encontro, ela vestida com um bonito conjunto de saia e casaco pretos, parecia uma socialite, muito mais bonita do que na foto, fiquei estupefacto!! Abraçamo-nos, e ficamos uns bons 5 minutos quietos, abraçados, eu sentia o coração dela a bater forte, 1000 batidas por segundo!! E confesso que eu também estava um pouco ansioso ...
Depois, a conversa apareceu natural e sem receios, e ela levou-me para o carro, que a sua irmã tinha emprestado.
Fomos, e ela levou-me para um centro comercial, onde ficamos a passear e conversar durante umas boas duas horas.
Então, eu sem aviso, beijei-a bem de leve ... ela ficou um pouco receosa de início, mas não me afastou, pelo contrário, suspirou e correspondeu. Com o beijo, vimos fogos a ficarem ateados, éramos como almas gémeas que se encontravam finalmente, após anos de solidão.
Ficamos aos poucos mais ousados, beijei o pescoço dela, senti o cheiro do perfume dela e o cheiro dela mesmo, que por sinal era delicioso, mas nada como o cheiro de uma mulher …
Convidei-a para ir comigo para o hotel que eu tinha reservado, e ela concordou.
Ela conhecia mais ou menos a cidade de Londres, já lá tinha estado várias vezes, e levou-me até à morada, quase no centro de Londres.
E chegámos ao hotel, que eu tinha reservado, parecia bom mas nada de luxuoso, preenchi a papelada na recepção e coloquei o meu nome e esposa como acompanhante.
Chegados ao quarto, ela pediu-me para a despir, mas antes fez-me dizer que eu não podia ficar chateado com o seu pequeno probleminha de nascença, que nunca tinha incomodado os seus namorados anteriores.
Claro que fiquei curioso, e prometi que não ia arranjar nenhum problema.
Comecei a tirar a roupa dela, o casaco preto, e ela ficou de costas para mim, pois estava com vergonha. Entrei na brincadeira e deixei acontecer. Tirei-lhe a camisa. Ela usava um sutiã lindo, delicado. Passei as mãos por cima, e senti os seios gostosos, pequenos mas bem delineados, bem feitos, bons para beijar, chupar ...
Em seguida, abaixei as suas saias, ela ficou de calcinhas. O corpo era delicioso, pequeno, uma bonequinha ... E eu não sabia ainda o quanto !!! Ela deitou-se na cama, nua, de bruços, ainda não a tinha visto de frente.
Tirei a minha roupa também, ela olhava-me de lado, com aqueles lindos olhos asiáticos, a boca molhada, a língua passou pelos lábios, senti que ela estava excitada, mas as orientais são mesmo meio caladas, tímidas.
Ela ficou quieta, mas não tirava os olhos do meu corpo, parecia hipnotizada. Quando viu o meu pénis, que não é grande, mas também não é lá pequeno, arregalou os olhos orientais, abrindo-os um pouco mais, e piscou umas duas vezes, e disse que eu era lindo.
Eu agradeci, linda mesmo era ela. Deitei-me a seu lado e comecei a beijar os ombros dela, com o meu corpo encostado no dela, sentindo o contato daquela pele aveludada. As nádegas dela eram lindas, as japonesas não costumam ter as nádegas tão desenvolvidas, como as mulatas, mas as dela eram muito bem desenhadas. Pensei que seria uma delicia tão bem feita, ótima para desfrutar!!
Ficamos numa troca de carinhos, quando ela finalmente disse:
- Espero que não fiques zangado ... e virou-se de frente para mim.
Linda !! Desci os olhos pelo corpo dela, deliciando-me, quando, de repente, no lugar da vagina ... um pénis !! Erecto, da largura do meu, mas uns bons quatro centímetros mais comprido. Fiquei em choque, a minha pilinha encolheu num instante, fiquei sem ação: nem me deu raiva, tão grande era a surpresa ...
E, surpresa ainda maior para mim, continuei a olhar e apreciar o corpo dela lindo. Uma travesti feminina, japonesa, bem dotada, linda de rosto, uma verdadeira princesa, porém, bem dotada.
Ela começou a chorar quando viu a minha expressão, e eu tive que dizer que estava tudo bem, mas que eu nunca imaginara aquilo de ela ser uma travesti ...
Ela explicou que tinha nascido com um pénis, mas que nunca tinha gostado de coisas de homem. Que sempre gostara de bonecas, de se vestir de menina, de se maquiar, etc.
Entretanto o meu pénis reanimou-se e ficou erecto de novo, creio que mais ainda do que antes.
Ela encostou-se a mi e começou a beijar-me, passando pelo meu peito, beijou os meus mamilos, foi descendo pela minha barriga, passou a língua no meu umbigo, encostou o rosto no meu pénis, cheirou e disse que eu tinha cheiro de doce, e que eu devia ser um rapaz muito doce.
Ela riu, e passou a língua na cabeça do meu pénis, que pulsou com a excitação. Ela começou então a chupar delicadamente, aos poucos, e foi aumentando a intensidade, como se estivesse a querer tirar tudo, matar a sua sede de sexo, e foi assim até que não aguentei e pedi-lhe para ela parar. Ela perguntou:
- Porquê?
- Porquê eu também quero ... Agora é minha vez.
Beijei a boca dela, molhada de me chupar, e desci para os seios dela. Lindos, mamei neles e ela gemeu de tesão, e eu fui descendo, adoro chupar uma passarinha ... Então ... O que eu estava a fazer ??? Avariei ??? Ela não tem passarinha, tem um pénis!! E maior do que o meu!!!
Mas a minha excitação era enorme, fiquei fora do meu normal, e desci pela barriga dela, até encontrar o meio das pernas.
Fui de olhos fechados, sentindo a pele como um fruta, macia, sedosa, e cheguei aos pelos negros que ela tem no sexo ... Que estava erecto, enorme ... e achei lindo aquele pénis naquele corpo de princesa, combinava, não era anormal, era tudo lindo naquela minha japonesinha ... abri a boca e comecei a beijar aquela haste, passei a língua na cabecinha, ela gemeu, lambi-a deliciosamente, nunca imaginei que a pele fosse tão macia, tão gostosa para ser lambida, e coloquei então na minha boca a cabeça e comecei a jornada em direção à barriga, engolindo ao máximo aquele pénis gostoso.
Não tinha prática, quase me engasguei, mas o cheiro e a tesão deixaram-me inspirado, consegui engolir até sentir a cabeça do pénis na minha garganta, que reagiu e apertou a cabeça dela, a minha travesti então gemeu com o aperto que minha garganta lhe fez na cabeça daquele pénis gostoso, e virou-se sem o tirar da minha boca e fez um 69 comigo.
Pegou no meu pénis e recomeçou a mamar, com vontade, apertando as minhas bolas gentilmente, fazendo-me viajar ao paraíso.
Então, virou-me de costas e deitou-se em cima de mim, passando a língua na minha orelha, perguntou se eu deixava ela me enfiar o pénis no meu rabinho ... Eu estava fora de mim, disse que sim, se ela não fizesse doer ...
Ela disse que não, que tinha uma técnica que eu iria adorar. Tirou uma pomada da bolsa dela, e passou um pouco no meu anel, com o dedo, e começou a massajar a periferia do anus, eu nunca tinha sentido algo assim, delicioso, e aos poucos senti que ficou ligeiramente dormente, mas sem que eu perdesse o sentido, o tacto. Então, ela aproximou o pau da minha fenda, colocou um pouco de saliva, e aproximou a cabeça do pénis do meu anus, eu senti uma pressão, sem dor no momento.
Ela disse então para eu fazer força para fora, como se eu fosse expulsar aquela cabecinha, que estava na porta do meu anus. Eu fiz, e quando fiz força para fora, ela vagarosamente fez pressão em direção a mim, e enfiou a cabeça toda.
Não senti dor alguma, pelo contrário, foi uma sensação deliciosa. Ela continuou a enfiar aquele cacete de 20 centímetros no meu anus, aos poucos, mordiscando-me, acariciando-me com as mãos, gemendo, e deixando-me louco, até que senti a barriga dela encostar em mim. Ela estava integralmente dentro de mim, e ficou parada. Eu sentia roçar os seus pelos púbicos, eu sentia aquele pénis dentro de mim, uma coisa que não dá para explicar, tem que se viver para saber como é, e ela começou a ir e vir, e fui senti-me cada vez mais embalado, nem sabia mais quem eu era.
O meu pau latejava, mais tarde fiquei a saber que era a minha próstata a ser massajada pelo pau da minha japonesa que me deu aquele prazer. Explodi como nunca, sujei a cama, e então, ela começou a gozar dentro de mim ... e gozou tanto que quase desmoronou por cima de mim ... Depois disto, descansamos um pouco e logo continuamos ...
Mas vou adiar o relato para poder contar o resto numa outra ocasião!