197 - Convertida na Convenção
Parte II
Catarina voltou para o bar e pediu outro cocktail de arando e vodka para reabastecer o seu primeiro quase vazio. Então, antes mesmo que ela tivesse a chance de olhar em redor, ela ouviu uma voz ao lado dela a dizer:
- Que gatão hein?
Ela virou-se para a voz melodiosa, de alguma forma já sabia de quem era. E quando a dona da voz apareceu, Catarina sentiu o seu coração parar de emoção e pânico, pois ali estava Tânia Silva, a mulher mais perfeita do mundo!
Ela sentou-se de forma graciosa no banco alto do balcão sorrindo para Catarina com um brilho nos seus olhos azul-acinzentados. O cabelo curto emoldurava um rosto perfeitamente redondo, as palavras não poderiam descrever a perfeição daquele rosto. Uma pincelada de azul nas suas pálpebras, um toque de rosa nos seus lábios, era toda a maquiagem que ela tinha. Na sua orelha esquerda ela usava uma pequena esmeralda prateada que se parecia notavelmente com a que Catarina usava desde a noite anterior. Na orelha direita ela usava uma pequena estrela e uma opala branca incrustada numa lua crescente prateada.
Ela tinha um vestido justo preto que mostrava o seu corpo mesmo quando sentada. Catarina, de imediato, sentiu todas aquelas respostas familiares a Carlos, perante as curvas insinuadas e reveladas por aquele vestido, e colocou a bolsa no seu colo para ter a certeza de que nada desagradável aparecia.
Mas, enquanto o corpo da Catarina respondia como o de Carlos, a sua mente não. Carlos iria responder a uma pergunta daquelas com um simples “Sim” murmurado e seguido por uma saída apressada.
Catarina, no entanto, sorriu de volta para Tânia e disse:
- Claro que o melhor que já vi. Bem, realmente o primeiro que eu já vi, mas aposto que agora vai ser mimado por outra pessoa.
Tânia riu encantadoramente com aquele comentário, o brilho nos seus olhos aumentava. E ela disse:
- Você pode muito bem estar certa, querida. Eu já vi alguns, e o João é realmente um dos melhores.
- Você conhece o Falcão? Perguntou Catarina, mostrando-se maravilhada.
- Não, mas eu sei o nome dele. João Vaz Silva. Ele sempre dança com o nome “O Falcão”, mas ele fez um filme erótico e vários álbuns de fotos de nus onde ele usa o nome verdadeiro. Mas ele nunca dá autógrafos nem nada, ele é muito reservado. Veja os seguranças protegendo as portas dos bastidores. Mesmo que eu o conhecesse, eu não to poderia apresentar, ninguém passa por aquelas portas enquanto ele está nos bastidores. Mas que tal, em vez disso, bebe e vamos nos apresentar.
Catarina tomou um gole de sua bebida fresca e ouviu Tânia a apresentar-se como gerente de um spa de saúde na cidade natal de Catarina. Tânia continuou dizendo que tinha visto a Catarina na Convenção e no hotel, mais cedo naquele dia, e tinha ficando surpresa e feliz por a encontrar no bar onde ela tinha ido ver o Falcão.
Tânia era uma excelente conversadora, cheia de conversas inofensivas e Catarina não sentia nenhum problema ali sentada a ouvir a sua voz musical.
Quando a sua segunda bebida ficou vazia, Tânia disse:
- Bem, Katy, queres outra bebida?
- Claro! Respondeu Catarina, satisfeita com o diminutivo da Tânia para o seu nome.
- Aqui ou no meu quarto? Perguntou a Tânia.
O coração de Catarina deu um salto vertiginoso, e o seu pénis ameaçou lançar a bolsa contra o balcão enquanto digeria a pergunta da Tânia. Embora Carlos fosse passar horas a deliberar sobre o que fazer, e depois mais horas tentando realmente gaguejar a sua resposta, Catarina, mal se acalmou o suficiente, disse simplesmente e diretamente:
- O teu quarto, deve ser mais silencioso e ... mais aconchegante ...
O sorriso da Tânia fez os seios de Catarina estremecerem e a luxúria brilhar nos seus olhos.
Os quadris de Catarina aqueceram. Tânia escorregou de seu banco graciosamente e ajudou Catarina a sair do outro banco num movimento pensado para acariciar o braço de Catarina e peito, que Catarina não apenas notou, mas encorajou a ponto de prolongar o contato para ter a certeza de que Tânia estava a receber a mensagem certa.
Tânia colocou o braço em volta da cintura de Catarina que descobriu que aquelas duas bebidas tinham feito mais do que o previsto.
Com as pernas um pouco moles, Tânia levou Catarina para fora do bar e de volta ao hotel.
Elas subiram num elevador cheio de participantes da Convenção que nem pestanejaram para o casal de duas mulheres e depois foram por um corredor de hotel sem características até uma porta.
Catarina interiorizou essas imagens apenas periféricamente, porque ela tinha concentrando toda a sua atenção nas sensações táteis de ser conduzida aninhado contra a Tânia. Embora Tânia fosse um pouco mais baixa do que ela, Catarina sentia-se de alguma forma salva e segura contra aquele corpo compacto. E além isso, Tânia cheirava maravilhosamente bem!
Finalmente a porta do quarto da Tânia fechou-se, abafando os sons de uma festa no final do corredor, e Catarina estava finalmente sozinha com o seu amor.
A anfitriã disse:
- Fica à vontade! E desapareceu na casa de banho.
Catarina olhou ao redor do típico quarto de hotel que não era diferente do dela, pensou se devia se deitar na cama, decidiu que isso seria um pouco demais presunçoso e acomodou-se numa das cadeiras perto da janela.
Tânia não demorou muito na casa de banho. Houve uma descarga e momentos depois, ela apareceu carregando dois copos com um líquido estranhamente verde. Ela deslizou pelo quarto e entregou um copo a Catarina, depois sentou-se na outra cadeira e disse:
- Óptima vista, hein?
Intencionalmente sem olhar para a janela, Catarina disse:
- Sim! E Tânia sorriu.
Catarina tomou um gole da bebida verde, gostando do sabor do limão e apreciando o chute suave que se seguiu. Ela desviou o olhar para a janela e observou a vista do 18º andar e continuou:
- Isso também não é ruim. Lindas luzes. O que puseste na bebida afinal? A Tânia disse:
- Este shot é xarope de limão, schnapps de limão e vodka.
- Bebe, eu tenho muito mais a refrescar no frigorífico.
Elas beberam mais três copos enquanto conversavam, muito inofensivamente. Catarina estava mais do que apenas um pouco nervosa e não tinha ideia de como levar a conversa na direção certa. Ela tinha certeza de que a Tânia não estava à espera que ela desse o primeiro passo, e perguntava-se o que estava a levar aquela mulher bonita a demorara tanto tempo.
Finalmente, numa pausa natural na conversa, Tânia olhou nos seus olhos e inclinou-se para ela. No momento, Catarina apenas ficou a olhar de volta, esperando. Quando os seus lábios finalmente se tocaram, o momento pegou fogo e elas abraçaram-se, as línguas enfiaram-se na boca uma da outra.
Anos depois, ou talvez apenas alguns minutos, o beijo terminou. Tânia estava sentada ao colo de Catarina, e ambas sorriam e ofegavam levemente. Catarina disse imprudentemente:
- Por que demoras-te tanto? E Tânia respondeu:
- Não sei, mas quero me castigar por não ter feito isto antes.
Ambas riram, e Catarina inclinou-se e beijou Tânia.
As suas mãos corajosamente moveram-se para o topo do vestido da Tânia, mas ficaram hesitantes, ao tocar na pele macia e sedosa.
A mão da Tânia fechou-se sobre a dela e pressionando e encorajando Catarina a continuar.
Ela continuou a mover a língua na boca da Tânia enquanto a sua mão se movia lentamente descendo a encosta dos seios da Tânia, passando da pele para o cetim do vestido para segurar um, pressionando a palma da mão contra o mamilo da Tânia.
Tânia gemeu com o beijo, e Catarina apertou um pouco a mão dela, e acariciou o mamilo, sabendo agora em primeira mão quanto prazer isso poderia gerar. Os gemidos contínuos da Tânia encorajaram a Catarina, que passou o outro braço em volta da cintura da Tânia, acariciando os seu quadris.
Tânia se aconchegou mais perto, passando as mãos pelos lados de Catarina e prolongando o beijo. E assim foi, as duas mulheres beijaram-se e usaram as mãos para excitar a outra. Catarina, no entanto, tinha algo que imaginou que Tânia não tinha, e estava a começar a ficar desconfortável quando o seu pénis tentou se erguer, esmagado que estava nas suas calcinhas.
Então, ela quebrou o beijo gentilmente e puxou a cabeça para três, olhando nos olhos maravilhosos da Tânia.
- Achas que podemos continuar este jogo com um pouco mais de conforto?
- Claro! Disse a Tânia enquanto escorregava do colo da Catarina. Ela ficou diante da cadeira e estendeu a mão para três das costas, abrindo o fecho do vestido. Ela sacudiu os ombros, e o vestido caiu no chão, revelando que ela não usava sutiã, e que as suas calcinhas eram de um vermelho rubi de cetim brilhante sob os seus collants esfumados.
Ela ficou de frente por um minuto, sorrindo enquanto a Catarina olhava.
Ela virou-se e foi para a na cama, fazendo uma pose de 'glamour' de lado, sorrindo.
Catarina levantou-se da cadeira e lentamente tirou a blusa, jogando-a para a cadeira atrás dela. Ela afrouxou o cinto e abriu as calças jeans. Ela virou as costas para a cama enquanto deslizava as calças para baixo e para puder arrumar o seu pénis nas calcinhas, deixando-o esticar um pouco, enquanto ela saía dos jeans.
Ela mexeu o traseiro mostrando as suas calcinhas azuis, sorrindo por cima do ombro para a Tânia antes de se endireitar, colocou os jeans na cadeira também, e depois virou-se.
não havia forma de ela esconder a sua erecção, as suas calcinhas eram muito transparentes e não escondiam nada.
Mas, naquele momento, ela não estava a pensar no facto de que ela não ser homem nem mulher. Ela não estava a pensar se a Tânia ficaria ou não satisfeita com a mistura que ela representava. Ela não estava a pensar no facto de que a magia, ou o que quer que fosse, que a transformou na aparência tivesse deixado o seu pénis intacto enquanto mudava absolutamente tudo mais. Ela só estava a pensar em estar na cama com o seu amor, estar tão perto dela ... e finalmente fazer sexo ...
Tânia sorriu e rolou para mais perto da beirada da cama quando viu a protuberância nas calcinhas azuis. Ela disse:
- Aproxima-te, querida! E a Catarina deu um passo em frente, as pernas quase a tocar na cama. Tânia estendeu a mão e acariciou a protuberância de cetim azul, passando dois dedos ao longo dela indo mais para baixo por entre as pernas de Catarina.
Catarina estremeceu enquanto Tânia quase ronronava.
- Muito interessantes as calcinhas que tu tens, querida. Eu sabia que havia algo de especial desde a primeira vez que te vi ...
A Catarina deixou-se ficar em pé enquanto a sua virilha era acariciada. Ela nunca se sentira assim antes, brincar consigo mesma não era nada daquilo, e a sensação das calcinhas no seu pénis era ainda mais excitante. Ela estava cheia de desejos, inundada de sentimentos, e não sabia o que fazer primeiro, ou como saciar algumas das sedes que ela parecia ter desenvolvido.
Tânia pareceu ler a confusão no seu rosto, porque rolou para longe da Catarina e disse:
- Temos a noite toda, amor. Por que não vens até aqui para me conheceres melhor?
Catarina subiu para a cama e ajoelhou-se ao lado da Tânia, olhando para o corpo dela como se fosse algum tipo de salada. Tânia disse:
- não é preciso apenas olhar, amor. Vai em frente ... toca em mim também. Eu gosto de ser tocada.
Catarina sorriu com a provocação gentil da Tânia e estendeu as mãos, agarrando ambos os seios maravilhosos e apertando-os. Catarina tinha muito pouca experiência com seios antes ter os seus, e ela só os tinha há um dia. Ela achava-os fascinantes, e era tão agradável acariciar os seios de outra pessoa como quando os dela eram acariciados.
Passou os dedos sobre eles e maravilhou-se com a maciez da pele. Ela fez o caminho até aos mamilos da Tânia e beliscou-os levemente, tremendo a Tânia suspirou e ergueu os quadris involuntariamente com o prazer. Por impulso, ela baixou-se e lambeu a ponta de um enquanto beliscava o outro.
Tânia jogou a cabeça para três e gemeu novamente, os seus quadris contraíram-se. Catarina fechou os lábios em redor da pequena protuberância de carne e chupou-a, puxando-a e um pouco do peito com a sua boca. Ela segurou o mamilo entre os dentes e deu um estalido com a língua na sua ponta, e ficou a chupar o máximo que podia dentro da sua boca.
Tânia contorcia-se, o seu rosto contraído de prazer, uma mão entre as suas pernas, a outra mão segurando a coxa de Catarina com dedos fortes. Suspiros escapavam dos seus lábios cerrados enquanto Catarina continuava a chupar e lamber o seu mamilo, desfrutando de todo o prazer ela estava a dar ao seu amor.
Seguindo os seus impulsos, ela soltou o mamilo e debruçou-se no colo da Tânia para chupar o outro mamilo. Ela acariciou o seio com uma mão, e passou a outra mão pelo corpo da Tânia até encontrar a mão da Tânia entre as suas pernas. Ela explorou, movendo-se ao longo dos seus dedos, sentindo os pelos púbicos e a humidade sob o cetim e o náilon.
A mão da Tânia recuou para segurar e apertar os lençóis e Catarina enfiou as mãos por dentro das calcinhas da Tânia até alcançar o único aspecto da feminilidade que ela não tinha recebido pela magia do brinco de esmeralda.
Acariciando o monte que encontrou ela sentiu os pelos púbicos da Tânia ligeiramente ásperos, contra a palma da mão, assim como humidade e calor.
Instintivamente ela pressionou o dedo médio contra o corpo da Tânia e sentiu que ele deslizava facilmente entre os lábios inferiores da Tânia. Uma habilidade incrível permitiu o seu dedo afundar profundamente na Tânia, de modo a que ficasse rapidamente quase perpendicular ao resto da sua mão. Levou um momento para ela perceber que seu dedo estava agora dentro da Tânia, e essa perceção a fez morder um pouco mais forte o mamilo na sua boca.
A Tânia gritou cravou as unhas curtas na sua coxa enquanto ela sentia uma agitação em torno de seu dedo e os quadris da Tânia a dançarem bastante.
Segundos depois, toda a tensão deixou o corpo da Tânia e Catarina percebeu que tinha levado o seu amor ao primeiro orgasmo.
Catarina deixou o mamilo saltar para fora da sua boca e olhou para a Tânia, que estava deitada com os olhos fechados, um sorriso beatificante no rosto. Após um momento, enquanto Catarina acariciava de novo os seios da Tânia levemente, Tânia abriu os seus olhos e disse:
- Muito bom, amor. Achas que podes fazer isso de novo?
Catarina assentiu ansiosamente e baixou-se para lamber o mamilo novamente. Ela sentiu um impulso que fez o seu pénis dentro das calcinhas pulsar. Ela abandonou o mamilo e virou a sua atenção totalmente para as pernas da Tânia. Ela retirou a mão da Tânia das calcinhas e usou as duas mãos para empurrar as suas calcinhas e as meias para baixo.
A Tânia levantou os seus quadris, depois suas pernas, e logo as roupas íntimas foram parar ao chão do quarto. Catarina ficou entre as pernas da Tânia quando as colocou de volta ao nível da cama, e ficou a olhar surpresa para o cabelo loiro claro que cobria a vagina da Tânia. Ela abaixou-se de bruços, com rosto bem próximo do sexo da Tânia, e foi explorando com os dedos.
Tânia abriu bem as pernas, abrindo ligeiramente os lábios externos. Catarina separou-os mais amplamente com os dedos, abrindo o misterioso órgão aos seus olhos.
Certamente era mais complicado do que os seus próprios órgãos genitais, todas as dobras e abas, pequenas protuberâncias e buracos profundos. Ela correu os dedos ao redor do lábios escorregadios, passando pelo caroço no topo das dobras internas e sorriu quando isso fez a Tânia pular. Ela tinha ouvido falar do clitóris, e não achou que era tão difícil de encontrar.
A outra coisa em que todas as histórias tinham mentido era o cheiro, não havia como negar um perfume para a carne húmida que estava a apenas alguns centímetros de distância, mas não cheirava a peixe, nem era de todo desagradável. Na verdade, Catarina queria saber qual seria o sabor, e esticou a língua, tocando no clitóris, lambendo-o com um movimento forte que fez a Tânia ofegar novamente.
Ela tirou a sua língua de volta à sua boca e analisou o gosto do líquido perolado e escorregadio na sua língua. Um sorriso surgiu no seu rosto quando ela descobriu que tinha um leve sabor, e não era nada desagradável. Aproximando-se um pouco mais, ela começou a dar à vagina da Tânia um bom tratamento com toda a sua boca.
Ela lambeu e chupou suavemente o clitóris da Tânia por uns minutos, até que a Tânia disse meio ofegante:
- Querida, isso é bom demais ... fico muito sensível depois de toda esta estimulação, mas agora preciso de um breve descanso para voltar a ser tão bom como de início.
Então, Catarina lambeu um pouco até encontrar a vagina da Tânia.
Pela primeira vez a sua língua entrou nela. Tânia apertou as pernas com força em redor da cabeça de Catarina, fazendo barulhos estranhos enquanto tinha o seu segundo orgasmo da noite.
Catarina começou a lamber e sondar novamente quase de imediato, ansiosa por dar à Tânia tantos orgasmos quanto podia.
Quase uma hora depois, Tânia empurrou a cabeça de Catarina para longe da sua vagina completamente encharcada de prazer.
Tinha contado muitos orgasmos e Catarina estava cansada, o seu maxilar doía e o seu rosto parecia quase vitrificada com sucos em excesso, ela estava muito orgulhosa de si mesma.
Rastejou até ficar deitada ao lado da Tânia, que virou a cabeça e beijou Catarina profundamente, lentamente, e apesar da bagunça em seu rosto. Disse:
- Isto foi o melhor que eu tive desde há muito tempo, Katy. Obrigado. E, assim que eu descansar um pouco, vou retribuir-te o favor. Por que não vai te refrescas enquanto eu recupero? Mas manda-me uma toalha húmida primeiro, ok?
Meia hora, um pouco de refresco e dois copos do “suco de inseto”, como Tânia chamava à mistura verde, a Catarina estava deitada de costas na cama, com Tânia, de volta das suas calcinhas vermelhas, ajoelhada ao lado dela.
Tânia inclinou-se e beijou-a, pressionando os seus seios contra o sutiã da Catarina, ainda fechado no seu peito. Tânia começou a beijar da bochecha de Catarina, até ao queixo, do pescoço até à orelha e desceu ao ao longo do ombro.
Ela então desceu para o peito da Catarina, por toda a extensão do peito acima da linha do sutiã, e de aí para o mamilo coberto. Catarina riu quando a boca da Tânia pressionou o seu sutiã contra o mamilo, parecia estranho no começo, mas logo ela estava a contorcer os quadris, tal como a Tânia fizera antes.
Tânia passou um braço em volta das costas da Catarina e levantou a parte superior do corpo para fora da cama com facilidade. Um movimento hábil do dedo e o sutiã da Catarina estava solto e desabotoado.
Tânia tirou-o e ficou a olhar para a carne revelada. Com um murmurou:
- Tanta beleza!
Ela abaixou-se e lambeu o mesmo mamilo que tinha lambido antes, desta vez diretamente. Catarina suspirou desta vez, a sensação de uma língua, rapidamente seguida pelos lábios e húmidade de uma boca, era muito mais agradável do que beliscar com os dedos. Havia uma delicadeza, uma suavidade no jeito de a Tânia dar prazer ao seu mamilo que era ainda mais agradável do que o momento em que o beliscar com os dedos poderia ter sido. O pénis dela latejava, e seus quadris agitavam-se e ela gemia:
- Oh, Tânia! De novo e de novo.
Quando a Tânia mudou para o outro seio, os sentimentos gerados foram exatamente os mesmos, mas a tensão e a excitação nas suas virilhas crescia rapidamente, havia uma mancha de molhado a crescer nas suas calcinhas.
Tânia não chupou o outra mamilo tão longamente quanto o primeiro, depois de passar os dedos pela protuberância da Catarina e verificar que o local estava húmido, ela disse:
- Não quero que desperdices o teu primeiro orgasmo nas calcinhas amor, é melhor eu transferir as minhas atenções aqui para baixo agora.
Em vez de manobrar entre as pernas como a Catarina tinha feito, ela apenas girou um pouco sobre os joelhos, de modo a ficar voltada para os pés.
Ela curvou-se novamente e lambeu protuberância por cima das calcinhas, criando novamente sensações que a Catarina nunca tinha sentido antes, pois o tecido transparente das calcinhas que pressionavam o seu pénis, acariciava-o tanto quanto a língua.
Quando a frente das calcinhas ficou encharcada, revelando ainda melhor o pénis, Tânia afastou-se o suficiente para enganchar os polegares na bainha e começou a empurrá-las para baixo. Catarina obedeceu levantando os quadris e as suas calcinhas azuis juntaram-se à pilha de lingerie no canto do quarto.
Tânia acariciou o pénis da Catarina e disse:
- Oh, muito bom. não é muito grande, nem muito pequeno. E que tufo de pelinhos tão deliciosos!
Uma mão pequena e macia começou a acariciar o pénis da Catarina, segurando-o para cima.
Os lábios da Tânia desceram e a ponta da língua varreu de forma provocante a glande super sensível, fazendo a Catarina gemer alto.
Outra mão passou pela coxa de Catarina e foi depois para baixo para segurar as suas bolas, segurando-as com cuidado, o calor da mão da Tânia enviava ainda mais calor para a virilha da Catarina.
Os lábios da Tânia seguiu a sua língua e ficaram em contacto com a cabeça do pénis e, com a língua ainda lambendo e provocando, os lábios se abriram e a boca lentamente envolveu todo o pénis da Catarina.
Carlos nunca tinha feito sexo oral antes. Catarina amaldiçoou o seu antigo eu masculino por ter negado a si mesmo tanto prazer.
Ela viu o seu pénis a desaparecer na boca da Tânia e a visão era tão estimulantes quanto as sensações criadas pela língua da Tânia, lábios e húmidade da sua boca. Ela sentiu os lábios enquanto desciam pela sua haste, e mesmo que sua glande concentrasse a principal fonte do seu prazer tátil, os lábios também eram bons.
Uma mão da Tânia, começou a acariciar a barriga da Catarina enquanto a outra a mão deslizava sob os quadris da Catarina, acariciando a carne macia.
Catarina estava a ser rapidamente dominada pelo prazer. Ela pousou a mão numa das bochechas de seda da Tânia e agarrou os lençóis da cama com a outra. A sua cabeça balançou lentamente cada vez mais para trás, e ela pensou que seus mamilos iriam endurecer tanto que saltavam dos seus seios.
Ela sentiu as bolas começarem a contrair-se, e em todos os lugares que Tânia tocou seu corpo, ela sentiu faísca de eletricidade passa através dela. A mão da Tânia acariciou as suas nádegas, e sua cabeça movia-se para cima e para baixo sobre o pénis da Catarina, a sua língua trabalhava a glande de novo.
E de novo o êxtase cresceu, chegando muito antes de ela poder pensar que o queria tentar conter.
Ela ofegou, suspirou e engasgou:
- Estou a gozar!
E no segundo seguinte o seu pénis estava a lançara a sua esperma branca na boca receptiva da Tânia.
A estimulação contínua manteve a Catarina nas nuvens por um longo tempo. O corpo dela era lavado de novo e de novo pelo prazer enquanto as suas coxas e seios eram acariciados, e seu pénis ficou seguro e lambido dentro da boca da Tânia.
Mesmo depois dos espasmos pararam, o prazer continuou por muito mais tempo do que alguma vez tinha tido anteriormente. E, quando as ondas ficaram cada vez mais distantes, a Tânia virou-se e aconchegou-se na Catarina, recomeçando a chupar o seu mamilo, iniciando outro ciclo de ondas de prazer.
Na hora que ela terminou completamente os seus espasmos, ela estava a dormir, com um sorriso de contentamento completo na sua face.
Não percas a terceira parte deste conto >>>>