228 - Eu tenho um grande fetiche, cigarros com roupa feminina.
Desde os meus sete ou oito anos que comecei a entrar furtivamente no quarto da minha mãe, para roubar os cigarros dela e fingir que os fumava.
Também comecei a usar furtivamente outras coisas da minha mãe, sutiãs, calcinhas e botas de cano alto.
Agora, adulto, sou crossdresser e quando me visto fumo.
Esses dois fetiches transformaram-me numa pessoas exibicionista.
Comecei a vestir-me melhor quando arranjei uma casa minha. E atualmente sou quase uma menina perfeita quando me arranjo. Aprendi maquiagem, arranjo o cabelo, treino o meu andar e a forma de falar, até os meus peitos ficaram grandes.
Também comecei a fumar quando me vestia e estava sozinha, principalmente quando me masturbava.
Por causa disso quase que não consigo gozar sexualmente sem estar vestida e a fumar, a menos que esteja a ser comida por um homem sexy com um pau duro, nesses momentos não consigo parar. Eu nem preciso que os meus parceiros me chupem ou masturbem, eu apenas gozo e muito!
Quase todos os homens, que conhecem o meu lado feminino, costumam me dizer que eu pareço uma mulher. Até o meu rosto, mãos e pés parecem de mulher e não de homem. Comecei a acreditar neles e quando me vejo num espelho verifico que eles estão certos.
Mas eu queria ver até que ponto estava no caminho certo e queria ser capaz de sair de casa completamente vestida de menina. Era não só era assustador mas também extremamente emocionante.
Fiz alguns pequenos testes à noite. Das primeiras vezes apenas entrei no carro e dei umas voltas, preocupada em conduzir de saltos altos, foi um desafio.
Fumei e fiz alguns quilómetros pela cidade fora, ficando super excitada e fiquei toda encharcada, eu e o assento do carro. A sensação do cinto de segurança a roçar os meus seios grandes e eles a saltarem quando o carro passava por um solavanco fazia a minha cabeça girar de excitação.
Algumas semanas depois ganhei coragem para sair vestida durante o dia. Vesti-me um pouco mais conservadora, não mostrando tanto decote e pernas.
Conduzir pela cidade durante o dia foi a coisa mais emocionante que já tinha feito até aquele dia. Fiz questão de usar calcinhas por baixo da saia, mas elas ficaram tão encharcadas que, depois de uns dez minutos, a conduzir e a fumar parecia que eu tinha me mijado.
Estava a ameaçar chover e eu decidi ir até um parque que conhecia, onde há um pavilhão com cobertura.
Estacionei, saí do carro e fui abrigar-me por baixo da estrutura do pavilhão, porque tinha começado a chover. Com o som dos meus calcanhares na calçada dos passeios e o sentir que estava só no meio da rua, tive que fazer um esforço para não gozar.
Eu estava a fumar como uma louca, a sentir mais tesão do que nunca na minha vida, e dava um passeio, abrigada da chuva por baixo da estrutura do pavilhão, quando um carro parou e estacionou no parque, bem perto do meu. Sentei-me num dos bancos quando vi a porta do carro começar a abrir.
Espiei por cima do ombro e vi um homem caminhando até uma das mesas dentro do pavilhão. Eu não sabia se estava a sentir mais com tesão ou mais medo. Apenas sentia que estava literalmente a tremer tanto que me foi difícil acender outro cigarro. Fiquei ali sentada com mil pensamentos a passarem pela minha cabeça.
Percebi que se ele pensasse que eu era uma mulher, talvez ele pudesse vir falar comigo. Era algo assustador e emocionante. Acendi outro cigarro, levantei-me e andei um pouco por baixo do pavilhão. A chuva ainda caía, mas levemente. Olhei na direção dele e ele desviou o olhar. Fiz questão de ficar de pé para que ele pudesse ver os meus peitos grandes. Mas depois de passarem alguns minutos ele não fez nenhum movimento que me fizesse perceber que ele queria se aproximar.
Com o céu escurecido pela chuva, sentia-me ousada. Voltei a sentar-me, só que desta vez em cima da mesa com os pés no assento e de frente para ele. Acendi um cigarro novo e abri as minhas pernas para que as minhas calcinhas rosa choque pudessem ser facilmente vistas.
Ele estava a fingir que não olhava, mas estava. Coloquei o cigarro, na boca, levantei-me e lentamente puxei as minhas calcinha até aos joelhos. Voltei a sentar-me e tirei as calcinhas por completo. Certifiquei-me de que ele as visse na minha mão e coloquei-as sobre a mesa. Abri bem as pernas e quando ele viu que eu tinha um pau e não uma passarinha ele não conseguiu mais esconder que estava a olhar para mim.
Era uma fantasia que se estava a tornar realidade para mim e eu queria deixar ele ver o quão excitada eu estava.
Primeiro brinquei com os meus seios, depois levantei-me, puxei a saia e comecei a acariciar-me sentada ao canto da mesa.
Vi que ele tinha puxado o seu pau para fora agora e que estava a acariciar-se enquanto me observava.
Eu queria convidá-lo para ele me vir comer, mas já estava muito quente.
Sentei-me de novo, acendi outro cigarro e comecei lentamente a correr as minhas unhas compridas para cima e para baixo na minha pilinha. Ele ainda estava a acariciar o pau dele. Envolvi a minha mão em volta do meu pau e comecei a acariciar o meu no mesmo ritmo que a mão dele.
Eu sou uma menina muito barulhenta e certifiquei-me de que ele estava a ouvir os meus pequenos gemidos femininos, que não eram falsos. Eu estava perto de gozar mas consegui evitar que isso acontecesse por um minuto ou mais.
Mas a situação, eu fumava e ele assistia era demais e explodi atirando esperma para cima e para a minha saia. Gozei com tanta força que minhas pernas tremeram e não consegui mantê-las abertas.
Quando acabou, olhei e ele estava a fechar o fecho das calças.
Não sei se ele se veio, eu não vi, porque estava apenas concentrada no meu mundo exibicionista.
FIM
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