113 - Nasceu Uma Sissy
Tudo começou quando um amigo meu, um pouco mais velho me mostrou um vídeo de uma trans a masturbar-se, quando eu tinha 15 anos.
Depois que ter visto o vídeo, senti-me instantaneamente atraído por mulheres trans, mais do que por mulheres cis. Antes daquela ocasião eu apenas me recordo de uma vez me ter masturbado a ver pornografia com mulheres, uma única vez!
Eu era um menino tímido, pálido, franzino e feminino. A minha relação com a escola não era boa. Alguns colegas costumavam intimidar-me, nunca me considerei vitima, mas evitava os rapazes mais rufiões. Eu era muito tímido para tentar com as raparigas da escola.
Creio que passei uma grande parte da minha adolescência, fechado no meu quarto, a assistir a vídeos de transexuais. Masturbava-me, 3 a 4 vezes por dia, sem parar de ver os vídeos. Fantasiava participar nas cenas dos filmes, mas sempre assumindo a parte feminina, imaginava ser penetrada por enormes pénis masculinos.
Todos esses anos da adolescência desejei chupar um homem, mas a minha timidez impediu-me de tentar fazer isso na vida real.
De vez em quando eu sentia-me atraído por raparigas mas também essa atração depressa me passava quando percebia que eu não me atrevia a falar com eles.
Quando eu tinha 18 anos descobri todo um novo mundo na estimulação dos mamilos. O prazer era muito intenso e fazia-me sentir-me como uma borboleta. Eu não queria parar de beliscar os meus mamilos, de acariciar os seios e de os estimular.
Foi também com os meus 18 anos que confirmei que sou uma sissy nascida para agradar a machos alfa.
Eu em segredo tinha já comprado um sem número de acessórios que raramente conseguia utilizar, mas numa sexta-feira à noite eu estava sozinho em minha casa, estava a chuviscar lá fora, e a minha sissy interior acordou.
Decidi trancar a minha pilinha numa jaula de castidade. Vesti um sutiã ambos eram de um tom rosa perfeitos para uma sissy. Tinha comprado um dildo de silicone grosso que mantinha em segredo. Lentamente comecei a empurrar o dildo para dentro do meu rabinho apertado. E era bem apertado porque eu nunca tinha colocado nada dentro dele, além dos meus dedos. Quando o senti tocar suavemente na minha próstata, o meu coração começou a bater rápido e as minhas pernas abriram-se automaticamente. Fiquei com os mamilos bem erectos. Comecei a gemer alto, felizmente, não havia ninguém em casa para ouvir. Lentamente comecei a aumentar os meus movimentos e a movimentar o dildo dentro de mim até que explodi num sissygasm. O meu líquido aquoso saia do meu pequeno pénis erecto e eu estava a morrer de prazer com o orgasmo.
Durante o orgasmo, percebi que o propósito da minha vida era agradar um homem de verdade.
Decidi que tinha que começar a ser mais independente e comecei a arranjar alguns trabalhos. Consegui emprego num restaurante como empregado de mesa e comecei a economizar dinheiro para o poder fazer um tratamento para ficar mais feminino.
Uma noite, ao sair do restaurante depois do trabalho, vi duas mulheres trans na rua que se estavam a prostituir. Eu estava com muito medo pra ir falar com elas, mas consegui juntar forças para as abordar.
Ambas eram mulheres altas com peitos enormes. Consegui conversar com elas e ganhei alguma confiança. Acabei por lhes contar um pouco da minha vida interior de sissy e o meu desejo de ser uma garota.
Elas levaram-me para o apartamento delas. As duas mostraram interesse em me transformar e começaram a maquiar-me. Arranjara-me um vestido para eu usar naquela noite, um sutiã e calcinha roxos, saltos de 15 cm de prostituta. Depois de me arranjarem o cabelo e a pintura olhei-me no espelho. Para ser honesto eu senti atração sexual por mim mesma e queria me comer a mim mesma, de tão sexy que eu estava.
Eu vi o desejo daquelas garotas a ficarem mais duros por baixo daquelas roupas apertadas de meninas da vida. Claramente ambas sentiam-se atraídas pela minha figura feminina. Uma delas, loira, deu-me uma palmada nas minhas nádegas, a outra beliscou os meus mamilos, e deixei as duas me usarem. Senti que era livre ao ser usada por outros.
Eu aceitei o convite delas e fui viver no apartamento delas.
Durante um ano, continuei a trabalhar no restaurante e aprendi muito sobre a vida de uma prostituta.
Depois de um ano de tratamento hormonal eu me transformei e o meu corpo ficou mais feminino. Fiquei com as nádegas maiores, com ancas largas, cabelo forte e comprido, os meus seios cresceram e o meu pénis deixou de ter erecções. Passei a ser uma menina sexy com um pénis minúsculo.
Um segredo que compartilho com todos vós é que este pequeno pénis nunca comeu nenhum anus nem vagina na sua vida. As minhas novas formas corporais fazem com que todos os homens sintam desejo por mim e me queiram comer.
Eu passei apenas a estar muito interessada em me vestir sexy, como se estivesse a usar um letreiro a pedir sexo.
Agora sou uma prostituta e tenho entre três a quatro homens por dia e realmente sinto-me como se estivesse a viver no céu.
Neste momento eu só tenho um sonho por realizar, que é ser uma escrava pessoal para a vida inteira de um homem rico e dominante.