85 - A fantasia das calcinhas da tia Luísa
Parte I
Eu sempre tive uma grande atração pela roupa íntima das mulheres. Mesmo na escola durante o recreio, eu adorava ficar sentado no chão do pátio vendo as meninas a brincar e a pular à corda onde por vezes exibiam as suas pequenas calcinhas sem querer.
Eu tinha muito ciúme das minhas irmãs! Elas tinham calcinhas lindas, lingeries bonitas, combinações, saiotes e muitas outras roupas interiores delicadas para usar, enquanto eu estava sempre preso naquelas enfadonhas cuecas de menino. Isto não é justo, pensava!
Eu adorava o contato excitante com as lycras e com as delicadas rendas que as enfeitavam.
Aos 12 anos eu já experimentava as roupas íntimas das minhas irmãs. O meu corpo formigava todo com a excitação de usar calcinhas e sutiãs das minhas irmãs em frente ao espelho do quarto.
Assim que colocava umas calcinhas e sutiã, o meu pénis ficava tão duro que eu mal controlava a minha excitação e acabava em maravilhosas sessões de masturbação frente ao espelho! Eu tornei-me num perito em usar a roupa intima das minhas irmãs.
Terminadas as aulas eu ia a correr para casa na certeza de que ia usar as calcinhas que podia encontrar pela frente. Uma tarde, quando estava só em casa, eu tranquei-me no banheiro. Abri o cesto da roupa suja e peguei em todas as calcinhas que as minhas irmãs tinham usado e que estavam ali.
Cada uma das minhas três irmãs tinha uma diferente personalidade, e mostravam isso nas suas adoráveis roupas intimas. Lisa, a minha irmã mais velha, já estava na faculdade e usava biquínis com fios sensuais. A Juliana estava num curso profissional e usava umas grandes e sedosas calcinhas com espartilho. A Vera, tinha entrado no secundário e usava calcinhas de fibras sintéticas bem cavadas.
Eu segurava as adoráveis roupas intimas no meu rosto e deliciava-me com o cheiro das suas calcinhas. As minhas irmãs nunca desconfiaram. Isto fez com que eu me familiarizasse intimamente com cada um dos odores das minhas irmãs e descobria até mesmo quando uma das minhas irmãs usava as roupas íntimas das outras!
Eu livrava-me, de um modo selvagem, das minhas cuecas e deliciava-me colocando aquelas roupas intimas sedosas em cima do meu pénis que pulsava tanto que parecia ir explodir a qualquer momento. Eu tinha muito cuidado para não as sujar com o meu esperma assim que terminava de me masturbar.
Aos poucos fui usando além das roupas intimas, vestidos, saias, blusas, sapatos de saltos e meias altas. E também comecei a usar maquilhagem delas. Eu abusava do rímel e dos batons delas e morria a rir quando elas começavam a acusar-se mutuamente do gasto dos cosméticos. Naturalmente, nunca suspeitaram de mim!
Os meus pais trabalhavam fora num horário integral. As minhas irmãs eram bonitas e sempre tinham muitas tarefas depois da escola. Assim eu ficava muitas vezes só em casa durante longas tardes e aproveitava para usar as suas sensuais lingeries.
Eu fui ficando hábil a vesti-me e a aplicar a maquilhagem e adorava ver-me ao espelho. Com exceção do meu cabelo pequeno, eu parecia uma menina. A coisa que eu mais gostaria de ter, era o meu próprio guarda roupa feminino. Mas como ia eu conseguir isso?
A resposta para o meu problema veio por acidente. Um dia eu estava em casa de um amigo e fui à casa de banho que ficava no piso superior da casa dele. Lá dentro vi algo coisa que me chamou a atenção. Havia num dos cantos da casa de banho um cesto de roupas sujas e logo por cima estavam umas lindas e deliciosas calcinhas vermelhas da irmã dele.
Sem pensar e completamente transtornado, eu tirei as calcinhas vermelhas do cesto e vesti-as por baixo das minhas roupas normais.
O resto da tarde eu fiquei a estremecer com o contato sensual das calcinhas sedosas que acariciavam o meu pénis quando andava de um lado para outro.
O meu amigo comentou que eu parecia desligado, fora do mundo e eu sorri dizendo que estava tudo bem.
Assim que cheguei a casa, tranquei-me no meu quarto para me deliciar com as calcinhas que trouxera 'emprestadas’. Eu as tirei, passei-as no meu rosto, lambi e esfreguei-as no meu pénis. A dona dela, a Kelly tinha cerca de dezenove anos, era muito bonita e feminina e as calcinhas dela eram perfeitas para mim que tinha apenas treze anos.
Usando aquelas calcinhas vermelhas, masturbei-me de um modo selvagem, até explodir num violento orgasmo, acho que foi o melhor que tive até aquele dia. Eu imaginava a Kelly a procurar as suas calcinhas, e sorri silenciosamente usando-as. Ah se ela soubesse!
Dali em diante eu transformei-me num ladrão de calcinhas assumido. Nenhum cesto de roupa de mulher estava seguro quando eu estava por perto. Eu roubei calcinhas das irmãs de todos os meus amigos, até mesmo das mães deles. Bastava eu gostar, achar bonitas e atraentes. Eu gostava muito quando as minhas irmãs me levavam quando iam para casa de algumas das amigas delas, eram sempre mais calcinhas para somar à minha coleção!.
Mas minhas oportunidades favoritas para pilhagem de calcinhas eram quando a irmã mais nova da minha mãe, a tia Luísa nos visitava. A tia Luísa era a fada que enfeitava os sonhos molhados dos garotos da minha idade. Ela ficou viúva muito nova, quando era casada, era meio gorda e sem atrativos, mas quando ficou só de novo, ela parece que floresceu, que renasceu, ela perdeu peso, cuidava muito do visual enfim, ficou uma mulher adorável.
Ela tinha um guarda-roupas de invejar, só usava calças apertadas e mini blusas ou vestidos bem justinhos e curtos e sapatos de salto alto. Nunca os meus sonhos foram povoados por mulher mais erótica que ela!
Para a minha mãe e as outras minhas tias a tia Luísa era sempre assunto de conversa favorito. Elas nunca cansavam de especular que a tia Luísa estava dando seus pulinhos secretos.
A maioria dos rapazes solteiros da minha pequena cidade e até mesmo alguns homens casados viviam tentando dar-lhe conversa e um pouco mais. E acho que a tia Luísa já tinha saído com alguns deles. Algumas amigas da minha mãe e outras mulheres da cidade consideravam-na uma verdadeira raposa!.
Elas nunca perdiam a oportunidade para falar mal da Tia Luísa, mas no fundo o que elas tinham era ciúme. Sim, elas tinham ciúme porque a tia Luísa era bonita e a maioria destas mulheres faladeiras, pareciam velhas desbotadas.
A tia Luísa sempre soube que me deixava excitado, ela deixava-me quente como o inferno. O seu perfume adorável fazia a minha cabeça girar.
Eu subia escadas acima assim que ela saia da casa de banho e imaginava o que poderia encontrar. Eu nunca fiquei desapontado. A tia Luísa deixava sempre as calcinhas e outras roupas no chão da casa de banho.
Eu apanhava as calcinhas e afagava-as por muito tempo e pegava também nas outras lingeries adoráveis dela. A tia Luísa usava roupas exóticas, muitas lingeries importadas, principalmente francesas. Eram roupas de seda muito gostosas de usar.
Um dia tive a sorte de encontrar um biquíni azul turquesa com umas rendas muito lindas. Ele ainda estava húmido do sexo da tia Luísa. Fazia pouco tempo que o biquíni estava ali!
Foi uma noite de felicidade absoluta. Eu cheirei-a, esfreguei-a no meu corpo, e depois vesti-a. Eu tive tanto calor, estava tão excitado que me masturbei loucamente várias vezes, até que o meu pénis ficar vermelho e eu não conseguir mais gozar.
Depois de terminar, senti uma dose de culpa. Afinal de contas, esta mulher era minha Tia! Como poderia eu fantasiar com coisas tão imorais e incestuosas? O que estava errado comigo? Eu sentia-me horrível. Mas apesar de tudo não conseguia parar de usar as calcinhas da minha tia.
Uma tarde eu estava no meu quarto acariciando as calcinhas azul turquesa da tia Luísa, quando a campainha soou. Deixei-a em cima da cama vesti as minhas roupas e fui atender a porta.
Era a minha tia Luísa usando uma adorável mini-saia de couro apertada e uma mini blusa decotada que revelava a divisão de seus seios maravilhosos. O que me deixou muito excitado.
Eu olhei para baixo e tentei não encarar os adoráveis seios dela. Ela tinha vindo buscar um par de sapatos emprestados, que ela ia usar à noite. Eu disse que a minha mãe ainda não tinha chegado e ela respondeu que não era problema. Disse que sabia onde encontrar o que precisava e entrou. A Tia Luísa foi direIta ao quarto da minha mãe. Eu fechei a porta e fui atrás dela, tentando não parecer óbvio tentei espiar quando ela subia os degraus para o andar superior tentando ver as suas calcinhas e aquele par de coxas fantásticas. Ela abriu o armário e pegou nos sapatos, mas quando ia a sair, ela passou em frente ao meu quarto, a porta estava aberta e ela olhou lá dentro.
A tia Luísa entrou no meu quarto, e o meu coração disparou quando vi que as calcinhas dela, que eu tinha roubado dias antes, estavam em cima da minha cama. Ela viu, fez uma careta e zombou:
- O que é isto? Será que tu és um pequeno pervertido imundo? Será que tu és um pequeno ladrão de calcinhas? Estavas a usar as minhas calcinhas não é?
De repente ela lançou um olhar severo.
- Eu aposto que foste tu que também roubou as minhas outras calcinhas, que eu já tinha dado como perdidas. Bem!... Eu quero elas de volta... agora mesmo! Ou contarei para a minha irmã que o filho é um pervertido e asqueroso!
A tia Luísa deixou-me mortificado! E não tive escolha. Dirigi-me ao meu armário e abri a gaveta secreta onde guardava a minha coleção de calcinhas.
- Coloca todas em cima da cama! Grunhiu ela.
Eu levantei a gaveta e despejei um monte de calcinhas roubadas cair na minha cama. De repente fiquei surpreso com a quantidade de calcinhas que tinha conseguido acumular nos últimos meses de rapinagem.
- Bem, Bem! A tia Luísa deu uma risada enquanto inspecionava a minha coleção.
- Tens uma bela coleção de calcinhas, deves ser um bom ladrão de calcinhas. Disse ela.
Com isso, a tia Luísa começou a verificar a coleção de calcinhas e a fazer comentários sobre cada peça.
- Estas são minhas, gostaria de saber como as conseguiu!
- Estas, parece que pertenceram a uma garota.
- Oh, estas são lindas. Eu gostava de saber como as conseguiste arranjar.
- E estas são minhas... e estas.. são as que eu esqueci aqui outro dia!
Eu sabia que estava numa situação difícil. A tia Luísa inspecionou uma por uma a minha coleção de calcinhas, mas eu não conseguia tirar os olhos da deliciosa calcinha azul turquesa que ela ainda segurava na mão. Apesar do aperto, eu não conseguia conter a excitação que ela me provocava e o meu pénis estava a endurecer vendo a tia Luísa a segurar aquelas calcinhas.
A tia Luísa viu a minha excitação, fez um sorriso e disse em voz alta:
- Bem, meu querido Daniel, tu certamente gostas de calcinhas lindas. Pelo menos estou a ver o seu bom gosto em lingerie! Eu imagino o que você faz com elas...
Ela olhou para as calcinhas azul turquesa e de novo me olhou. Um semblante duro pairou sobre o rosto dela enquanto me olhava de cima a baixo.
- Meu querido, eu aposto tudo o que quiseres que tu também queres usar estas! Acertei?
Eu passei a mão pela minha cabeça e não disse nada.
- Foi o que pensei. Ela atirou as calcinhas azul turquesa na minha direção e disse:
- Eu quero que tu tires as tuas roupas agora e vistas estas calcinhas e desfiles para mim! Ok?
Eu tentei protestar:
- Não!... Eu não posso!... Eu não posso!
- Vais vesti-las ou eu conto à tua Mãe que tu és um pervertido, meu pequeno ladrão de calcinhas! Agora deixa de choramingar e veste-as. Eu sei que tu adoras isto! Tu sabes que queres! Anda logo Daniel, não me deixes à espera!
A tia Luísa dominava-me, mas eu sentia uma estranha excitação, pela primeira vez eu ia usar umas calcinhas na presença de alguém. Olhei ao redor, despi-me e vesti as calcinhas azul turquesa. O contato com aquela seda macia fez com que o meu pénis endurecesse, mas eu ainda tentava manter o controle. Eu adorava aquela peça, eu me realizava com ela, não sei por quanto tempo eu ainda aguentava a segurar a minha excitação antes de explodir!
- Tu pareces delicioso! Tens uma pele branca... um corpo magro... e as tuas pernas são adoráveis! Agora desfila para mim... e dá uma voltinha! Sim, isto. Estás muito bem Daniel. Isto é muito bom!
A tia Luísa começou a respirar pesadamente, e eu percebi que ela tinha ficado excitada. Mas entretanto ela deixou de me encarar e recuperou a sua compostura.
- Muito bem, comportaste-te como um menino obediente. O que posso fazer para te recompensar? Hmmmmmmm... já sei! Bem, podes deitar-te no chão entre as minhas pernas e eu deixo-te olhar por baixo das minhas saias do modo que tu sempre sonhaste! Não penses que eu nunca te vi a tentar espiar antes, eu vi sim, tu estavas a tentar espiar-me pelo buraco da fechadura no outro dia. Eu sei que é isso que tu procuras. É a mesma coisa, todos os homens desejam isto. Prossiga! E abriu sua pernas levemente para que eu me posicionasse.
Eu não podia acreditar na minha sorte mas não desperdicei nenhum momento, fazendo exatamente o que a minha tia ordenava. Considerando que ela estava parada, eu vi aquele pedaço de lycra preta rendado escondido pelas saias dela. O seu lindo par de coxas coberto com meias finas pretas e eu podia ver os laços das presilhas da cinta de ligas preta dela.
As nádegas deliciosas da Tia Luísa estavam cobertas por aquelas calcinhas pretas totalmente enfiada, deixando apenas um fio discreto a aparecer. A vagina dela avermelhada estava quase depilada, nunca tinha visto tal coisa, parecia apertadinha como se fosse de uma menina. Isto era demais para mim. Não sei como estava a conseguir conter-me, eu estava a ter a visão do paraíso!
- Espero que gostes do que estás a ver. Disse a tia Luísa.
- Oh sim tia! Eu gaguejei. A tia é ... Eu não encontrava palavras ... a perfeição feminina. Muito linda. As palavras pareciam inadequadas, mas era o que saia da minha boca, eu estava atónito.
- Obrigada pelos elogios. Ela deu uma risada.
Então vi a mão dela, com unhas vermelhas longas pegar na saia e subir um pouco. Um dedo com a unha pintada deslizou na região da vagina e começou a colocar as calcinhas de lado.
A tia Luísa massajou um pouco sua vagina e disse:
- Agora tira as minhas calcinhas, Querido! Eu adoro ver meninos da tua idade realizarem os seus sonhos. Tira para fora o teu pénis duro e vem para mim!
Eu vacilei um pouco com aquela visão erótica da minha tia. Ela estava com um dedo massajando a sua vagina e a contorcer-se. Eu tirei o pénis para fora das calcinhas azul turquesa. Ele pulsava, vibrava, com o que estava por vir. Eu percebi que as calcinhas da minha tia estavam bem húmidas quando as comecei a tirar.
Eu ouvia os seus gemidos de prazer.
- Sim... Oh! sim... simmmmmm! Ela soltou um assobio e enterrou um segundo dedo dentro da sua vagina. Eu sentia um odor perfumado de fêmea enchendo o quarto. As calcinhas estavam encharcadas nas minhas mãos.
- Agora querido. Arquejou ela. Chupa-me, come-me, leva-me ao delírio!
Eu sem saber o que fazer segui a sua ordem e apertei a boca contra a sua vagina, comecei a passar a minha língua naquele racha rosado deliciosa enquanto ela continuava a massajar-se com os dois dedos. A tia Luísa apertou o meu rosto contra o seu sexo quando eu comecei a enfiar a língua lá no fundo e a saborear os seu deliciosos sumos.
O meu rosto e as coxas da tia ficaram empapados com o sumo que saia do seu sexo, mas eu não diminui o ritmo. Eu ainda não podia acreditar no que estava a acontecer. As minhas fantasias mais delirantes, mais secretas estavam vindo à tona de uma maneira verdadeira. Eu queria que estes momentos durassem para sempre!
A tia Luísa apertou o corpo de vez, as pernas dela ficaram tensas, ela chiava, fungava, gemia, e de repente deu um grito e relaxou! Senti que as suas coxas ficaram arrepiadas. Eu tirei o meu rosto do meio das suas pernas e fiquei de lado. Quando ela deixou de arquejar, tirou os sapatos, as meias, olhou para mim e disse:
- Oh... Querido foste incrível! Tu és talentoso amor! Agora é a tua vez! Chega mais perto sim!
Eu estava tão excitado, tão quente que faria alegremente qualquer coisa que ela ma ordenasse! Ela pegou no meu pénis dentro das calcinhas e começou a masturbar-me e em seguida colocou-o na boca e começou a lamber ele como se fosse um gelado. Ela era muito experiente nisso e num segundo eu já estava a ter um orgasmo. Sem conseguir controlar mais comecei a gozar na boca dela. Ela mamava meus jatos de esperma como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Depois que terminei ela começou a lamber o meu pénis e deixou-o limpo.
Eu fiquei exausto, parecia que tinham saído por ali todos os líquidos do meu corpo. Era a primeira vez que me faziam aquilo. Ela de seguida fez um comentário:
- Nada mau querido sobrinho. Mas sorriu sedutoramente e acrescentou:
- Não penses que é o fim do castigo. Tu és um menino pervertido que gosta de roubar calcinhas de mulheres para usar nas suas sessões de masturbação e tens de ser castigado. Amanhã eu te espero na minha casa assim que saíres da escola para seres novamente castigado, entendeste?
Entretanto, a tia Luísa agachou-se, subiu a saia até a cintura, ajeitou as meias finas enquanto eu observava as suas lindas e longas pernas. Pegou naquelas calcinhas pretas molhadas com os seus sumos e com um sorriso brincalhão atirou-a na minha direção. Apanhei aquela peça meio quente e pegajosa com os seus sumos apertando-a na minha mão.
- É para ti, faz bom uso dela hoje à noite! Disse ela.
A tia Luísa desceu os degraus e foi-se embora. Eu ainda estava a usar o biquíni azul turquesa dela, ainda não acreditava no que tinha acontecido. Eu estava em devaneios. O que me trouxe de volta à realidade foi o forte odor de sexo que o quarto tinha. Corri a abrir as janelas e ligar os ventiladores para arejar o ambiente, tirar as calcinhas azul turquesa, guardar a minha coleção de calcinhas antes que os meus pais e irmãs chegassem a casa.
No dia seguinte eu não conseguia concentrar-me nas atividades da escola. De alguma maneira, a minha perspectiva estava mudada em relação à escola. Já não estava interessado em ver as meninas da escola a pularem à corda, perdi toda a atração nessa fantasia. Sentia que já não precisava mais de ver aquelas meninas a mostrar as suas nádegas no pátio da escola.
Elas pareciam tolas e imaturas para mim agora depois que tinha estado com uma mulher de verdade!
Era difícil manter a atenção nas aulas, parecia que as horas se arrastavam, mais do que o habitual. Finalmente tocou a campainha. E sai a correr da escola em direção à casa da minha tia Luísa. Eu estava ansioso por saber qual seria o castigo hoje.
Tomei coragem e bati à porta. A porta abriu lentamente e vi a tia Luísa com um sorriso no rosto.
- Tu és pontual! Disse ela. E eu gosto disso.
Fim da parte I - Para a semana temos mais um pouco da história >>>>>>>>