194 - Luísa e o Mestre
A Luísa arranjou um emprego como empregada doméstica na casa de um homem abastado.
Para qualquer um de nós a Luísa era apenas mais uma mulher loira de 26 anos, pernas longas, cintura fina e seios copa C. Ela tinha um rosto em forma de coração e sabia sorrir na hora certa. Apenas ela, Luísa, sabia que tinha um segredo. E mais ninguém no trabalho dela sabia dessa sua diferença, ela tinha um pénis de 15 cm!
Ela gostava do trabalho de limpeza, era algo simples que não exigia grandes esforços da sua parte.
Os seus patrões deram-lhe um uniforme para usar no trabalho, parecia um pouco um disfarce de French Maid, mas era muito menos provocante.
Como ela gostava de provocar os homens, que também trabalhavam na mesma casa, ela estava constantemente a encontrar formas de mostrar um pouco mais da sua perna ou um pouco mais do decote.
Ela também começou a usar uma cinta de ligas e meias altas para trabalhar, e assim podia mostrar as coxas por cima das meias.
A dona da casa estava sempre fora da cidade, mas trabalhavam na casa dois jardineiros, um mordomo e alguns outros homens, que ela podia seduzir enquanto fazia as tarefas da limpeza da casa. Ela fazia questão de andar sempre direita e alegre enquanto passava o espanador e limpava todos os recantos da casa.
No geral, ela considerava que tinha conseguido um bom emprego, com um trabalho razoável, bom salário e funcionários simpáticos.
Um dia, depois da Luísa trabalhar lá há mais de dois meses, o dono da casa entrou na biblioteca enquanto ela espanava os livros. Ele sentou-se na sua mesa de trabalho e começou a abrir os seus arquivos e a organizar o trabalho e papéis. Luísa olhou para ele enquanto passava o espanador pelos livros. Ele era muito atraente, com uma barba bem aparada, cabelos escuros e uma constituição muito atlética.
A Luísa sentiu-se muito travessa, e fez questão de se encarregar de tirar o pó dos livros de cima, o seu patrão não podia saber que já os tinha espanejado nesse dia.
Dessa forma, sempre que ele olhasse para cima, ele teria que ver as suas meias de náilon pretas, talvez um pouco da cinta de ligas e das suas coxas brancas. Ele também poderia ver as suas calcinhas de renda preta.
É excitante pensar que podia eventualmente conseguir excitar aquele homem rico, poderoso e atraente. Ela sentiu o seu pénis mexer e tentou pensar noutras coisas. Uma erecção, pensou ela, iria arruinar o seu apelo feminino.
Ela encarregou-se de fazer um pouco mais de farfalhar do que o normal, de modo que várias vezes o seu patrão interrompeu o seu trabalho para olhar para ela. Ela esperava que ele tivesse reparado na sua figura. E assim deve ter acontecido, porque finalmente ele disse:
- Venha aqui. Quero falar consigo agora.
Ele parecia severo e sério, como quem estava prestes a ter que lhe fazer alguma chamada de atenção.
Luísa desceu da escada, mostrando o máximo de perna possível. Ela também sorriu, mostrando as suas covinhas. Mas quando parou, na frente da mesa, ela notou que ele não estava a sorrir. Ela começou a sentir-se um pouco nervosa.
- Luísa. Começou ele, levantando-se e olhando para ela. Há quanto tempo você está a trabalhar aqui?
- Cerca de dois meses, senhor. Respondeu ela com uma voz suave.
- E você está feliz com o seu trabalho aqui até este momento? Perguntou-lhe ele, olhando-a diretamente nos olhos.
- Sim, senhor! Respondeu ele, baixando os seus olhos intimidada.
- Eu pago muito dinheiro para as pessoas cuidarem da minha casa e do meu conforto, para que eu possa tratar dos meus negócios comerciais. E continuou. E você está a distrair-me desse trabalho? E ainda lhe disse. Você deseja continuar no seu emprego aqui?
- Sim, por favor! Luísa respondeu nervosa, aquilo estava a ficar muito sério!
- Bem, então você deve ser punida por me estar a perturbar para que você se lembre de não fazer isto de novo! Disse-lhe ele, enquanto caminhava até onde ela estava e elevando-se sobre ela. Você consegue entender isso?
- Sim, senhor. Disse a Luísa novamente, sentindo-se assustada.
Ele pegou numa régua que estava na sua mesa de trabalho, puxou a saia dela para cima e antes que a Luísa pudesse acreditar no que ele estava a fazer, Záz! Traaaz!
Sentiu o ardor das palmadas contra o seu traseiro branco.
Aquilo aleijou-a e Luísa incrédula olhou para o seu patrão. Ele parecia levemente divertido. Ele estendeu a mão, curvou-a, levantou-lhe as sais, expondo-lhe as calcinhas de renda preta.
Então ele aplicou o castigo mais três vezes!
- Você vai perturbar-me de novo enquanto eu estou a trabalhar? Perguntou-lhe ele.
- Não, senhor! Respondeu a Luísa mal-humorada.
- Boa menina! Disse ele, como se ela fosse um cachorro, pensou a Luísa ressentida.
Então ele dirigiu-se para o seu cadeirão de leitura e ordenou:
- Venha aqui! Disse ele com firmeza.
Luísa foi até ao grande cadeirão estofado com alguma relutância. Quando ela ficou á beira dele sentiu que ela a agarrava, virava-a e levantou a sua saia novamente. Mas desta vez ele acariciou-a suavemente.
Pobre rabinho, ardia como fogo, mas enquanto ele acariciava as suas carnes punidas, ela percebeu que estava a ficar excitada. Ele continuou a acariciar seu traseiro por mais de um minuto, e quando a sua mão se moveu mais para a frente, ele encontrou algo que não esperava.
Luísa sentiu os dedos do seu patrão tocarem as suas bolas e soube que estava realmente exposta.
O que ele iria fazer agora?
Ele surpreendeu-a. Continuou a acariciar as suas bolas, provocando-as e apertando.
Depois voltou a dar atenção ao seu traseiro dolorido.
Para a frente e para trás acariciou toda aquela região da Luísa durante muitos minutos.
Luísa já não conseguia controlar a sua excitação, quando se sentiu puxada para cima dos joelhos dele na clássica posição de espancamento, mas ele simplesmente puxou a calcinha dela para dentro da fenda e brincou com as suas nádegas e bolinhas.
Luísa contorcia-se no seu colo enquanto ele brincava e atormentava a sua carne.
Ele passou uma mão por baixo dela e apertou firmemente um dos seus mamilos duros, e acariciou o seu seio.
Luísa gemeu, uma onda de vergonha enchia a sua mente, transformando-se numa maior excitação.
- Isso mesmo, menina linda! Disse o homem em cujo colo ela estava deitada. Geme por mim. Mostra-me como tu és impotente perante o teu patrão e mestre. Entrega-te toda e vem ser a minha pequena escrava indefesa.
Ninguém nunca a tinha tratado assim antes, e ela ficou sem conseguir responder, sentindo-se impotente, perante aquelas palavras que despertavam os seus sentimentos mais eróticos.
O seu traseiro apontava para o ar e ela sentia as suas costas arquearem-se mais, fazendo com que aquelas nádegas brancas fossem o grande alvo da atenção do seu patrão.
Ele puxou as calcinhas dela para baixo e separou as suas nádegas, expondo o seu anus enrugado e apertado.
O pénis da Luísa ficou a esfregar contra as pernas dele e ela sentia uns dedos procurando a sua abertura anal.
Luísa contorceu-se um pouco mais, a tensão sexual não permitindo que ela permanecesse parada.
- Eu quero que você me mostre que vai fazer quando eu a mandar ficar de quatro. Disse ele enquanto provocava o seu rabinho com um dedo e com a outra mão um dos seus seios.
- Eu vou te penetrar e você vai gozar para mim, não é? Perguntou ele com uma voz superior e provocadora.
- Sim, senhor! Respondeu ela com uma voz tão apaixonada que a fez ficar ainda mais envergonhada.
- Você vai me chamar de Mestre de agora em diante! Disse ele, apertando um mamilo com força e fazendo-a pular. Você entende?
- Sim, Mestre. A Luísa respondeu rapidamente, ansiosa para evitar mais punições.
- Muito bem. Disse o seu mestre, apertando os seus mamilos juntos e fazendo o seu pénis pulsar com excitação.
Então, sem aviso, os seus dedos abriram a sua pequena abertura, violando o seu ânus, fazendo-a gritar de dor.
- Eu quero que você se mova para frente e para trás no meu colo. Disse ele, sem tirar os dedos punitivos.
- Vou fazer você gostar do que estou lhe estou a ensinar. Disse ele enquanto com a outra mão acariciava um mamilo e depois o outro.
Luísa não teve escolha a não ser começar a mover-se no seu colo e, ao fazê-lo, o seu pénis esfregou contra as pernas da calça dele, fazendo com que ela fosse estimulada.
Ela continuou a esfregar-se e a mover-se enquanto ele abria o seu anus cada vez mais, machucando-a e excitando-a cada vez mais.
Então, quando a Luísa sentiu que não aguentava mais, ele tirou e voltou a mergulhar os dedos rapidamente enquanto dizia
- Goze para mim AGORA!
- Goze pelo seu Mestre.
E Luísa sentiu espasmos nas bolas e seu pénis começou a disparar esperma quente e grosso com o seu rabinho violentamente violado e seus seios provocados.
De novo, ela atirou os seus sumos de menina no tecido das calças dele, humilhação e dor somada à sua excitação.
Quando aquilo acabou, ela voltou para o seu trabalho com o traseiro dorido e um novo sorriso no rosto.