190 - Revelação
Eu comecei a gostar de roupas femininas desde há alguns anos, talvez cerca de 10 anos. Tenho agora 45 anos e ainda fico arrepiado com a sensação dos tecidos femininos a roçarem a minha pele.
Era casada, e quando estava sozinha, vestia-me de mulher. Comecei a construir um guarda-roupa que ia escondendo no meu sótão. Ao fim de alguns anos tornei-me muito boa a aplicar as minhas pinturas e, embora não conseguisse ficar muito feminina, não ficava a parecer apenas um homem vestido de mulher.
Recentemente, quando comecei a viver só, depois do meu divórcio, tive um forte desejo de me vestir e de me mostrar a outras pessoas.
Comecei a comunicar-me com várias pessoas na internet e tive algumas conversas muito abertas e acaloradas.
Conheci principalmente homens mais velhos do que eu.
Na semana passada decidi aceder ao convite para me encontrar com um deles. Ele planejou tudo para que nos encontrássemos num centro comercial a meio caminho entre a minha casa e a dele. Combinei o encontro num daqueles cafés ao ar livre e, se verificasse-mos que havia alguma empatia entre nós, avançava-mos a partir de aí. Depois de combinar o dia e a hora e vendo que o dia se aproximava, eu ficava mais animado mas também mais cauteloso. Escolhi do meu guarda-roupa algumas peças que eu sabia que me assentavam bem e coloquei-as numa mochila que levei para o no meu carro. Eu ainda me sentia insegura quando chegou o dia e me dirigi para o centro comercial.
Depois de estacionar e de ter subido até ao piso do café vi-o. Ele dissera que ia com um blusão vermelho e era o único que eu conseguia ver. Ele tinha mais dois ou três anos que eu, mas parecia mais jovem. Eu dirigi-me a sorrir para a mesa em que ele estava e ele levantou-se e apertou a minha mão.
- Bem, finalmente! É um prazer conhecer-te e estar frente a frente. Disse ele com um sorriso. Pedimos um café e começamos a conversar. Eu realmente gostava dele e nós dois sentíamo-nos muito confortáveis um com o outro. Conversamos sobre trabalho e, na verdade, sobre tudo, menos para o que estávamos lá. Ele tinha cabelos escuros, olhos azuis e um rosto com linhas muito vincadas. Ele era bem construído com uma barriga a começar a ficar proeminente. Ele era realmente muito bonito. Enquanto conversávamos, eu comecei a tentar visualizar como ele seria sem as suas roupas. Eu devo ter ficado a sonhar acordada porque ele disse:
- Olá, ainda estás por aqui? Eu imediatamente gaguejei uma desculpa e ele apenas se riu.
- Achas que devemos sair daqui? Perguntou ele calmamente.
- Acho que sim! Respondi. Nós levantamo-nos e caminhamos pelo centro comercial.
- Tenho um quarto aqui no hotel por cima do centro comercial. Disse ele. Eu posso colocar as faturas nas minhas despesas dos meus negócios. Disse ele com um sorriso.
- Preciso de ir buscar a minha mochila. Disse eu. Ele entregou-me um cartão magnético do quarto e disse: “925”. Ele foi para o hotel e eu fui buscar minha bolsa.
Eu estava a tremer como uma rama de árvore. Eu queria fazer aquilo, mas ainda estava nervoso. Comecei a suar mal entrei no elevador para ir para o 9º andar.
Plim, saí do elevador e procurei o 925. A minha mão tremia quando passei o cartão. O sinal ficou verde e abri a porta. Entrei.
- Estava com medo de que tivesses mudado de ideia, Disse ele.
- Quase. Respondi.
- Queres uma bebida? Perguntou ele dirigindo-se para o pequeno bar da sala.
- Claro, preparas-me um gin? Perguntei.
- Está a sair um gin com tónica. Disse ele servindo um copo. Peguei no na taça do gin e sentei-me no sofá.
- Bom … Disse eu saboreando um gole.
- Por que não te vais trocar! Disse ele corajosamente.
- OK. Disse eu e levantei-me pegando na minha mochila. Entrei na enorme casa de banho e fechei a porta.
- Bem, é agora ou nunca! Pensei.
Tirei as minhas roupas, que tinha vestido, e decidi que era melhor tomar um duche rápido. Tomei e sequei-me. Olhei para o espelho.
- O que estou a fazer? Pensei. Mas eu sabia que queria que aquilo acontecesse. Olhei para o meu corpo. Eu tinha rapado os pelos das minhas pernas e também tinha aproveitado para rapar os pelos de todo o meu traseiro. Coloquei um pouco de desodorizante ao de leve no corpo. Vesti umas calcinhas de seda preta. Automaticamente tive uma erecção. Coloquei o meu cinto de ligas e, em seguida, deslizei as minhas meias em cada perna e prendi-as ao cinto. Coloquei um sutiã com as próteses de silicone nos seios.
Sentei-me no balcão e frente ao espelho, fiz a minha pintura. Base, pó, batom, sombras, desenhei as minhas sobrancelhas e coloquei um pouco de blush. Levantei-me e vesti uma saia curta, coloquei um camiseiro branco e depois calcei os meus saltos altos pretos. Por último, coloquei a minha peruca loira, os meus brincos e um colar. Tudo pronto e muito bonita, devo dizer. Agora eu só tinha que criar coragem para sair por aquela porta.
- Ei, então? O que te está a prender? Ouvi ele dizer através da porta. Bem, aqui vai.
Abri a porta e saí. Ele ficou a olhar para mim, parado a tentar perceber se ainda era eu.
- Mas? Tu estás linda. Não estavas a mentir quando disseste que achavas que ficavas bem assim vestida. Disse ele. Pegou na minha mão e levou-me até ao sofá. Sentei-me muito elegante e ele entregou-me outra bebida.
- Um brinde a esta menina que acabou de aparecer. Disse ele levantando o copo. Conversamos um pouco, como homem e mulher. Percebi que ele estava a olhar para mim. Cruzei as pernas algumas vezes como uma provocação. Eu estava a fazer tudo certo.
- Posso te beijar? Perguntou ele.
- Eu ahhhh acho …. eu estava insegura sobre o beijo. Ele inclinou-se e beijou levemente os meus lábios. Foi agradável. Ele deslizou para mais perto de mim e beijou-me novamente. Desta vez mais e senti a sua língua entre os meus lábios. Eu gostei e beijei-o de volta. As nossas línguas moveram-se uma contra a outra. Ele colocou os seus braços em volta de mim e beijou-me apaixonadamente. Eu estava bem. O meu pénis lutava contra as minhas calcinhas.
- Oh, tu és deliciosa. Disse enquanto se recostava. O meu batom estava espalhado em toda a sua boca.
Passei o meu dedo pelos seus lábios e limpei um pouco. Depois fui eu que me inclinei para ele e passei a minha língua sobre os seus lábios. Ele abriu a boca e começamos a beijar-nos novamente. As suas mãos moveram-se para o meu camiseiro e ele brincou com os meus seios falsos. Ele moveu a mão para baixo e pelas minhas costas e agarrou numa das minhas nádegas. Eu estava bem. Ele pegou na minha mão e colocou na sua virilha. O meu coração começou a bater forte quando senti o seu pénis duro contra a minha mão. Eu apertei-o. Ele era enorme. No que eu tinha me metido? Continuei a acariciar o seu pénis e percebi que queria tocá-lo. Enquanto ele me beijava, desabotoei o seu cinto, desabotoei as sua calça, puxei o fecho para baixo e coloquei minha mão dentro das suas calças. O pénis latejava. Eu envolvi os meus dedos em torno dele e lentamente acariciei-o. Movi o meu polegar sobre a cabeça do seu pénis. Eu tinha que o sentir nu.
Quebrei o nosso beijo e deslizei para o chão. Desapertei os atacadores dos seus sapatos e descalcei-o. De seguida, tirei as suas meias. Ele levantou os quadris e eu puxei as suas calças. Ele sentou-se só de camisa e cuecas. O pénis pressionava as cuecas de algodão, fazendo um monte considerável. Ele abriu as pernas e eu ajoelhada movi-me para o meio delas. Coloquei a minha cara contra as suas cuecas. O meu rosto estava a tocar um pénis. Um pénis, eu não podia acreditar … o seu pénis. Virei o meu rosto e rocei os meus lábios contra o tecido. Beijei o pénis através do tecido das cuecas. Segurei nas suas bolas. Elas também eram grandes. Eu mal podia esperar.
Estendi uma mão e lentamente puxei as cuecas para baixo. O pénis saltou para a frente e atingiu o meu queixo. Foi suave e duro. Ele tinha uma grande cabeça em forma de cogumelo que era roxa escura. Eu coloquei a minha mão em torno dele e inclinei-me para beijar a cabeça. Com a minha língua percorri em redor da cabeça e da haste. Foi maravilhoso. Quente, suave ... mmmmmm. Eu tinha que o ter na minha boca. Abri a minha boca e levei o pénis aos meus lábios. Envolvo a cabeça com os meus lábios. Oooh … parecia fantástico. Aqui estava eu. Vestida de mulher, de joelhos na frente de um homem e chupando o seu pénis. Um grande e maravilhoso pénis. Eu empurrei-o mais para dentro da minha boca e chupei-o. Ele começou a mexer os quadris e a gemer baixinho.
- Sim, chupa! Gemeu ele. Eu bombeei o pénis para dentro e fora da minha boca. Eu fodi o pénis com a minha boca. Afastei a boca e empurrei o pénis para cima. Desci e lambi as suas bolas grandes. Eu coloquei uma na minha boca e passei a língua ao redor dela. Levantei o saco das bolas e rocei a minha boca por baixo dele. Eu sentir o cheiro almiscarado do seu anus. Deixei minha língua deslizar até à sua fenda. Ma eu mal o conseguia lamber. Não consegui chegar ao seu buraco, embora quisesse. Voltei para o pénis e o coloquei de novo na minha boca. Chupei e corri minha língua ao redor do pénis. Eu envolvi os meus dedos em torno da haste e bombeei enquanto chupava. Ele gemia e revirava os quadris enquanto eu chupava o pénis grande, quente e suculento.
Eu queria que ele gozasse. Eu queria o seu esperma. Eu precisava do esperma. Chupei e bombeei o pénis. A minha saliva revestia o pénis fazia-o escorregadio. Ele começou a levantar os quadris e a enfiar mais do pénis na minha boca. Ele era tão grande que era difícil eu aguentar. Várias vezes ele enfiou o pénis profundamente na minha garganta e eu engasguei-me. Ele era muito grande. E eu queria-o todo na minha boca e garganta, mas não aguentei. Apenas o bombeei cada vez mais rápido enquanto chupava. Senti o pénis a ficar mais duro e inchar. Ele ia gozar. Ele levantou os quadris e gemeu quando sento o esperma quente e pegajoso a encher a minha boca. Continuei a chupar e engolir o esperma. Ele continuou a encher a minha boca. Engoli mas um pouco escorreu pelo meu queixo até ao meu camiseiro. Eu não conseguia beber tudo. Era quente e doce e encheu a minha boca. Eu continuei a bombear o pénis e chupar o esperma.
Nesse mesmo momento eu senti o meu próprio pénis a explodir e vazar o meu esperma. Enchi com o meu esperma as minhas calcinhas, de novo e de novo. E continuei a chupar suavemente o pénis que amolecia. Obtendo todo o esperma dele, até à última gota. Afastei a minha boca e lambi a cabeça do pénis. Ele disse-me para parar, porque estava a ficar muito sensível. Sentei-me no chão e lambi o esperma que me restava nos meus lábios.
- Não! Espera. Disse ele enquanto deslizava até ao chão e beijou-me. Ele lambeu os meus lábios, provando o seu próprio liquido. Ele empurrou a sua língua na minha boca e eu compartilhei o resto do esperma que eu retivera na minha boca. Ele foi quente e apaixonado quando me beijou.
- Isto foi fantástico! Disse ele.
- Eu sei, eu sei … Respondi.
- O meu primeiro pénis, e o meu primeiro leitinho, eu estou a adorar isto. Suspirei.
- Vai arranjar-me outra bebida. Pedi-lhe.
- Claro, querida. Disse ele levantando-se. Ele deu-me outro gin enquanto eu me sentava no sofá.
Cruzei as pernas e bebi o meu gin. Eu sentia-me como uma mulher. Eu tinha adorado chupar o pénis. Eu estava a adorar ser tratada como mulher. Embora uma mulher com as calcinhas pegajosas. Ele sentou-se numa cadeira à minha frente.
- Tu foste maravilhosa. Disse ele. Eu nunca tinha gozado tanto. Adorei a tua boca e o teu toque.
- Eu adorei o teu leitinho. Disse, cruzando novamente as pernas e deixando a saia subir pela coxa. Eu via que ele estava a olhar para o meu vestido.
- Estás a gostar do que vês? Perguntei com um sorriso.
- Sim, sim, eu gosto. Disse ele. Bem, vamos esperar um pouco. Depois de terminarmos as bebidas, prometo.
- Por que não tiras as cuecas para eu poder olhar para o teu pénis? Disse eu. Ele levantou-se e tirou as cuecas. Mesmo murcho, o pénis era grande. Ele despiu a camisa e sentou-se nu.
- Assim ficas melhor. Disse eu.
Ele levantou-se da cadeira e veio se sentar no chão a meus pés. Ele passou a mão pela minha barriga da perna, sentindo o náilon das meias.
- Tu realmente és muito bonita. Disse acariciando a minha perna. Eu descruzei as pernas para que ele pudesse ver um pouco mais de mim. Ele aproximou-se e colocou os lábios na minha perna. Ele beijou as minhas pernas cobertas de náilon. Os lábios moveram-se mais para cima nas minhas pernas. Ele agarrou-me pelas pernas e suavemente puxou o meu rabo para a beira do sofá. Empurrou a minha saia para cima e beijou as minhas coxas nuas logo por acima das meias. Eu estava a ficar excitada. Ele gemeu baixinho enquanto beijava e lambia levemente as minhas coxas.
- Tu queres beijar a minha vagina? Perguntei-lhe.
- Ah, sim, por favor. Respondeu. Levantei-me e puxei a minha saia até à cintura, ajoelhei-me no sofá com as minhas nádegas voltadas para ele. Ele levou os lábios para as minhas coxas e beijou-as. Beijou as bochechas das nádegas por cima do tecido das minhas calcinhas. Pressionou a boca e o nariz contra as calcinhas de seda e o meu rabo. Senti a sua língua contra as minhas calcinhas. Ele empurrou-me mais para frente até eu ficar com os braços no encosto do sofá. Puxou as minhas calcinhas para o lado e passou a língua na minha fenda. Parecia excitante e erótico. Ele afastou as bochechas desmintas nádegas e deslizou a língua pela minha fenda até encontrar o meu anus. Oh Deus, foi maravilhoso quando a língua invadiu o meu buraco. Ele me lambeu e enfiou a língua na minha vagina.
- Sim, fode-me com a língua! Disse em voz alta. Come-me.
Ele empurrou mais as minhas bochechas afastando-as e com a língua fodeu-me. Eu sentia a língua quente e molhada deslizar no meu anus vagina. O meu pénis estava a lutando contra as minhas calcinhas. Eu estava no céu. Era tão gostoso. Ele estar a comer o meu buraco. Ele estendeu a mão e agarrou o meu pénis. Ele acariciou o meu pénis enquanto me fodia com a língua. Eu estava a pegar fogo. Eu soube então o que queria. O que eu precisava. O que eu ia ter. Olhei por cima do ombro e disse:
- Querido, leva-me para a cama e fode-me. Ele olhou para mim e levantou-se. Eu deslizei para fora do sofá, ele pegou na minha mão e levou-me até à cama.
Ele virou-me para ele e beijou-me. Eu passei os meus braços ao redor dele e empurrei a minha língua para a sua boca. Beijamo-nos apaixonadamente. As suas mãos deslizaram pelas minhas costas e ele puxou a minha saia para cima do meu rabo. Segurou as minhas nádegas e puxou-me para ele.
- Agora! Disse eu. Fode-me agora.
Ele empurrou-me para a cama. Eu puxei a minha saia para cima, ele estendeu a mão e puxou as minhas calcinhas. Ele subiu para a cama e montou no meu peito. Eu puxei o seu pénis duro para minha boca e chupei-o. Lambi-o e cuspi o pénis para o molhar. Ele desceu da cama e ajoelhou-se no chão. Eu levantei as minhas pernas e ele começou a lamber e a beijar a fenda entra as minhas nádegas. Senti o seu primeiro dedo a entrar em mim.
- Oh, sim! Gemi eu e ele fodeu-me com o dedo e depois colocou um segundo. Senti o meu anus a esticar. Doeu um pouco, mas eu estava tão quente. Ele bombeou o dedo para dentro e fora do meu anus. Então eu ouvi-o cuspir e adicionar um terceiro dedo.
- AAHH! Gemi de novo enquanto os dedos me tocavam. O meu buraco esticou-se e aos poucos fui me acostumando à sensação. E a sensação era maravilhosa.
- Querido, por favor, fode-me. Coloca o teu pénis na minha vagina. Implorei eu. Ele cuspiu mais uma vez e então movendo-se para cima, colocou as minhas pernas cobertas de náilon nos seus ombros. Eu relaxei o corpo e senti o seu pénis encostado a mim … Foi tão difícil. Levei-o para o meu anus. Ele estendeu a mão, pegou de mim e pressionou contra o meu buraco.
- Oooh …. Chorei quando senti a primeira dor. Ele continuou a empurrou a cabeça do seu pénis para dentro de mim.
- AAAHHHHHH! Gemi. Para, PARA! Implorei. Ele inclinou-se e beijou-me.
- Vai doer um pouco, amor. Disse ele suavemente. Vou mais devagar.
Ele esperou até que eu me acostumasse ao seu tamanho e então lentamente empurrou um pouco mais para dentro.
- Devagar, devagar. Dizia eu ofegante. Pouco a pouco ele empurrou e retirou um pouco do seu pénis para dentro e para fora da minha vagina. Cada vez um pouco mais do seu pénis entrou em mim. Eu estava a sentir-me bem quente e o pensamento de estava a ser fodida como uma mulher deixou o meu pénis duro.
- Sim, querido, fode-me. Fode-me. Encorajei eu e ele empurrou todo o seu pénis para dentro de mim.
Senti que estava bem cheia com as suas bolas encostadas nas minhas nádegas.
- Sim, agora fode-me. Exigi e ele começou a empurrar para dentro e para fora de mim ... ao máximo. Eu senti o meu próprio esperma a escorrer do meu pénis e molhar a minha barriga. Eu estava a ser fodida e a gozar. Ele empurrou o pénis duro dentro de mim. Estendi o braço e agarrei os seus quadris, envolvi as minhas pernas em volta da sua cintura e puxei-o com força para mim.
- FODE-ME! Gritei. Ele bateu nas minhas nádegas, uma e outra vez. As minhas meias de nylon colaram-se nas minhas pernas cobertas de suor. A minha vagina subiu para encontrar o seu pénis. Mais e mais ele me fodeu. Então, agarrando-me pelos quadris, ele empurrou com força para dentro de mim e gozou. Senti o seu esperma encher-me e escorrer pelas minhas nádegas. Ele gemeu e continuou a deslizar para dentro e para fora de mim, enchendo-me de esperma e também derramando o esperma a cada estocada. O meu rabo estava coberto de esperma quente e pegajoso. E o meu próprio esperma cobria a minha barriga. Eu peguei no meu esperma levei-o aos seus lábios. Ele chupou o meu esperma dos meus dedos e lambeu os lábios. Ele então inclinou-se e beijou-me. Empurrando a língua revestida de esperma na minha boca.
- Oh meu amor! Eu adorei o jeito com que tu me comeste. Eu sinto-me a tua mulher. E sussurrei ao seu ouvido.
- Eu quero que tu me fodas a noite toda.
O pénis deslizou para fora de mim quando ele empurrou as minhas pernas para longe dele e se deitou a meu lado, ofegante. Ele estava coberto de suor. Eu também estava, mas ele estava nu. As minhas roupas coladas a mim. Fiquei deitada com o meu camiseiro molhado, o cinto de ligas e meias, salto alto e muito esperma quente, pegajoso, doce, maravilhoso. Mas fiquei satisfeita.
Chupei o meu primeiro pénis, bebi a minha primeira esperma e fui comida como uma mulher.
E havia tanto mais para gozar.
Fiquem atentos.