28 - CARLOS E ELIA
CARLOS ENCONTRA UMA SISSY - O Primeiro Dia
Esta minha história começa na véspera do aniversário dos meus 18 anos.
Os Meus pais faleceram num acidente de avião quando iam celebrar o seu 25º aniversário de casamento.
Eu estava sozinho no mundo, ambos os meu pais já eram órfãos e eu era filho único.
Meu pai era um membro respeitado da comunidade e ocupou o cargo de administrador de uma das principais empresas da nossa cidade.
Minha mãe, embora não trabalhasse porque não precisava, participava em muitos clubes e fazia muitas ações voluntárias de trabalho comunitário e de beneficência.
Por isso eu sempre fui deixado sozinho e em alguns aspectos, crescendo, à rédea solta.
Reconheço que era muito mimado e que conseguia quase sempre tudo e qualquer coisa que queria.
Eu tinha acabado de entrar na faculdade quando aconteceu o acidente, eles estavam voando sobre o Atlântico quando o avião foi dado como desaparecido e os seus corpos nunca foram encontrado, e nenhum funeral pode ser realizado, mas todos queriam uma cerimónia ou serviço memorial. Então o secretário pessoal do meu pai resolveu organizar a cerimónia, por mim. Ele veio a nossa casa e me mostrou os seus planos para a cerimónia e nós conversamos, eu fiquei feliz com as coisas que ele estava a organizar e disse-lhe isso.
Percebi que ele ficava olhando para mim quando pensava que eu não estava olhando.
Eu me virei e sorri para ele.
- Você sabe Luís - disse-me ele olhando nos meus olhos.
- Eu não te vejo desde que você foi ao trabalho com seu pai quando tinha 10 anos, você se fez um jovem muito bonito.
- Obrigado Carlos.
- De nada Luís, me desculpe se te envergonhei, mas você realmente está bonito. Estou surpreso que você não tenha uma série de garotas. E acrescentou sorrindo.
- Ou meninos, é claro.
Nesse momento eu fiquei envergonhado e me senti corar completamente e por alguma razão eu senti que devia ser totalmente honesto. - - - Carlos, Realmente eu nunca encontrei alguém com quem eu queira ficar.
- Você não está me dizendo que é virgem, está?.
Eu fiquei muito vermelho mais uma vez e acenei com a cabeça. Carlos sorriu e se aproximou de mim, sentando-se no sofá ao meu lado, colocou a mão no meu joelho e me disse:
- Agora não se preocupe Luís, deixe tudo para eu resolver. E não me refiro apenas ao serviço fúnebre.
Não sei o que me fez fazer aquilo de seguida, mas eu me virei para ele e o beijei na bochecha. Ele sorriu e corei ainda mais.
- Agora, Luís, tenho de ir, pois tenho um milhão de assuntos para resolver antes de amanhã, você já decidiu o que você é vai vestir amanhã na cerimónia? "
Eu olhei para mim mesmo, eu estava vestindo jeans apertados de ganga clara com uma t-shirt a branca cortada logo acima do meu umbigo e chinelos.
Olhei para CARLOS e abanei a minha cabeça.
- Bem, embora você esteja bem no que você está vestindo, você não pode usar isso amanhã.
Ele me pegou pela mão e me levou escada acima para o meu quarto. Ele examinou todas as minhas roupas e separou um par de calças justas pretas, uns sapatos clássicos, uma camisa branca e gravata preta, ele até encontrou algumas meias limpas que eu nem sabia que tinha.
- OK, certo, você está organizado. Agora tenho de ir e vejo você amanhã, quer que eu o venha buscar?
Eu acenei a cabeça novamente.
- Ok, vejo você às 10:30 em ponto.
Ele se virou e saiu. Sentei-me na cama e olhei para espelho na parede oposta.
Eu apenas me olhei e não vi nada, nem o longo cabelo loiro que eu adorava (meus pais concordaram comigo quando eu anunciei aos 6 anos de idade que eu nunca o iria cortar) nem as maçãs do rosto escandinavas de minha mãe ou os olhos azuis cintilantes de meu pai alemão. Eu só chorei e chorei e chorei.
Não sei por quanto tempo, fiquei a ver as lágrimas escorrerem-me pelo rosto mas o telefone tocou e me trouxe de volta para os meus sentidos.
Eu não queria falar com ninguém, e deixei a chamada ir para o gravador automático.
- Luís, eu sou o Sr. Silva da firma Silva, Barros e Stephenson, advogados dos seus pais. Eu preciso que você venha ter connosco para ler o testamento dos seus pais. Acho que o melhor é nos encontrarmos na cerimónia amanhã e depois combinamos o resto. Boa noite.
Desci as escadas e fiz algo para comer, não estava particularmente com fome, mas achei que devia comer alguma coisa, senão desmaiaria. Eu preparei umas sandes e uma cerveja também, já que não ia aparecer alguém para me repreender!
Vi um pouco de televisão enquanto comia e me deixei ficar no sofá tentando dormir um pouco.
Acordei cedo tomei o meu duche e vesti as coisas que Carlos tinha arranjado para mim.
Eu não estava realmente com vontade de fazer nada daquilo mas tinha que me arranjar para ir ter com toda aquela gente que merecia o meu respeito.
Carlos chegou a horas e bateu à porta quando a abri ele disse, tentando amenizar o momento sombrio:
- Você se enchuveirou bem.
Eu sorri, fechei a porta de casa e entrei no seu carro.
No caminho perguntei-lhe se ele poderia me levar aos advogados após a cerimónia, ele concordou e disse que também ficaria feliz, por me ajudar nesses momentos.
A cerimónia correu bem e tinha muita gente que me veio cumprimentar e dar as condolências. A Igreja estava cheia com todos amigos e colegas, de meus pais, que eu mal conhecia, mas todos eles me consolaram e desejaram que eu ficasse bem.
Carlos ficou comigo o tempo todo e a certa altura pegou na minha mão e apertou, o que me deu um estranho sentimento e quando me virei e olhei para ele, ele sorriu e teve em mim um efeito calmante.
Após a cerimónia, Carlos levou-me aos advogados e o Sr. Silva leu-me o testamento.
Nada de surpreendente além de um legado para Carlos, tudo o resto era meu.
A casa em que eu morava, o apartamento em Lisboa, a moradia no Algarve e o apartamento em Park Lane onde os meus pais moraram quando tinham de passar algum tempo em Londres. De acordo com o Sr. Silva, eu era um homem rico, com dinheiro suficiente para nada fazer o resto da minha vida.
Carlos me conduziu para casa, estacionou frente à nossa porta e me levou para dentro.
- Carlos, tem algo para fazer no resto do dia, não quero ficar sozinho neste momento.
- Claro Luís, faço tudo por si, estou à sua disposição.
- Obrigado, acho que vou lá acima mudar de roupa e vestir logo mais confortável.
Quando subi e estava a começar a despir-me ouvi os passos do Carlos a subir as escadas e senti que queria que ele visse como eu era.
Virei-me de costas para a porta do quarto que tinha ficado entreaberta, deixei as minhas calças cair e fiquei a olhar para o espelho para ver se o Carlos entrava.
Eu o vi entrar e olhar para mim e senti que ele engasgava, tentando dizer algo, quando me viu com uma calcinha rosa com bordados e meias de seda por baixo das calças.
- Meu deus, ui!!
Eu virei-me corado sabendo que ele me tinha visto e que tinha percebido que eu estava a usar roupa íntima feminina.
- Luís desculpa não tinha ideia, não te queria incomodar, mas tenho de te dizer que essa roupa te fica muito bem.
- Obrigado. Agora você sabe porque eu ainda sou virgem, eu nunca encontrei ninguém que me aceite como eu sou.
- Bem, eu adoro o teu estilo e tu és um menino feminino com uma boa aparência de sissy.
Luís sentou-se na cama e ficou a olhar para mim por momentos, depois calmamente vendo que eu estava sem saber o que fazer disse-me:
- Anda tira o casaco e vem te sentar aqui a meu lado.
Eu tirei o casaco e a camisa, fiquei apenas com a calçinha e sutiã rosa e fui-me sentar a seu lado na minha cama.
Ele acariciou minha perna com meia e viu que o meu pénis ganhava volume dentro da calcinha rosa.
Ele olhou para mim e se inclinou para um beijo empurrando-me para baixo na cama.
Ele enfiou a língua nos meus lábios e eu retribuí o seu beijo dando-lhe a minha língua.
Nós fizemos amor com nossas línguas enquanto eu o sentia ficar excitado dentro das suas calças.
Eu gemi porque sabia que era eu quem fazia seu pénis ficar duro.
Eu empurrei-o, ele se afastou e puxou as calças para baixo.
Eu sorri e desci seu corpo e levou a cabeça do seu pénis para a minha boca, eu nunca tinha chupado um homem antes e não tinha certeza de como seria.
Mal eu comecei a beijar a ponta do seu pénis senti algumas gotas de líquido a escorrer e lambi pois sabia que devia ser como o meu.
Eu sabia que iria gostar. Eu olhei para o Carlos, que estava com os olhos fechados e um enorme sorriso no seu rosto, eu sentia que estava fazendo aquilo de forma correta.
Envolvi a cabeça do pénis com os meus lábios até que metade dele estivesse na minha boca antes de eu começar a chupar com força. Ele me disse docemente:”
- Força, Luís, não tenhas pressa, estás a fazer um ótimo trabalho.
Eu olhei para ele e ele estava balançando a cabeça e sorrindo. Eu olhei para baixo novamente e comecei a chupar tudo que podia, era apenas metade do seu pau mas claramente ele estava gostando da minha boca.
- Eu vou explodir em ti Luís.
E ele fez isso, atirou todo o seu esperma na minha boca, eu não tive escolha a não ser engolir e, ao fazê-lo, senti-me gozar dentro da minha calcinha e soltei um gemido de prazer sentindo que ficava todo molhado.
- Eu ia perguntar se você gostou disso, Luís, mas posso dizer que sim, minha perna está ficando molhada.
Disse ele olhando-me nos meus olhos e sorrindo. Eu sorri de volta e ele acenou com a cabeça.
- Bom meu menino sissy, acho que você e eu vamos nos conhecer muito bem.
Ele me puxou até o rosto e me beijou novamente.
- Aproveita isto Luís.
- Sim, foi maravilhoso, agora sei o que estou perdendo.
- Ainda não, Luís.
Eu olhei para ele sem perceber.
- Você é novato não é?
Novamente eu fiquei vermelho.
- Eu acho que é a primeira vez que estás a fazer algo assim, não é?
Eu concordei acenando com a cabeça enquanto continuava a olhar para o corpo dele e para o seu pénis que continuava excitado.
- Ótimo, você vai me deixar ficar com a sua cereja?
Sorri para ele, sabendo exatamente a que ele estava se referindo e respondi com a minha voz o mais doce que consegui.
- Sim por favor, Carlos, quero ser uma menina para ti.
- Mal posso esperar Luís, mas temos que adiar umas horas, preciso voltar ao escritório para tratar de algumas coisas. Mas eu volto esta noite e se tu também quiseres eu fico contigo a noite toda.
Eu o empurrei e lhe estendi os meus lábios que ele voltou a beijar.
- Isto responde à tua pergunta Carlos?
- Ok então eu venho ter contigo ao fim do dia. Me disse ele enquanto se vestia.
Deixou-me só no quarto e eu fiquei contente por ter finalmente encontrado alguém que me tinha aceite na minha maneira feminina de ser e de estar.
Depois algo me fez eu me sentir um pouco culpada por ter estado enrolada com um homem, amigo dos meus pais, no dia da cerimónia que tinha havido para os recordar, deixei-me ficar na cama a chorar por várias horas e só ao final da tarde é que me consegui recompor e pensar no encontro que tinha ficado marcado para o final do dia.
Quando consegui me livrar da lamentação e pensei novamente sobre o que se tinha passado e feito com o Carlos voltei a sentir o meu pénis a ficar novamente. Corri para o meu portátil e pesquisei tudo que consegui sobre sexo anal e o que fazer.
Depois de uma hora eu estava preparada, tomei o meu duche, procurei nos armários da minha mão algumas peças femininas e me arranjei o melhor que sabia com uns calções curtos e uma pequena t-shirt por cima da calcinha, sutiã e meias de vidro.
Alguns momentos depois esperava ansiosa pela sua chegada, mas fiquei pelo quarto da minha mãe e fui tentando utilizar um pouco das sua pinturas, consegui colocar um pouco de rímel e de sombra nos olhos e um pouco de bato.
Mal tinha acabado e já sentia que um carro estacionava frente à nossa casa, espreitei pela janela e fui a correr abrir a porta ao Carlos.
Mal ele tocou á campainha já eu tinha aberto a porta e me abraçava a ele sorrindo feliz com a sua presença.
Ele sem fazer cerimónias me tomou nos seus braços e me apertou beijando-me nos lábios.
Puxei-o para dentro de casa e deixei que ele me voltasse a beijar por várias vezes, até que eu comecei a ficar com os pés cansados de estar em bico de pés.
Depois ele me levou para a sala e me deu uma carta que tirou da sua sacola dizendo-me:
- Agora está melhor. Primeiro eu preciso te dar isto. É uma carta para ti que o teu pai pediu para eu te dar se houvesse algum problema com ele. Tenho esta carta desde que tu tens 12 anos, por favor abre Luís.
Era uma carta escrita à mão pelo meu pai, reconheci a letra. Eu abri e li em voz alta.
“ Luís, se você está lendo isso, significa que tanto a tua mãe como eu estamos mortos.
Por favor sabes que te amo mais do que tu jamais saberás e sei pelo que estás passando agora. Tanto a tua mão como eu éramos órfãos, como você sabe, então somos ambos conhecedores dos sentimentos que você tem agora.
Espero que esta carta te seja entregue a ti pelo meu secretário Carlos. Quero que tu o conheça, ele será um amigo real para ti.
Eu sei que tu usas meias e calcinhas por baixo das tuas roupas e eu também sei que o Carlos é um amante de homens.”
- Meu Deus, ele sabia, foda-se! Disse Carlos em voz alta.
Também eu pensava que ele sabia tudo sobre mim e eu que achava que era muito discreto.
“ Também sei que tu és um rapaz especial e muito feminino e sensível, mesmo que tu realmente não entendas os teus sentimentos agora, Carlos irá ajudar-te a crescer e a te tornares no que tu realmente és.”
E depois estava assinado: pelo teu sempre amoroso pai.
- Meu Deus, o meu pai sabia o tempo todo que eu uso calcinha e meia, e ele nunca fez nada, nem disse nada sobre isso, Carlos que achas disto?
- Tão espantado como tu estou eu, Luís, ele sabia que eu sou uma amante de homens e não disse, ele apenas aceitou.
Olhamos nos olhos um do outro e Carlos disse de forma comovida:
- Seu pai era um grande chefe e eu sinto muita falta dele, ele foi o melhor chefe para quem já trabalhei. Eu acho que ele queria que ficássemos juntos, como você e eu podemos não seguir suas instruções?
Eu sorri e beijei-o na boca dando-lhe a minha língua e murmurei:
- Leva-me para a cama.
Ele sorriu para mim, me pegou em seus braços e me carregou para cima.
Carlos me deitou na cama e tirou a roupa, observei enquanto ele se despia.
Quando ele ficou nu, o seu pénis ficou totalmente erecto e apontava para o seu umbigo.
Mudei-me para o lado da cama e me despi ficando com a minha calcinha, meias e sutiã.
Eu me preparava para tirar as meias quando ele me mandou ficar quieta e me começou a tirar as meias desprendendo-as do cinto e lentamente enrolou-as para baixo.
- Belas pernas rapadas Luís, bonito e liso, ele puxou minha calcinha e eu me deitei nua, sentindo o meu próprio pénis mais duro do que nunca.
Carlos se deitou ao meu lado e esfregou-se na minha pele por toda parte.
- Tu és boa e suave em tudo Luís, linda, muito linda.
Ele se inclinou e me beijou repetidamente todo o corpo.
- Agora deita-te.
Eu me movi e Carlos ficou entre minhas pernas, ele beijou-me descendo em direção aos meus seios e lambendo e chupando cada um enquanto ele descia pelo meu corpo. Ele alcançou meu pénis e o tomou em sua boca e lambeu em volta da cabeça. Eu respirei fundo e ele olhou
para cima
- Ainda não, baby, ainda não.
Ele lambeu minhas bolinhas e ficou entre minhas pernas e ergueu-as sobre os ombros. Ele pegou o lubrificante que deveria ter em seu saco.
Ele esguichou um pouco nos seus dedos e aplicou no meu rabinho, senti frio quando
ele esfregou na fenda do meu anus, acariciando os lábios do meu rabinho.
Ele se inclinou e me beijou enquanto colocava um dedo no meu anus, ele era tão calmo e meigo que não senti nada até que ele inseriu um segundo dedo. Eu fechei os olhos porque o desconforto era alarmante.
- Calma agora baby, eu não vou te fazer doer, só estou te soltando.
Eu abri meus olhos e ele estava olhando para mim. Ele estava sorrindo e tão tranquilo, eu sabia que ele não me machucaria deliberadamente.
- Lamento não ser experiente, Carlos, estava com tanto medo na escola de mostrar minha natureza e de ser rotulado, eu não fiz nada e fiquei com a reputação de ser um nerd e um tarado que é melhor do que ser rotulado de homossexual e pervertido.
- Ei, baby, eu não me importo com isso, apenas diz a ti mesmo que tu te guardaste para este momento. O momento em que eu te tiro a tua virgindade, o momento em que faço amor contigo. Carlos foi tão meigo comigo que não senti o seu terceiro dedo no meu anus até que ele começou a se mover e girar e quanto ele afrouxou o meu rabinho estava pronto para receber o seu pénis.
Scott tirou os dedos de dentro de mim e colocou a cabeça de seu pénis nos lábios do meu buraquinho virgem e empurrou suavemente para dentro, a cabeça forçou o meu anus e ele ficou parado até eu me acostumar com ele me invadindo.
Eu sorri e balancei a cabeça e ele gentilmente empurrou centímetro a centímetro em meu rabinho virgem. Eu logo senti as suas bolas grandes batendo nas minhas nádegas e eu percebi que ele estava me enchendo totalmente.
- É isso, Luís, estou totalmente dentro de ti, como te sentes?
Comecei a chorar.
- E aí, baby, estou te machucando?
- Não, tu não estás a machucar, é tão bom, e tu tens sido tão gentil comigo. Por favor, me fode carlos, me faz ser tua mulher.
Carlos se inclinou e lambeu minhas lágrimas beijando-me profundamente e com amor antes de começar a me foder. Eu estava gemendo o tempo todo agora e começando a amar a sensação de ter o pénis de um homem no meu anos.
Carlos acelerou o seu ritmo e agora estava me fodendo com bastante força, gritei alguma obscenidade e senti que o meu esperma saltava e se espalhava em nós dois.
- Oh foda-se, sim, baby."
E Carlos afundou em mim mais uma vez e permaneceu profundo, eu o senti a jorrar toda a sua esperma dentro do meu rabinho. Eu senti cada pulsação de seu pénis enchendo-me com a sua
semente viril.
Scott desabou em cima de mim me beijando.
- Baby, essa foi uma foda quente para um virgem. Espero que tenhas gostado e queiras mais.
- Carlos, essa foi uma das melhores sensações que já tive.
Eu parei de falar e pensei por um momento ou dois.
- Eu sinto que morri e que fui para o céu, eu quero esse sentimento de novo e em breve.
- "Deixe-me recarregar minhas baterias e eu posso te foder de novo, deita ao meu lado Luís para eu te poder abraçar.
Eu não consegui acalmar mas fiquei quieta em seus braços de conchinha com ele descansando seu pau na fenda do meu rabinho, me aconcheguei adorando a sensação de seu corpo tão perto do meu. Carlos colocou a mão no meu peito e esfregou meu peito eu estendi a mão e beijei sua mão.
- Tens de ir a algum lugar amanhã?
- Sim tenho algumas reuniões e trabalho mas está descansado que não te vou abandonar hoje e fico aqui contigo que estou a adorar fazer amor contigo minha linda.
- Se me chamas e me vês como uma menina eu quero ser tua mulher e quero que me trates como se eu fosse tua namorada.
- Ok linda e como é que eu te trato quando estiver contigo assim?
- Eu quero ser Elia, e quero que tu amanhã me venhas visitar de novo.
- Claro que venho ter contigo Elia, se tu me quiseres também.
- Sim, e não quero decepcionar meu pai, “que queria que tu fosses meu amigo.
Eu me virei e o beijei antes de me voltar a me aninhar sentindo-o quente no meu rabinho.
- Eu poderia facilmente me acostumar com esta tua forma de te aconchegares a mim linda Elia.
- Mmmm eu também posso, Carlos.
Devo ter adormecido, pois a próxima coisa que percebi foi que estava escuro e eu senti que Carlos estava duro e que o seu pau era bom contra as minhas nádegas, eu empurrei contra ele gemendo.
- Tu queres mais um pouco, Elia?
- Sim, Carlos, eu quero. Por favor, me fode de novo.
Eu virei de costas e Carlos veio em cima de mim e nos beijamos. Ele levantou minhas pernas sobre seus ombros e eu senti seu pénis duro na entrada do meu anus.
Eu eu ainda estava molhada e precisava apenas de um pouco de lubrificante. Ele empurrou para dentro e embora eu estivesse desconfortável, pois doía um pouco, foi ótimo sentir ele a entrar mais uma vez.
- Tu te sentes bem Elia?
Eu balancei a cabeça e sorri para ele. Carlos se abaixou e me beijou.
- Tu gostas de me sentir dentro de ti, gostas do meu pénis a jorrar sémen para dentro da tua ratinha?
- SIM! Eu gritei e me mais empurrei contra ele colocando mais de seu pénis dentro de mim.
Carlos começou a foder e ele me fodeu com força, entrando e saindo de mim. Ele gemeu e eu o senti descarregar dentro de mim novamente, eu senti cada tiro de esperma quando ele se soltou em mim.
Carlos se inclinou e me beijou.
- Obrigado Elia por me deixares eu te amar assim novamente, eu sei que deve ter sido um pouco desconfortável para ti logo depois da tua primeira foda.
- Foi, mas eu queria e precisava. Acho que vou precisar de ti para me foderes a minha ratinha frequentemente.
- Elia, eu fico muito feliz por poder fazer amor contigo, mas não é o mais o teu ânus, é a tua coninha de de menino.
E Carlos me beijou com amor e profundamente. Puxei-o e ele desceu da cama e beijou meu menino, lambendo-me a coninha e tirando seu próprio esperma de mim. Ele subiu na cama e me beijou, dando-me o seu esperma da minha coninha de menino, eu peguei e engoli gemendo todo o tempo. - - - Sim, boa menina que és Elia.
E ele me aconchegou perto novamente.
Adormeci de novo com seu pénis meio duro aninhado na fenda da minha coninha.
Acordei durante a noite duas vezes com ele entrando em mim e me fodendo, depositando ainda mais esperma na minha coninha de menina molhada.
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