174 - Fiquei Romana
Tudo aconteceu quando eu resolvi fazer umas férias de quinze dias na cidade de Roma. Uma cidade linda, magnífica.
Eu era pouco mais que um adolescente, elegante, cabelos louros soltos a chegar aos ombros, a barba mal me despontava na cara e os meus olhos verdes faziam muitas garotas virarem-se para me olhar bem.
Logo ao chegar, no primeiro dia, conheci um grupo de turistas bem interessantes enquanto fazia um passeio pelo centro da cidade.
Depois do nosso passeio durante o dia, combinamos um encontro num dos bares da baixa da cidade, bem no centro turístico.
Tinha sido um longo dia de caminhadas, museus e monumentos e, à noite fui ao bar, onde apareceram algumas pessoas do grupo de turistas. Uma das turistas do grupo levou para o bar um amigo italiano. Um rapaz muito bem parecido, com boa presença. O nosso sentido de humor era quase igual, tanto ele com eu soltava-mos as nossas gargalhadas ao mesmo tempo.
Ele olhava-me fundo nos olhos, e eu achei graça, talvez um pouco estranho. Passamos a noite a beber, conversar, a falar das romanas que iam passando e me olhavam, alegres e com muitas risadas.
Todo aquele grupo me pareceu ser gente boa, e eu estava a sentir-me como sendo parte de uma grande família. Na hora de nos irmos embora, de volta aos hotéis, ele convida-nos para o grupo dar umas voltas pela cidade, no dia seguinte, na sua companhia. Aquilo era uma excelente ideia, visitar uma cidade com alguém que mora lá e sabe onde ir e como evitar as armadilhas turísticas.
O passeio da manhã seguinte foi muito bom, muitas fotos, muitas risadas, admiramos longamente as raparigas citadinas. O rapaz, em tudo, parecia ser boa gente. Bem italiano, sempre com uma linguagem corporal efusiva, a gesticular bastante, ele parecia um amigo de longa data, abraçando, empurrando, andando na nossa onda, dando algumas palmadas nas costas, tudo muito espontâneo.
Ele dizia tudo de forma muito espontânea, dizia que o meu corpo era bem feito e que as mulheres deviam estar sempre em cima de mim. Dizia que eu ia adorar conhecer as mulheres italianas.
Fizêmos vários passeios pela cidade nos três dias seguintes e à noite saíamos sempre para tentar encontrar umas gatas italianas nos vários bares do centro da cidade.
Quem nos visse seguramente que ia pensar que nós éramos irmãos. Ele punha o seu braço por cima dos meus ombro para tirar fotos, conduzia-me numa boa com a mão nas minhas costas pelo meio das multidões, dizendo que era para o turista não se perder, ele estava sempre em todas as conversas, com espontaneidade, com um bom sentido de humor e rindo-se muito.
Ao quinto dia começou a chover bastante e o passeio planeado ficou arruinado. Ele ligou-me para desmarcar, trocou algumas palavras comigo e convidou-me para ir até à sua casa para vermos um filme, ou para trocarmos algumas ideias.
Com aquela chuva, aquela proposta parecia ser a melhor opção, melhor do que ficar sem fazer nada no hotel, ou ir até algum centro comercial. Tomei nota da morada dele e caminhei, protegido pelo guarda chuva, até lá.
Um pequeno apartamento, sala, cozinha, quarto e casa de banho. Eu pelo caminho tinha comprado umas cervejas, e mal ele me recebeu abrimos uma para cada um de nós. Fomos nos sentar no sofá para assistir ao filme.
Ele empurrando-me, eu empurrando-o, sempre a conversar. O filme começou a passar, e nós ficámos encostados um no ombro do outro. E já me sentia como se ele fosse meu primo, confiava nele. Virei um pouco as costas para me ajeitar e ele disse que eu era oferecido, demos uma risada. Ele acabou por passar o braço por cima dos meus ombros, e ficamos a assistir assim por um tempo.
Eu sentia que nós os dois estávamos em sintonia, já desde o primeiro dia que dava para ver isso. Ele encostou a cabeça na minha, com o braço por cima dos meus ombros, tudo muito natural. Eu e ele sentíamo-nos muito próximo mesmo. Senti um beijinho nos meus cabelos, beijinho de primos, sem maldade. Acho. E ficamos a assistir ao filme assim, ele acariciava o meu ombro, e eu com a cabeça apoiada no ombro dele.
Por vezes ele deu-me um beijinho nos meus cabelos. O que poderia ser meio estranho, não sei. Mas não era, era numa boa. Tudo numa boa. Ele reclinou-se melhor, e fiquei com a cabeça meio que apoiada no seu peito.
Ele acariciava a minha barriga. Sem maldade. Devia ser. Eu acariciava a mão dele numa boa também. Depois de um tempinho ele disse:
- Podes te deitar, sem problemas, é mais confortável.
Ele reclinou-se mais no sofá e eu não achei nada demais, deitei a cabeça no seu colo. Ele acariciava os meus cabelos enquanto assistia-mos. Também acariciava a minha barriga com a outra mão.
Senti algo a tomar forma no seu colo. Devia ser imaginação minha, achei graça. Ele estava de calças de maldade algodão, era só impressão. Não era, senti de novo algo a tomar mais forma. Algo enrijecendo. Achei estranho. Acho que era estranho. Não era? Eu e ele sentíamos muita sintonia. Vamos a ver eu estava a imaginando algo. Não era nada demais. Claro que não era nada demais. Mas conseguia sentir a sua formaa ficar direita.
Ele desculpou-se por um segundo, ajeitou-se melhor no sofá, mais inclinado, com as pernas um pouco mais abertas. Acariciando os meus cabelos, a minha barriga. O volume ficou bem no meu rosto. Não era nada demais, pois não? Mas o volume estava bem no meu rosto.
Eu senti que estava a ficar vermelho, como se eu estivesse envergonhado. Mas eu não precisava de ficar com vergonha, não era nada demais. Continuamos a ver o filme, e eu a sentir o calor do seu volume e a acariciar a sua mão na minha barriga, enquanto sentia as suas carícias nos meus cabelos.
O calor no meu rosto. Muita sintonia e harmonia entre nós. Muita mesmo. Ajeitei-me um pouco, mexi o rosto sem querer, e ele soltou um suspiro.
Ele desculpou-se, ajeitou-se, endireitou as calças. Ajeitando aquele volume bem marcado que parecia sair das calças.
Pousei novamente o meu rosto no tecido das calças. Sentia o volume por baixo do tecido. O calor parecia mais intenso ainda.
A sua mão agora acariciava o meu rosto. Acariciava de leve os meus lábios. Um beijinho nos seus dedos. Não sei por que. Simplesmente dei. Assistimos mais um pouco. Ele se desculpou mais uma vez, ajeitou-se mais uma vez. Empurrou o volume para baixo.
Sem deixar de assistir ao filme. Senti o seu volume mais liberto. Pousei o meu rosto. Nele. Diretamente nele. Rígido, quente. Não era nada demais. Não era. Acho. Tanta sintonia e harmonia.
Ele acariciava os meus cabelos, os meus lábios. Beijinho nos seus dedos. Acariciando meus cabelos, sentia o seu volume. Beijinhos nos dedos. Acariciei o seu volume. Ele acariciou os meus lábios. Beijinho nos dedos. Beijinho no volume. Tanta sintonia, harmonia. Nada demais. Beijinho no volume. Acariciando os meus cabelos. Beijinho no volume. Os dois sem deixar de assistir ao filme. Beijinho. Carinhos no rosto. Beijinhos. Como se fosse tudo tão normal. Tudo tão natural. Beijando naturalmente.
Ele ajeitou-se de novo e empurrou as calças para baixo libertando por completo o seu volume. Abrindo um pouco a boca naturalmente, envolvi a cabecinha com os lábios. Senti o sabor. Ouvi a sua respiração mudando, ficando mais forte. Os dois em silêncio. Assistia-mos ao filme. A minha língua deslizava bem lentamente. Com o rosto colado na sua barriga. Não sei o que eu estava a fazer. Não sei. As coisas só aconteciam. Eu sentia as suas carícias.
Comecei a subir os lábios. A descer. Senti que ele ficava mais duro. Maior. Assistia ao filme e ia mamando bem lentamente. Sentia o tamanho, a textura. As veias pulsando. Mamando. Sorvendo. Saboreando. Sem perceber o tempo a passar. O filme já tinha acabado. Não tinha percebido. Mamando não sei por quanto tempo. Ouvindo seus suspiros. Ficamos ainda um bom tempo assim. Como se fosse a coisa mais natural do mundo. Até que ele afastou o membro da minha boca.
Olhei para ele, meio vermelho, sem saber o que dizer. Ele só sorriu, deu uma risada, dizendo que aquilo é que era amizade verdadeira. Ri-me sem jeito, ele acariciou o meu rosto de novo e deitou-se a meu lado. Ficou acariciando a minha barriga.
Eu senti que era natural voltar a acariciar o seu membro. Também parecia ser tão natural segurar, começar a subir e descer a mão. Ele acariciava a minha barriga as minhas costas. Abaixo das minhas costas. Aquilo não devia acontecer. Mas eu apenas sentia que ele e eu estávamos em perfeita sintonia e harmonia, não me parecia ser nada de errado. Nem quando ele beijou o meu pescoço. O meu rosto. Os meus lábios. Enquanto a minha mão acelerava envolvendo o seu membro. Enquanto a sua mão deslizava para dentro das minhas calças. Das minhas boxers.
Ele lambia os meus lábios. E os seus dedos procuraram e encontraram o meu anel. Que se retraiu, com medo ao ser tocado pela primeira vez. Mas aquilo parecia ser tão natural. Tão natural sentir o meu anela relaxar com as suas carícias. Sentir o seu membro a pulsar na minha mão. Sentir a minha respiração a mudar com as suas carícias. Sentir o meu rabinho a ficar empinando sozinho. Era tão natural abrir a boca. Sentir a sua língua. Apertar e acariciar o seu membro ao receber um delicioso beijo dele.
Sentia o meu anel piscando pela primeira vez na vida. Tão natural. Senti as minhas calças e boxers a serem baixados. Enquanto os seus dedos que continuavam a acariciar o meu anelzinho. Sentir os seus dedos afastando as minhas nádegas. Enquanto os beijos continuavam, enquanto eu o masturbava sem parar. Os seus dedos voltando para acariciar o meu anelzinho de novo. Mas deslizando mais facilmente. Espalhando algo no meu anelzinho. Tanta sintonia e harmonia.
Foi tão natural ele virar-me de bruços no sofá. Sentir o meu grande amigo a posicionar-se entre as minhas pernas. Deitando-se sobre mim. O seu membro procurando o meu anelzinho. Sentindo a cabecinha a tocar no meu anelzinho. Tudo tão errado. Mas tão natural. Ele a segurar-me bem firme. Beijando a minha nuca e forçando. A minha virgindade a resistir. Ele sussurrou algo em italiano ao meu ouvido. Forçou um pouco mais. E a minha virgindade cedeu.
Esticou, dilatou e o meu grande amigo entrou. Sussurrando-me ao ouvido, beijando o meu rosto, os meus lábios, e entrando. Senti a dor e gemi. Ele acalmou-me. E entrou mais em mim. Senti cada pedacinho dele, senti as minhas pregas a esticar. Parecia ser tão grande, tão grosso. Entrou mais, mais. Senti o seu corpo a ficar todo colado ao meu. As suas bolas tocavam nas minhas nádegas.
Olhei para trás com o rosto suado. Confuso. Tão natural mas ... tão errado. Ele olhou-me sorrindo, segurou no meu rosto e deu-me um delicioso beijo de linguado. Carinhoso, gentil, quente, voraz. Senti o meu anelzinho a relaxar, derretendo, entregando-se. Perfeita sintonia e harmonia. Ele logo começou a sair, entrar, sair, entrar. Sem parar de me beijar. De me acariciar. Era envolvente demais. Gostoso demais. Eu quase nem sentia mais dor. Gostoso demais. Mais alguns movimentos. E eu nem me lembrava mais da dor. Gemia baixinho. Com vergonha do prazer que me invadia. Porque afinal ... eu estava a dar a minha virgindade. Eu ... Um beijo mais gostoso ainda.
Ele sussurrava ao meu ouvido doces palavras de amor, dizendo-me como eu era gostoso, como ele adorava tirar a virgindade a meninos. Ele deixou-me com mais vergonha. Mas com mais excitação. Sussurrou-me que ma queria comer desde que me vira pela primeira vez.
Acelerando as suas estocadas ele comia-me com mais força.
Dizia que queria me comer desde que me tinha visto. Mas que a nossa amizade era tão pura que ele apenas tentou ficar na minha companhia. Só que hoje não tinha dado para segurar.
Acelerando mais ainda ele desflorava o meu anelzinho. Comia-me sem dó, sem parar. Eu sentia o meu amigo a sair inteiro de dentro de mim, e a voltar a entrar com força.
- Agora! Dizia ele. Agora eu vou comer o teu rabinho gostoso o dia inteiro, vou fazer tu ficares viciado em levares com a vara.
Eu disse que não com a cabeça, mas não conseguia parar de gemer. Não conseguia parar de tremer a cada estocada. Não podia disfarçar, não podia negar, o seu membro delicioso estava a dar-me um prazer indescritível. Ele parou por um momento, retirou-se de dentro de mim. Posicionou-me de franguinho no sofá. Eu não resistia. Ele voltou a deitar-se por cima de mim. Entrou com facilidade no meu rabinho, voltou a comer-me com gosto. Mas agora ... agora ele olhava fundo nos meus olhos, deixando-me ainda mais vermelho. Com vergonha. Mas gemendo. Ele não me beijava, não me acariciava. Só me segurava firme, olhava nos meus olhos e comia com gosto o meu rabinho.
Ele apreciava o momento, apreciava a posse, uma nova virgindade para a sua coleção. Aquele olhar fazia eu entregar-me ainda mais. Fazia eu sentir-me ainda mais em sintonia.
Comeu-me por um bom tempo de franguinho, até sair de dentro de mim, e posicionar-me de joelhos no chão com a barriga colada ao sofá. O meu rabinho bem exposto para ele. Segurou-me firme pelas ancas, e posicionando-se entrou quase sem resistência. O meu rabinho agora estava bem adaptado ao seu calibre. Não resistia mais, aceitava com gosto aquele membro delicioso. Ele abraçou-me e começou a comer-me com força e a beijar a minha nuca o meu rosto. Sussurrava ao meu ouvido que tinha sido algo especial conhecer-me, especial desflorar-me, desvirginar-me.
A excitação era grande demais, e eu não aguentava, pedi-lhe para ele me comer com mais força. Para entrar bem no meu rabinho. Que membro delicioso, grosso, com veias a pulsar, quente, fazendo-me contorcer a cada estocada. Fazendo-me contorcer cada vez mais. Tremer cada vez mais. Ele segurou-me bem, começou a meter sem parar. Dizendo-me ao meu ouvido:
- Goza, minha menina, goza ... goza com o rabinho, goza como menina pela primeira vez. E eu respondia:
- Homem, homem delicioso, delicioso, grosso, macho, enorme.
O meu gemido tornou-se num uivo, cada vez mais alto, mais forte. O meu corpo tremia, o meu rabinho começava a contrair-se, enquanto o meu amigo, o meu macho me comia com força, e sussurrava doçuras ao meu ouvido.
O meu rabinho contraia-se mais, mais, a boca toda aberta e já sem voz, contraindo-me mais e... AAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh ... comecei a gozar. Gozei pelo rabinho. Sem me tocar. Gozei como o meu macho ... meu amigo ... queria. Gozei pela primeira vez como menina.
Logo senti o pau dele inchando de tanta excitação e senti o meu amigo entrando fundo dentro de mim, urrando e inundando o meu interior. Senti as suas pulsadas e os jatos a encher com um calor delicioso todo o meu interior.
Depois de termos feito amor ficamos deitados no sofá, ele acariciava os meus cabelos, eu tentava entender tudo o que tinha acontecido. Não me arrependia, mas estava muito assustado com tudo. Ele acalmou-me conversando sobre a nossa perfeita sintonia e harmonia.
Fomos tomar banho e a meio do dia voltou o sol radioso que nos levou de volta às nossas excursões turísticas.
Ele soube conduzir-me muito bem. Claramente não era o primeiro rabinho que ele tinha desvirginado.
Foi um grande alívio ver que nossa amizade continuou deliciosa, e nossos momentos íntimos mais deliciosos ainda. Eu ainda tinha mais uma semana em Roma.
Acabei por não precisar de levar nenhuma italiana para a cama, mas foi uma deliciosa semana de passeios, perfeita sintonia e harmonia com deliciosos orgasmos anais.