142 - E de repente “Teresa”
Capítulo 5
Ele foi, sem reclamar. Senti que a situação já estava dominada! As principais resistências já tinham sido vencidas. A mistura de quase agressão com o carinho logo depois tinha funcionado. Fiquei na sala, dando-lhe um tempo para ele ver o que havia no armário, para ver como ele ia agir. Sabia que naquele quarto ele só ia encontrar roupas lindas de menina, que era o que eu queria que ele vestisse. Fosse lá o que ele ia escolher, ia estar bem. O problema era se ele não escolhesse nada!
Esperei uns 15 minutos e decidi dar mais um passo. Fui até ao quarto e quando entrei comecei logo a pressionar, para ele saber quem mandava:
- Teresa, tira já essas cuecas. Dá-me isso, agora!
Ele tirou de imediato. O último traço masculino já tinha ido. Primeiro ponto conquistado. Falei em tom autoritário:
- Podes escolher a roupa que quiseres aí do armário. Mas eu quero-te bonita, sim? Não vais deixar o teu homem irritado!
Saí do quarto novamente, a cada jogada era preciso dar um tempo para ele assimilar o acontecido. Voltei para a sala, fiz mais um café para mim e esperei lendo o jornal. Voltei lá depois de um tempo e vi que ele já estava de calcinhas e sutiã. Simplesmente delicioso! Falei com ele, de novo com um tom carinhoso:
- Estás a demorar, minha linda, queres ajuda?
Ele virou-se para mim, de calcinhas e sutiã brancos, e eu vi que ele estava excitado por estar com aquela roupa! Segundo ponto conquistado! De aí para a frente só podia correr melhor. Se ele tinha gostado de vestir um conjunto de calcinhas e sutiã, ia gostar de tudo mais. Fiz mais um carinho no rosto dele, como se faz a uma menina, e falei, sinceramente:
- Eu sabia que tu ias gostar! Estás a ver? Acho que acertei. Está a gostar de vestir estas roupinhas, não é? E sabes, estás uma gracinha assim. Já imagino como vais ficar depois que conseguires apanhar o jeitinho de menina!
Vi que ele ficou com vergonha e que o seu pauzinho murchou. Ele tinha um pauzinho pequeno pelo que conseguia ver, mas isso não era problema para mim. Avancei mais um passo. Peguei num dos vestidos mais bonitos que tinha ali e estendi-o para ele:
- Olha, como é o teu primeiro dia como mulher, deixa que eu escolho a tua roupa. Veste esse vestido aqui, é bonito e confortável. Acho que vai ficar bem no teu corpo. Experimenta!
Era um vestido branco todo plissado, com um tecido muito macio. Combinava com o conjunto de calcinhas e sutiã que ele tinha escolhido, também branco. Mas eu ainda forcei um pouco mais. Como vi que ele não ia mais resistir, e até parecia já estar a começar a gostar, peguei em duas próteses de seios de silicone que tinha comprado para uma das minhas CDzinhas usar, e dei-lhos para ele colocar.
- Minha linda, coloca estas próteses de seios dentro do teu sutiã para ficares mais feminina. Não tens de ficar triste por os teus seios ainda serem muito pequenos, eles ainda vão crescer. Mas até que isso aconteça, usas estes para ficares bonita e mais feminina.
Ele já não oferecia qualquer resistência, e colocou as próteses no sutiã. Ficou tão lindo com os seios, calcinhas e sutiã! Que vontade que eu tinha de o comer naquele momento!
Ele virou-se para o espelho para se ver, o que era bom sinal. Vi que ajeitou um dos peitos que tinha ficado um pouco mal colocado e depois os apalpou, sentiu os seios com as duas mãos! Terceiro ponto conquistado! Comemorei:
- Isso, estou a gostar! Arranja-te bem feminina para o teu homem! Deixa tudo bonitinho!
Ele ficou todo vermelho, envergonhado. Cheguei-me junto dele, abracei-o por trás, passei a mão suavemente naquele corpinho todo, na lateral da coxa, na barriga. Apalpei os seios e dei-lhe um beijinho na bochecha, por trás. Percebi que ele deixou. Acho até que gostou! Não havia tensão nenhuma no corpo dele, não oferecia resistência. Disse:
- Coloca o teu vestido Teresinha. Deixa-me ajudar-te a apertar o fecho.
Segurei o vestido para ele vestir. Ele entrou com cuidado. Eu subi o vestido pelo corpo dele e corri o fecho por trás. Vi-o todo vestido pelo espelho e espanto! Estava bem como eu tinha imaginado no bar! Uma delícia, muito gostoso! Pode ser loucura minha, mas eu adoro garotos vestidos de mulher! E aquele rapaz ia dar uma menina muito bonita mesmo!
Ele virou-se para o espelho de novo, foi ver como tinha ficado de vestido. Ótimo sinal. Passou a mão pela própria roupa, e mexeu o corpo de um lado para outro para ver o movimento do tecido. Comemorei por dentro: quarto ponto conquistado! Já estava bem como eu queria, uma deliciosa menina com pau!
Abracei-o por trás carinhosamente, dei-lhe mais um beijinho no pescoço, outro na bochecha, uma mordida na orelha ... e foi só o que ele precisou! Ele derreteu-se, e aninhou-se no meu abraço. E eu nem acreditei quando o ouvi a falar baixinho, todo suave:
- Beija-me …
Ah, meu querido, não é preciso pedir duas vezes! Era tudo o que eu queria! Era incrível que a estratégia da feminização forçada tenha dado resultado tão rápido! Eu achava que ia levar dias com o rapaz acabrunhado num canto, nu, resistindo! Mas na verdade é o meu olho, instinto, que não falha, aquele rapaz tinha todo o potencial para ser uma linda mulher trans. Talvez ele mesmo não soubesse ainda, mas eu tinha a certeza!
Beijei-o com muito gosto, com paixão e com carinho. Ele entregou-se todo. Ah, que delícia! Ele abraçou-me pelo pescoço, exatamente como faria uma menina. Segurou a minha cabeça, enquanto eu o abraçava pela cintura. Foi um beijo de língua, demorado, gostoso. Eu segurei naquele corpo gostoso, dei uns apertões naquelas nádegas bonitas!
Só que terminado aquele beijo gostoso, não é que ele começa a chorar? Pensei comigo, “E agora, o que eu faço”? Tinha de lhe dizer algo que o trouxesse de volta para o bom momento:
- Teresa, minha linda, que beijo tão bom!
Não deu muito certo. Ele virou-se para o outro lado, de costas para mim. Não desisti. Abracei-o por trás, como antes. Ele pulou, sei lá por quê, saiu a correr e foi para a casa de banho. E eu achei que tinha de lhe dar um tempo, já tinha conquistado muito mais pontos do que imaginava.
Fui para a sala, e resolvi deixar acontecer, dar-lhe o tempo que fosse necessário. Ele ficou na casa de banho muito tempo mesmo, não contei, mas demorou. Eu estava a ler o meu jornal quando ele voltou, todo gostoso naquele vestido plissado branco. Vi que não estava a chorar, nem com o rosto vermelho ou inchado. Parecia bem. Lembrei-me que ele não tinha comido nem bebido absolutamente nada desde ontem no bar. Disse:
- Teresa, fazes um café para nós os dois? Estou com fome, tu não estás?
Ele respondeu numa boa, ponto positivo.
-- Faço. Gostas dele forte? Queres com açúcar? Ajuda-me, onde estão as chávenas e as coisas todas?
- A cozinha é aí mesmo, as chávenas estão no armário de cima, mantimentos na estante, ali o frigorífico ... vais encontrar tudo fácil. Aproveita para conheceres melhor a tua casa nova.
Ele fez um café e ainda arranjou a mesa para nos sentarmos. Sentou-se na minha frente, comeu e tomou um café. Uma vez por outra olhava-me, um olhar que não sei explicar. Não era raiva, não era nada de mau.
Já eram quase 9 horas da manhã. A mulher a dias devia estar a chegar a qualquer momento, e eu também tinha que ir para o trabalho. Tenho muita flexibilidade de horário por causa do cargo que ocupo, mas ainda assim tenho que ir trabalhar. Falei para ele:
- Teresa, daqui a pouco chega a Dona Marlene, a mulher a dias. Eu vou sair para ir trabalhar. Tu vais ficar aqui com ela até eu voltar.
Acho que ele se assustou com a entrada de mais uma pessoa no jogo... ou achou que era uma boa hora para escapar da ratoeira que eu o colocara. Pediu de novo para eu o deixar ir embora. E eu que já estava crente que essa fase tinha sido superada. Cortei o pedido na hora. Voltei para o perfil da feminização forçada. Falei firme, para não ficar ponta de dúvida.
- De jeito nenhum, minha linda. Tu daqui não sais, já disse, tu agora és minha. Ainda mais depois daquele beijo gostoso! Podes parar com essa conversa.
- Mas! Eu preciso de ir trabalhar! Eu tenho uma vida, sabes?
- Teresa, não me importa a vida que tinhas antes, não existe mais. Nada mais será como antes. Daqui a uns dias ligas a avisar que não vai mais, ou melhor, abandonas o emprego! Tu não precisas desse emprego. Tu agora és a minha menina e mulher, e não precisas de trabalhar.
Não sou tão machista assim, nunca me importei que a minha mulher trabalhasse. Mas não podia deixar ele achar que podia sair dali, por qualquer pretexto. Não antes de ele completar o serviço e de fazer dele a bela menina que devia ser. E se ele sair direto de aqui para uma esquadra da polícia e me denunciava por sequestro?
A Dona Marlene chegou nessa mesma hora e o impasse acabou. Já trabalhava comigo há alguns anos e sabia dos meus relacionamentos, porque eu não escondia mais nada. Ela não estranhava nada encontrar comigo um rapaz vestido de menina. Não era nada que ela não tivesse visto antes naquele apartamento.
Apresentei:
- Marlene, esta é a Teresa, a minha nova namorada.
Marlene reagiu como de costume, abriu um sorriso e cumprimentou:
- Bom dia, dona Teresa!
Só essa atitude dela já merecia o valor da diária daquele dia. Acho que o sorriso de Marlene desmontou os medos e as barreiras do meu novo rapaz.
Lembrei-me que a Marlene já tinha trabalhado num salão de beleza, quem sabe se ela podia me ajudar a ganhar mais alguns pontos. Eu tinha que garantir um bom avanço no jogo. Provocar umas mudanças mais visíveis, mais duradouras que apenas a roupa. Fazer o meu rapaz sentir-se mais menina. Perguntei `Dona Marlena:
- Marlene, sei que você já trabalhou num salão de beleza, não foi? Sabe depilar e fazer as unhas?
- Sim, Senhor Renato, na verdade ainda trabalho nisso. Faço os meus biscates. Carrego sempre o meu material na minha bolsa, e tenho tudo aqui. Tenho uma cliente agendada para hoje à tarde para quando sair daqui.
Mas que bem, é o meu dia de sorte! Vou avançar fácil mais uns pontos!
- Por favor, a Teresa precisa de uma depilação total, e também manicure e pedicura. Você pode fazer isso?
- Posso, claro. Aí ela virou para meu garoto e perguntou:
- Dona Teresa, que cor a senhora quer de verniz? Tenho de ver se a tenho aqui.
A Dona Marlene estava a sair muito melhor que a encomenda! Ela mostrou alguns vidrinhos de verniz de unhas para o rapaz, que ficou atrapalhado e não escolheu nenhum. Aí ela mesma sugeriu um tom de rosa. Óptimo! Rosa nas unhas é excelente para as novas menininhas se sentirem bem femininas!
Já estava na hora de eu sair. Deixei as duas trancadas lá. Eu voltaria antes da hora da Marlene ir embora.
Trabalhei o dia todo nervoso, sempre na expectativa. Eu sabia que estava num jogo de alto risco. O que estava a fazer com o rapaz era uma espécie de sequestro, talvez desse até prisão. Mas o jogo estava em curso e era tarde para voltar atrás. Além disso parecia estar a funcionar. E eu também estava numa excitação danada. Aquelas nádegas gostosas, emolduradas numas lindas calcinhas e cobertas por um belo vestido tinham que ser minhas!
Saí do trabalho o mais cedo que podia, pelas 4 da tarde. Estava doido para ver o resultado do trabalho da Dona Marlene ... como o meu rapaz estaria ... bom, acho que agora já devia ser menina, não é? Já estaria depilada, toda suave, e com as unhas feitas e pintadas de cor de rosa. E de calcinhas, sutiã, vestido e sandálias floridas. Tudo o que eu queria! O meu pau alegrava-se só de imaginar!
Cheguei a casa as duas estavam a tomar um café. Quando olhei para a Teresa, quase tive um susto, a realidade era muito melhor que a expectativa! Ela estava toda maquilhada, com batom, sombras, delineador, as bochechas rosadas! E o cabelo também parecia diferente, tinha um toque feminino. Estava uma menininha de pau linda, bem como eu gostava!
Abri o maior sorriso, feliz mesmo, e disse alto:
- Teresa, tu estás linda! Que bom que aproveitaste bem o dia com a Dona Marlene! Vem cá dar-me um beijo!
Ela veio!! E deu-me um beijo para lá de gostoso, borrou-me todo de batom! O que podia ser melhor que isto?
Agradeci à Dona Marlene, e combinei ela voltar na 5ª feira. Não quis negociar o preço dos serviços na frente da Teresa, mas eu certamente ia pagar muito bem à Marlene por tudo que ela fazia para mim!
A Teresa levou a Marlene à porta. Confesso que fiquei com medo de elas saírem juntas, pois eu não ia conseguir agarrá-la de novo. Mas não saiu. Deu um beijinho de despedida na Dona Marlene, como se fosse uma garotinha! Só que por azar bem naquele momento passou alguém no corredor do prédio, e isso abalou a Teresinha. Fechou a porta toda transtornada.
Fui até ela e abracei-a com todo o carinho do mundo. Ela aninhou-se em mim de novo. Parece que o carinho era a chave para a conquistar. Ficamos abraçados um tempo, até que ela tomou a iniciativa e me beijou. Que beijo gostoso! Espontâneo é dez vezes melhor, não é mesmo?
Puxei conversa sobre como tinha sido o dia dela, tentando dar uma atmosfera de normalidade. Ela entrou na conversa tranquilamente, começou a contar-me tudo o que tinha feito no dia! As coisas estavam andando muito melhor que o meu melhor sonho! Mas muito melhor mesmo!
Contou-me da depilação e que Marlene lhe ensinara um pouco de maquiagem. Mais um motivo para aumentar o pagamento da Marlene ... essa mulher a dias estava a sair muito melhor que o imaginado! Depois contou-me que tinha aprendido a vestir as calcinhas de jeito a esconder o pauzinho! Aí era demais, meus amigos! Eu já estava louco para comer aquela menina, e fui para cima! Pedi para ver como tinham ficado as calcinhas, mas ela não me quiz mostrar.
Adorei! Linda, tão feminina fazendo pirraça para não mostrar as calcinhas! Peguei nela por trás e fui direto com a mão até à sua virilha, ainda por cima do vestido! Senti que o pauzinho realmente estava virado para trás, bem escondo, as bolas dentro do corpo. Uma CDzinha perfeita, como eu gosto!
Ela pareceu ter gostado da minha ousadia. E gostado a sério. Beijou-me com intensidade, com desejo. E quando eu percebi, ela estava com a mão no meu pau. Ah, meus amigos, o meu pau já estava mais duro que as pernas da mesa! Ela acariciou o meu pau por cima da roupa, enquanto a gente se beijava. Eu agarrei naquelas nádegas deliciosas, que eu estava doido para comer desde o dia anterior, e beijamo-nos loucamente!
Peguei nela ao colo e levei-a assim para o quarto. Não podia perder um minuto sequer, a oportunidade tão desejada estava na minha mão! Mas também tinha que ter cuidado, era evidente que seria a primeira vez que ela ia ser menina. Eu tinha que ter cuidado, carinho, fazer sem pressa, evitar ao máximo que ela sentisse muita dor. Mas nisso tudo eu estava calejado. Aí eu estava a jogar em casa. Sem hipótese de errar!
Tinha que a comer com todo o carinho. Sem tirar o sutiã nem o vestido, para não estragar a sua fantasia. Há muitas meninas que quando tiram a roupa mudam o foco, é como se só pudessem ser meninas se estiverem vestidas.
Comecei por beijar aquele corpinho gostoso, começando pelo pescoço. Tirei as próteses do sutiã, beijei e chupei cada um dos peitinhos. Ela adorou! Gemia gostoso, deixando-me mais excitado ainda. Coloquei as mãos por baixo do vestido, e tirei as calcinhas dela, libertando o seu pauzinho. O coitado devia estar a doer, durinho e preso para trás! Soltei-o e cai de boca nele. Chupei com gosto, com todo o jeito. Ela estava cada vez mais louca! Larguei o pauzinho dela antes de ela gozar e beijei-a na boca de novo, para ela sentir o gosto do pau. Ela me beijou numa boa, e retribuiu tudo que eu tinha feito. Beijou-me no pescoço e lambeu a minha orelha, o que eu adoro! Foi descendo pelo meu peito peludo até chegar ao meu pau. Retirou as minhas cuecas, e sorriu ao ver o meu pau bem duro. Pegou com as duas mãos, e olhando-me começou a lamber gostosamente! Ah, que safada! Nem acredito que ainda ontem era um homenzinho! Lambeu e chupou bem gostoso. Claro que se atrapalhou um pouco, não tinha prática ... mas quem já recebeu uma boa mamada sabe como se deve fazer!
Eu resolvi que estava hora de comer aquele rabinho virgem. Coloquei-a de quatro na cama, e fiz um beijo grego. Lambi aquele rabinho com jeito. Ela gemia como uma gata! Quem resiste a uma boa lambida no cu? Daí peguei no lubrificante, e coloquei bastante no dedo. Passei o dedo pelas pregas, todo lambuzado de lubrificante. Fiquei a fazer círculos, cada vez mais perto... ela rebolava, sem dúvida que estava a gostar! Coloquei o dedo indicador, entrou sem muita dificuldade... e ela gemeu gostoso. Tirei o dedo, coloquei dois e movimentei-os tentando dilatar a sua fenda. Eu queria partir para o pau mesmo, eu já estava doido mesmo para meter. Devagar, fui pressionando a cabeça naquele rabinho gostoso. De todas as vezes que ela reclamava com um pouco de dor, eu tirava. Ficamos nessas idas e vindas um bom tempo, cada vez metia um pouco mais. Dava para perceber que ela estava a gostar e que queria mais! Meti a cabeça, entrou. Ela deu uma contraída e deu um gritinho de dor. Eu falei:
- Tenta relaxar … só tens de ficar parada, até o rabinho se acostumar ... não vou mexer nada ...
Ela ficou uns momentos acostumando-se ao meu pau, e quando vi ela já estava a mexer o rabinho de novo... ah, que bom! Fui metendo mais, pouco a pouco, até que meti tudo. Quando ela sentiu encostar as nádegas a mim segurou nos meus quadris e puxou para si! Ela estava a gostar, realmente estava a gostar! E eu mais ainda! Que rabinho sensacional, virgem, firme, apertado! E guloso!
Trocamos de posição, comi-a de lado e de frango assado. Ela pareceu não gostar dessa última, reclamou mais da dor. Eu pensei que já tinha avançado bastante para uma primeira vez, e resolvi que era melhor gozar na boca em vez do rabinho. Queria que ela tivesse uma lembrança só positiva do sexo!
Tirei o pau do rabinho gostoso dela, e pedi para ela me chupar. Tirei a camisinha e ela foi novamente de boca. Eu já estava excitado demais, não demorei. Não conseguia mais me controlar e falei ai, não dá mais, eu vou gozar! Ela mergulhou mais ainda, e eu explodi naquela boquinha. Pensei comigo “bolas, agora estraguei tudo!”, mas nada, ela aceitou numa boa! E ainda engoliu!! Por essa eu não esperava mesmo!
Senti a obrigação de fazer o mesmo. Beijei-a de novo, de cima abaixo, e chupei aquele pauzinho até ela também gozar na minha boca. E engoli o líquido dela, embora eu não goste muito de fazer isso. Mas tinha que retribuir!
Para a primeira vez, foi uma foda sensacional, boa demais! Depois de ela gozar ficámos os dois esgotados! Deixei-a ir tomar um banho, e enquanto ela fazia isso, eu escolhi uma linda camisola branca, que combinava com as calcinhas que ela tinha usado durante o dia. Ela saiu do banho, e eu levei-lhe as roupas. Vestiu-as sem reclamar de nada! E ficou tão bonitinha de camisola e calcinhas! Se eu tivesse os meus 20 anos comia-a de novo!
Mandei-a dormir no outro quarto, o que foi da minha filha. Gosto de dormir sozinho. Eu ressono, e mexo-me muito, acordo várias vezes. Não sou boa companhia para dormir. E a parte que é boa de fazer na cama a dois já tinha sido feita, não é?
Fui dormir pensando no sortudo eu sou. Joguei algo, apostei tudo, e ganhei o jackpot! A coisa toda estava saindo muito melhor que o melhor dos meus sonhos!