134 - Telefonista
Mal o telefone começou a tocar, ela atendeu-o imediatamente.
Era a sua primeira ligação como Profissional.
- Olá! Disse ela num calmo ronronar feminino.
- Eu vi o seu anúncio na revista. Respondeu uma voz forte e masculina.
Hmmmm, talvez um bombeiro, pensou para si.
- Qual é o seu nome?
- Alex! Foi a resposta curta e nervosa.
- Como é que você é, Alex?
- Tenho um metro e oitenta de altura, musculoso, cabelo escuro e algumas pessoas dizem que pareço o James Bond.
- Que bem. Disse ela enquanto os seus dedos acariciavam o fio do telefone.
- E você? Perguntou ela.
Samanta mexeu-se desconfortavelmente na velha cadeira da sua avó.
Ela queria substituir a cadeira, mas não podia se podia dar a esse luxo.
E também a cadeira tinha algum valor sentimental para ela, e algumas boas lembranças.
Ela tinha chupado o seu primeiro pau sentada e perdera a virgindade ajoelhada naquela cadeira.
- Sou loira, magra, seios bonitos, bronzeada e tenho 17 cm de pilinha.
Alex sentiu-se a começar a ter uma erecção.
Ela parecia deliciosa na sua mente.
Ele interrogou-se de como seria o toque dela.
Ele fechou os olhos fingindo que ela estava a subir por entre as suas pernas, nua com uma erecção.
- Alex, tens a mão em volta do teu pau? Perguntou a Samanta.
- Simmm. Disse ele.
Samanta tirou os saltos altos, levantou a saia e lentamente acariciou o seu pénis, maravilhando-se com o quão forte e ereto ele se tornara.
Ela podia sentir o seu fluido a pulsar dentro dela.
A Samanta não estava a usar calcinhas e já passava uma semana desde que ela se tinha masturbado pela última vez.
- Eu quero chupar os teus seios. Disse ele respirando forte.
- Eu is gostar disso! Disse ela. O que mais farias comigo?
O pénis do Alex estava agora totalmente ereto enquanto ele lutava para tirar as calças.
- Eu ia beijar-te apaixonadamente, sondando-te com a minha língua enquanto acariciava os teus seios.
- Eu desabotoava a tua blusa, desabotoava o teu sutiã e enfiava a mão debaixo das tuas saias e acariciava a tua pilinha.
- Eu ajoelhava-me na tua frente e chupava o teu pau, lentamente com os meus lábios, e tentava te deixar louca.
A Samanta contorceu-se na cadeira, sentia que os seus seios e pau imploravam por atenção.
- Por que não vens ao meu apartamento?
Disse ela, percebendo que, sendo uma trabalhadora de sexo por telefone, isso seria um quebrar das regras.
Mas já fazia um mês desde que ela tinha terminado com o namorado e ela ansiava pelo gosto de pau.
- Qual é o teu endereço? Perguntou o Alex, com o coração acelerado e a voz a tremer.
Isto estava a acontecer com ele? Uma oferta dessas?
- Estou na Avenida Norte, nº 22 Apartamento O.
- Posso estar aí dentro de 10 minutos.
- Vem.
Oito minutos depois, ele bateu à porta e ela abriu.
Ele exibia o seu pénis ainda inchado dentro dos jeans.
A Samanta abriu a porta com um sorriso.
Ela estava nua, com os seus mamilos e pau firmes.
O Alex quase desmaiava com aquela visão.
Ela era um sonho, o perfume dela encantava-o.
A Samanta pegou na mão dele e levou-o para dentro.
Ela guiou-o passando pela cadeira da avó e entrando no quarto dela.
Sem uma palavra, ela ajudou-o a despir os seus jeans, cuecas e camisola.
Ele tinha se esquecido de tirar os seus sapatos e ela teve que o ajudar a desembaraçar-se das calças e sapatos emaranhados.
Finalmente ela empurrou-o suavemente para a cama pressionando os seus lábios e o seu corpo contra o dele.
Eles beijaram-se apaixonadamente, as suas línguas brincando uma com a outra.
O corpo dela era macio e o dele também, transformando o toque da pele numa carícia maravilhosa para ambos.
Os seus pénis esfregaram-se ficando mais eretos (como se isso fosse possível).
Alex gentilmente virou-a na cama até que ela estivesse deitada de costas.
Primeiro, ele mordiscou os seus seios deixando a sua língua trabalhar em círculos ao redor dos seus mamilos.
Então, ele moveu-se para baixo começando a chupar o pénis dela enquanto acariciava a base com os dedos.
Samanta gemeu de prazer, ela sabia agora que o seu convite ao Alex tinha sido uma boa decisão.
- Eu adoro o jeito como tu chupas o meu pau. Suspirou ela.
Alex não respondeu, exceto para tentar engolir o pénis dela.
A Samanta sentiu-se a subir como se estivesse a flutuar para o céu fora da cama.
O orgasmo foi incrível, com o Alex a engolir, drenando-a, mas querendo mais.
Ela caiu para trás, ofegante e pegando uma garrafa plástica de lubrificante.
Ela massajou o óleo ao redor do pénis de Alex e guiou-o por entre as suas pernas agora abertas para dentro dela.
- É a tua vez! Disse ela com um sorriso maroto.
O Alex sentiu o calor a envolver o seu pénis e pensou que ia explodir imediatamente.
- Não vás tão rápido. Aconselhou ela.
Lentamente, suavemente, com golpes uniformes, ele começou a bombear na sua fenda apertada.
Aquelas horas na academia estavam prestes a valer a pena, a sua resistência era incrível, ela podia sentir o seu pénis escorregadio a deslizar confortavelmente para a frente e para trás.
Ela puxou-o para perto de si, beijando-o profundamente enquanto se acariciava para ficar com outra erecção.
Ela podia sentir o seu coração acelerado e sabia que ele estava prestes a gozar.
Samanta enfiou a mão por baixo do seu travesseiro, donde tirou um pequeno vibrador que ela calmamente inseriu na fenda do Alex.
Ele gemeu de prazer e explodiu ao mesmo tempo.
Ele caiu nos seus braços satisfeito.
- Gostavas de passar a noite aqui? Ofereceu ela.
- Sim! Respondeu ele agradecido, sabendo que esta seria uma noite incrível.
FIM