243 - Corte e Custura
Num sábado à tarde, a minha namorada Márcia ligou-me e perguntou se eu podia ir ao apartamento dela para a ajudar.
- Claro que vou! Disse eu, sem saber que ia mudar a minha vida.
Eu tinha bilhetes para uma peça de teatro e uma reserva para jantar num restaurante da baixa, e pensava que ela estava com vontade para fazer amor comigo, em vez de esperar até ao final da noite para fazer amor.
Quando eu cheguei a casa dela, descobri que ela tinha outros planos em mente.
Ela tinha todas as suas traquitanas da costura espalhadas pelo quarto, cobrindo a cama toda e também estava ocupada a arrumar o seu guarda-fatos.
A ajuda que ela precisava era para eu vestir um dos seus vestidos e ficar a fazer de manequim enquanto ela arranjava a bainha.
Eu estava a sentir-me meio estúpido ali parado no meio do quarto com o vestido dela, quando ela disse:
- Nã, assim não. Não te fica bem. Acho que precisas de um pouco de peito.
Ela escolheu e vestiu-me um dos seus sutiãs e encheu-o com algumas meias que faziam um bom volume nos meus seios.
Depois ela decidiu que para acertar o comprimento, da bainha do vestido, eu tinha que usar uns saltos altos, e é claro que isso também significava meias, para eu poder enfiar os meus pés nos sapatos, e um cinto de ligas, para segurar as meias sem elas caírem.
Logo depois ela vestiu-me umas calcinhas e a minha erecção demonstrou que eu estava a gostar de tudo aquilo.
Ela experimentou em mim uma das suas perucas e mandou-me olhar para mim mesmo no espelho.
Eu fiquei um pouco surpreso e disse:
- Gostaria de ficar ou parecer tão sexy quanto o que me sinto!”
- A pintura vai resolver isso. Disse ela, e depois de me mandar sentar no seu toucador começou a aplicar-me base, blush, maquilhagem nos olhos e batom. Foi fantástico.
Nenhum de nós podia acreditar no quão bonita eu tinha ficado.
- Mais um vestido! Disse a Márcia, e entregou um vestido de noite, preto, que eu sempre tinha adorado quando ela o vestia.
Ela ajudou-me a vestir, correu o fecho atrás e começou a trabalhar com agulha e linha enquanto eu me admirava no espelho.
Acariciei o meu pau duro por cima do tecido do vestido e disse:
- Por que não me tiras este vestido para nos podermos ir divertir um pouco?
E a Márcia disse:
- Eu estive a ajustar o vestido para tu o poderes usar e não o podes tirar até que eu acabe de dar todos os meus ajustes.
- Mais quanto tempo tenho que o usar? Perguntei.
- Eu acho que vais ter que o usar até ao fim da noite.
O meu pau ficou instantaneamente duro. Parecia uma barra de ferro.
Eu estava um pouco nervoso e a tremer quando perguntei:
- E o nosso encontro? Hoje à noite?
- Bem, acho que vais ter que usar uma cinta, para esconder isto. Disse ela enquanto acariciava o meu pau duro por cima do vestido.
Eu não escondi a minha alegria.
Ela mandou-me tirar as calcinhas, o cinto de ligas e as meias para depois poder rapar as minhas pernas e pintar as minhas unhas dos pés.
Depois vestiu-me uma cinta apertada e as meias.
Ela também me pintou as unhas das mãos e equipou-me com jóias e uma bolsa.
Passei o resto da tarde a praticar a caminhada com os sapatos dela, a sentar-me, a segurar no cigarro e a fumar, enquanto a Márcia me provocava dizendo-me que eu estava super sensual e que nunca me tinha visto assim tão feminina.
Eu pedi-lhe para ela, ao menos, chupar o meu pau, mas ela disse que era muito mais divertido fazer-me esperar pelo fim da noite.
Fomos a um restaurante chique com muitos espelhos e ninguém reparou ou imaginou que eu era um homem.
O chefe dos empregados segurou a minha cadeira para eu me sentar e deu-me lume com o seu isqueiro quando eu peguei no meu cigarro para o acender.
Corei e pedi, em voz baixa, a comida que queria, enquanto piscava os olhos com as enormes pestanas postiças que a Márcia me tinha colocado.
A Márcia quase que se engasgou com a risada que soltou.
No teatro em que fomos de seguida, voltei a sentir-me sensual, porque vários homens viraram os olhos para nós as duas, tentando nos dar uma olhada, mas fingimos não notar.
A sensação das minhas pernas com as meias a roçar uma na outra, o farfalhar da minha combinação e do vestido, e a visão dos meus "seios" por baixo do vestido funcionaram como um excitante erótico. Tive que segurar a minha bolsa no colo para esconder a minha erecção.
Quando voltamos para o apartamento da Márcia, nós os dois estávamos realmente quentes.
Ela mandou-me sentar no sofá e serviu-me um cálice de licor enquanto acariciava as minhas pernas cobertas de nylon.
Deslizou uma mão até à minha virilha enquanto apalpava os meus seios com outra.
Foi maravilhoso e estranho ser seduzido por ela.
Nós as duas estávamos tão entusiasmadas que estávamos a tremer.
Ela levantou a minha saia e libertou o meu pau da cinta.
Quando ela se abaixou para o colocar na boca, coloquei a minha mão dentro das calcinhas dela para descobrir que ela estava a pingar, com tudo bem molhado.
Eu acariciei a sua vagina, levando-a a um clímax gritante enquanto ela chupava
freneticamente no meu pau, e gozei como nunca tinha gozado antes alguns segundos depois dela.
A Márcia disse que me ia ajudar a tirar o vestido, se eu prometesse me vestir novamente no dia seguinte, e que eu tinha de dormir de calcinhas.
Assim foi mas não dormimos muito, porque fizemos amor novamente, descansamos e aconchegamo-nos um pouco, para voltar a ficar excitados novamente.
Conversamos sobre como foi divertido, eu me ter vestido, e prometi usar as roupas dela sempre que pudesse.
Domingo de manhã, nós dois acordamos cedo a sentirmo-nos sensuais.
Fiz a barba e a Márcia refez a minha pintura dando-mu um visual diferente.
Para eu vestir, ela escolheu um vestido florido de seda que parecia feito para mim.
Poderíamos ser duas irmãs. Eu disse:
- Não te estás a esquecer de alguma coisa?
Ela disse que ia encher um sutiã com postiços se eu quisesse. E eu de imediato disse que o queria. O meu pau já rígido ficou ainda mais duro.
Ela também se vestiu e tirou luvas brancas e chapéus para nós as duas.
Depois ela disse:
- Vamos! E com um sorriso, liderou o caminho para fora do apartamento. Andamos um quarteirão e ela levou-me na direção dos degraus da igreja.
Eu segui-a e juntámo-nos a uma multidão de outras pessoas que entravam na igreja.
Havia muitas pessoas ao nosso redor que conversavam e se cumprimentavam, e eu fui sentar-me ao lado da Márcia num dos banco da igreja.
O serviço pareceu-me durar uma eternidade. Eu senti-me animado mas também assustado sentado ali com ela. Tentei cantar baixo durante os hinos enquanto piscava o olho para a Márcia.
Após o culto, a Márcia apresentou-me a diversas pessoas como “a minha amiga, Lucy, de fora da cidade", e fomos tomar um café numa cafeteria ali próximo.
O meu coração estava realmente a bater forte enquanto estava sentada à mesa, mas ninguém percebeu, e ninguém adivinhou a minha verdadeira identidade.
Depois do café a Márcia e eu fomos comprar vestidos.
Passei o domingo inteiro vestida como uma menina. Quando finalmente voltamos para a casa da Márcia, estávamos mais excitados do que nunca e mal conseguimos fechar a porta do apartamento saias para cima e calcinhas para baixo.
Desde aquele dia, que tenho usado roupas íntimas femininas todos os dias, e
passei o máximo de tempo que pude enfiada em vestidos.
Já estivemos em vários tipos de eventos vestidas como duas meninas, desde bailes a bares.
Nós as duas adoramos enganar as pessoas, mas a parte que ainda mais me excita é quando Márcia me costura alguma coisa sexy para depois irmos sair.
FIM
ATENÇÃO: ESTA CASA MUDOU PARA OUTRO LOCAL
https://casadoscontosdaelia.wordpress.com/