42 - A MINHA MADRASTA E EU
A história que vos vou contar aconteceu há muitos anos, quando eu tinha 17 anos.
Tenho uma meia-irmã que nessa época tinha 16 anos, e a minha madrasta, que é o cerne da história, teria 36 ou 37 anos de idade.
Minha mãe, embora ela seja minha madrasta ela sempre me tratou com se eu fosse seu filho real, é uma mulher muito bonita com cabelos loiros, lisos, rosto admirável, pernas grossas e um bumbum empinado. Não devia ter os peitos grandes quando era nova, mas hoje em dia eles cresceram e ficaram em forma de pêras, médios, de um tamanho que a deixa muito atrativa.
Eu nunca tinha olhado para a minha mãe vendo nela uma mulher, até o dia em que ao voltarmos da praia ela ficou a dormir, só de biquíni, no sofá da sala. Como a minha irmã estava no banho fiquei sentado noutro sofá da sala e comecei a olhar para aquelas pernas com pequenos pelinhos loiros, para a sua cintura nua, fina, e para os seus seios ideais.
Calculei que muitos homens dariam muito para poderem ter aquela visão, e eu tinha-a de graça, quantas vezes o destino quisesse.
Mas a partir daquele dia não podia limitar-me a vê-la apenas como filho e, desde então, eu passei a admira-la sempre que podia, com uma excitação que não tinha limite. Ela era uma mulher capaz de despertar a vontade sexual a qualquer um. Estava divorciada há cerca de 5 anos, desde que se tinha separado do meu pai, um engenheiro cuja parte financeira não era melhor porque ele não era muito amigo do trabalho.
Eu tinha ficado a morar com a minha mãe e a minha irmã, e o meu pai com os seus outros filhos.
Todos os anos nós vamos até à a quinta do meu avô, no Alentejo. E foi nessa quinta que tudo começou. Priscila (minha irmã) e Paula (minha mãe) andavam quase sempre enfiadas nos seus biquínis para irmos tomar banho na represa que havia frente à casa de campo. Eu me chamo Pedro Henrique.
No primeiro dia em que chegamos, entrei no quarto delas e vi a minha mãe e a Priscila de biquíni, prontas para irem aproveitar o sol lá fora. Deitei na cama.
- Não estou a gostar desse biquíni, o que achas Pedro? Perguntou a minha mãe, com ar de quem tinha trazido outros conjuntos.
- Por mim parece bom, mas ainda que não a vi com os outros! Na realidade, o biquíni estava ótimo e a deixava maravilhosa. No entanto, com o comentário deixei uma ideia no ar. E, como se ela a houvesse captado, fez uma cara de surpresa e disse:
- Pois vou experimentar outro e já volto para me dizeres o que achas. Fiquei muito excitado com a ideia, que fora o real objetivo do meu comentário. A minha irmã, que era um tanto inocente, também aproveitou para me perguntar o que eu achava do seu biquíni. E eu, embora estivesse mais interessado no regresso da Paula, decidi que me daria melhor cobertura se a Priscila também fosse trocar o biquíni. Disse-lhe que não podia dizer se era o melhor biquíni que, porque ainda não a tinha visto com os outros. E ela foi também vestir outro conjunto. Entretanto a minha mãe voltara, com um pequeno biquíni preto, dos que se amarravam de lado. Fiquei um pouco embasbacado, ela estava muito sexy.
- Mãe, nesse biquíni fica linda! Disse eu.
- Achas mesmo? Perguntou ela, enquanto se olhava no espelho. Não estas a dizer isso só para me agradar?
- Não mãe. Está óptimo mesmo. Resolvi que, se desejasse realmente algo com ela, aquele era o momento de ir mais a fundo, e acrescentei:
- Está uma gata ... Deixe-me ver o biquíni de mais de perto. Ela me olhou com a mesma cara de surpresa que fizera em meu primeiro comentário. Pensou, deu-me um sorriso e veio na minha direção. Sentei-me rapidamente na beira da da cama, e ela parou na minha frete.
- Ainda achas que fica bem em mim? Perguntou-me, quebrando o gelo do silêncio em que tínhamos ficado.
- Está ainda mais bonito de perto. Disse eu, que tremia, mas que pensava estar a ser super inteligente. Eu olhava para o seu rosto, sentado na cama, e via os seus lindos seios salientes a meio do caminho. Pensei que ela se ia afastar, mas para meu espanto ela disse:
- Pois eu não gosto muito desse conjunto, porque acho que me deixa mal feita aqui! Disse apontando para a sua cintura, onde havia dois lacinhos em cada lado, que amarravam o biquíni. Eu imediatamente agi, com uma mão segurei na sua pela cintura e a outra segurei num dos laços.
- Na verdade mãe, essa é a parte mais bonita do biquíni. Disse, segurando a ponta do laço e fazendo o gesto de que queria abri-lo.
Nesse momento escutamos a minha irmã a voltar ao quarto. A minha mãe afastou-se naturalmente e eu aproveitei para deixar a minha mão correr na lateral da sua perna lisa.
- Então Pedro, este é melhor que o outro? Perguntou a Priscila, entrando pela porta.
- Bem melhor! Disse eu já a pensar que a devia despachar. Ela e a minha mãe ficaram a olhar-se no espelho. A minha mãe agora já se portava de uma forma mais sensual.
- Vamos mãe, vamos andando para a represa? Perguntou a Priscila.
- Vai andando que eu vou experimentar outro biquíni, que acho que me fica melhor. O Pedro me diz se fica bem ou não, e depois eu vou ter contigo.
- Pois não demore mãe. Disse a minha irmã, saindo do quarto com uma toalha no ombro. Minha mãe que também saiu para trocar de biquíni, e logo regressou com um biquíni ainda mais bonito, um modelo semelhante, mas azul com flores brancas.
- Então Pedro, este não é bem mais bonito? Disse a minha mãe, desfilando pelo quarto.
- Realmente é muito bonito. Disse eu. Mas o que o deixa bonito é a senhora, mãe, que fica bem com tudo. Eu estava suando frio, porque já imaginava que aquelas trocas de biquínis estavam além de meras vaidades.
- Deixa-me vê-lo da mais perto mãe? Pedi. E de novo a minha mãe veio na minha direção, talvez já esperando que eu colocasse minhas mãos de novo na sua cintura. Eu estava de pau duro com toda aquela situação, duro como rocha, e também muito nervoso. Não perdi tempo, e quando ela se aproximou da cama coloquei uma das minhas mãos na sua cintura, sentindo a curvatura da sua anca, e a outra mão levei para o laço do outro lado, segurando-o pela ponta, e disse, para justificar:
- Mãe, a senhora é muito bonita. E estes lacinhos são o que faz o biquíni ficar mais bonito em si. Fica linda com ele. Disse isso puxando o lacinho, querendo fazer entender que queria desamarrá-lo. No entanto, como estava nervoso, talvez o tenha puxado com mais força do que devia, de forma que desfiz o laço e o biquíni se ia abrindo, não fossem as mãos rápidas da minha mãe, que o segurou e tornou a amarrá-lo, afastando-se com cara de quem havia desaprovado.
- Eu fico mesmo bem com ele ou é sem ele? Perguntou-me como ar de zanga.
- Olha, mãe, eu não sabia que isso se abria tão fácil! Exclamei. Desculpe, sinto muito.
- Quase que abres o meu biquíni ... Vais dizer que não sabias? Perguntou a minha mãe.
- Não sabia que era tão simples abri-lo, foi sem querer. Ela me deu um sorriso, novamente quebrando o gelo e a tensão do momento.
- Pois é fácil. E agora, quando precisares de abrir um, já sabes como é ...
- É verdade! Disse sorrindo.
- Pois então, se voltares a abrir o meu biquíni não vale mais dizeres que foi sem querer, certo? Perguntou-me com um sorriso alegre, que eu nunca a vira fazer, e saiu com a toalha em direção à represa. Vi-a sair pela porta, mais linda do que nunca. Sensual. Desfilando. Deitei-me na cama e fiquei a tentar me lembrar de todos os momentos que tinha acabado de passado. Ainda estava muito excitado. Estava louco pela minha mãe, e era só no que pensava. Eu queria poder ter algo com ela. Passei algum tempo deitado, pensando o quanto o meu pai fora tolo em perdê-la. O prazer que seria possuir uma mulher tão linda. Quantos homens já não teriam tido o desejo de o fazer. Eu me achava um privilegiado por ter uma mãe tão bela, enquanto havia amigos meus que tinham mães tão deploráveis e de mais idade, e, sobretudo, era privilegiado porque tinha aberto o caminho para a ter, para poder fazer amor com ela. Deitado arquitetei meus planos, mas no fim todos dependiam dela para darem certo.
Chegou o fim do dia e veio a noite. Nessa noite tivemos a visita da minha tia, irmã da minha mãe que morava no interior, trazia consigo mais três primos pequenos que eu tinha, um amigo deles e o meu tio. A animação tomou conta da casa. Decidiram fazer uma fogueira para iluminar a noite. Eu, minha irmã e as crianças estávamos reunidos em torno da fogueira, e minha mãe veio sentar-se connosco. Era pouco o tempo em que podia conversar com os seus sobrinhos, que não paravam. Ela estava com um calção jeans e um top, e sentou-se ao meu lado. Depressa as crianças se inquietaram, e decidiram brincar de esconde-esconde. Minha mãe, feliz, disse que também devíamos participar, mas que não podíamos ir para muito longe. Para ela era uma animação poder vê-los a brincar, e começamos a nos esconder. Havia uma garagem ao lado da casa, onde se guardavam os velhos desperdícios da de quinta, e foi para onde todos nós fomos nos esconder, porque estava escura. Eu entrei na frente de minha mãe, que, por haver achado melhor esconderijo me puxou para junto dela, atrás da grande porta de madeira. Ficamos em silêncio, e eu me posicionei atrás dela, já com outras intenções. Ouviam-se algumas risadas de meninos brincando, mas pouco ou nada se via. A minha mãe e eu apertados por detrás da porta. Ela pegou na minha mão e a colocou na sua barriga, de forma a ficarmos mais juntos. Eu comecei a me aproveitar da situação, e comecei a acariciar levemente a sua barriga, e vendo que ela não se incomodava, eu insisti mais descaradamente, subindo um pouco mais a mão e a descendo, até chegar ao short, mas, sempre com movimentos lentos. De repente, meu primo, que nos procurava, passou pela porta, e provocou algumas correrias. A minha mãe puxou-me ainda mais contra ela, para que ficássemos quietos, e pousou a minha mão na altura dos seus seios. Com o movimento e barulho de todos aproveitei para me encostar todo de vez (avaliem como estava meu o meu pau), e coloquei a minha outra mão na sua coxa, logo abaixo dos calções.
Na agitação das crianças que entrava e saiam em correrias da garagem, os meus movimentos ficavam mais soltos e já acariciava, quase que descaradamente, as coxas de minha mãe enquanto a puxava para trás. Eu sentia o meu pau bem no meio das suas lindas nádegas. A minha outra mão já tocava levemente no seu peito, o que me provocava uma erecção inimaginável. Meu pau ia explodir. Era um sonho, que estava a concretizar-se, porque não era possível ela não perceber o que estava acontecendo, tais eram os nossos amassos.
A garagem ficou calma e deixamos de ouvir correrias, pensei só tínhamos ficado nós lá dentro. Continuava a apertá-la, e meu pau estava duríssimo. Nesse momento ela disse:
- Vou ver se há alguém a procurar-nos. Lembro-me que, enquanto dizia isso, ela se inclinou colocando sua cabeça para a frente e espreitou pela porta, e, do modo que quando se inclinou o seu traseiro se projectou ainda mais para trás, pressionando meu pau que estava no meio dele. Aproveitei para dar um aperto maior, que poderia ser o último, e a segurei com ambas as mãos na sua cintura, pressionando com os movimentos o meu pau contra o seu traseiro. Inesquecível. Mas pouco passou e ela voltou rapidamente a levantar e a segurar a minha mão na sua barriga, dizendo:
- Acho que ele me viu e esta vindo aí, vai nos apanhar! Aproveita ... Quando ouvi esse “aproveita” não acreditei. Fui ao paraíso e voltei, devia ter ouvido errado. Não perdi tempo e a puxei levemente pelas coxas contra mim, de modo que meu pau tornou a encaixar perfeitamente no rego das suas nádegas. Como imaginei um dos meninos vindo a correr, fiz um último movimento, fui mais ousado que nunca, e subi a minha mão por dentro do top dela e enquanto a apertava mais forte apertei também o seu seio, por cima do sutiã, de modo gostoso e final. Senti a renda e todo o seu peito em minha mão, foi maravilhoso.
- O que é isso Pedro! Exclamou como se me estivesse a recriminar, mas no mesmo momento ela começou a gemer. E foi quando um dos meus primos puxou a porta, nos apanhando, e começamos a correr, como mandava a brincadeira. Continuamos na brincadeira, mas de todas as outras vezes a minha irmã estava por perto, e a minha mãe ficou curtindo a brincadeira com os sobrinhos.
Fiquei intrigado com aquele “aproveita” que ela tinha dito antes do meu primo nos descobrir. Isto é, eu tinha ouvido mesmo aquilo, ou era apenas o meu cérebro imaginando o que queria ouvir? De facto não estava doido e até hoje me lembro perfeitamente. Todavia tinha sido estranho ela me questionar apenas no fim o que eu estava a fazer, quando de fato eu estava a aproveitar e, se não fosse o gemido que ela soltou, eu ficaria com a ideia de que havia recebido uma zanga.
O resto da noite passou bem. Mas eu estava determinado a ter algo mais dela logo no dia seguinte, porque deveríamos regressar a casa logo na segunda-feira. Perto do fim da noite, já todos tinham saído e eu já devia estar a dormir na minha cama que estava na sala, quando a vi a passar pela sala, descalça, apenas de camisa de noite transparente. Ela era linda e ainda mais linda ela era porque era minha própria mãe. Adoptiva mas mesmo assim mãe. E a ideia de poder ter uma mulher proibida à muito que já me dominava todo o pensamento. No outro dia acordei sozinho na sala. Levantei-me e vi que quase todos jabá estavam na represa, incluindo a minha irmã e a minha mãe, que estavam debruçadas sobre as toalhas e expostas ao sol, que hoje estava mais fraco.
Desci até à represa e falei com todos, ficando a apreciar a minha mãe e minha irmã, duas lindas mulheres apanhando banhos de sol. Não sei porquê mas a minha mãe tinha trazido um bronzeador solar, coisa que nunca a tinha visto usar. Continuei a admirá-la e não demorou muito ela disse:
- Dormiste bem Pedro?
- Sim, dormi.
- E já comeste alguma coisa depois de acordar?
- Ainda não. Respondi. Mas não estou com fome.
- Podes passar um pouco deste bronzeador em mim? Ainda falta espalhar nas minhas costas. Disse, voltando a deitar-se na toalha.
- Claro! Disse eu, pegando no bronzeador e sentando-me ao lado do seu corpo. Ela estava com o biquíni preto que tinha experimentado no dia anterior. Comecei meio desajeitado a passar-lhe a mão oleosa pelas costas, enquanto olhava à roda e via se ninguém nos olhava e, como todos estavam divertindo-se na água, relaxei e tentei melhorar o meu toque, iniciando uma massagem mais dedicada. Nisto ela diz:
- Pedro, passa também um pouco nas minhas pernas, que já faz algum tempo que eu coloquei. Eu alegro-me e vou descendo devagar, passo a mão em suas nádegas, acariciando-as uns belos segundos. Ela virou o rosto e deu-me um sorriso safado (o mesmo sorriso que tinha me dado quando desamarrei o seu biquíni). Então, enquanto ela olhava risonha para trás, eu inteligentemente trouxe a mão na ponta do lacinho, para fingir que ia abri-lo. Desci para as pernas, e fui subindo, acariciando o mais provocante que podia. Calculei que, caso quisesse de fato comê-la, teria de ser ousado e maduro, e comecei a acariciar mais a parte interna das suas coxas, mas com o devido cuidado, porque não estávamos sós. Acariciava em espiral e subia cada vez mais de forma que não me demorei muito e já estava novamente perto das suas nádegas. Dei o meu melhor ali, sempre com o fingimento de que estava apenas espalhando o bronzeador, e com suaves movimentos lubrificados pelo óleo, passei a mão bem perto de sua vagina, tocando algumas vezes na costura do biquíni.
Não nos podemos demora ali junto à água porque logo de seguida todos saímos para ir almoçar. Nada de importante para mim aconteceu até meio da tarde. Eram 16:30 quando o cavalo que minha mãe pedira para irem buscar ao picadeiro apareceu, já selado. Os meus primos que depois do almoço já estavam com vontade de comer, e fartos de brincar, pediram para a tia Paula ir à vila buscar bolos e doces. A vila vizinha, fica a uns 5 minutos de carro. Foi nesse momento que me apercebi que a minha mãe queria incentivar tudo que estava a acontecer connosco, porque logo que ela decidiu ir comprar os bolos, me chamou, para que eu a pudesse acompanhar.
Eu, que já estava com a cabeça virada para a ter como minha mulher, não parei sequer para pensar que poderia ser apenas coincidência. Lembro-me que a minha mãe vestia uns calções, talvez de lycra, e uma saia que os cobria, não me parecia serem roupas apropriadas para andar a cavalo. Estava já montada no cavalo, e esperava-me. Eu, ao contrário dela, não sou muito hábil com cavalos, e tenho os meus medos. Contudo, montei e fui com ela pelas trilhas da quinta rumo à vila. Ia abraçado à cintura de minha mãe, e bem firme.
Nós conversávamos naturalmente, mas com o galope do cavalo, algumas vezes as nádegas da minha mãe tocavam no meu pau, que não demorou muito para, involuntariamente, endurecer. Já duro, não tinha como disfarçar, porque era difícil com os movimentos do cavalo não nos encostarmos uma e outra vez. Estava com medo que ela achasse mal, porque eu não tinha nenhum controle no que me estava a acontecer. Mas, na verdade, as nossas “colisões acidentais” começaram a ficar mais frequentes, e tanto que já não nos roçávamos mais de vez em quando, e sim já estávamos colados, o meu pau duro no seu traseiro. Cheguei a notar que ela empurrava a cintura para trás, e que se inclinava no cavalo. Decidi então, deixar os meus medos um pouco de lado e aproveitar a situação. Levantei discretamente a parte detrás da sua saia, pondo-a sobre as minhas pernas, de modo que passei a roçar o meu pau diretamente nos calções, que sentia ser fino. Era maravilhoso o balançar do cavalo, que me deixava forçar em suas nádegas sem receios. E, como eu a apertava e ela não reclamava, tomei coragem para ir ainda mais a fundo e, num movimento mais brusco do animal, coloquei ambas as mão por dentro das suas pernas, segurando-me na parte interna de suas pernas.
Continuava pressionando o meu pau nela, e as minhas mãos ora ou outra chegavam quase a tocar a sua vagina por cima dos calções. Eu estava me realizando, porque para mim era como se e ela estivéssemos a fazer amor ali mesmo. Estava prestes a gozar, porque todos esses dias não tinha me acariciado e não tinha me satisfeito com a mão. Para mim, eu estava a fazer amor com a minha mãe ainda que fosse em cima de um cavalo e meio desajeitado. Entre todos os amassos, que não devem ter durado mais que 10 minutos, chegamos à vila. O cavalo amarrado na entrada e procuramos a loja central. E fomos conversando, ela sempre falando naturalmente.
- Gostaste da viagem? Perguntou ela, como se quisesse me deixar acanhado.
- Gosto de andar a cavalo. Disse eu.
- Pelo que estou a ver gostas mesmo. Disse apontando para o volume que meu pau fazia no calção, e acrescentou: Mas acho que não é por causa do cavalo.
Fiquei envergonhado e não sabia o que responder. Fui apanhado desprevenido. Fiz uma cara de riso e de quem quer mudar de assunto. Continuamos a conversar e mudamos de assunto. Entramos alegres na loja e compramos o que havia para comprar. Estava na hora de regressar. A tarde estava quase acabando e o por do sol já se acercava.
No início da volta eu estava tímido de novo, por causa das indiretas de minha mãe, que eu interpretara como negativas. Contudo, mal entramos nas trilhas do caminho a minha mãe notando o meu distanciamento disse:
- Pedro, senta-te mais perto de mim. Aquilo me deu novo ânimo, e vi que talvez ela estivesse a gostar de tudo. Decidi ser mais determinado, e tentar ser ousado. Voltei a colar o meu pau na traseira da minha mãe, que também se inclinou ligeiramente para me facilitar. O meu pau endureceu quase que de imediato, como nunca, porque sentia o sinal verde. Segurei com ambas as mãos a sua cintura e, acompanhando os movimentos do animal, ficava levantado e baixando minha mãe sobre o meu pau. Eu estava descarado. Decidido. Desinibido. Eu estava com a mulher mais gostosa que já tive assim perto de mim. Aproveitava bem todos os movimentos, tanto que a certa altura a sentei literalmente em meu colo, roçando as suas nádegas contra o meu pau duríssimo. Nessa hora ela soltou um gemidinho, e deixou a cabeça cair para trás.
Sentia o cheiro de seus cabelos e queria colar as minhas bochechas nas suas, queria tocar o canto de minha boca na dela. Nossos movimentos já estavam descarados, abertos, e não havia mais como esconder que eu estava doido para a ter ela doida para me dar. Depois de tirá-la do colo, pois era difícil o equilíbrio no cavalo, levantei a sua saia, até a altura de sua barriga, e meti a minha mão novamente no meio das suas coxas, no entanto, desta vez eu estava mais ousado, não fazia teatro, e ia acariciando a vagina da minha mãe por cima do short. Foi neste momento que passamos pela parte detrás da represa, já quase noite, e nos deparamos com a casa da outra margem (que era uma casa feita para para hospedar quem lá fosse nos visitar).
Eu, já solto, quando vi a casa coloquei uma das mãos bem em cima da vagina da minha mãe e acaricie lentamente, dizendo:
- Olha mãe, uma casa; já foste lá? Minha mãe, que mesmo com este meu último movimento não reclamava, apenas gemia, disse:
- Conheço esta casa sim, não tem o menor conforto. Mas estou com vontade de tomar banho na represa, vamos parar?
- Vamos, eu também estou com vontade de tomar banho. Paramos e descemos. Meu pau agora fazia um volume ainda maior, mas desta vez a minha mãe nada disse. Entramos na casa, a título de curiosidade, e notei que era de fato desconfortável, não era por acaso que a porta estava aberta, não havia nada lá dentro, senão o forno a lenha, uma mesa com alguns banquinhos de ferro e uma cama de solteiro enferrujada, com dois finos e velhos colchões sobrepostos. Vendo a cama eu inteligentemente atirei a proposta:
- Olha mãe, tem uma cama. Disse sentando-me nela.
- Estou vendo! Disse a minha mãe, que para minha surpresa tirou a camiseta e o calção ou saia, que aquilo não sei como se chamava, mostrando-me o conjunto de biquíni preto que tinha usado de manhã, e acrescentou:
- Vamos tomar banho agora, porque se demoramos a represa vai ficar cheia de sapos.
Quando ela disse “agora”, fiquei sem perceber se ela falara no sentido de rápido, ou no sentido de primeiro. Eu esperava que fosse: “vamos tomar primeiro banho, e depois voltamos para esta cama”. Tudo isso eu ia guardando na cabeça, sem perceber o que de facto existia e o que eu apenas imaginava.
Minha mãe estava maravilhosa naquele biquíni, e eu depressa entrei de short na água, com receio de que ela pedisse que eu o tirasse para não voltar molhado. Ficamos poucos minutos na água, e esse tempo eu passei-o a admirar os lindos seios da minha mãe. Após o banho, voltamos para dentro da casa, no intuito de nos secarmos e recolher as nossas roupas.
Eu tinha decidido que tentaria comê-la ali. Tinha de ser ali. Eu precisava me expor para o tudo ou o nada. Imaginava que eu nunca mais teria outra chance. Logo que entramos na casa a minha vida foi facilitada, porque com o frio do banho a minha mãe pediu para que eu a abraçasse, e eu o fiz depressa, e ficamos a nos secar mutuamente um pouco em pé. Como no abraço ela estava apenas de biquíni, meu pau não custou a endurecer, fazendo um volume no calção molhado que não dava pra disfarçar. Minha mãe notou o volume, e disse:
- E esse volume todo, por que é?
- É apenas reflexo do frio. Disse eu, sem fazer o menor sentido.
- Pois se me abraçares mais perto isso passa. Disse ela.
Recebi aquele incentivo como um sinal verde para fazer o que desejasse, e tomei coragem. Posicionei-me então atrás dela, abraçando-a firmemente e tocando meu pau bem no meio das suas lindas e empinadas nádegas semi-nuas. A luz, que já era pouca, entrava com dificuldade pelos janelões escancarados, e eu aproveitei aquela desculpa de frio para tirar proveito total da situação. Comecei a roçar meu pau descaradamente por todo o seu traseiro, de um lado para o outro e, se com uma das mãos eu a abraçava pela barriga, com a outra subi até aos seus seios, e a introduzi de suavemente pelo biquíni, segurando o seu seio que cabia exatamente na minha mão.
- O que é isso Pedro? O que estas a fazer? Perguntou a minha mãe, com voz de prazer. E eu disse:
- É que assim se aquece melhor, mãe, e esse teu biquíni esta todo molhado.
- É não é malandreco? Disse ela.
- Está certo. Pois podes te aquecer à vontade, mas se o meu biquíni cair, não vais dizer que foi sem querer ouviste, porque já o abriste uma vez, lembras? Nisso eu subi a outra mão, acariciando a sua barriga e entrando dentro do sutiã, segurando também no outro seio, macio, e apertei ambos, forçando meu pau ainda mais contra as suas nádegas e expondo os seus biquinhos, que estavam duros.
- Filho, isso tudo é para o frio? Pergunto ela. Até parece que queres outra coisa ...
- Não mãe. Disse eu. É bom para o frio ... Deste jeito o frio desaparece mais rápido. Disse isso segurando os seus seios nas minhas mãos. E como ela nada disse ou falou, eu tirei uma das mãos e desamarrei o laço, fazendo a parte de cima do biquíni cair, o que a deixou com os firmes seios espostos. Ela se virou para mim e vi de perto aqueles lindos peitos, médios, com as marcas do biquíni e do bronzeado e os biquinhos duros. A sua vagina estava gostosíssima, e fazia uma vulva no biquíni. Ela perguntou:
- E isto? Eu disse:
- É para o frio mãe, este seu biquíni esta todo molhado.
- Pois se é para o frio, tu também tens de tirar esse calção, que deve estar muito molhado. Disse ela pegando com a mão no elástico ensopado.
- Eu já ia tirá-lo, porque tenho muito frio com ele. Disse tirando rapidamente o calção e ficando apenas de cueca.
- Sei ... Disse, olhando o volume que meu pau duríssimo fazia em minha cueca, e continuou
- E esse volume todo ai, ainda é frio?
- Sim. Esta fazendo muito frio!
- Então podes me abraçar mais um pouco, para ver se passa. Disse, abraçando-me. Abraçamo-nos de frente, com a desculpa de que era para passar o frio. Meu pau nunca tinha estado tão duro em toda a minha vida, e estava a roçar nas coxas dela. Os seus seios nus encostados ao meu peito, o que me fazia ficar ainda mais erecto. Não havia mais como disfarçar. Então decidi abrir o jogo e ir com tudo: levantei uma das mãos e segurei o seu seio, apertando-o levemente, a outra mão pousei no seu traseiro sem pelos, trazendo o seu corpo ainda mais contra o meu, forçando meu pau em sua bucetinha por cima do biquíni. Tentei erguer a sua perna para a altura da minha cintura, mas senti-a pesada. A minha mãe sentido minha vontade a ergueu um pouco, e eu descaradamente levei uma das mãos ao meu pau e mesmo com a cueca o posicionei contra o biquíni, na entrada de sua vagina, fazendo pressão. Ela gemeu. Não demorou e baixou a perna, e eu levei a mão direita até ao seu biquíni, e acariciei a sua vagina sem pêlos. Não havia mais nada que esconder.
- Pedro, vem fazer passar o frio aqui na cama. Disse ela, pegando-me pela mão. A imagem de minha mãe, apenas com a parte debaixo do biquíni, carregando-me para eu a poder comer, foi maravilhosa. Ela sentou-se na cama e eu parei em sua frente, admirando aqueles seios rijos. Ela disse:
- Pedro, vamos deitar aqui, mas não podes contar a ninguém que nos deitamos assim, está certo?
Afirmei discretamente com a cabeça. Ela então se deitou e eu a segui, posicionando-me logo atrás dela e de costas para a parede. Demorei alguns segundos eternos até ficar com o meu pau encostado às suas nádegas. Mas a minha lentidão parou por ali, e logo que me encostei a ela, coloquei a mão por baixo de seu pescoço, abraçando-me ao seu peito. Com a outra mão acariciei a perna, mas logo subi até chegar à sua vagina, e comecei uma gostosa massagem por fora do fino biquíni. A minha mãe respirava pesado. Já não aguentando mais, eu coloquei o meu pau para fora, posicionando no meio de suas coxas. Foi maravilhosa a sensação de sentir o meu pau tocando naquela pele macia e depilada, e o seu calor. A minha mãe, ao sentir-se tocada inesperadamente, levantou um pouco a perna, de modo que o meu pau passou duríssimo para a frente do seu corpo.
- Foi o frio que te deixou assim? Brincou a minha mãe, que estava mais tranquila para conversar do que eu.
- A cueca estava molhada. Disse eu. Ela então baixou sua mão e a pousou em meu pau, que estava a pingar da tesão, e o acariciou, subindo e descendo a sua mão suave. Eu estava quase a gozar, mas me segurava. Aproveitei o momento e levemente puxei o laçinho do biquíni, que se abriu pela metade, e revelou boa parte da vagina da minha mãe. Era perfeita: linda e com pelinhos ralos. Deliciosa.
- Meu biquíni está molhado também? Perguntou ela.
- Está. Disse eu. E ela riu. Estava descontraída.
- Ainda bem, porque pensei que novamente ias dizer que foi sem querer. Eu sorri, ficando mais descontraído. E ela voltou a acariciar meu pau.
- Pois eu acho que estás a enganar-me, e que isso tão duro não é frio nada. Aposto que estas assim por minha causa.
- É verdade! Confirmei, acariciando o seu peito.
- Seu malandreco. Disse ela. Queres comer a tua mãe não é?
- Quero! Respondi. E ela disse:
- Pois vem. Quando ouvi aquilo levei minha a mão até à sua vagina, e passei pelos cabelinhos, baixando ainda mais o biquíni. Peguei no meu pau por baixo e o posicionei na entrada da sua vagina, sentido o seu calor gostoso; estava molhadíssima. Beijava o pescoço da minha mãe e apertava-lhe o peito, que cabia exatamente na minha mão, e com uma leve pressão enfiei a cabeça melada no seu buracão, fazendo-a gemer baixinho. Foi aí que vi que minha mãe era das que gemia. E, no embalo do seu gemido, disse no seu ouvido que ela era muito gostosa. Continuei forçando o meu pau, que deslizou completamente para dentro da sua vagina, arrancando-lhe mais um gemido.
- Que pauzão gostoso ... Me fode gostoso ...
Dizia ela, de forma aleatória imersa em prazer. Tirei lentamente meu pau de sua vagina, e senti o quanto estava molhada; voltei a meter, iniciando um delicioso vai-e-vem. Comecei devagar, mas depressa aumentei o ritmo, e já estava comendo minha mãe assim de lado. De vez em quando ela gemia baixinho, o que me dava enorme tesão: foder minha mãe e fazê-la gemer. Mas ao mesmo tempo aquilo controlava o meu gozo, porque dividia meu pensamento o fato de poder haver alguém andante, sei lá, poder escutar e nos apanhar. Mas voltava sempre a concentração para o que interessava, e metia meu pau cada vez mais rápido naquela xana deliciosa. Quase gozei; mas para retardar mais um pouco mudei de posição, levantando minha cintura e a trazendo comigo, deixando-a de quatro. Continuei o vai-e-vem um pouco mais lentamente, segurando-a pela cintura. O meu pau deslizava gostoso por toda a sua vagina, e a abria um pouco quando saía. A minha mãe era uma autêntica gata fudendo. Os seus cabelos húmidos cobriam-lhe as costas e seus seios balançavam com o movimento. Aumentei o quanto pude a velocidade. Ela gemia como uma puta, e gozei como nunca dentro de sua vagina. Embora não tenha visto o gozo, sabia que havia sido o maior de minha vida, porque quase desmaiei para o lado na hora. Deixei-me pesar sobre seu corpo, e deitei-me de lado, ela veio comigo, e me abraçou. Nós estávamos ofegantes e fiquei descansando e admirando seus peitos. Demoramos talvez uns sete a oito minutos fazendo sexo, o que nos foi mais que suficiente, devido à nossa excitação. Acrescenta-se a isso outros cinco minutos, nos quais passamos deitados, e mais o tempo em que nos vestíamos. Isto somado, saímos da casa já era o fim da tarde, e a derradeira luz nos ajudou apenas a montar no cavalo e seguir um pouco o caminho. Fomos conversando outros assuntos, e chegamos em casa de noite, minha mãe na sela e eu na garupa, trazendo uma sacola plástica com os bolos.Lembro-me que dormi muito bem naquela noite e que no outro dia seguinte agimos naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Voltamos na segunda para Lisboa e desde então, tive mais alguns episódios interessantes com minha mãe, mas, que não me compete dizer, porque já contei a experiência mais fascinante da minha vida.
FIM