185 - Avaria ao fim da tarde
Ao início da tarde, tinha tomado um banho de imersão longo e luxuoso e sentia que a minha pele estava completamente sedosa.
Depois do banho ainda passei um bom bocado a fazer a minha depilação intima e ao ver todo o meu corpo liso e sedoso e bem oleado não pude deixar de pensar que o meu aspeto feminino melhorava de dia para dia.
Passei ainda quarenta e cinco minutos a arranjar as minhas unhas, pintando-as num forte "Vermelho Romântico" que condizia maravilhosamente com o baton que os meus lábios deliciosos estavam pintados.
Um sutiã preto e branco, com bolinhas e calcinhas iguais e, de seguida, um par de meias de seda, que faziam as minhas pernas parecerem ter subido até ao céu.
Enfiei-me dentro de um belo vestido de corpete preto aveludado que terminava bem acima dos meus joelhos e calcei a um par de sandálias de couro preto com tiras cruzadas e saltos de 7 centímetros.
Escolhi a minha peruca preferida com o cabelo cor de canela que descia em cascata até ao meio das minhas costas.
Como era uma noite de Outono já fresco vesti um casaco de lã de três quartos de comprimento por cima de tudo isto.
Agora, eu sentia-me pronto para ... ir dar uma volta?
Eu ainda estava praticamente no armário, e a minha maior aventura pouco mais era do que dar uma volta de carro até um estacionamento perto do mar, estacionar, e dar uma volta rápida, apressando-me a voltar para o carro caso alguém viesse na minha direcção.
Este fim de tarde tinha sido bom porque nenhuma pessoa ou carro se tinha interrompido no meu passeio, e eu aventurei-me ainda mais longe do que o habitual. Fiquei bastante contente e excitado, até voltar ao carro, rodar a chave, e não ouvi ... nada.
Foda-se! O que é que eu ia fazer?
Não posso andar muito com aqueles saltos, não posso chamar um táxi, não posso deixar o carro naquele lugar ermo.
Abri o capô, sabendo que devia ser infrutífero, pois as minhas capacidades mecânicas são pouco mais que mudar uma lâmpada de casa.
Ao espreitar para toda aquela confusão de fios e metal, lamentei a minha miséria.
Assustei-me com uma voz atrás de mim.
- Posso dar-te uma mãozinha?
Estava tão absorvido, que não tinha ouvido o carro que tinha acabado de estacionar mesmo ao lado de mim.
A chamar, do outro lado do banco da frente, estava um homem bastante decente, com cerca de trinta e cinco anos de idade.
Durante o tempo que eu levei a tentar perceber o que devia fazer ou dizer (ou não fazer e não dizer), já ele tinha saído do carro e estava ao meu lado a olhar para o motor.
Ele disse que ficaria feliz em dar uma vista de olhos e ver se conseguia descobrir qual era o problema.
Depois, voltou-se para mim e disse que eu provavelmente ficaria mais confortável se esperasse sentada no carro.
O meu casaco estava desabotoado e enquanto ele falava eu podia ver os seus olhos a correr dos meus lábios para o decote do meu vestido, para as minhas pernas enclausuradas em meias e, finalmente, para os meus tornozelos magros de mulher batida.
Oh meu Deus, eu estava a excitar este tipo!
Quando subi para o carro, certifiquei-me de que ele consegui ver bem as minhas pernas enquanto as enfiava no carro.
Alguma coisa me estava a tomar conta da minha vontade. Estava a começar a gostar de ser um vampiro! Em apenas alguns momentos ele mandou-me dar à chave e ouvi o doce som do meu motor a arrancar.
Veio então para o lado da minha porta e aceitou o toalhete que eu lhe estendi com um grande sorriso na cara.
Enquanto limpava as mãos no toalhete foi explicando:
- Está bom para seguir, era apenas um fio solto na sua bateria. A propósito, o meu nome é Alexandre, qual é o seu?
- Carla.
- Bem, Carla, ainda bem que pude ser útil.
Enquanto ele falava, puxei da minha bolsa e tirei uma nota de vinte, que depois tentei entregar-lhe dizendo:
- Espero que possa pagar todo o seu incómodo.
Ele pôs a sua mão sobre a minha, empurrou-a de volta para a minha bolsa, e depois deu-lhe um pequeno aperto de mão.
- Absolutamente não! Por favor, não insulte o meu acto de Bom Samaritano atirando-me com dinheiro para cima.
Ele ficou a sorrir durante todo o tempo em que disse aquilo.
Meu Deus, mais uma vez. Ele estava a namoriscar comigo!
Naquele instante, transformei-me, um tipo vestido de rapariga, numa mulher verdadeira, completa, sexy e extremamente excitada.
Aproximei-me da janela para que ele pudesse ficar envolvido pelo cheiro do meu perfume.
Olhei profundamente nos seus olhos e coloquei-lhe uma mão junto ao seu peito.
Imediatamente pude sentir a sua respiração a crescer.
- Bem, não vou desligar agora o carro, mas gostava de encontrar uma forma para lhe agradecer devidamente. Tem de haver algo que eu possa fazer por si Alexandre.
As minhas palavras fizeram-no ficar um pouco abalado, e ele corou e gaguejou como um estudante com uma paixoneta pela sua professora.
Pude ver que tinha de ser eu a tomar as coisas nas minhas próprias mãos.
- Digo-lhe uma coisa, Alexandre, porque não se senta aqui ao volante e eu ao seu lado e damos um pequeno passeio. Vamos ver se eu consigo arranjar uma solução enquanto passeamos um pouco.
Ele entrou no carro e arrancou saindo do parque de estacionamento e dirigiu-se para a estrada principal.
Por essa altura, a minha mão estava a agir por sua própria iniciativa, pousei a mão no seu joelho e logo de seguida apercebi-me de uma protuberância impressionante nas suas calças.
Ele virei para uma estrada lateral sem trânsito e foi aí que a mulher em mim tomou o controlo.
Desapertei o seu fecho, desabotoei e libertei o objecto do meu desejo luxurioso.
Envolvi a base com as minhas unhas Vermelhas Românticas e debruçando-me engoli a cabeça com os meus lábios Vermelhos Românticos.
Meu Deus, senti-me tão bem! Era enorme, muito maior do que o meu pobre clitóris.
Não consegui absorver tudo, de imediato, por isso trabalhei para o conseguir bem e escorregadio, e em breve estava a escorregar até ao fundo da minha garganta.
Tornei-me uma mulher possuída - a minha mão e a minha boca estavam a trabalhar como duas máquinas sobre-alimentadas, tentando engolir um edifício quase em erupção no seu interior.
Ao fim de algum tempo que durou aquele frenesim, consegui, com alguma ajuda do Alexandre, tirar o meu casaco.
O Alexandre tinha puxado a minha saia para cima, expondo as minhas meias e as minhas calcinhas, e ele estava a passar o seu dedo por dentro do elástico, sempre levemente explorando suavemente o interior, enviando ondas de prazer que faziam tremer o meu corpo.
Tudo ao mesmo tempo, ele travou o carro e levou-o para a berma da estrada.
De repente, empurrou-me a cabeça para baixo na sua haste super excitada e começou a balançar como um cavalo selvagem, fodendo a minha boca como se o amanhã não existisse.
Depois, igualmente de repente, ele parou, puxou a ponta do seu monstro para a frente da minha boca, e soltou com uma torrente de esperma doce que parecia durar para sempre.
Eu já como mulher assumida e, agora, louca por ejaculação, estava determinada a não deixar escapar uma única gota.
Mesmo depois do que pareciam ser baldes de esperma, eu queria beber mais.
Definitivamente, nessa noite nasceu uma gatinha chupadora e sedenta por ejaculações.
A propósito, já fiz alguns arranjos para o meu carro avariar de novo, muito em breve!