177 - Dia das Bruxas
O ano passado, resolvi vestir-me de enfermeira marota para o Dia das Bruxas.
Estava à esperava de ser convidada para ir a alguma festa, mas ninguém me convidou, e tive que ficar só em casa.
Claro, no ano passado ninguém podia sair, estávamos em confinamento por causa da Covid.
Mas agora maioria dos bares agora está aberta e as pessoas recomeçaram a reunir-se de novo e eu estou mais otimista para a festa deste ano.
Decidi escolher um vestido de baile este ano. Estava com a esperança de que um dos meus amigos aparecesse e me levasse para um dos bares onde todo o mundo se estava a divertir.
Mas, novamente, ninguém me ligou para me convidar.
Será que o meu crossdressing para o Dia das Bruxas está a fazer todos eles ficarem meio estranhos?
Acho que é uma pergunta meio parva, mas mesmo assim não posso deixar de pensar que os meus amigos andam meio esquisitos.
Mesmo sem saber o que me poderia vir a acontecer nessa noite, resolvi me arranjar e aperaltar toda mesmo que fosse só para me ver ao espelho e me sentir bem.
Eu preparei tudo com muito cuidado. A maquilhagem, uma peruca, um vestido de baile longo e apertado em roxo que a minha irmã costumava usar. Sim, eu tinha-lhe roubado o vestido dela.
Por baixo umas meias escuras até à altura da coxa, uma pequena cinta roxa sexy com ligas e um sutiã push-up de copa B a fazer conjunto.
Eu sentia-me pronta para qualquer coisa!
Para dizer a verdade, não me visto apenas no Dia das Bruxas. Eu uso roupas íntimas da minha irmã e da minha mãe há anos. Elas fazem-me sentir bem. Não vou me desculpar por isso. Só não quero que todos me julguem.
Comecei a sentir que o Carnaval e o Dia das Bruxas é um ótimo momento para eu soltar o meu lado feminino um pouco.
Os meus amigos são quase todos recém casados ou então com namoradas fixas. E acho que não é nenhuma surpresa eles deixarem de me convidar.
Eles provavelmente pensam que eu não cresci ou que me transformei numa pessoas muito estranho para eles.
Passei uma grande parte da noite posando para as minhas selfies e a acariciar o meu pau.
Por que será que sempre que me visto assim fico tão excitado? Quem sabe? Mas eu adoro tudo isto!
A meio da noite jia estava a pensar em dar por finda a minha noitada, quando ouço alguns barulhos no jardim.
Alguém a bater à porta. Dois rapazes bêbados estão à porta de minha casa.
Olho e reconheço o Luís e o Jaime. Dois velhos amigos do ensino secundário. Resolvi que estava na hora de me zangar com eles por me terem deixado em casa e não me terem ligado. Mas eles tinham outras ideias.
- Ei, rapazão! Como estás? Doçura ou travessura, filho da puta! Haha! Queríamos ver a tua fantasia deste ano! Haha!
Percebi logo que não podia ser muito duro com eles. Eles estavam os dois bem entornados. E onde será que tinham deixado as namoradas?
Dei um passo para trás, levantei os braços, virei a cabeça para o lado, e fiz uma pose com o meu vestido de baile sexy para a inspeção deles.
Mas não ouço nenhuma resposta. Olho para eles. Eles estão pendurados um no outro, a olhar para mim. A boca de Jaime ficou aberta.
- Mas o que é isto, Alex? É assim que tu te vestes para o Dia das Bruxas?
- Eu tento ser o mais bonita possível. Por quê? Vocês têm algum problema com isto?
- Oh, não! Eu não. Bem, eu não entendo porque é que tu te queres vestir como uma gaja. Mas tu pareces estar muito bem!
O Luís interrompeu o seu amigo bêbado.
- Nós estávamos numa festa e dissemos um para o outro que tu ias gostar de estar lá estar. Tenho a certeza que vais gostar. Pensamos em ti quando vimos quem estava lá.
- Eu estou cansado. Eu acho que vou para a cama.
Mas o Luís continua:
- A festa estava cheia de pessoal. E estavam todos a beijar-se e na transa. Mas as meninas também eram rapazes! Estavam todos vestidos como tu esta noite! E então pensamos em ti! Que tu devias estar lá também!
- E eu conheço alguém que estivesse lá? Onde é essa festa esquisita?
- Oh, está tudo bem. Nós conhecemos o dona da casa. É logo ali atrás. Vamos levar-te lá. Temos que ir!
- Eu não vou permitir que vocês conduzam. Eu levo o carro. Que é para podermos sair quando eu quiser. OK?
Eu estava a começando a ficar mais animada. Aquilo podia vir a ser divertido!
- Ok! Ok! Posso usar a tua casa de banho?
A sala parecia que estava vazia, e com a excepção de alguns rapazes que jogando numa consola a um canto, não se via mais ninguém.
A festa tinha acabado. Fiquei super decepcionada.
Os meus amigos também viram o meu desapontamento.
O Jaime foi até à cozinha e trouxe uma cerveja para cada um de nós.
- Bem, pelo menos podemos sair e beber mais uma cerveja. Vamos nos sentar e tentar perceber o que está a acontecer.
Eu também já não estava com a disposição festiva e fui sentar-me no sofá com eles. O Jaime sentou-se de um lado e o Luís do outro.
E começou.
O Jaime deslizou na minha direção, pegou na minha cabeça por entre as suas mãos e beijou-me bem na boca. Tentei empurrá-lo, mas ele estava bêbado e pesado. Ele enfiou a língua na minha boca e não parou.
O Luís estava com as mãos sob o meu vestido, acariciando as minhas meias e as ligas. Engoli em seco quando ele deslizou a mão até à minha coxa e agarrou no meu pau e bolas enfiadas dentro da minhas calcinhas de renda.
O Jaime começou a beijar-me ainda mais forte, tateando sob a parte de cima do meu vestido, acariciando o lindo sutiã que eu estava a usar.
Eu estava envergonhada e confusa. Aqueles dois rapazes estavam por completo fora da linha. Que é que eles estariam a pensar?
Mas, parte de mim, estava a gostar de ser molestada por dois rapazes bonitos, mas bêbados. O Luís inclinou-se e sussurrou para mim:
- Eu vou colocar-me por baixo do teu vestido e vou chupar o teu pau.
O Jaime ainda estava a beijar-me e eu não consegui responder. Limitei-me apenas a olhar para ele pelo canto do olho surpresa.
E senti que ele descia.
O Jaime parou de me beijar. Olhou-me nos olhos e disse:
- Eu vou subir e tu vais chupar o meu pau.
O meu pau duro já estava na boca do Luís. E ele estava a trabalhar muito bem. Eu apenas olhei para o Jaime e assenti.
Ele subiu para cima do sofá. As calças já estavam abertas. O pau dela estava a bater-me no rosto. Ele pegou no pau com a mão e apontou para a minha boca. Os meus lábios estavam cerrados mas de repente, senti o meu pau a bater no fundo da garganta de Luís e quase gozei naquele momento enquanto deixava escapar um pequeno grito. A minha boca abriu-se e ele deslizou para dentro.
- Tens de ser uma boa menina e chupar como uma putinha.
Quando ouvi essas palavras, perdi a noção de onde estava. Eu só sabia que era uma menina bonita com um vestido sexy e lingerie provocadora.
E, o melhor de tudo, tinha a atenção de dois homens excitados. Eles queriam-me e isso era tudo em que eu conseguia pensar. Peguei naquele pau e chupei como uma profissional, pelo menos eu creio que sim.
O que sei é que estava a começar a gozar na boca do Luís quando o Jaime descarregou os seus jatos na minha garganta.
Eu tinha levado o carro do Jaime até à festa, mas a casa da festa era apenas a alguns quarteirões da minha, e decidi regressar a pé para casa. Já eram duas da manhã, estava escuro e um pouco frio. Mas arrisquei.
As sapatilhas que eu estava a usar eram boas para andar. Eu sentia-me um pouco despida por ter vestido apenas aquele vestido de festa apertado, mas pensei que eram apenas uns poucos quarteirões, e que podia ir a pé perfeitamente.
Um carro passou lentamente e parou encostando ao passeio por onde eu ia.
- Porra, não precisava disto!
Um homem grande e sorridente abre a janela. Eu estava muito nervosa.
- Olá! Acho que acabei de te ver na casa do Francisco? Eu sou o João, sabes? O João do snack bar? Então? Posso te dar uma boleia até casa?
- Ah! Claro, sei quem és. Eu não me lembrava dele. Mas eu estou a chegar a casa. É mesmo perto e não vale a pena, mas obrigado, deixa estar que eu estou mesmo a chegar.
- Ok! Mas olha eu realmente gostaria de poder conversar contigo um destes dias. Tu és tão linda. Tu sabes? Toda vestida assim e tudo o mais. Podes me dar o teu número de telefone. Pode ser?
Aproximei-me da porta do carro e debrucei-me ao lado da janela.
Ele era um atleta de aparência atraente. E estava a olhar para mim como se eu fosse um suculento bife. As suas calças estavam meio abertas. com uma grande protuberância a surgir. Parecia que o seu pau estava prestes a saltar a qualquer momento.
- Tens a certeza que não te posso levar para casa?
Eu abri a porta do carro e sentei-me a seu lado, e no curto percurso tomei nota do número de telefone dele. Uma curta viagem e já estava na minha rua.
Ele quer um beijinho de boa noite. Pegou no meu braço e puxou-me para o meio do banco da frente.
Colocou a mão no topo da minha cabeça.
As minhas mãos apoiam-se no seu colo enquanto eu tento empurrar para trás.
Ele diz:
- Eu tenho uma grande surpresa para ti bebê. Podes me fazer ser um homem feliz agora mesmo. Eu sei que tu queres.
Senti a sua mão bem em volta do meu braço, segurando-me com firmeza.
Eu gosto que ele pressione a parte de trás da minha cabeça.
A voz severa toca um nervo comigo. Eu gostei.
Terminei de abrir o fecho das suas calça de jeans e procurei pela sua grande cobra.
Era um grande problema. Não era o enorme pau monstruoso que se vê na pornografia, mas definitivamente maior do que o do Jaime. Também tinha um gosto bom. Talvez porque eu tinha acabado de ter um. Gostei.
As suas mãos estavam em cima de mim. Era difícil concentrar-me com ele acariciando-me toda, desde as nádegas até aos meus ombros nus.
No final ele pegou na minha cabeça com as duas mãos, puxando-me para perto antes de explodir.
Eu engasguei-me e tentei o meu melhor para conseguir não vomitar tudo.
Correu uma enorme quantidade de esperma pela minha garganta e ele continuava a empurrar-me para baixo. Ele queria entrar na minha garganta. Engasguei e engasguei, mas aceitei.
Eu tinha praticado com o Jaime apenas uma hora antes.
Finalmente ele soltou a minha cabeça e recostou-se no banco do carro. Sorridente.
- Obrigado, bebê!
Eu estava toda suja, molhada e desgastada. Mas tive o cuidado de verificar duas vezes o número de telefone dele antes de sair do carro.
Tropecei na caminhada até à minha porta. Que noite!
Espero não ter que esperar mais um ano para fazer tudo aquilo de novo!