144 - Lesão desportiva
A Cátia lembra-se de pensar que era suposto a equipa médica esperar até que ela estivesse totalmente adormecida antes de começarem a cortar algo do seu joelho para substituir o ligamento rompido. E essa é a última coisa que ela se lembra de ter pensado antes de apagar.
Mas enquanto ela nadava lentamente da névoa da anestesia do seu pós cirurgia, ela lembra-se de ouvir algumas vozes distantes conversando sobre a surpresas do seu pénis e do dilema. Ela não conseguia realmente ligar as vozes aos seus donos, nem a sequência das frases, mas ela lembra-se de flutuar numa escuridão que ia clareando e recorda-se muito bem do assunto das vozes.
- Mulher? Ouviu ela, numa primeira voz feminina, aguda, que depois acrescentou:
- Diz isso aqui mesmo, diz.
- Isso está no registro médico? Inquiriu uma voz masculina que parecia divertida.
- Bem, há uma maneira de termos a certeza! Respondeu ela, e a Cátia sentiu algo roçar o seu estômago, perigosamente perto do seu pénis. Isso fez sua pele pedir que ela se coçasse, mas ela não conseguia fazer os seus próprios braços responderem ao chamamento para se coçar.
- Tu és louca? Respondeu a voz masculina. Tu não podes ir olhar.
- Por que não? Disse a mulher. Por que diabo não posso?
Um calafrio atingiu os braços da Cátia quando o cobertor foi tirado para o lado e dedos tatearam por baixo do seu vestido cirúrgico, levantando-o, e revelaram as calcinhas brancas que lhe tinham permitido usar durante o procedimento cirúrgico. Uns dedos deslizaram por cima da lycra, sentindo o contorno do seu pénis que se contorcia contra o tecido frio.
A Cátia gemeu um pouco de excitação, ainda perdida no nevoeiro escuro, mas apreciando o aperto quente e húmido que ela imaginava na sua bruma.
- Bolas! Ela já está a ficar dura, e eu ainda não a tirei das calcinhas. Sussurrou a voz da mulher.
- Ela deve estar com tesão! Respondeu o homem, e Cátia sentiu a bainha das suas calcinhas a ser empurrada para baixo apenas o suficiente para soltar a sua erecção e deixar as suas bolas livres. O elástico ficou apertado debaixo das suas bolas, adicionando pressão ao seu pénis alongado.
- Uau! Exclamou a fêmea. É um belo pau. Sente como é macio!
De repente, uma palma maior e sólida estava a acariciar o comprimento do pénis da Cátia seguindo o ritmo da mão mais macia.
Os seus quadris empinaram, e ela suspirou com a conteúdo delicioso do seu sonho.
- Foda-se ela tem uma pele excelente! Sussurrou baixo a voz masculina .
- Eu quero sentir isto! Mas achas que não vamos ser apanhados? Questionava com algum receio a mulher.
Cátia ouviu um clique de metal batendo contra metal, e sentiu que se baixavam as grades laterais da cama hospitalar.
- Nós os dois somos os únicos designados para ficar de olho nela até ela acordar! Ninguém vai aparecer até nós os chamar-mos. Eu quero te ver a foder a cadela. Foda-a! Por favor. Pediu o homem.
- Fode-me! Conseguiu a Cátia murmurar no seu sono nebuloso, querendo visualizar as personagens dessas duas vozes excitantes, querendo que elas a fizessem gozar na bruma escura atrás das suas pálpebras.
- Olha ela está a ficar mais dura! Isto é o suficiente para mim. Disse a mulher, e a Cátia ouviu o farfalhar de roupas a ser despidas. O som foi rapidamente seguido pelo rangido de um peso a ser adicionado à sua cama quando a mulher se escarranchou de bruços sobre o seu corpo, estendeu a mão entre os seus corpos para agarrar no pau rígido da Cátia, e colocou a sua ponta na entrada da sua vagina. A Cátia podia sentir o aperto quente e húmido da vagina a engolir o seu próprio pau centímetro por centímetro. A mulher gemeu. A Cátia gemeu. Então, a dança começou, rápida e ritmada, pelo que ela se apercebia pelo túnel da anestesia.
- Maldita! A voz masculina clamava do fim do túnel. Ver o pau pervertido dela a entrar em ti está a excitar-me!
- Bate uma para eu ver! Ordenou a mulher, montada no seu pau, para a outra voz.
A Cátia não podia acreditar o quão apertada e quente a vulva que se movimentava ao redor do seu pénis estava. Ela saboreou cada centímetro, não querendo que a sua fantasia acabasse.
- Eu quero sentir os teus seios. Mostra-mos! A voz masculina ordenava para a amiga. E o vestido da Cátia foi empurrado para cima para se juntar em redor do seu pescoço. Ela sentiu os seus mamilos endureceram instantaneamente em resposta ao frio do hospital, e sentiu as palmas quentes e calejadas apertando-os como se cada mão estivesse verificando melões na seção de produtos. As pontas dos dedos foram estendidas e apontadas sob a curva de cada seio. Cátia gemeu quando o seu aperto combinou com a sensação de estremecimento ao redor do seu pénis. Este sonho foi incrivelmente quente para ela. Ela esperava ser capaz de se lembrar de cada detalhe para que se pudesse masturbar mais tarde.
- Coloca o teu pau na boca dela! Disse a mulher, e a Cátia sentiu as mãos nos seus seios soltarem-se e moverem-se para colocar a sua cabeça de lado, e dedos abrindo os seus lábios. A ponta de um pau duro entrou na sua boca e deu umas voltas.
A Cátia começou a fazer o que lhe veio naturalmente: ela apertou os lábios e começou a fazer uma mamada em piloto automático, mas habilidoso.
- Ela está a chupar o meu pau! Disse o homem, e a mulher acelerou o seu ritmo, empurrando o pau da Cátia dentro dela como se ela estivesse tentando fazer o pau estourar no topo de seu crânio por pura força. A Cátia chupou o pau na boca e finalmente conseguiu mexer as mãos. Uma foi agarrar as bolas sob o pénis que crescia na sua garganta, e a outra pousou no quadril carnudo que trabalhava a vagina no seu próprio poste duro.
- Ela está a acordar. Temos que terminar isto! Murmurou ela, usando os seus músculos vaginais para apertar o pau da Cátia nos movimentos ascendentes. Ela pegou na mão da Cátia para a mover do seu quadril para o seu clitóris. Usando os dedos de Cátia como um vibrador, ela brincou com o seu clitóris com as pontas dos dedos.
- Estou perto. Estou mesmo perto! Gritou o homem, e Cátia sentiu as bolas na sua mão a ficarem tensas. O movimento dele foi seguido de perto pelos quadris contraídos batendo no seu nariz e uma enxurrada de esperma salgado jorrou sobre a sua língua. Ela engoliu automaticamente quando a voz masculina gritou palavrões.
- Maldita foda, vagina com tesão! Bebe o meu esperma. Bebe tudo como numa boa foda! Ordenava a voz. Quando o esguicho parou, o pénis na sua boca foi rapidamente removido.
Abaixo, na sua virilha, a mulher estava a gozar, esfregando os seus quadris nos da Cátia enquanto ela estremecia e explodia em suspiros e gemidos.
A Cátia respondeu ejaculando um fluxo longo, quente e sólido na vagina molhada. A liberação foi relaxante, e ela sorriu um sorriso com crosta de sémen enquanto o seu corpo inteiro ficava descontraído.
- Meu Deus, ela gozou em mim! Ela atirou em mim! Eu não sabia que elas conseguiam. A voz feminina comentava animadamente.
Cátia sentiu o toque quente e seco de uma toalha enxugando as evidências acumuladas no seu púbis, no seu queixo e lábios.
Enquanto ela se afastava afastava gradualmente mais da neblina, ela ouviu um último comentário.
- Acha que podemos dar outra foda antes de ela acordar totalmente?
FIM