29 - CARLOS E ELIA
PARTE 2 - OS DIAS SEGUINTES
Na manhã seguinte, levantei-me, tomei o meu duche e me limpei enquanto Carlos se deixou ficar deitado na cama preguiçando. Vesti a minha calcinha limpa e coloquei meu cinto de ligas, meias e sutiã rendado, vesti um robe e desci as escadas para fazer o café.
Carlos deve ter acordado com o cheiro do café e apareceu vindo por atrás de mim beijando-me nas costas e no meu pescoço.
- Bom dia, Elia.
Eu me virei e o beijei jogando meus braços ao redor do seu pescoço.
- Sem arrependimentos?
- Claro que sem arrependimentos.
- Boa menina.
Bebemos o nosso café fresco e ele me interrogou maroto:
- Elia, tu já te vestes totalmente de menina?
- Não, ontem foi a minha estreia.
- Tu gostavas de poder passar uns dias assim nesse papel?
- Carlos, contigo a meu lado, acho que posso encontrar a confiança e gostava de tentar.
Carlos sorriu.
- Boa menina, gosto de ti linda, hoje vou fazer compras e te trago um monte de coisas que eu goste e espero que tu também gostes. Quando eu voltar depois do trabalho esta noite podes te vestir e talvez tentar melhorar algo em ti.
Carlos tomou seu café, subiu as escadas e tomou um banho.
Ele voltou já com o seu fato vestido um terno e pronto para ir para o seu escritório.
- Acho que prefiro o teu corpo nu, Carlos.
Eu ri e o beijei. Ele retribuiu o beijo.
- Guarda esse pensamento até logo à noite.
Ele me beijou novamente e saiu para o trabalho.
Eu fiquei pensando em como iria organizar o meu dia e em tudo o que tinha para fazer hoje.
Decidi fazer algumas pesquisas sobre roupas e acessórios na internet, e depois de algumas horas eu me tinha inscrito num curso de maquiagem.
Encontrei alguns sites que vendiam roupas íntimas, incluindo sutiãs e postiços que me dariam uns seios bonitos.
Uma das lojas era aqui perto em Lisboa e liguei para eles e marquei uma hora para o meio da tarde.
- Agora, o que devo vestir? Me perguntei a mim mesma.
Eu olhei para todo o meu guarda roupa e optei por um par de jeans amarelos justos com uns ténis brancos simples e uma t-shirt branca com um cinto largo. Eu me olhei no espelho e gostei do que vi e saí para ir á loja.
Cheguei um pouco mais cedo, do que a marcação, entrei e disse ao homem que estava ao balcão quem eu era e que tinha marcado uma hora para ser atendido.
Ele sorriu me olhou de cima a baixo e disse de uma forma simpática.
- Você é um rapaz com boa aparência, tem um corpo ótimo para eu trabalhar.
Disse ele colocando a placa de fechado na porta e trancando-a.
- Temos todo o tempo de que precisamos. Agora tire a sua roupa e deixe-me ver o que você está vestindo neste momento. Eu hesitei e fiquei sem saber o que fazer por um momento mas ele me encorajou sorrindo.
- Vamos menino, não se envergonhe agora, aqui dento pode assumir o seu lado feminino.
Comecei a tirar a t-shirt, os ténis e os jeans e ele me olhou vendo-me de meia alta e calcinha rosa.
- Muito atraente, mas podemos fazer melhor.
Ele deu a volta pela loja pegando em várias peças de roupa que foi colocando no balcão.
- Penso que deve levar estas calcinhas fio de fio dental, que permitem ao seu homem pode mover a calcinha para o lado para foder o seu anus de menino.
Eu corei, mas sorri e balancei a cabeça. Ele voltou com vários jogos para mim e eu selecionei uma dúzia de que gostei, ele pegou em sutiãs combinando-os com as calcinha fio dental e mandou-me para os provadores onde eu me vesti.
Ele ficou me vendo e me ajudou a colocar o sutiã até que recuou e balançou a cabeça e disse:
- Não, muito pequeno, acho que esta menina precisa de aumentar os seios.
Ele foi buscar um sutiã para postiços maiores e eu consegui colocá-lo sozinho e ele inseriu os seios.
Ele recuou voltou a apreciar e:
- Muito melhor. Dê uma olhada no espelho.
- Meu Deus. Eu me engasguei quando me olhei no espelho.
- Você acha que seu homem vai gostar do visual?
- Eu pareço uma menina fácil, os peitos não são um pouco grandes?
- "Não, eles são perfeitos, por favor, confie em mim, ele vai adorá-los.
Por alguma razão confiei nele e assenti, ele selecionou os sutiãs combinando-os com as calcinhas fio dental.
- E quanto às meias?
Ele me mostrou muitos e muitos delas em vários estilos e eu me decidi por 10 pares diferentes.
Ele somou o valor que eu devia e eu paguei, percebi que ainda estava meio nua e fui vestir as minhas próprias coisas e sai feliz com as minhas compras, eu só esperava que Carlos gostasse delas também.
Fiz o todo meu trajeto para casa agarrada aos sacos das compras, ansiosa, por chegar a casa, e experimentar as minhas coisas novas.
Eu corri escada acima despi-me, coloquei as meias de rede pretas e calcinha amarela e sutiã combinando.
Coloquei os postiços e caminhei pelo quarto um pouco vendo-me no espelho e dando voltas para me ver por todos os lados.
Achei que tinha de melhorar algumas coisas, comi algo e antes que eu percebesse, era hora.
Eu corri escada acima despi-me de novo e lavei a minha coninha de menino ficando pronta para o Carlos.
Eu me vesti de novo com as mesmas coisas, pus um pouco de batôn e descia as escadas no momento que ouvi o Carlos a subir o caminho de cascalho.
Abri a porta quando ele se aproximou.
- Foda-se Elia, tu estáaas linda. Ele parou me olhou de cima a baixo e disse de novo:
- Foda-se. Ele me empurrou para dentro, fechou a porta e largou todas as sacas que trazia.
Ele enfiou a língua nos meus lábios e me beijou profundamente.
- Eu não tinha ideia de que tu tinhas essas coisas.
- Na verdade, não. Saí hoje e comprei estas e outras coisas. Eu queria te fazer uma surpresa.
- Bem, você conseguiu menina.
Ele baixou as calças e me ordenou:
- Agora chupas o meu pau, que precisa da tua boca já.
Eu me ajoelhei e coloquei o pénis do Carlos nos meus lábios pintados, lambi a cabeça com minha língua fazendo-o gemer lentamente, ele foi mais fundo levando metade de sua masculinidade para dentro da minha boca até que me senti começar a engasgar, eu queria mais e queria tudo dele desta vez, engoli através da garganta e de repente eu senti suas bolas atingirem minha boca.
- Menina linda muito bem, oh porra, isso é bom Aiiii!!
E ele teve espasmos e bem depressa atirou o seu líquido de homem bem fundo na minha garganta. Eu me afastei e respirei fundo.
- Eu queria tanto fazer isto, estou feliz por ter sido capaz de te ter conseguido ter todo dentro de mim.
- Elia, tu és tão talentosa, és quente para caralho. E ele me beijou.
- Agora eu quero te ver vestida com tuas roupas novas.
Ele carregou todas as sacas que trazia escada acima para o meu quarto e eu espreitei em todas elas: maquiagem, sapatos, blusas, casaco, vestidos, saias, malas. Na verdade, tudo o que uma boa menina sissy precisava.
Como eu tinha investigado maquiagem na internet, facilmente descobri como colocá-la sem exageros e de forma rápida.
Eu olhei para mim mesmo e pareceu-me que me ficava bem.
Fui ver o resto das coisas que o Carlos ma tinha comprado e escolhi uma minissaia de couro preto com uma blusa branca transparente. Podia ver o sutiã amarelo através do tecido da blusa. Procurei nas bolsas por sapatos e botas. Eles eram todos de saltos altos e finalmente selecionei um par de botas altas com salto agulha.
Eu calcei-as, fechei o fecho e levantei-me. Quase que caí algumas vezes mas descobri que poderia andar neles depois de um pouco de prática.
Eu desci as escadas com muito cuidado para a sala onde Carlos estava sentado no sofá.
Ele olhou para mim e me deu um assobio de elogio.
- Você é linda, Elia. Que transformação.
Ele veio e deu-me um beijinho na boca.
- Olha eu vou tomar um duche e trocar de roupa. Abre uma garrafa de vinho, querida, e leva-a para a casa de banho.
Carlos subiu as escadas. Eu fiquei a abrir uma garrafa de vinho branco, peguei em dois copos levei tudo para cima e os servi.
Carlos saiu do chuveiro mostrando orgulhoso o seu pénis erecto e duro.
- Vê bem como tu me fizeste ficar Elia!
Ele se enxugou e olhou para o seu saco e tirou uns jeans pretos justos e um polo. Ele ia vestir uns boxer mas eu lhe disse:
- Não, tu não queres vestir isso, Carlos. Eu te quero sem nada nas tuas jeans.
Ele sorriu, assentiu e se vestiu.
- Agora Elia, tu sabes que estás linda como tudo, não é? Mas como é que te sentes para irmos sair e jantar fora?
Eu balancei a minha cabeça recusando.
- Vá menina sissy, por favor sai comigo num encontro. Eu quero te mostrar.
- Não tenho a certeza, Carlos, todos vão perceber que eu sou um rapaz.
- Eles não vão, por favor, acredita em mim, tu és mais feminina e pareces melhor do que algumas das garotas reais
no escritório que se fazem a mim.
Eu estava inseguro e ele acabou por me fazer uma proposta para me acalmar.
- Vou te propor o seguinte: eu vou ligar para um pizzaria e tu vais à porta e se ele pensar que tu és uma garota então tu sais num encontro comigo, exatamente como estás agora.
- Ok, tudo bem então. Disse eu ainda muito insegura. Ele pegou o telefone imediatamente e pediu uma pizza para levarem a minha casa.
15 minutos depois, a campainha da porta tocou e ele me disse:
- Vai em frente, menina. E ele me empurrou em direção à porta, eu relutantemente abri a porta.
O rapaz olhou para mim de alto a baixo e sorriu.
- Aqui está sua pizza, senhorita, são 12 euros.
Eu paguei e ele me entregou a caixa sorrindo, se virou e caminho para a motorizada, mas antes de se sentar olhou para trás e me acenou soprando um beijo.
Fechei a porta, Carlos veio da sala e olhou fundo nos meus olhos.
- O que eu te disse Elia?
- Ele pensou que eu era uma menina.
- Claro, eu disse que tu parecias bem. Agora vou te levar para um encontro ou não? Tu prometeste.
Eu acenei com a cabeça relutantemente.
- Boa menina.
Carlos pegou de novo no telefone pediu um táxi que respondeu que iria chegar em minutos.
Peguei na minha bolsa nova e coloquei meia dúzia de coisas que achei que iria precisar e o Carlos pegou na sua carteira que parecia recheada de notas sem fim.
Tanto ele como eu sabíamos que o dinheiro era secundário neste momento e que por agora havia muito para gastar e par podermos nos divertir um pouco.
Saímos de mãos dadas. Eu estava tremendo e precisava da mão de Carlos para me ajudar a relaxar.
O motorista abriu a porta do carro para mim e eu entrei, Carlos deu a volta pelo outro lado e entrou. Ele colocou a mão no meu joelho e me acariciou, puxou meu rosto para o dele e me deu um beijo.
O motorista olhou e sorriu.
- Este é o nosso primeiro encontro real, disse Carlos.
- Você é um sortudo rapaz, a sua namorada ela é uma garota linda.
- Sim, eu costumo lhe dizer isso, mas ela não acredita em mim. E Carlos beijou-me mais uma vez.
- Pare com isso, Carlos, você vai estragar minha maquiagem antes de chegarmos lá.
O motorista fez o seu trajeto para o centro da cidade e chegamos ao restaurante e novamente me abriu a porta do carro dizendo:
- Obrigado, foi um prazer, senhorita.
- Carlos pagou ao motorista e nós entramos no restaurante, Carlos disse quem ele era e fomos conduzidos à nossa mesa. Nosso garçom veio e ficou a olhar para mim enquanto nos entregava os menus.
- Voltarei quando vocês estiverem prontos para pedir. E ele desapareceu.
- Ele percebeu que eu sou uma sissy! Disse eu aflita.
- Não Elia, ele não, eu sei a diferença. Tu tens tido uma vida muito pouco social. Ele gosta de ti Elia!
- Tu tens a certeza disso?
- Se fizeres um pequeno flerte com ele vais ver logo.
Eu balancei minha cabeça sem querer acreditar mas ele insistiu.
- Vai em frente, faz isso por mim. E Carlos sorriu para mim e me beijou na boca.
- Agora o que achas que devemos comer, vamos escolher sim?
Nós dois olhamos os menus e finalmente decidimos o que comeríamos.
Carlos chamou o garçom. O garçom ficou perto de mim enquanto falava com Carlos e anotava o nosso pedido. Eu me movi e aproximei e 'acidentalmente' esfreguei a minha perna nas suas calças, eu o senti afastar para trás, então fiz de novo. Ele se moveu e se encostou a mim, pois ele queria mostrar a Carlos algo no menu. Eu senti o pénis dele e ele estava duro como uma rocha. Ele se levantou e tomou nota do resto do pedido, eu e o Carlos notamos que ele tinha ficado um pouco vermelho e ofegante.
- Você está se sentindo bem?
- Sim, sim, estou bem, está um pouco quente aqui.
Ele saiu e voltou para a cozinha.
- Então?
- Fazes eu ser uma pessoa má Carlos, a tua influência me fez fazer coisas que eu normalmente nunca faria, de qualquer maneira, posso te dizer que o pau dele era uma rocha forte quando eu me encostei e esfreguei nas suas calças. "
- Vês, eu disse que ele gostava de ti. Ele ou te estava cobiçando como uma linda sissy ou como uma jovem de verdade.
- Tu estás a divertir-te, não estás?
Acenei-lhe, sorri e o beijei quando as entradas chegaram, e também sorri para o garçom enquanto colocava os pratos na mesa e ia embora.
O resto da refeição decorreu sem problemas, Carlos deu ao garçom uma gorjeta muito boa e nos levantamos para sair, o garçom veio e nos ajudou, mas não antes de encostar a mão ao de leve na minha saia de couro e me dar uma palmadinha no meu rabinho. Eu me virei e mandei um beijo para ele e Carlos e eu saímos e apanhamos um táxi para casa.
- Como te sentes agora que saiste pela primeira vez assumindo que és uma menina? Perguntou-me ele assim que entramos em casa.
- Eu me sinto bem, o que me surpreende, pensei que iria estragar tudo que ia chorar ou rir, mas correu bem, não foi?
- Claro que sim, eu acho que para primeira vez você era brilhante. A questão é: queres continuar?
Fiquei muito vermelha de novo e olhei para longe.
- Eu acho que é um sim, não é?
- Sim. Fiquei muito envergonhada e um pouco chorosa.
- Linda, por favor, não fiques chateada, tu me fazes muito feliz, tu gostas de ser e de te vestir de menina, não é?
E ele me deu um beijo pondo a língua nos meus lábio e me abraçou forte.
- Esse é o problema Carlos, eu amo muito isto, mas estou com tanto medo.
- Vem Elia, vamos para a cama porque eu preciso de fazer amor contigo, quero foder a tua coninha de menino bonito, quero te ter como uma linda sissy que és.
Carlos pegou minha mão e me levou para cima, onde nós dois nos despimos, enquanto eu abria a cama e puxava a coberta ele colocou uma camisa de dormir no travesseiro.
Eu me vesti, mostrei para ele e olhei em seus olhos.
- Linda. Foi tudo ele disse enquanto pegava minha mão e me levava para a cama.
Carlos deitou-se po trás de mim e beijou o meu pescoço, enquanto ele me beijava, senti seu grande pénis duro na fenda da minha coninha de menino, eu mexi minha coninha de menino adorando a sensação de seu pau duro querendo-me ter. - Tu queres não é menina linda?
- Sim fode-me Carlos, por favor, fode-me.
Ele pegou no lubrificante e colocou um pouco na entrada para minha coninha de menino e também lubrificou o seu pénis. Ele ficou atrás de mim e eu senti a cabeça de seu pénis entrar em mim "mmmm" e ele deslizou centímetro a centímetro
até que as suas bolas se encostaram a mim.
- Isso é tão bom Carlos."
- É uma sensação boa para mim também, linda. Ele descansou seu pénis dentro de mim por um curto tempo até que não se conteve e lentamente começou a me foder, eu estava a gemer o tempo todo a sentir o seu pénis entrando e saindo para fora do meu rabinho de menino. Minha respiração estava ficando cada vez mais curta e eu sabia, assim como Carlos
que eu ia explodir dentro de pouco tempo. Eu gemia alto e ejaculei em todo o meu esperma para a a cama na minha frente, Carlos continuou me fodendo e senti ele começar a gemer. Nós dois sabíamos que ele estava chegando perto do cume. Cedo, Carlos, ejaculou profundamente dentro de mim, na minha coninha de menino. Senti cada jato de homem quente gozando e me enchendo.
Assim que ele terminou de ejacular, tirei seu pénis, desci na cama e o levei para a minha boca, eu queria provar os últimos resquícios de seu esperma na minha boca. Carlos gemia enquanto eu lambia em volta da cabeça seu pénis que não descia e permanecia duro.
Eu olhei para ele e ele tinha um enorme sorrir em seu rosto e eu percebi que era eu que tinha feito isso, eu o fizia sorrir
e isso me fez sentir bem comigo mesma. Eu coloquei Carlos em minha boca mais profundamente e mais fundo e ele se deixou engolir pela minha garganta.
- Oh, sua vadia de merda, sim me leva na tua garganta apertada.
Eu chupei o pénis de Carlos adorando a sensação de seu pénis deslizando para dentro e para fora da minha boca e garganta.
- Oh merda, vais fazer eu me gozar de novo.
Ele gemeu alto e encheu minha garganta com seu esperma quente e saboroso que deslizou para baixo para o meu estômago.
Carlos me tirou o seu pénis da minha boca e me puxou beijando-me.
- Sua menina Elia linda. Disse ele me beijando entre palavras.
- És maravilhosa. Me fizeste gozar duas vezes numa rápida sucessão. Tu podes fazer isso sempre que quiseres, linda. Mas agora é a minha vez.
Carlos desceu na cama e tomou na boca a minha pilinha ainda flácida por eu ter gozado recentemente. Carlos me tomou em sua boca e em sua garganta. Eu fui ficando excitada e mal senti que estava a ficar dura não me consegui conter e me vim na sua boca.
Quando terminei, ele voltou a subir na cama.
- “Tu vais ser uma menina vagabunda com tesão, não é Elia?
Eu sorri para ele.”
- Vamos, vamos dormir. Que acho que posso querer foder a minha menina novamente durante a noite.
- Espero que sim Carlos. E eu o beijei e nos enrolamos para dormir.
Com a sua mão sobre mim e esfregando suavemente meus mamilos enquanto o sono nos envolvia.
Carlos e eu não acordamos a noite toda e não consegui outra trepada.
Mas na manhã seguinte acordei cedo e fiquei logo bem acordada, Carlos ainda estava a dormir, mas eu sentia o seu pénis duro na fenda da minha coninha de menino e comecei a sentir um gemido a sair de mim.
Consegui me virar sem o incomodar e olhei para o seu rosto. Suavemente beijei seus lábios enquanto ele dormia, ele se mexeu e abriu os olhos e me viu sorrindo e sorrindo.
- Bom dia, lindo.
- Bom dia menina. Ele retribuiu o o sorriso.
- Eu preciso mijar e depois podes podes me chupar antes de eu tomar banho e ir trabalhar.
- Não podemos ficar aqui o dia todo?
- Por mais que eu adorasse ficar contigo menina, tenho coisas para fazer e preciso estar no escritório.
Carlos levantou-se, mijou, voltou para o quarto e deslizou para dentro dos lençóis.
- Agora chupa o meu pau menina.
Eu desci na cama e coloquei seu pénis em minha boca e comecei a lamber a cabeça e sugando suavemente em volta dela. Eu o tomei numa lambida mais profunda e chupando suavemente enquanto descia.
Conforme ele se afundou em mim e entrou na minha garganta ele reagiu:
- Mmmm assim está melhor, adoro estar dentro da sua garganta Elia, tu és bem apertada e meu pau se sente em casa.
Eu estava suavemente trabalhando o seu pénis, mas logo descobri que estava a ser muito suave. Ele agarrou no meu cabelo e começou a foder o meu rosto cada vez mais rápido. Ele gemeu e eu senti suas bolas se contraírem e logo ele atirou seu esperma bem no fundo da minha garganta.
- Desculpe menina, mas eu precisava me mexer.
Ele pulou da cama para o banho.
Quando ele voltou, ele se desculpou por ter sido rude e bruto.
- Tudo bem Carlos, mas eu realmente adorei.
Carlos veio até a cama e me beijou
- Vejo-te hoje à noite?
- Eu espero que sim. E ele me beijou e saiu para o trabalho.
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