219 - O Baile de Máscaras
A minha namorada, a Carla, e as suas duas amigas, Júlia e Joana, iam para uma festa de carnaval num salão de um hotel de praia.
Ela pediu-me para eu a ir levar a casa da Júlia, onde elas se iam vestir, e de seguida iam para o hotel no carro da Joana.
O plano era apenas elas irem brincar ao carnaval uma noite e depois passarem uns dias de descanso num chalé que tinham alugado por alguns dias.
Quando chegámos, a casa da Carla, descobrimos que a Joana tinha telefonado a dizer que estava muito constipada e que não podia ir.
O contratempo causava um problema no transporte delas, não tinham como ir até à festa e não iam ter carro para passear pela beira mar. Depois de muitas súplicas da Carla e da Júlia, concordei relutantemente em ir deixá-las à porta da festa. A Júlia sugeriu que eu fosse à festa na vez da Joana, uma vez que já estava tudo pago.
Eu disse que sim, mas que voltava para casa no dia seguinte, porque tinha muito trabalho para fazer.
O único problema era o que vestir, já era tarde para ir à loja de aluguer arranjar um fato.
A Carla sugeriu que, como eu era mais ou menos da mesma estatura da Joana, podia usar o fato dela, que já ali estava.
Foi então que percebi que elas iam vestidas de mulheres-polícia e que a decisão implicava eu ter de ir travestido.
Não me entusiasmei muito com a ideia, mas a Carla convenceu-me de que elas me podiam maquilhar e que ninguém ia perceber quem eu era.
Fiz a barba bem rente, na cara, e nas pernas e tomei um duche para ficar fresco para a noite.
Primeiro a Carla deu-me um cinto de ligas preto e umas calcinhas brancas justas, e ensinou-me a vestir e prender as meias.
De seguida, vesti um sutiã branco muito rendado, almofadado.
A Júlia entrou no quarto onde eu me estava a vestir e disse que eu estava muito bonita, mas que tinha uma grande protuberância nas calcinhas e que se ia notar quando eu vestisse a saia. Ela foi arranjar uma cinta calça branca, que escondia bem a minha virilidade.
A Carla maquilhou-me o rosto, pondo uma base, pó, sombras de olhos, rímel, blush e batom.
A Júlia tinha uma peruca preta de comprimento médio que me colocou e penteou-a de forma a dar um ar convincente.
O disfarce foi completado com o resto do uniforme, saia preta, blusa branca e um casaco curto preto. De entre os sapatos da Júlia consegui escolher um par de saltos baixos, já que os nossos pés são quase mesmo tamanho, e estava pronta para me pôr em frente ao espelho para ver se estava ou não à altura.
Fiquei sem fôlego quando vi o reflexo de uma agente bem atraente e percebi que, visualmente, podia passar por uma mulher.
A transformação tinha acontecido tão depressa que não tinha tido tempo para pensar no que estava a vestir, mas agora sentia as meias sedosas e macias nas minhas pernas, o cinto de ligas contra a minha coxa, a ser esticado para segurar as meias, a suavidade do sutiã à volta do meu peito e, o melhor de tudo, o meu pénis a ser mantido preso pelo aperto das calcinhas e pela firmeza da cinta. Levantei a bainha da minha saia até ver a parte de cima das meias e pude sentir o meu pénis a lutar para ganhar uma erecção, mas incapaz de o fazer por causa da cinta.
A Carla viu-me a admirar-me ao espelho e disse que se eu conseguisse passar a noite na festa, ficaríamos no chalé com a Júlia e que eu receberia uma recompensa por ser tão corajoso.
Caminhámos até ao carro e a sensação da saia a roçar nas minhas pernas fez-me sentir excitada e tonta de prazer
Enquanto conduzíamos para a estância, a Júlia perguntou-me como me sentia assim vestida de mulher?
Eu disse-lhe que as roupas, especialmente a roupa interior, eram fantásticas e que a sensação e o cheiro da maquilhagem me faziam sentir muito excitada.
A Júlia disse que ela e a Carla me dariam uma noite para recordar quando a festa acabasse.
Quando chegamos ao local do hotel mal tivemos tempo para deixar as malas no chalé e fomos logo de seguida para o hotel jantar e depois para o baile de máscaras. A festa foi brilhante, dancei e bebi e diverti-me muito com as raparigas.
Quase que me denunciei quando fui à casa-de-banho, ia quase a entrar na casa-de-banho dos homens, quando fui impedido e redireccionado para a casa-de-banho das senhoras pela Carla.
A casa de banho foi uma experiência em si. Tive de me sentar para urinar, pois os meus pés podiam ser vistos por debaixo da porta do cubículo por qualquer outra pessoa que estivesse na casa de banho.
Sentar-me na sanita com as calcinhas e a cinta puxadas até aos joelhos e a visão das ligas deu-me vontade de me masturbar, mas sabia que não o devia fazer, pois não queria estragar a surpresa que me tinha sido prometida mais tarde.
No final da noite já me sentia um pouco embriagada e estava a exibir-me um pouco, cruzava e descruzava as pernas.
E, quando fui até ao bar, e esperava pelas bebidas, a Júlia pôs-se a meu lado e disse-me que tinha sido ideia dela que eu me vestisse de mulher. Pôs a mão entre as minhas pernas, esfregou-me as virilhas e, quando olhei para ela, deu-me um pequeno beijo nos lábios. Voltámos a sentar-nos na mesa com a Carla e ela disse que tinha visto a Júlia a tocar-me e a beijar-me, e que estava tão excitada que queria ir para o chalé para me dar a minha recompensa. Fizemos os nossos últimos brindes um pouco à pressa e saímos.
Como eu já tinha bebido demais, deixei o carro no hotel e fizemos a pé o caminho até ao chalé, menos de 1 km. Caminhámos de braço dado a apanhar o ar fresco da noite e eu sentia a mão da Júlia nas minha nádegas, a acariciar a fenda entre elas. Parámos a uma centena de metros do chalé e elas, ali mesmo à minha frente, abraçaram-se e beijaram-se nos lábios. Eu via as línguas a sondarem a boca uma da outra e eu a mão da Carla a acariciar o peito da Júlia.
O meu pénis estava agora completamente acordado, apesar do aperto da cinta e das calcinhas, e comecei a acariciar-me entre as pernas. Elas pararam de se beijar, deram-me as mãos e terminámos a nossa viagem até ao chalé.
Quando entrámos no chalé, a Júlia tirou da mala um par de algemas e, puxando as minhas mãos para trás das costas, prendeu-me os pulsos. A Carla empurrou-me para o sofá e depois beijou e apalpou o corpo da Júlia. A Júlia retribuiu o beijo, deixando-me no sofá, com as mãos atrás das costas, vendo que eu me queria juntar a elas. Lentamente, Carla e Júlia tiraram os uniformes uma da outra, ficando ambas à minha frente apenas com o cinto de ligas, meias, calcinhas e sutiã.
Eu queria que elas também me tocassem, da mesma forma que se estavam a tocar uma à outra, mas não podia participar por causa das algemas que me mantinham os braços atrás das costas. Encostei-me às costas do sofá, olhando para as curvas dos meus seios contra a minha blusa branca e abri bem os joelhos, fazendo com que a minha saia subisse pelas minhas coxas, expondo a parte de cima das meias.
A Júlia viu os meus movimentos, baixou-se e levantou a minha saia até às ancas. Expondo as minhas meias, a cinta calça e as ligas. Gemi de prazer quando a Carla passou a mão entre as minhas pernas, acariciando o meu pénis por cima da cinta apertada, que estava a conter a minha virilidade. A Júlia beijava-me agora com força e acariciava os meus seios, enquanto se acariciava e introduzia um dedo na sua vagina. A Carla parou de me acariciar e disse que estava na altura de eu descobrir qual era a sensação de ser uma rapariga. A Júlia tratou de me tirar a calça cinta e deixou-me vestidas as calcinhas que agora já não conseguia disfarçar o meu pénis totalmente erecto.
Ela afastou-se, despiu as calcinhas e, ao meter a mão na sua mala de cabeceira, tirou um pénis com correias. A Júlia ajudou-a a ajustar o pénis com as correias, apertando-as à volta da cintura e por entre as pernas.
Eu estava a começar a ficar assustado, mas sabia que não tinha escolha, pois ainda estava algemado e elas tinham o poder sobre mim. A Carla ajoelhou-se entre as minhas coxas e levantou as minhas pernas de modo a que ficassem apoiadas nos seus ombros. Eu já tinha comido pela Carla assim muitas vezes e sabia que, nesta posição, a penetração era mais profunda. A Júlia puxou as minhas calcinhas para um lado e suavemente espalhou um pouco de lubrificante no meu anus e à volta dele, dizendo que eu ia gostar da experiência. Senti a ponta do pau tocar na minha entrada e uma onda de prazer percorreu o meu corpo. A Júlia começou a beijar-me e a apalpar os meus seios enquanto me penetrava. Arqueei as costas para facilitar a entrada e para não me magoar. Sentia-me como se me fosse partir à medida que toda a borracha entrava profundamente em mim, dando-me vontade de abrir as pernas.
O meu pénis estava agora completamente erecto mal seguro pelas calcinhas e a Júlia estava a ajudar a Carla na parte de trás enquanto ela deslizava o pénis postiço para dentro e para fora. Eu já estava a ser fodido há cinco minutos quando o meu pénis explodiu dentro das calcinhas, o meu corpo tremeu de prazer à medida que onda após onda de prazer me percorria com cada golpe daquele objecto dentro de mim e eu soltei um longo gemido quando o meu clímax atingiu o auge.
A Carla retirou suavemente o pénis do meu anus com um sorriso de satisfação no rosto e perguntou se eu tinha gostado de ser fodido? Só consegui murmurar que sim e que queria ser fodido outra vez. Ela disse-me que talvez o fizesse mais tarde, mas que agora era a sua vez de se divertir com a Júlia e que eu podia assistir.
Deitaram-me de lado, ainda com as mãos presas atrás das costas, ataram-me os tornozelos e fiquei a ver e a apreciar a Carla e a Júlia a fazerem o ato sexual lésbico mais erótico que se possa imaginar. Mais tarde nessa noite, depois de eu ter sido libertada, combinámos que eu ia ficar com a Júlia e a Carla durante o resto das mini férias e que, como tinha passado por rapariga na festa, devia continuar a ser rapariga.
Foi assim que passei os dias seguintes de férias, usando lingerie, roupa e maquilhagem femininas.
Quando voltámos para casa, a Carla decidiu que preferia ver-me como rapariga e é assim que eu me visto e me comporto desde então, só que somos amarrados à vez quando estamos só as duas. E quando temos companhia eu fico amarrada a noite toda.