162 - Dois amigos veraneantes
Sentindo-me um pouco entediada e solitária, decidi passar alguns dias à beira-mar.
Então marquei uma estadia de uma semana num hotel em que eu já tinha estado algumas vezes antes e, onde eu sabia que com sorte, eu podia ter alguma ação, como já tinha comprovado nas minhas visitas anteriores.
Eu não fazia sexo há um tempo, e estava a ficar bastante frustrada, precisava de alguém para brincar.
Fiz as minhas malas sem me esquecer de algumas calcinhas muito sexy, sonhando com alguém a colocar a mão nelas, ou até mesmo a tirá-las de mim.
Sexta ao fim do dia apanhei o avião e cheguei bem tarde ao hotel, já depois da hora do jantar. Depois de desfazer as malas, fui para o bar, que estava um pouco calmo demais para o meu gosto.
Estavam por lá principalmente casais, sentados a beber.
Eu não me sinto atraído por senhoras, eu apenas esperava encontrar um homem com quem pudesse brincar.
Desapontada por não encontrar ninguém para conversar e para me dar prazer fui para a cama.
No dia seguinte, fui passear pela praia, almocei num pequeno café.
O sol estava a brilhar e não havia uma nuvem no céu.
Aproveitei para dar uns mergulhos refrescantes e descansar algumas horas nos banhos de sol, voltando ao final da tarde para o meu hotel.
- Com licença. Soou uma voz atrás de mim enquanto eu caminhava pelo corredor mal iluminado do hotel depois de voltar do meu dia de praia.
Virando-me, pude ver que estava a ser seguido por dois homens bem arranjados.
- Sim? Respondi eu.
- Está aqui no hotel sem companhia? Perguntou o homem da esquerda.
- Sim! Respondi.
- Estávamo-nos a interrogar se você gostaria de se juntar a nós no nosso quarto para uma bebida ao fim da tarde. Perguntou ele.
Sentindo um pouco de excitação e pensando em dois homens compartilhando um quarto juntos, percebi que poderia haver alguma diversão na oferta, e prontamente concordei.
- Sim, isso seria bom. Disse eu.
- Estamos no 326 que, acredito, fica ao seu lado. Disse ele.
- Ok, deem-me alguns minutos para me refrescar que eu vou ter convosco.
Quase corri para o quarto e depois de um banho rápido vesti outro par de calcinhas lavadas uns calções super justos e uma t-shirt bem colorida.
Olhando-me ao espelho adorei as curvas sensuais do meu corpo, mas mesmo assim ainda dediquei algum tempo a pentear-me soltando o cabelo e coloquei um pouco de baton e um pouco de sombra nos olhos.
Mal fiquei pronta voltei a olhar-me no espelho e fui ter com os meus novos amigos.
Bati à porta 326 e quando ele abriu, verifiquei que estava totalmente nu com um pénis meio ereto que parecia muito convidativo.
Ele afastou-se para eu entrar, enquanto se apresentava como Pedro, e disse que o seu amigo, que estava deitado numa cama de solteiro, enquanto acariciava o seu pénis ereto era o João.
- Não te incomoda ver dois homens adultos completamente nus, pois não?
- Claro que não, é o que eu vinha a contar ver. Disse eu com um sorriso malicioso.
- Reparamos na tua calcinha cor de rosa a aparecer na parte de cima dos calções e perguntamo-nos o que tu estás a vestir por baixo. Disse o Pedro.
- Bem, espero que não se incomodem ao ver uma menina de calcinhas cor de rosa com bordados. Disse eu.
- Claro que não, nós acreditamos que tu trazes algo bonito e sexy dentro dos teus calções. Respondeu ele.
Então, tirei a minha t-shirt e deixei cair os calções, mostrando as minhas calcinhas cor de rosa com bordados, com um grande alto que escondia o meu pénis.
- Uau, isto é uma visão impressionante. Como te chamamos? Perguntou, entregando-me uma cerveja.
- Elia. Respondi, saindo dos calções, aceitando a cerveja e sentei-me numa cadeira perto da janela.
Eu estava um pouco paralisada assistindo ao jogo deles: o João acariciava o seu pénis bastante grande.
Coloquei a minha mão nas minhas calcinhas e comecei a acariciar o meu.
O Pedro veio para o meu lado, puxou a minha mão, enfiou a dele e agarrou as minhas bolas com força antes de agarrar meu pénis e me acariciar com bastante vigor.
O seu pénis estava agora totalmente numa posição que atraia toda a minha atenção. Era enorme com algumas veias e a cabeça estava muito molhada e muito roxa.
Acho que ele percebeu que eu gostava da aparência dele, já que eu não conseguia tirar os olhos dele.
- A Elia gostas de pénis grandes e duros, não é? Disse o Pedro, curvando-se e sussurrando no meu ouvido.
- Claro que sim! Respondi eu vendo aquele pénis impertinente e amoroso. E com isso, estendi a mão e peguei no seu pénis duro, acariciando-o lentamente até que ele começou a gemer alto.
- Muito bom linda. Eu também gosto de ser chupado. Disse ele.
Então, eu puxei-o para mais perto de mim e lambi-o a todo o comprimento antes de fechar os meus lábios sobre a sua cabeça e chupar. O gosto era adorável, e eu fiz o melhor trabalho que pude, esperando que ele gostasse do meu esforço.
Eu adoro o gosto do pénis e tentei colocar o máximo que pude na minha boca.
- Elia estás a gostar disto? Perguntou o Pedro enquanto segurava a minha cabeça com força.
Eu balancei a cabeça, porque não podia falar com a boca cheia com o seu pénis.
Naquele momento o João saiu da cama, veio e colocou-se de joelhos na minha frente e afastou as minhas calcinhas. Ele agarrou o meu pénis com uma mão e começou a acariciar-me. Então ele também me tomou na sua boca e chupou.
Eu não aguentei muito e atirei os meus jatos para a sua boca.
Lambendo os lábios, o João voltou para a cama e pediu-me para ir chupar o seu pénis.
- Ótima ideia! Disse o Pedro soltando-me.
Então, eu levantei-me, fui até à cama onde fiquei de joelhos entre as pernas abertas do João. De cabeça baixa e tomei a sua haste na minha boca. Agora era ele que estava a gemer enquanto eu tinha quase todo o seu comprimento na minha garganta.
O Pedro colocou-se atrás de mim e com as mãos nos meus quadris, esfregou a cabeça do seu pénis em volta do meu rabinho encharcado.
- Elia queres uma boa foda agora? Perguntou ele.
- Sim, por favor. Gritei eu. Engoli em seco quando o Pedro deslizou um pouco do seu pénis grande.
- Elia queres tudo agora? Perguntou ele.
- Pelo amor de Deus, sim! Respondi.
Então ele deslizou todo o comprimento até que as suas grandes bolas ficaram pressionadas contra as minhas.
Ele puxou-o para fora antes de o voltar a mergulhar novamente. Ele fez aquilo algumas vezes antes de se decidir por um ritmo certo, penetrando-me muito lentamente de início e depois mais forte e profundo enquanto eu chupava o João.
- Que rabinho lindo tu és menina. Disse ele enquanto eu gingava o meu traseiro e me empurrava para trás para encontrar os seus impulsos enquanto ele me fodia.
- Tu és uma foda melhor do que a minha esposa com o teu rabinho apertado, espero que possamos nos encontrar no futuro para mais diversão.
- A Elia adoraria de fazer disto uma coisa regular! Disse eu, voltando-me para o ar novamente e descansando do pénis do João.
Eu estava realmente a gostar do seu pénis grande, que estava a acertar no meu ponto G.
Ele continuou por alguns momentos mais até o João dizer que queria uma volta dentro de mim antes de disparar a sua carga.
Então, o Pedro saiu de dentro de mim e foi sentar-se enquanto o João se levantava, colocou-se atrás de mim e bateu nas minhas nádegas algumas vezes antes de enfiar o seu pénis.
Ele era um pouco mais áspero, cravou as unhas nas minhas costas enquanto me batia.
O Pedro ficou a rir-se e a incitar enquanto estava sentado a esfregar o seu pénis.
- Dá à cadela suja uma boa foda!” Gritou ele.
- Vamos fazê-la chupar nós os dois para ela engolir os nossos espermas. Acrescentou, rindo.
Ele durou imenso tempo também e quando os dois disseram que estavam prontos para gozar o João tirou o pénis de dentro de mim e saiu da cama.
Enquanto eles se colocaram lado a lado eu ajoelhei-me no chão para chupar os dois até que eles encheram a minha boca com o adorável líquido que apareceu pouco depois.
Eles certamente me encheram como nunca, pois eu tinha esperma a escorrer pelos dois lados do meu rosto.
O meu pénis estava duro de novo e tanto o Pedro quanto o João disseram que se revezariam chupando-me.
Então levantei-me e os dois ajoelharam-se na minha frente. Revezando-se acariciaram o meu pénis para começar e deram uma boa chupada enquanto apertavam as minhas bolas com força, eu tinha uma mão em cada uma das suas cabeças e balançava para frente e para trás enquanto eles me chupavam.
Fiquei espantada com o tempo que aguentei antes de atirar a minha carga sobre os dois rostos, o que eles gostaram muito. Eles lamberam o meu pénis limpo e eu lambi o esperma de ambos os rostos.
Voltei a vestir as minhas calcinhas com os bordados rosa e fui sentar-me para terminar a minha cerveja.
Eles deitaram-se nas suas camas acariciando e esfregando os seus pénis agora flácidos, dizendo-me o quanto eles estavam a gostar de me usar como sua putinha e esperando que pudéssemos fazer isso de novo.
Eles disseram que as suas esposas também estavam de férias e que eles queriam algum tempo de homem juntos, sabendo que as suas esposas provavelmente também estavam a arranjar alguns pénis em algum lugar.
Na verdade, fizemos tudo aquilo de novo nas noites seguintes, ambos me usaram para satisfazer o seu prazer e o meu.