204 - Exposta a um desconhecido
Fui passar o fim de semana com o meu namorado. Se bem lembro aquela era a primeira vez que eu ia passar um fim de semana completo no apartamento dele. Eu estava a namorar com o Ricardo ainda mal fazia um mês.
E naquele sábado acordei toda preguiçosa. Eram já umas nove horas, creio eu, e o Ricardo, o meu namorado, já se tinha levantado. Na noite anterior ele tinha-me comido de todos as formas imagináveis, e eu tinha gozado com aquele pau gostoso dele bem enfiado no meu rabinho.
Estranhei ele não me estar a abraçar e beijar como acontecera em todas as outras ocasiões em que eu tinha ficado em casa dele.
Levantei-me bem devagar, ainda a sentir os prazeres do sexo da noite anterior. Para mim uma das melhores partes de uma boa sessão de sexo é acordar no dia seguinte sentindo-me toda bem comida, toda gostosa, toda satisfeita por ter feito o meu homem gozar dentro de mim, sem se poder controlar.
Saí da cama e fui à casa de banho lavar a cara e refrescar-me um pouco e lavar as minhas partes íntimas. Eu tinha vestido uma camisa de dormir bem curta, vermelha de um tom cereja, com alças entre cruzadas nas costas e com a frente cheia de detalhes em renda e um lindo bordado na parte dos seios. O tecido era um tule meio transparente e na a borda inferior estava debruada com uma rendas cheias de laços. Uma camisola super feminina que eu adorava usar, muito, muito fofa! Por baixo da camisola eu tinha vestido umas calcinhas da mesma cor, na frente toda de náilon com dois laços nas partes laterais e atrás toda só com rendinhas. Um conjunto perfeito para dormir toda linda com o meu homem, tudo a combinar nas cores e rendinhas, como eu gosto.
Lavei a cara e, penteei os cabelos, passei um batom rosa bem claro só para proteger os lábios e, sem trocar de roupa, fui procurar o Ricardo para tomar café. Aquela coisa estava meio grande, sabem, como acontece de manhã cedo, então nem tive o cuidado de o disfarçar, deixei-o solto dentro das calcinhas. Eu sabia que o Ricardo não se importava com aquilo. Na verdade, ele até gostava da “surpresa nas calcinhas”, como ele lhe chamava. E eu, apesar de na maior parte do tempo detestar ter aquilo ali em vez de uma linda vagina, gostava quando ele botava a mão lá e me dizia “uhmmm... olha esta surpresa aqui, que linda!”
Fiz o caminho ao longo corredor todo do apartamento, passei pela sala e entrei na cozinha, certa de que o Ricardo ia estar lá. Parei em frente ao balcão onde estava a máquina de café e perguntei:
- Olá homem gostoso! Bom dia! Já tomaste café?
Virei-me para trás à procura dele, de frente para porta da sala de arrumos e máquinas ao lado da cozinha, e não pude conter um grito.
- Ai meu deus!
Virado de frente para mim estava um homem desconhecido, e não o meu Ricardo! Eu ali exposta, de camisola curta e calcinhas, na frente de um estranho!
Fiquei com a mesma sensação de pânico que tinha sentido quando a minha mãe tinha chegado a casa de repente e me apanhou toda vestida com as roupas da minha irmã! Um desespero, um coisa doida, não sabia o que fazer. A camisola não cobria nem as calcinhas, além de ser toda transparente! Eu estava toda exposta, toda sexy, na frente de um desconhecido! Que vergonha!
- Ai, senhor, desculpe!
Disse e saí a correr em direção ao quarto, morta de vergonha! Queria um buraco no chão para poder esconder naquele momento!
Entrei no quarto, fechei a porta e fiquei a pensar no que ia fazer:
- O que eu faço agora?
Ainda pensei em vestir as minhas roupas de homenzinho, como se fosse possível disfarçar ou apagar que o rapaz me tinha visto toda menina, de camisola e calcinhas de renda.
Mas, mesmo que eu quisesse, não era possível, eu não tinha levado nenhuma roupa de homem. Apesar de que naquela época eu ainda me vestia no dia a dia como homem, e não como a mulher que gosto de ser, eu tinha levado somente roupas femininas para o fim de semana na casa do Ricardo.
- Não há maneira de remendar isto, não. Pensei eu sozinha no quarto.
- Já era, já aconteceu, já passou. Nada mais posso fazer. Não há como consertar!
Decidi vestir o vestido mais respeitoso e longo que eu tinha levado. A saia tapava os joelhos. Tinha as alças largas e o busto bem ressaltado, com a saia em várias camadas e cheia de folhos. Todo colorido, estampado em flores. Muito, muito, muito feminino, mas era o que eu tinha de mais recatado de entre as opções que tinha levado para o fim de semana!
Escolhi outro conjunto de sutiã e calcinhas rosa claro. As calcinhas eram em tanga bem pequenas e firmes, que é o modelo que eu mais gosto para usar de dia. O fio dental ficava bem cravado na fenda, mas com a frente de renda toda forrada para prender bem tudo o que não deve ficar a aparecer. O sutiã tinha as laterais bem largas e os bojos estruturados, todo da mesma cor e da mesma renda da calcinha. Para encher o sutiã coloquei as minhas próteses de silicone. Tinha comprado há poucos dias um modelo novo que eram como um colete de silicone, muito engraçados. Ficava tudo firme no lugar e dava-me uma sensação maravilhosa de volume e movimento dos seios dentro do sutiã.
Coloquei o vestido por cima e uma sandálias baixas nos pés.
- Ninguém anda de salto alto em casa de manhã cedo! Pensei para mim mesma. Fui à casa de banho pentear novamente os cabelos e dar uma boa camada de base e pintura no espelho. Estava tudo no melhor que podia estar, batom rosa, vestido bonito, sutiã bonito, calcinhas lindas todas cravadas no meu rabinho, a coisinha bem dobrada e escondida, sandálias nos pés, brincos nas duas orelhas e as unhas bem pintadas num tom de rosa bebé. Eu estava tão mulher quanto conseguia ser!
- Agora não há outra forma de fazer isto, é tudo com a Clara!
Voltei para a cozinha, agora bem-vestida. O homem continuava na sala das máquinas desmontando algumas partes da máquina de lavar roupa. Eu não tinha nada para dizer que pudesse consertar o encontro anterior, e resolvi dizer apenas:
- Bom dia Senhor.
- Bom dia, Dona. O Senhor Ricardo saiu para comprar umas peças aqui para a máquina, pediu para a avisar que ele volta já.
Olha que fofo, chamou-me de Dona! Pensei eu. Sem pensar abri um sorriso. Sabia bem ser tratada como mulher por um estranho!
- Ah, está bem! Obrigado! O senhor aceita um café? Vou fazer um para mim, posso fazer logo dois.
- Se não for incomodar, aceito. Quem não gosta de um café, não é?
Nesse momento ele já estava de pé, junto à porta da sala das máquinas, e eu percebi que ele estava a olhar para mim. Imediatamente fiquei meio sem saber o que fazer. Virei-me para a máquina de café e disse:
- Não é incómodo nenhum, vou tirar um para mim, dá o mesmo trabalho tirar dois. Num minuto fica pronto.
Enquanto a máquina aquecia fui buscar as chávenas e outras coisas para meu pequeno almoço. Ainda não sabia onde ficavam todas as coisas na cozinha do Ricardo, e tive que abrir as portas dos armários e gavetas até encontrar tudo que precisava. O rapaz voltou a sua atenção para a máquina de lavar.
Feitos os cafés, peguei no dele e fui levar.
- Aqui está o seu café!
Entreguei a chávena com o pires. Nessa hora ele levantou o corpo e olhando-me nos olhos, agradeceu.
- Muito obrigado, dona.
- Clara. Me chama de Clara.
Não vou negar que apesar da aflição toda anterior, naquele momento eu já estava a apreciar a situação ... havia algo de muito gostoso em estar ali toda mulher e ter aquele homem estranho a olhar para mim a chamar-me de “Dona”. Há quanto tempo eu sonhava em ser mulher assim, naturalmente?
- Obrigado, Dona Clara, estava muito bom o seu café!
Sentei-me para tomar o meu pequeno almoço na mesa da cozinha. Mas logo minha cabecinha suja e pervertida começou pensar em:
- Isto até parece um daqueles filmes pornográficos ... o canalizador chega e encontra a senhora só de camisola e calcinhas … E daí a pouco estão envolvidos numa cena de sexo!
Depois disso já vinham outras imaginações e interrogações:
- Será que ele tem um pau bom? Será que é grande? Será que é grosso?
Estiquei o pescoço para tentar ver, é claro ... mas ele estava escondido atrás da máquina de lavar roupa e não dava para ver nada dessas partes. Mas dava para ver que era um rapaz loiro, devia ter uns 25 ou 30 anos, razoavelmente bem-feito de corpo. Mas nada de muito especial, na verdade. Tipo assim, não era um modelo, era só um técnico de máquina de lavar! Se fosse comparar o meu Ricardo era mais bem parecido, mais forte, o peito mais largo e bem tratado.
Mas ainda assim perdi-me em pensamentos.
- Ui, será que ele gosta de comer um rabinho de menina? Será que sabe fazer com gosto?
Já me imaginava a chegar por trás dele de mansinho, a passar as mãos por todo aquele corpo magro e masculino, roçando-me toda nele ... mordiscando e lambendo a orelha dele ... levando a mão ao seu pau, por cima da roupa ... encontrando o pau já bem duro, bem gostoso, pronto para umas boas lambidas!
- Ai sua depravada, pára de pensar nisso! Tu já tens namorado! Ele encheu esse teu rabinho de pau bom a noite toda e já estás aí com o cuzinho a piscar por mais? Pelo amor de Deus! Tu és mesmo uma putinha!
Mas já era impossível controlar a minha mente de putinha. Já me imaginava jogada por ele em cima daquela máquina de lavar, a máquina e eu todas abertas ... eu a gemer de desejo debruçada na máquina e ele todo atrapalhado, subindo a saia do meu vestido, afastando as calcinhas do cuzinho sem as tirar do lugar, e cheio de pressa e desejo, abrindo-me toda, metendo com força o pau bem grosso e duro bem dentro de mim, empurrando rápido para me comer toda antes do meu namorado voltar da rua.
Sem nem querer eu já estava a contorcer-me toda na cadeira, como se pudesse sentir naquela hora aquele pau sonhado lá dentro de mim, entrando e saindo, penetrando-me fundo e a arrancar-me gritos de prazer ... Era tão bom que quase deixei escapar um gemido!
Entretanto ouvi o barulho da porta que se abria. Era o Ricardo que chegava da rua. Fim do meu sonho de ser putinha de um filme pornográfico, “Comida pelo canalizador”
- Oi fofa! Já tá acordada? Quando saí estavas perdida no sono, e não te quiz acordar!
- Olá, gostoso madrugador!
Ele aproximou-se e eu levantei-me para dar um beijinho no meu macho, mas com o canto do olho ainda dei uma olhada no homem da máquina de lavar ... ele estava lá na máquina, concentrado no seu trabalho, provavelmente sem sequer imaginar que por um tempo foi o meu ator pornográfico e me comeu toda ...