179 - O Fetichista
Esta é uma história que tem mais de verdade do que ficção.
Foi-me relatada por uma amiga minha que me tem visitado e que me tem impressionado com os relatos de algumas das suas aventuras.
Ela é uma menina branquinha, com 1,75 de altura, 65kg, elegante, como corpo e rosto um pouco femininos mas sem ter atitudes efeminizadas, ela é mais um pessoa andrógina do que um rapaz feminino ou uma sissy.
Tem os olhos e cabelos castanhos, sempre muito bem depilada. Agora usa um cabelo comprido e com franja, e diz que sempre usou o cabelo até aos ombros.
Ela começou a fazer o seu crossdressing às escondidas desde os seus 7 anos, e aos 15 anos quando teve o seu primeiro PC é que começou a descobrir que não era uma pessoa isolada nos seus gostos e hábitos.
Diz que começou a ver alguns vídeos de pornografia com shemales e que decidiu começar a assumir as suas fantasias de menina crossdressing. Descobriu que as suas fantasias e desejos de ser menina eram iguais às de muitas outras e embora visse muitas histórias de outras meninas que diziam gostar de sessões de sissy hypno e feminização forçada ela nunca se sentira atraída por esses fetiches.
Ela relatou-me a sua primeira vez, confessando-me que não tinha sido tão bom como ela desejava e sonhava.
Ela conheceu outra CD com que ela conversava online há algum tempo, trocando fotos e vídeos, e essa CD passou a querer ser homem assumindo uma posição dominadora.
A outra CD, que era mais um fetichista tarado do que uma CD, mandava-a comprar lingerie e vestir em frente da sua câmara, mandava-a acariciar-se até ter um orgasmo obrigando-a a beber a sua esperma, tendo até mandado comprar e tomar a pílula anticoncepcional e em tudo ela tinha obedecido.
Um dia combinaram reunir-se numa noite de sábado no apartamento dele. No dia combinado ela tratou do seu corpo, fazendo a depilação, tomando um longo banho, pintou as unhas de rosa, e a pedido dele, vestiu umas calcinhas e sutiã pretos, por cima vestiu a sua roupa normal de homem, uma camisa, casaco e calças de ganga, apenas as luvas destoavam, porque estava frio, mas não justificava o par de luvas.
Ela apanhou o metro e ainda ficou um pouco assustada quando uma rapariga com um malão grande entrou na carruagem.
Era a primeira vez que ela tinha uma aventura daquele tipo e na sua cabeça, qualquer coisa podia correr mal.
A rapariga resolveu sentar-se a seu lado e começar a falar com ela, falou mais dela do que conversou, e contou que era artista de circo, pendurou-se nos ferros da carruagem, enquanto a minha amiga morria de medo e escondia as suas luvas. Mas algumas estações depois a rapariga do circo desceu e o receio passou.
Chegou à estação de destino e lá estava o fetichista à sua espera. Para primeira impressão era alguém que passava em absoluto por despercebido, ele era bem magro, até mais que ela e um pouco mais baixo, cabelo curto, levemente moreno, usava óculos e parecia ser menos dominador do que quanto falava pela internet, talvez por que fosse a primeira vez dele também.
Quando chegaram ao apartamento dele, ela foi de novo limpar-se e lavar o seu rabinho e ele escolheu várias peças femininas para ela usar. Como ele também se vestia, tinha muitas roupas femininas. Ela experimentou vários conjuntos para ver como ficava e ia mostrando, enquanto se apercebia que ele apenas a queria comer rapidamente e não queria saber do seu aspecto feminino.
Então ela escolheu e vestiu um espartilho preto rendado com ligas, outras calcinhas pretas, meias altas presas às ligas do espartilho, salto alto dourado de bico fechado e arredondado e batom.
Antes de ela se entregar nos braços dele, para ficarem excitados, foram ver um vídeo pornográfico com transexuais que ele escolheu num dos sites de vídeos que ele visionava no seu portátil. Sentaram-se no sofá da sala, a ver o vídeo, e em pouco tempo ele já queria ir para cima dela ali mesmo no sofá onde estavam.
Ela ainda não se sentia confortável e relaxada o suficiente mas deixou.
Quando ela sentiu que ele estava com um pouco de mau hálito teve que lhe pedir para ir chupar um rebuçado mas isso não resultou e ele não gostou do pedido, quase que mordeu e engoliu o rebuçado de forma ultra rápida.
Ele colocou o pénis para fora, sentado no sofá e pediu para ela o masturbar enquanto ainda viam os vídeos no portátil.
O pénis dele não era grande, tinha talvez uns 13 cm, um pouco menor que o dela. Era um pénis fino também, mas bem cabeçudo, tinha uma cabeça bem grande e macia que lhe dava vontade de apertar.
Ela pegou naquele pau com a mão esquerda e começou a acariciar e a masturbar o homem, ainda meio tímida enquanto ele ia passando a mão pelo seu corpo.
Depois de ser masturbado um pouco, ele pegou no cabelo dela e empurrou-a até os joelhos onde a fez chupar o seu pau.
Ela nunca tinha feito absolutamente nada daquilo, e ainda sentia certo medo a cada passo, mas aquela cabeçorra macia na sua boca estava a deixá-la excitada. Sentir a cabeça a pressionar o céu da sua boca, em conjunto com a textura da pele dele e a pressão dele a segurar o seu cabelo eram os ingredientes exatos para ela se começar a soltar e a apreciar tudo aquilo.
Depois de algum tempo assim, ele mandou-a colocar-se de quatro no sofá e tentou meter o pénis dentro dela.
A princípio não estava a entrar, até que ele forçou mais e entrou de uma vez só. Doeu muito provavelmente por causa da cabeça, e ela fugiu dando gritinhos de dor, fazendo ele sair dela.
Depois ela pediu para ela usar um pouco de saliva e para a alargar um pouquinho com os dedos até que ele voltou a meter e dessa vez foi bom.
Mas ela sentia que ele não estava a saber fazer aquilo de forma correta e depois de um curto tempo ele sentou-se no sofá e pediu para ela o cavalgar.
Ela subiu nele como a boa puta que queria ser, encaixou o seu pau e começou a sentar. Beijaram-se por algumas vezes mas o mau hálito incomodava-a.
Felizmente, nesta nova posição a cabeça do seu pénis acertava na parede do anus dela e fazia-a gemer, não era exatamente prazer que ela estava a sentir ali, mas fazia-a evitar o beijo e para uma primeira vez como uma putinha, ela sentia que estava bom para si mesma.
Depois de alguns momentos foram para cama onde ela se deitou de barriga para cima e com as pernas para o alto, na posição de franguinho.
Ele continuava a tentar beijar enquanto a fodia, mas devido ao mau hálito ela discretamente evitava-o abraçando-o.
Desde que tinham começado no sofá ele não lhe deva nem uma palmada se quer e não a chamava de cadela, puta ou outra coisa afim, não estava nem a metade do dominador que ela conhecera na internet.
Ela ainda se colocou de quatro e estava a ficar sem nenhuma excitação pela forma que tudo decorria.
Ele recomeçou a meter nela naquela posição até que se apoiou nela obrigando-a a deitar o seu corpo na cama.
Nesse momento, talvez devido ao peso do seu corpo fazendo pressão sobre o dela, ela começou a sentir alguma excitação e até a soltar pequenos gemidos de prazer. Ele foi acelerando até que chegou o momento de gozar e perguntou onde é que ela queria.
No momento ela não estava assim tão animada por aquilo ter durado pouco e por não estar a sentir o prazer certo e disse para ele gozar dentro dela.
E assim ele fez, gozou, desabou totalmente o corpo sobre o dela e ficou no estertor do seu orgasmo.
Momentos depois retirou-se e foi limpar-se para a casa de banho.
Depois de regresso ao quarto pediu para ela se ir embora.
Ela disse que não tinha como ir, porque o metro já estava fechado e que tinha ido para passar a noite como ele tinha prometido.
Então ele chamou um Uber para ela.
Quase que do mesmo jeito em que estava, vestiu apenas a sua roupa de homem com que tinha vindo de casa, arrumou as suas restantes roupas e foi-se embora como uma verdadeira puta que tinha lá ido só para dar prazer sendo usada e não receber nenhum prazer de volta.
Ela diz que não se arrepende, que não esperava que o seu primeiro homem fosse uma maravilha, mas esperava só um pouco melhor.
Mas o melhor da noite foi ela ter apanhado o Uber para casa, que ele tinha pago, e no caminho para casa ter sido seduzida pelo condutor, que se apercebeu do seu estado e que a tratou decentemente.
Mas isso fica para outro relato numa próxima ocasião.