216 - Os primeiros passos da Sandra
Atualmente tenho 28 anos, mas tudo começou entre os meus 13 e 14 anos.
Como muitas outras meninas eu comecei a vestir as roupas da minha irmã mais velha. As roupa dela serviam-me quase como se fossem compradas por mim e eu com muito cuidado tentava experimentar e usar para me sentir como uma verdadeira menina.
Eu sempre fui loira e pequena, tenho apenas 1,65m, tenha as minhas nádegas bem arrebitadas e redondas para quem nasceu com o sexo masculino. Todas as pessoas que me conheciam comentavam que eu tinha um corpo muito delicado e feminino.
Eu cedo comecei a ter as minhas fantasias sexuais que envolviam homens maduros, grandes e dotados.
Onde eu morava, apenas com a minha mãe e irmã, a maioria dos vizinhos sabia que eu era um rapaz um pouco feminino, e não me tratavam mal nem se mostravam surpresos com a minha maneira de ser.
Eu morava num segundo andar e as traseiras davam para um prédio semelhante onde morava rapaz enorme chamado Carlos. Creio que ele tinha uns 30 anos, mais de 1,80 m e era muito forte.
A janela do meu quarto dava para a janela do quarto dele, a uma distância da largura de uma rua de estacionamentos, talvez uns 10 metros.
Eu por vezes olhava escondida para o quarto dele à noite e ele que já devia ter percebido, tentava comunicar comigo fazendo-me sinais.
Até que um dia, resolvi que me devia mostrar para ele só de calcinhas e sutiã.
Coloquei a minha peruca e frente à janela com a luz acesa comecei a dançar enquanto me via ao espelho, tirei um pouco das calcinhas para baixo, mostrando o meu rabinho.
Do outro lado da rua pude ver que ele enlouquecia e tirava o pénis para fora dos calções exibindo-se.
Fiquei hipnotizada olhando aquele pénis grosso a brilhar na mão dele.
Provoquei, ainda mais, colocando o dedo na boca e chupando. Ele entendeu a mensagem.
Quando ele se cruzou comigo, no dia seguinte, disse-me que eu podia ir a casa dele sempre que eu quisesse, e que podia entrar pela porta de serviço do prédio que ninguém ia perceber que eu ia a casa dele.
Nervosa e tremula, nesse dia ao fim da tarde, fui até casa dele e sentei-me na sua sala com ele onde ficamos a ver um filme pornográfico por uns dez minutos.
Ele começou a acariciar-me as coxas com as suas mãos grossas e, de repente, agarrou-me firme e beijou-me com paixão os lábios com língua e tudo.
Eu só via estrelas mas beijei-o de volta, era o meu primeiro beijo.
Depressa ele passou do beijo para outras carícias e senti as suas mãos passarem por todo o meu corpo.
Ele levantou-se e baixando as calças exibiu o pénis já erecto e para eu começar a chupar no pau dele foi só um passo.
Era a primeira vez que eu pegava num pénis de um homem, mas já sabia o que devia fazer, e depressa ele explodiu e inundou a minha boca com toda aquela esperma.
Como ele segurava a minha cabeça com as duas mãos, eu tive que engolir tudo, engasgando-me e tossindo com a cara toda suja e o esperma a escorrer pelos cantos da boca. Ele fez-me lamber o que restava naquela haste grande e cheia de veias.
Senti o cheiro bom de sexo daquele macho forte e poderoso e continuei a lamber e chupar sem parar até ele não aguentar mais e pedir para eu parar.
Disse-lhe que ainda era virgem e nunca tinha tido relações com um homem, ele disse que não haveria nenhum problema e que iria ser bem carinhoso comigo. Eu disse que tinha medo de me aleijar porque o pénis dele era muito grande e grosso e ele prometeu que não me aleijaria.
Disse também que me ia ajudar a ser uma fêmea bem feminina e gostosa e que me podia comprar alguns produtos hormonais para eu ficar com seios.
Disse que também queria que eu usasse roupas bem sexy quando voltasse a estar com ele.
Depois ele beijou-me de novo com paixão na boca ainda toda suja do esperma dele e eu segurei no meu pauzinho que estava durinho e comecei a masturbar-me enquanto ele me beijava.
O meu rabinho estava molhado de tanta excitação e eu sentia-me completamente alucinada com vontade de ser penetrada e quase não me conseguia conter.
Sentei-me ao colo dele, por cima do pénis dele e rebolei em cima sentindo-o a ficar encostado ao meu reguinho todo quente e louca por ser penetrada por aquele homem com um pénis lindo.
Fiquei ao seu colo sentindo os seus beijos, carícias, esfreguei-me e gemi como uma menina até que acabei por explodir e gozar enquanto me masturbava.
Saí da casa dele com um pouco de nojo do esperma dele na minha boca, mas na verdade tinha gostado e continuava excitada com vontade de ser penetrada, e o meu rabinho estava a latejar de vontade de ser desvirgindado.
Quando cheguei a casa mal conseguia dormir e tive que me masturbar várias vezes.
Eu sabia que na próxima vez seria menina dele e que tinha de me preparar para isso.
Conversei com ele depois de alguns dias e combinei o dia em que eu me ia entregar toda para ser deflorada por aquele homem maravilhoso com um pénis descomunal.
Vou contar isso tudo numa próxima vez.