.
.
1- Para acessar os arquivos no celular, clique nas três barrinhas no topo à esquerda.
2- Para encontrar algum assunto, se não encontrar no índice, digite uma palavra-chave (uma palavra referente ao assunto) na lupa que se encontra no lado direito no topo desta página.
3- Eu achei mais complicado o menu no alto e o coloquei novamente ao lado. Se no seu PC ou Notebook não aparecer, clique nas três barrinhas horizontais que aparecem no topo à esquerda.
4- Os textos da página "Textos da Semana" ficarão neste site apenas por uma semana.
Não percamos jamais a coragem. Se nos sentimos miseráveis, imundos, indignos, se nos vemos caídos mesmo do lugar mais alto, mesmo depois das maiores graças, nos maiores crimes, ainda assim não nos desesperemos jamais da bondade de Deus. Não podemos nos desencorajar jamais! Não façamos esta mortal injúria ao Coração de Jesus de crer que sua misericórdia se esgotou. (São Carlos de Foucauld, “Meditações sobre os Salmos”, citado no livrinho “Um pensamento para cada dia” , textos de Charles de Foucauld, compilados por Patrice Mahieu, osb, citado no dia 5 de janeiro).
DA IMITAÇÃO DE CRISTO:
Não exagere nas penitências para não desanimar. Dê a si mesmo um tempo de recreio. Diz o livro Imitação de Cristo: "Perderam-se alguns imprudentes por causa da graça da devoção, porque quiseram fazer mais do que podiam, não ponderando a fraqueza das suas forças e seguindo mais o impulso do coração que os ditames da razão. E porque na sua presunção quiseram elevar-se mais alto do que Deus queria, bem depressa perderam a graça". (cap. 7 do livro 3º).
VEJA O TEXTO INTEGRAL CLICANDO AQUI:
RESUMO:
O que a IA diz sobre a encíclica.
A encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV, trata principalmente da necessidade de proteger a dignidade humana na era da inteligência artificial e das novas tecnologias.
Resumo dos pontos centrais
1. A IA como grande desafio histórico
O documento afirma que a humanidade vive uma “mudança de época”, semelhante às grandes revoluções históricas, porque a inteligência artificial, a digitalização e a robótica estão transformando:
trabalho,
economia,
política,
relações humanas,
tomada de decisões,
imaginário coletivo.
A Igreja reconhece que a tecnologia pode:
curar,
educar,
conectar pessoas,
melhorar a vida humana.
Mas alerta que ela também pode:
ampliar desigualdades,
concentrar poder,
desumanizar relações,
reduzir o ser humano a dados e desempenho.
2. Duas imagens bíblicas: Babel versus Jerusalém
A encíclica usa duas imagens centrais:
Babel
Representa:
arrogância tecnológica,
busca de poder,
uniformização,
exclusão de Deus,
idolatria da eficiência e do lucro.
Jerusalém reconstruída (Neemias)
Representa:
cooperação,
responsabilidade compartilhada,
diversidade,
diálogo,
reconstrução comunitária centrada em Deus e na dignidade humana.
A pergunta central do texto é:
A humanidade usará a tecnologia para construir uma nova Babel ou para reconstruir Jerusalém?
3. Crítica ao “paradigma tecnocrático”
O documento critica a ideia de que:
toda fragilidade humana deve ser eliminada,
progresso técnico equivale automaticamente a progresso humano,
eficiência vale mais que dignidade.
Há um alerta forte contra:
concentração tecnológica em grandes corporações privadas,
vigilância,
manipulação,
exclusão social,
cultura do descarte.
4. Permanecer humanos
Um dos temas mais fortes da encíclica:
nenhuma máquina pode substituir a beleza da humanidade criada por Deus.
O Papa insiste que:
o verdadeiro progresso nasce do amor,
da escuta,
da solidariedade,
da abertura ao outro,
da fraternidade.
A IA deve servir o ser humano — nunca o contrário.
5. Revisão da Doutrina Social da Igreja
Grande parte do texto revisa a evolução da Doutrina Social da Igreja desde:
Leão XIII,
Pio XI,
João XXIII,
Paulo VI,
João Paulo II,
Bento XVI,
até Francisco.
O texto mostra como:
dignidade humana,
trabalho,
justiça social,
solidariedade,
subsidiariedade,
bem comum,
cuidado ambiental,
continuam válidos diante da revolução digital.
6. Fundamentos éticos para a era da IA
A encíclica reafirma princípios centrais:
dignidade igual de todas as pessoas,
centralidade do trabalho humano,
bem comum,
solidariedade,
justiça social,
destino universal dos bens,
proteção dos pobres e vulneráveis.
A tecnologia deve ser julgada segundo estes critérios:
promove dignidade?
aumenta fraternidade?
protege os frágeis?
favorece o bem comum?
7. Mensagem final
O documento termina com um apelo:
não construir “torres de Babel digitais”,
mas uma civilização de comunhão,
justiça,
fraternidade,
responsabilidade compartilhada.
O Papa pede:
coragem moral,
discernimento,
participação comunitária,
ética na tecnologia,
centralidade absoluta da pessoa humana.
Síntese em uma frase
A encíclica afirma que a inteligência artificial pode ser uma ferramenta extraordinária para o bem comum, mas somente se permanecer subordinada à dignidade humana, à justiça e à fraternidade; caso contrário, poderá produzir uma nova forma de desumanização global.
“Reza com o Papa – Março 2026: Pelo desarmamento e pela paz”
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
Senhor da Vida,
que moldastes cada ser humano à vossa imagem e semelhança,
acreditamos que nos criastes para a comunhão, não para a guerra,
para a fraternidade, não para a destruição.
Tu, que saudastes os teus discípulos dizendo: “A paz esteja convosco”,
concede-nos o dom da vossa paz
e a força para torná-la realidade na história.
Hoje elevamos a nossa súplica pela paz no mundo,
pedindo que as nações renunciem às armas
e escolham o caminho do diálogo e da diplomacia.
Desarmai os nossos corações do ódio, do rancor e da indiferença,
para que possamos ser instrumentos de reconciliação.
Ajudai-nos a compreender que a verdadeira segurança
não nasce do controle que alimenta o medo,
mas da confiança, da justiça e da solidariedade entre os povos.
Senhor, iluminai os líderes das nações,
para que tenham a coragem de abandonar projetos de morte,
parar a corrida ao armamento
e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis.
Que nunca mais a ameaça nuclear condicione o futuro da humanidade.
Espírito Santo,
fazei de nós construtores fiéis e criativos de paz cotidiana:
em nosso coração, em nossas famílias,
em nossas comunidades e em nossas cidades.
Que cada palavra amável, cada gesto de reconciliação
e cada decisão de diálogo sejam sementes de um mundo novo.
Amém.
A magnífica humanidade que habita as fendas
Uma leitura da encíclica Magnifica humanitas a partir das periferias.
Padre Vilson Groh - Florianópolis
(VATICAN NEWS)
Há quarenta e cinco anos caminho pelas periferias da Grande Florianópolis com os pés na terra dos morros, dos becos, das comunidades que o centro da cidade prefere não ver. E foi nessa caminhada, pele a pele com os crucificados do nosso tempo, que aprendi a ler os documentos da Igreja não como textos que descem do alto para iluminar a realidade — mas como espelhos onde a realidade que já vivo encontra palavras para se dizer. A encíclica Magnifica humanitas, assinada pelo Papa Leão XIV a 15 de maio de 2026, chegou até mim como esse tipo de espelho. E o que ela refletiu me interpelou profundamente.
O título já é, em si, uma provocação teológica. A Magnífica humanidade. Não a humanidade triunfante, não a humanidade eficiente, não a humanidade que domina os algoritmos e conquista o futuro digital. A humanidade magnífica que o Papa evoca é aquela do Magnificat — o cântico de uma mulher pobre, jovem, periférica, que olha para a história com os olhos da fé e vê o que os poderosos não conseguem ver: que Deus age a partir dos pequenos, que os humildes são exaltados, que os famintos são saciados. É a humanidade que floresce na fenda — não apesar da fragilidade, mas através dela.
Isso me faz pensar nos rostos que habitam as nossas Galiléias de todos os dias. Porque a encíclica não fala de uma humanidade abstrata. Fala de cada rosto concreto que é ameaçado de ser reduzido a dado, a perfil, a custo de produção, a descartável. E quando o Papa pergunta
— com toda a seriedade de um documento do Magistério — se a inteligência artificial torna a vida humana mais digna do homem, essa pergunta tem endereço. Ela mora nos territórios empobrecidos. Ela tem a cara das crianças que chegam aos sete anos sem saber ler porque o sistema chegou tarde. Ela tem a voz dos jovens que o mercado rejeita antes mesmo de conhecer.
A lógica do descarte não nasceu com a inteligência artificial. Ela já existia. O que a IA faz é acelerar, automatizar e tornar invisível aquilo que antes precisava ao menos de um rosto humano para se consumar. Quando um algoritmo decide quem merece crédito, quem acessa oportunidades, quem é visível — ele herda e amplifica uma injustiça muito mais antiga. E a torna mais difícil de contestar, porque não tem rosto, não tem compaixão, não conhece o perdão.
O Papa escolhe duas imagens bíblicas para nos situar nesse tempo: a torre de Babel e a reconstrução de Jerusalém por Neemias. De um lado, o orgulho de quem constrói sozinho, sem Deus e sem o outro, buscando poder e homogeneização. Do outro, a paciência de um povo que retorna do exílio, encontra a cidade em ruínas — e em vez de se paralisar, divide as tarefas. Cada família cuida do seu pedaço de muro. Sacerdotes e artesãos, mulheres e jovens. A cidade renasce não por uma decisão de cima, mas por uma responsabilidade partilhada que reconhece o valor de cada pessoa no processo.
Essa imagem de Neemias me move como poucas. Porque é exatamente o método que aprendi nas periferias. Não o herói solitário que chega com as respostas prontas. Mas quem ouve o clamor — e o clamor de Neemias começa quando ele recebe notícias da cidade ferida dos seus pais, e chora, e jejua, e reza antes de agir. Há uma contemplação que precede a ação. Há uma mística que sustenta a política. Sem esse enraizamento interior, a reconstrução se torna mais um projeto de poder disfarçado de serviço.
Isso me leva ao que considero o nervo mais vivo da Magnifica humanitas: a pergunta sobre o espírito que orienta a técnica. O Papa não condena a inteligência artificial — como não condena a tecnologia em si. O que ele denuncia, com a clareza profética que a tradição da Doutrina Social da Igreja nos deu desde a Rerum novarum de Leão XIII, é o paradigma tecnocrático: essa tendência de deixar que a lógica da eficiência, do lucro e do descarte governe não apenas os processos produtivos, mas as relações humanas, a política, a educação, a própria ideia de que uma vida vale ou não vale.
Paulo nos diz, na carta aos Coríntios, que o grito dos crucificados é uma chave teologal. Aprendi isso na prática, nessas décadas de missão nos morros. O sofrimento dos empobrecidos não é apenas um problema social a resolver — é um lugar teológico onde Deus fala. E o que Deus fala a partir daí é incômodo para qualquer sistema que pretenda se sustentar sobre a invisibilidade dos que sofrem. A encíclica retoma essa tradição com força quando afirma que os princípios da Doutrina Social — dignidade, bem comum, destinação universal dos bens, solidariedade, justiça — não são ornamentos teóricos. São critérios concretos de discernimento para julgar se uma tecnologia serve à humanidade ou a subjuga.
Falar de destinação universal dos bens, no século XXI, significa falar de algoritmos, plataformas digitais, dados e infraestruturas tecnológicas. Esses são os novos bens comuns. E quando ficam concentrados nas mãos de poucos, enquanto povos inteiros permanecem à margem, não é apenas uma questão de mercado. É uma questão moral. É uma questão de fé.
A encíclica também me interpela profundamente quando fala de educação. Num mundo onde a atenção é capturada, fragmentada e monetizada desde a infância — onde crianças crescem expostas a fluxos incessantes de estímulos antes de aprenderem a se perguntar o que é verdadeiro — o ato educativo se torna um ato político de resistência. Paulo Freire nos ensinou isso. E Leão XIV reafirma, com toda a autoridade do Magistério, que a escola não é chamada a acompanhar a velocidade do mundo digital. É chamada a oferecer o que o digital não pode dar: tempo partilhado para aprender, relações de confiança, espaço para o silêncio e para a pergunta que só amadurece devagar.
Mas aqui preciso trazer o que aprendi nas periferias, porque a encíclica não diz tudo — ela nos convida a completá-la a partir do chão onde vivemos. O desafio educativo nas galiléias do nosso tempo não é apenas pedagógico. É estrutural. É que as crianças que mais precisam de uma educação integral, humanizadora e emancipatória são exatamente aquelas que o sistema deixa para trás primeiro. A desigualdade no acesso à tecnologia, à conectividade, às ferramentas digitais não é neutra — ela reproduz e aprofunda as exclusões que já existiam. Por isso, quando o Papa pede uma aliança educativa para a era digital, essa aliança precisa começar onde o Estado ainda não chegou. Precisa ter os pés na periferia.
Há um gesto na encíclica que me tocou de forma particular e que não posso deixar passar. O Papa pede perdão pela cumplicidade histórica da Igreja com a escravidão. É um ato de coragem e de humildade que vai muito além do gesto simbólico. Porque ao reconhecer que a Igreja demorou séculos para condenar formalmente o que contradizia desde sempre o Evangelho que proclamava, Leão XIV está nos dizendo algo que precisamos ouvir: a clareza moral não é automática. Ela se conquista. E a memória das nossas omissões passadas deve se tornar vigilância ativa no presente.
Porque as novas formas de escravidão existem. Estão nas cadeias invisíveis da economia digital. Estão no trabalho invisível de milhões de pessoas que etiquetam dados por centavos para que sistemas de inteligência artificial de bilhões funcionem. Estão nas crianças que trabalham em condições perigosas extraindo os minerais raros que alimentam os nossos dispositivos. Estão no tráfico de pessoas que usa as mesmas plataformas digitais que usamos para nos comunicar. Nenhuma inovação é inocente quando é sustentada por sofrimento que preferimos não ver.
Dom Hélder Câmara dizia: quando dou pão aos pobres me chamam de santo, mas quando pergunto por que os pobres não têm pão me chamam de comunista. A pergunta pelo porquê
— a pergunta estrutural, a pergunta que incomoda — é precisamente o que a encíclica nos convida a não abandonar. Não basta dizer que a IA deve ser usada para o bem. É preciso perguntar: quem decide o que é o bem? Quem tem poder para orientar esses sistemas? E quem paga o preço quando esse poder é mal exercido?
O Papa propõe que respondamos a essas perguntas a partir de um caminho de discernimento comunitário — não de uma autoridade central que decide por todos, mas de um povo que caminha junto, na diversidade das suas vozes e experiências, guiado pelo Espírito. É a lógica da sinodalidade que o Papa Francisco nos ensinou e que Leão XIV retoma: o tempo é superior ao espaço, o processo é superior ao resultado imediato, e a verdade não se impõe de cima — ela cresce no entrelaçar concreto das vidas, das comunidades e das culturas.
Essa é também a lógica das periferias. Aprendi nos morros que as melhores respostas não chegam do centro — emergem do chão. Que as comunidades que parecem só ter problemas carregam dentro de si as sementes das soluções. Que o jovem da periferia que o sistema descarta como ameaça é, de fato, uma potência extraordinária esperando para ser reconhecida e cultivada. Como uma flor que floresce na fenda da pedra — não apesar do ambiente hostil, mas com uma força que só a vida que insiste tem.
A encíclica termina com Maria. Com o Magnificat. E é o encerramento certo, porque o Magnificat não é um hino de resignação nem de evasão espiritual. É o cântico de uma mulher jovem, pobre e periférica que, ao contemplar a ação de Deus na história, vê uma revolução que já começou: os poderosos são depostos dos tronos, os humildes são exaltados, os famintos são saciados. É uma visão que não espera pelo futuro — ela já percebe, com os olhos da fé, o que está acontecendo por baixo da superfície dos acontecimentos.
É com essa mística de olhos abertos que precisamos ler a Magnifica humanitas. Não como um documento que contemplamos de fora, mas como um convite a entrar no canteiro de obras do nosso tempo — com as mãos sujas, com os pés na terra, com a coragem de Neemias e a ternura de Maria. Cada um cuidando do seu pedaço de muro. Cada comunidade assumindo a sua parte da reconstrução. Porque a civilização do amor não nasce de um gesto único e espetacular. Nasce de uma soma de pequenas e tenazes fidelidades — que resistem à desumanização, que criam espaços onde a dignidade é praticada antes de ser proclamada, que regam sementes mesmo quando não verão a colheita.
Esperançar — como nos ensinou Paulo Freire — não é esperar. É agir. É preparar o jardim. É ter os pés no chão e os olhos no horizonte ao mesmo tempo. É saber que a primavera não é uma promessa distante. A primavera é agora. E ela começa sempre onde uma vida é tratada como sagrada — onde um rosto é reconhecido, onde uma história é escutada, onde uma dignidade é devolvida.
Que a Magnifica humanitas nos encontre nesse movimento. Que nos faça perguntar, com honestidade e com coragem, o que estamos construindo. E que a resposta seja, cada vez mais, Jerusalém — reconstruída tijolo por tijolo, com o povo, cada família no seu pedaço de muro, sob a orientação do mesmo Espírito que sempre agiu a partir dos pequenos.
Os textos ficam AQUI por uma semana, mas alguns deles podem também ser encontrados nos blogs e sites dos escritores, nestes links: INÁCIO VALE - MAGDA MELO - PE. NELITO DORNELAS - MARCELO BARROS- PE. GEOVANE - LEONARDO BOFF - DOM WALMOR - DOM FONTINELE - VATICAN NEWS - DOM OTACÍLIO
1. Mt 8,28-34 “Os endemoniados eram tão violentos que ninguém podia passar por este caminho. Jesus atendeu seu pedido: Saiam mandando-os para a manada de porcos que se afogaram nas águas. Os moradores pediram de sair do território!” Esta violência territorial existe nas nossas cidades e é combatida com outra violência. Quem abriria corredores de paz?
2. Mt 9,1-8 Levaram o paralitico a Jesus: “Jesus vendo sua fé disse: coragem, seus pecados estão perdoados. O paralitico se levantou e andou” Uma fé solidária com os últimos é acolhido por Jesus. Podemos contribuir?
3. Jo 20,24-29 (São Tomé) Jesus a Tomé: “Estenda a sua mão e coloque-a no meu lado. Tenha fé. Tomé: Meu Senhor e meu Deus!” Este “não é para mim”, num encontro pessoal com o ressuscitado pode se tornar um seguimento para a vida toda.
4. Mt 9,14-17 Jesus e o jejum: “Quando o noivo será tirado deles, então sim farão jejum” A realidade relacional amorosa é alimento. A perda desta pessoa pode levar à perda da vontade de viver. Esse jejum pode abrir novos horizontes a respeito da vida.
5. Mt 11,25-30 Jesus: “Revelaste estas coisas aos pequeninos e as escondestes aos sábios e entendidos. Venham a mim, cansados, curvados, eu, manso e humilde, lhes darei descanso” Será que as nossas celebrações de igreja revelam este Jesus?
6. Mt 9,18-26 Jesus e a menina morta: “Tomou a mão da menina e ela se levantou” A fé do pai comoveu Jesus. Aumenta a nossa fé.
7. Mt 9,32-38 Jesus: “Encheu-se de compaixão, estavam como ovelhas sem pastor. Peçam ao Senhor trabalhadores.” Uma igreja em saída ainda hoje vai encontrar estas situações. Olhos fixo em Jesus perdem o medo.
8. Mt 10,1-7 Jesus: “Enviou os 12 às ovelhas perdidas de Israel e anunciavam que o Reino está próximo” O intuito de Jesus é a comunhão, como ele a vive com o Pai, é o caminho do Reino.
9. Mt 10,7-15 Jesus: “Receberam de graça, deem de graça. Não levem nada, porque o trabalhador tem direito a seu sustento.” A gratuidade da missão se sustenta a partir de um coração cheio de compaixão.
10. Mt 10,16-23 Jesus: “Eu envio vocês como ovelhas no meio de lobos” Jesus conhece as cores do mundo: muita escuridão, violência, morte, terreno minado. Deus não quer isto, não. Quer reconciliação, paz, e não a paz do mundo.
11. Mt 10,24-33 (São Bento) Jesus: “Não tenham medo. Aquele que se declarar por mim diante das pessoas também eu me declararei por ele diante de meu Pai.” Jesus nos garante a defensoria. Não estamos sós.
12. Mt 13,1-9 Jesus: “Ouçam a explicação da parábola do semeador e entendam” Hoje ouvimos a ecologia da Palavra. A Palavra criadora de Deus está ligada ao que ela criou. Quando a criação é violentada, também a Palavra é violentada. A origem da vida é violentada.
13. Mt 10,34-11,1 Jesus: “Os inimigos de uma pessoa serão seus próprios familiares” Desde que uma pessoa se torna militante do Reino por amor, assume uma vulnerabilidade parecida às mães solo. Pode abrir novos espaços libertadores.
14. Mt 11,20-24 Jesus: “Ele começou a repreender as cidades onde havia feito a maioria dos seus milagres, mas não se converteram” Como é doloroso passar por isso. O amor é para ser partilhado.
15. . Mt 11,25-27 (Veja dia 5/7)
16. Mt 12,46-50 Jesus: “Quem é minha mãe e meus irmãos? Quem faz a vontade do meu Pai, esse é meu irmão, irmã, mãe” Fazer a vontade do Pai nos congrega em nova família universal.
17. Mt 12,1-8 Jesus: “Quero misericórdia. O Filho do Homem é o Senhor do Sábado” Jesus é vida, portanto precisa de comida. Ele se faz comida, viático
18. Mt 12,14-21 Fariseus planejando como matar Jesus: “Jesus se retirou deste lugar” A mão do Pai está sobre seu Servo e sobre nós também desde que cumprimos seus mandamentos.
19. Mt 13,24-30 Jesus: “O Reino de Deus é como o homem que semeou boa semente em seu campo. O inimigo jogou joio. Na colheita serão separados.” No princípio de tudo está o Reino, a boa Semente a ser jogada no mundo. Apesar do joio, o Reino cresce. Sejamos boa semente, sem medo dos joios em nós e entre nós.
20. Mt 12,38-42 Jesus a uma geração malvada: “Não terá sinal, só o de Jonas” Os ninivitas se arrependeram com a pregação de Jonas. Os três dias de Jesus no coração da terra suscita nossa conversão?
21. Mt 12,46-50 (Veja dia 16/7)
22. Jo 20,1.11-18 (Maria Madalena) Jesus: “Mulher, por que está chorando? Jesus: Maria. Maria Madalena: Mestre” A perda de Jesus a manteve acordada e atuante, apóstola dos apóstolos.
23. Mt 13,10-17 Jesus: “O coração deste povo ficou insensível. Felizes os olhos que veem, os ouvidos que ouvem” Só se veem bem com os olhos do coração.
24. Mt 13,18-23 Jesus: “O que foi semeado em terra boa, é aquele que ouve a Palavra e a entende” Sua Palavra é lâmpada dos meus pés?
25. Mt 20,20-28 (São Tiago) Jesus à mãe dos filhos de Zebedeu: “Não sabem o que estão pedindo” Qual é a mãe que não desejaria o impossível para seus filhos? Ela pede com fé?
26. Mt 13,44-52 Jesus: “Quem é instruído no Reino é como o dono da casa que tira do seu cofre coisas novas e velhas” É o Magis de Santo Inácio.
27. Mt 13,31-35 Jesus: “O Reino é como… Semente de mostarda, fermento” Contém um potencial de crescimento, porque vem de Deus e leva a Deus.
28. Mt 13,36-43 Jesus: “O Filho do :Homem semeia boa semente. O campo é o mundo. A Boa semente são os filhos do Reino, o Joio os filhos do maligno. O Inimigo é o diabo. A Colheita o fim do mundo”. Com este GPS faça as escolhas da sua vida e se torne Boa Semente.
29. Jo 11,19-27 Marta a Jesus: “Sei o que tudo que pedires a Deus, ele te dará. Jesus: Seu irmão vai ressuscitar.” Temos essa confiança em Jesus que Marta tem? Acredito que ele vai responder?
30. Mt 13,47-53 Jesus: “O Reino é como uma rede lançada no mar, e que recolhe todo tipo de peixe. Na margem separa bons e maus.” A irrupção do Reino, Jesus, está em toda parte e conta conosco para discerni-lo.
31. Mt. 13,54-58 (Santo Inácio) “De onde lhe vem essa sabedoria? Jesus: Não existe profeta sem honra, a não ser em sua casa” Não acreditado pelos seus, o que pode fazer? Nada. Bem-aventuradas as pessoas que sabem ouvir e querem conhecer as outras.
Homilias simples das leituras da Santa Missa do dia
A Fraternidade Sacerdotal nasceu da procura de um grupo de padres seculares na linha das intuições de Carlos de Foucauld. Diversas famílias já tinham nascido dessas intuições, em particular os Irmãozinhos de Jesus. Mas o aspecto propriamente religioso não convinha a padres que queriam permanecer diocesanos.
Assim nasceu em 1951 a União Sacerdotal Jesus+Caritas que, em 1976, tomou o nome de Fraternidade Sacerdotal Jesus Caritas.
A irradiação da personalidade humana e evangélica do irmão Carlos e sua aventura espiritual e evangelizadora estão na origem da fraternidade e continuam hoje como inspiradoras de uma forma evangélica de viver a vida e o ministério presbiteral. As intuições de Carlos de Foucauld se revelaram simples e fecundas para a nossa época. Nada perderam de sua atualidade.
A fraternidade continua despertando interesse entre os padres no mundo todo. Conta atualmente com 4 mil membros. Os aspectos característicos do carisma de Carlos de Foucauld encontram-se no amor a Jesus, ouvido no evangelho, adorado na eucaristia; na fraternidade universal; no desejo de proximidade com os mais deserdados; na preocupação com os mais afastados; no trabalho com meios pobres; na vontade de ser padre em estrita união com o povo, o presbitério e o bispo. São, pois, núcleos da Fraternidade Sacerdotal Jesus+Caritas:
1. Irmãzinhas de Jesus
Rua São José, 200, bairro Olhos d’Água CEP: 30000-001 - Belo Horizonte - MG Tel.: (31) 3288-1574 e-mail: adp.larsaojose@terra.com.br Ir. Maria Dulcidéa-email: torresdulcidea@gmail.com
1. Irmãozinhos do Evangelho -
Irz. Pe João Cara, fie / Comunidade da Trindade - Igreja da Trindade Av. Jequitaia, 165 - Água de Meninos, CEP: 40460-110 Salvador - BA e-mail: igrejadatrindade@gmail.com
3. Fraternidade Sacerdotal Jesus Caritas
Responsável: Pe. Carlos Roberto dos Santos Rua Padre Felipe Leddet, Quadra 7, Lote 33 - Setor São Vicente - CP 5- 76600-000 - Goiás - GO - cel. (14) 99698 4661 (vivo) e-mail: fsjcbrasil@gmail.com
4. Fraternidade Leiga Charles de Foucauld
Coordenadora nacional: Marcia Sanches Rua Mar das Caraíbas, 132 – Parque Vivamar CEP: 11680-000 - Ubatuba - SP Fone: (11) 96705-0462 e-mail: marsanturi@hotmail.com.es
5. Fraternidade Missionária Carlos de Foucauld
Responsável: Pe. Beto Mayer -Rua da Mooca, 93 – Moóca - 03103-000 São Paulo - SP - Fone: (11) 3107-5710 e-mail: mayerbeto@gmail.com
6. Irmãozinhos da Divina Ternura
Responsáveis: Irmãozinhos João, Helder e Junior - Rua Genarino Firmino Battistelli, 100 – B. Industrial 85045-630 - Guarapuava – PR – Caixa Postal 241 - Fone: (42) 36242153 e-mail: santuariosstrindade@hotmail.com
7. Instituto Secular
Responsável: Maria Concilda Marques - Rua Nogueira Acioli, 1050 - Apartamento, 703 - Centro - 60110-140 Fortaleza - CE Fone: (85) 3226-4074 Fixo e (85) 996109546 Tim e-mail:marcelocorima@yahoo.com.br
8. Sodalício Carlos de Foucauld
Responsável: Margareth Malfiet 62220-000 Poranga - CE - Fone: (88) 9985-9830 - e-mail: gretaporanga@yahoo.com.br