Nessa página, você encontrará um breve resumo de cada mentor.
Trabalha na área de estatística, ciência de dados e aprendizado de máquinas aplicado aos contextos de laboratório e indústria química
Muito prazer, sou a Ana. Conclui o mestrado e a graduação em engenharia química pela UFMG. Nesses muitos anos de universidade, já participei de muitas e diversas iniciativas, desde representação discente, professora voluntária a membro do grêmio e gestora em projeto de extensão (Equalizar). Além das experiências na UFMG, tive oportunidades de vivenciar o estudo em ambientes internacionais, na Finlândia (durante o mestrado) e na Alemanha (durante a graduação). Tive experiências de estágio nos setores de materiais refratários, materiais plásticos biodegradáveis, e de consultoria e gestão de projetos de engenharia. Com relação a pesquisa acadêmica, as ênfases foram em aplicação de ciência de dados e estatística para controle estatístico e monitoramento de processos, e em estudos sobre o ensino de engenharia e suas necessidades de evolução. Já participou da organização de eventos acadêmicos e de fomento ao empreendedorismo. Atualmente, trabalho com aplicação de ciência de dados e estatística no contexto de laboratórios e indústria química.
Olá, prazer, meu nome é Ana de Oliveira e sou uma ex-aluna do curso de graduação de engenharia química na UFMG.
Iniciei meu bacharelado no segundo semestre de 2011 e me formei no primeiro semestre de 2017. Nestes 6 anos, participei de várias atividades curriculares como iniciação científica no Departamento de Química, fiz parte da Diretoria de Projetos e do Núcleo de TI da Mult Jr, fui coordenadora da Semana de Engenharia Química (SEQ) de 2015, estagiei nas áreas de consultoria e indústria têxtil e também morei por um ano na Inglaterra como parte do meu intercâmbio pelo Ciências sem Fronteiras.
Assim que concluí minha graduação, comecei meu mestrado em outubro de 2017 na cidade de Erlangen na Alemanha. Meu curso se chama Advanced Materials and Processes (MAP) e é um mestrado interdisciplinar, mesclando conceitos da engenharia química e da ciência dos materiais. Aqui tive a oportunidade de realizar um estágio de 6 meses na BASF em Ludwigshafen na área de P&D para engenharia de processos.
Conclui meus estudos em agosto de 2020 e em outubro comecei meu doutorado no Helmholtz Institute Erlangen-Nuernberg for Renewable Energy (HIERN). Minha pesquisa foca no desenvolvimento de catalisadores que contribuem para a tecnologia de armazenagem de hidrogênio que será usado em estações de abastecimento.
Quando iniciei meu curso de graduação pensava que tinha claro o que queria para minha carreira. Tinha um plano traçado e me sentia motivada para segui-lo à risca e dar o máximo de mim. Mas ao longo dos semestres percebi que nem tudo sai como a gente planeja. E que bom! A EQ me mostrou novos caminhos que não havia considerado. Mesmo me dedicando bastante aos estudos da grade curricular, percebi que apenas boas notas não iriam me levar adiante. Cada experiência vai modificando nossos gostos e opiniões. E nessa trajetória fui identificando o que gostava e o que não gostava até chegar onde estou.
Eu achei a iniciativa do Sempre EQ em relação ao programa de mentoria muito pertinente. Tive a sorte de ter alguns mentores ao longo da minha trajetória, entre eles professores, supervisores de pesquisa, ex-alunos, engenheiros, consultores. Eu gostaria de ter tido um mentor quando era apenas uma caloura. Não sou nenhuma expert nesta área mas adoraria retribuir um pouquinho de tudo que a EQ me forneceu e ajudar de alguma forma algum aluno que queira embarcar nesta jornada comigo! :-)
Pedro Nava, em sua obra memorialista Beira-Mar, escreve acerca da vida humana que a experiência é como um farol de ré. Sem acenar com a concordância, muito menos com a polêmica, compartilho minha história como Engenheiro Químico de Tintas com os graduandos e recém graduados em Engenharia Química. Olhar para atrás e contar o que se construiu é uma recompensa valiosa e pode ser inspiradora a muitos, todavia há de se dizer que o carro da vida anda sempre para frente. .
Sinto orgulho virtuoso de ter me graduado na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais em dezembro de 1980, onde fui admitido pelo vestibular, iniciando o curso em março de 1976. Daquele tempo de estudante guardo lembranças maravilhosas, o antigo ICEx, o prédio da Escola, à Rua Espírito Santo, 35, os ambientes de sala de aula e laboratórios, os professores magníficos, os funcionários e os colegas de turma. Vivemos na Universidade no fim dos anos 70, curtíamos MPB, Chico, Caetano e Milton e desejávamos e lutávamos, cada qual a seu modo, pela Democracia.
Ao tempo de completar quase 27 anos de carreira, em 2009, fui admitido ao Mestrado em Artes, na área de Conservação e Restauração de Obras de Artes, na Escola de Belas Artes, UFMG. O objeto de estudo escolhido abordou o tema “Composição de Vernizes Oligoméricos para Pintura de Arte: Avaliação de Desempenho em Ensaio de Envelhecimento Artificial Acelerado”, sendo a dissertação defendida em outubro de 2011. O orientador do trabalho foi o Professor-Doutor Luiz Antônio de Souza Cruz. Todos os conhecimentos de Ciência e Tecnologia em Tintas foram essenciais ao sucesso do projeto.
Até hoje explico, com satisfação, a conexão Ciência, Engenharia Química e Arte pela abrangência de formação do Engenheiro Químico e pela interdisciplinaridade dos assuntos tintas e conservação e restauração artística. Tudo começou com visitas semestrais de alunos de graduação de Conservação e Restauração ao laboratório de desenvolvimento de produtos da empresa local fabricante de tinta Bema, na qual trabalhava, e consolidou-se pela contribuição mútua, científica e tecnológica, empresa e universidade. Sempre coordenei as visitas de centenas de estudantes à empresa, especialmente de Química, Engenharia Química e Artes.
Minha carreira como Engenheiro de Tintas começou em 1982. Fui contratado pela Bema, cuja obra de crescimento no mercado era um grande desafio. Creiam que não é tarefa simples construir uma empresa nacional de tintas, partícipe de mercado tão competitivo, em ambiente com tantas empresas multinacionais concorrentes. Tudo a fazer, tudo a organizar! Projetar e implantar todo o sistema de gestão da qualidade, redigir e registrar normas, procedimentos e instruções de trabalho por toda empresa, conscientizar e capacitar os colaboradores, tudo exige esforço e comprometimento constantes.
Em 1990, Bema concluiu a construção da primeira etapa da nova planta industrial em Contagem. Muitas dificuldades econômicas marcaram os anos 80 e 90 até a implantação do Plano Real. Em 1990, com a implantação do Plano Collor para deter a inflação descontrolada ocorreu até confisco de dinheiro. Todos os brasileiros e empresas ficaram com saldo de cinquenta cruzeiros (valor irrisório!) em suas contas-corrente. A maioria dos trabalhadores não recebeu seus salários por algumas semanas. Foi um verdadeiro desastre financeiro para milhões de pessoas. Parafraseando Neruda, digo "confesso que vivi" e vivemos todas estas dificuldades.
Ao longo de meu longo exercício profissional de 35 anos na Bema assumi as funções de gestão em controle de qualidade, desenvolvimento de produto, assistência técnica, gestão da qualidade e produção. Desde 1996 tornei-me gerente de tintas base solvente orgânico com o alcance de todas as funções da gestão. Minha atuação gerencial contou com os conhecimentos que adquiri pela graduação em Administração na PUC-Minas. A divisão de tintas base solvente orgânico produz tintas alquídicas, epoxídicas, poliuretânicas, silicato e demarcação viária. Os desafios foram intensos, todavia com trabalho dedicado e constante de toda a equipe de colaboradores, da diretoria à produção, Bema tornou-se uma empresa consolidada e reconhecida no mercado brasileiro de fabricantes de tintas. Hoje produz também completa linha de tintas látex acrílica e resinas sintéticas.
Qual a razão que me moveu para contar minha carreira, contar minha história? Nenhuma vaidade, apenas a intenção de reafirmar a potência e as capacidades de conhecimento e ação dos engenheiros químicos da EEUFMG. Logo no início do curso de Análise Instrumental, disciplina optativa, indaguei do Professor Ernest Paulini acerca da metodologia de análise para certo ensaio. Onde estava? A resposta foi a maior lição de minha carreira estudantil de graduação. Ele disse: "Tu serás engenheiro químico, é teu trabalho propor a solução da questão." Em tua toda minha carreira profissional e vida pessoal Professor Paulini continuou a repetir a lição ao meu pensamento. Foi lição significativa, todavia ouvi muitas mais pelos Professores José Augusto, Hugo, Solange, Odete, Maria Luiza, Sadi, Marcos, Cássia, Rubens, Togo, Heloísa e todos os demais que minha memória, de chofre, não lembra mais..
Agora, voltando a minha narrativa circular, pois nada está no fim e tudo está começando, retorno ao objeto de estudo do Mestrado. A questão da resistência ao envelhecimento de tintas e vernizes artísticos em pinturas de cavalete é essencial à conservação de todo patrimônio artístico. Meu conhecimento em materiais e formulação de tintas apoiou a pesquisa acadêmica e pretendeu preencher a lacuna de conhecimento químico da atividade de Conservação e Restauração, especialmente com aditivos nanométricos para absorção de luz ultravioleta. Lembro a orientação valorosa dos Professores Luiz Souza, orientador, e Isolda de Castro Mendes, co-orientadora.
Destaco que investimentos vultosos são realizados em projetos e programas de conservação e restauração pelos organismos internacionais e grandes institutos de proteção ao patrimônio artístico. Eis aí mais uma oportunidade de conhecimento e trabalho para engenheiros químicos na colaboração multidisciplinar à arte. A oportunidade, todavia, vai além do campo da Conservação e Restauração e alcança o campo da perícia de autenticidade de obras de arte, atividade muitíssimo requisitada e valorizada.
Na graduação, Arthur participou de iniciação científica onde aprendeu sobre a importância da aplicação do método científico para resolução de problemas. Participou também em projetos como ENG200 e Eng. Solidária: nessas iniciativas pode colaborar para construção de uma Escola de Engenharia mais inclusiva e participativa para os alunos. Além disso, teve duas experiências internacionais, realizou estágios em fábricas e um trabalho para a área de voluntariado das nações unidas.
Acredita que pode contribuir em diferentes tópicos: ICs, experiência internacional, estágios em fábrica, saber aproveitar as oportunidades que surgem. Além disso, gosta de temas como investimentos, planejamento financeiro e inovação social.
Arthur tem experiência na área de processos e produção de fábrica (gestão diária de indicadores de produção, solução de problemas, projetos seis sigma, gestão de equipe de operação, estando atualmente na Suzano
Escolhi Eng. Química porque queria trabalhar com cosméticos e, por isso, cursei diversas matérias da farmácia e fiz meu LOP (TCC) sobre o tema. Fora da sala de aula, mas ainda na UFMG, me arrisquei no cursinho popular Equalizar, na organização da SEQ, no SemprEQ, em uma IC, em 2 estágios (em uma startup de marketing digital e em uma consultoria ambiental) e como monitora do desafio de introdução. Além da universidade, também busquei um intercâmbio pela AIESEC, participei de cursos externos para aprimoramento próprio e de programas de mentoria, vários deles que me fizeram criar meu site e perfil no instagram, o Ser de Maestria, sobre desenvolvimento pessoal. No meio do caminho eu conheci a consultoria e meus olhos brilharam, assim hoje atuo como consultora na Visagio, atuando com gestão e governanças de processos. Ainda no início da carreira já tenho grandes desafios e vejo claramente como cada uma das experiências me desenvolveu e me preparou para o mercado.
Minha trajetória sempre foi repleta de esquinas: fiz diversas curvas seguindo caminhos diferentes e me descobri exploradora de possibilidades. Hoje, trabalho na BCG, como uma espécie de especialista em indústrias (um cargo que eu nem sabia que existia), e antes disso trabalhei na Falconi, onde também estagiei.
Chegar na consultoria, que me atraiu pela variedade de temas e desafios, foi consequência das diversas experiências que tive na graduação (não necessariamente por causa de currículo, mas pelo crescimento e auto-conhecimento que me proporcionaram). Fiz Iniciação Científica, participei de um grupo de pesquisa em biologia sintética, organizei cursos, fui ativamente engajada no Movimento Empresa Júnior (desde a Mult até a FEJEMG), fundei uma startup… e várias outras coisas, que, apesar de pouco relacionadas diretamente, me mostraram novos mundos e novas possibilidades, e me fizeram descobrir muito sobre mim mesma.
Acredito que toda jornada é de descoberta, e a graduação em especial é um momento de exploração - e, por isso mesmo, de muita incerteza. Mas nada do que aprendemos é desperdiçado, assim como as conexões construídas fazem toda a diferença (e eu espero conseguir contribuir um pouquinho nas caminhadas!).
Após mais de 15 anos de formada, Cláudia acredita que a experiência que acumulou durante esse tempo poderá ser interessante para os alunos de graduação. “A troca de conhecimentos e experiências é algo importante durante o curso de graduação: muitas dúvidas podem ser esclarecidas quando se há a oportunidade de conversar com um profissional da área e que tenha cursado na mesma universidade!”
Ela participou do programa de pesquisa por 3 anos na graduação e já trabalhou como pesquisadora e engenheira de processos nas seguintes indústrias: papel e celulose, óleo e gás, captura de CO2 e SO2 e agora na reciclagem química (reciclagem de plástico). Tem experiência como aluna de pós-graduação, como pesquisadora e como engenheira de processo em diferentes processos industriais.
30 anos em todas as áreas técnicas relacionadas com os processos de beneficiamento de bauxita e produção de alumina (Processo Bayer). Consultor técnico nas mesmas áreas.
Durante a graduação realizou um iniciação científica, participou do Grêmio - onde fez amigos, conheceu mais pessoas do curso, aprendeu a agir sobre pressão com tomadas de decisão rápidas e trabalho em equipe, “principalmente quando tudo começava a dar errado um dia antes de um ChuEQ” . Participou da Mult Jr. enquanto estava estagiando. Na época, a EJ não tinha muitos projetos, mas aprendeu com a situação sobre como é difícil implementar mudanças na cultura de uma organização.
No estágio na Magnesita, trabalhou por um ano e meio na área de assistência técnica (vendas técnicas) e depois seis meses em suprimentos.
Quando estava “na luta pelo primeiro emprego desbravando as seleções para trainee”, ele participou de muitos processos, época em que teve o apoio de um grande mentor que foi fundamental para o início de sua carreira profissional.
Foi trainee na KraftHeinz, atuando no setor de vendas em SP, MA e PI - atendendo desde clientes pequenos a distribuidores e Key accounts. No Grupo Oncoclínicas, trabalhou com inteligência comercial e mercado. E hoje na Suzano trabalha com planejamento e excelência comercial.
Coordenador de Fabricação de Celulose | CENIBRA - Celulose Nipo Brasileira S. A.
Me graduei em engenharia química pela UFMG, em 2011. Durante o curso, tive a oportunidade de participar de duas gestões do GEQLMS, uma como diretor de esportes (2009) e outra como presidente (2010), ano em que o grêmio completou 50 anos de fundação.
Na oportunidade, tive o prazer de organizar um baile para alunos e ex-alunos, além de participar da comissão organizadora do XX CONEEQ (2011).
Após o término da graduação, ingressei no mercado de celulose, atuando como engenheiro de processos, sendo que há 05 anos estou no cargo de coordenador de produção, com uma equipe de aproximadamente 70 pessoas.
Concluí 03 pós graduações desde então, sendo uma em especialização em celulose e papel (UFV), Gerenciamento de projetos (FGV) e Gestão Empresarial (FGV).
Atualmente estou me aprofundando na área de Coaching pela SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), tendo concluído 02 módulos do programa: Personal & Professional Coaching e Executive Coaching, com foco na formação de líderes.
Tive a oportunidade de ser o coach de mais de 10 coachees e espero que esta experiência possa ajudar neste processo de mentoria.
Acredito que como muitas pessoas do curso, optei pela Engenharia Química por ter tido um grande interesse pela área de exatas durante o ensino médio mas, por não ter tão claro algo com que gostaria de trabalhar, escolhi uma engenharia que era considerada mais ampla.
Logo no início do curso, entrei para a Mult Jr, onde fiquei por três anos e tive a oportunidade de realizar um projeto externo de desenvolvimento de produto e de ser presidente durante meu último ano. Depois da Mult Jr, fui professor de matemática por um ano do projeto de extensão Equalizar. Por fim, participei de um programa de intercâmbio, estudando por um semestre na Lappeeranta University of Technology - Finlândia.
Apesar de ter achado algumas disciplinas do curso interessantes, não me via atuando na área e decidi tentar alguns processos seletivos na área de negócios. Consegui um estágio no time de Dados do Méliuz, e desde então tenho atuado nessa área, trabalhando há quase três como analista de dados da Meu Acerto, uma fintech de Belo Horizonte.
Mesmo não tendo trabalhado diretamente com Engenharia Química, participei de algumas atividades extracurriculares do curso e acredito que possivelmente poderia ajudar algum dos mentorados, buscando entender quais são seus anseios, contribuindo com minhas experiências e fazendo a ponte com outras pessoas que podem ajudar em alguns momentos.
Coordenador de Planejamento e Desenvolvimento de Mercado na ALE Combustíveis
Finalizei a graduação na EQ em agosto/19. Na universidade, participei da Mult Jr e pude aprender bastante sobre gerenciamento de projetos. Após um ano e meio nessa experiência, parti para a iniciação científica, na área de polímeros. Me identifiquei tanto que fiquei dois anos atuando nas pesquisas junto ao professor Ricardo. Queria ter uma experiência no mercado e fui ser estagiário da CEMIG, na área de P&D. Após isso, fiz um intercâmbio incrível para a Holanda, onde pude trabalhar de perto em projetos de biocombustíveis e aprender sobre energia circular. No último período, fui mentor no Desafio da Engenharia, onde pude aplicar vários conhecimentos adquiridos ao longo da trajetória.
Logo após formar, entrei na Alesat Combustíveis, 4ª maior distribuidora de combustíveis do Brasil. Entrei na empresa como trainee – uma experiência ímpar e que fez toda a diferença para minha função atual. Hoje sou Coordenador de Planejamento e Desenvolvimento de Mercado, atuando de perto no mapeamento de mercado de combustíveis, acompanhando os principais KPIs, potencializando a prospecção de clientes e traçando estratégias junto ao time comercial. Coordeno uma equipe muito diversa, com 9 colaboradores. Os desafios são grandes, mas temos feito a diferença e gerado valor para a companhia. Acredito que as vivências na universidade e após o curso poderão impactar de forma positiva os mentorandos, auxiliando a ter uma visão de múltiplas possibilidades da EQ e aprofundando um pouco mais no mundo corporativo e de gestão.
PMO Latin America para empresa multinacional no setor de químicos (Henkel).
Experiência como gerente de projetos em multinacionais como Henkel (Super Bonder; Pritt) e AkzoNobel (Tintas Coral), nas áreas de manufatura, supply chain, vendas e comunicações. Atualmente, Henrique também já orienta trainees em projetos diversos na Henkel. Em sua trajetória, já fez inúmeras entrevistas como entrevistado e como entrevistador, e sabe como pode ser frustrante participar, sem sucesso, de dinâmicas de grupo para programas de trainee. Já trabalha em SP há 6 anos e se dispõe a ajudar na preparação dos alunos em processos seletivos.
Na graduação, participou de Iniciação científica, experiência que o fez descobrir que não queria carreira acadêmica, mas que o ensinou a descrever processos de forma *dissertativa*. Viu oportunidade de criar e fortalecer networking com os ChuEQs e a Copa EQ. Além disso, deu aulas voluntárias de Inglês em sua pós em administração. Tem experiências em gestão de projetos, apresentação de resultados, apresentação pessoal e a trabalhar com equipes internacionais
Participou da Mult Jr. como assessora de Marketing, Coordenadora do Núcleo Social e assessora da Presidência. No GEQLMS atuou como assessora sociocultural e como Vice Presidente. Participou do SemprEQ como assessora e da SEQ como Coordenadora de Comunicação. Essas iniciativas contribuíram para sua formação de diversas maneiras, desde o contato com pessoas diferentes no curso até o desenvolvimento de habilidades de negociação, resolução de problemas, desenvolvimento de artes, etc. Fez estágios na área técnica comercial (RHI Magnesita) e em consultoria (Falconi).
Atuou na Falconi durante 3 anos em projetos de consultoria e no grupo de afinidade de gênero, voltado para o desenvolvimento de mulheres. Hoje, trabalha com OKRs na Qulture. Rocks e é membro do comitê de diversidade e inclusão da empresa.
Ela se dispõe a ajudar a definir um "plano de carreira" dentro da universidade, com base nos interesses do mentorado - além de ajudar a organizar o currículo e prepará-lo para etapas de processos seletivos de estágio.
Ismael é um especialista em melhoria de processos com doze anos de experiência internacional. Ele se formou como MBA da HEC Montreal em 2020 e em Engenharia Química pela UFMG em 2009. Ele já atuou em cargos gerenciais em diferentes organizações e implementou projetos nas áreas de cadeia de suprimentos e manufatura, apresentando comprovado histórico de desenvolvimento e implementação de estratégias que entregam resultados sustentáveis. Ismael construiu e liderou equipes multiculturais em vários projetos em vários países como Chile, Austrália, Brasil, Canadá, Colômbia e Portugal.
Sendo um profissional astuto, que também é apaixonado por crescimento e transformação organizacional, ele se concentra em impulsionar melhorias de sistema em pessoas e processos, e entregar valor financeiro enquanto alinhado a objetivos de negócios funcionais e estratégicos. O objetivo de entrar no programa e aprender e criar conhecimento com pessoas de uma outra geração.
Entrei no curso de Engenharia Química em 2010/1 e me formei em 2015/2. Ao longo da minha trajetória, participei da Mult Jr (Assistente do ADM/Financeiro e Assistente de Projetos), do Grêmio de Engenharia Química (Diretor de Esportes e Presidente) e estudei por 1 ano no Reino Unido na The University of Sheffield por meio do programa Ciência Sem Fronteiras. Além disso, durante a faculdade, tive a oportunidade de estagiar em duas grandes empresas: Vale e RHI Magnesita. Concluindo a graduação, fui aprovado no Programa Trainee da Votorantim Cimentos, empresa na qual trabalho até hoje, tendo direcionado a minha carreira para a área de Supply Chain. Acredito que a mentoria poderia impactar positivamente nas decisões de carreira a serem tomadas pelos estudantes da graduação, principalmente aqueles que tem vontade de conhecer o mercado "além" da EQ e as diferentes possibilidades de atuação do Engenheiro. Para mim, seria uma grande oportunidade de compartilhar um pouco da minha trajetória, além de entender os anseios e desejos da nova geração de estudantes do curso. Essa troca ajuda a otimizar a relação entre academia e mercado, trazendo oportunidades para os estudantes e novas perspectivas para as empresas.
Depois da graduação (2016/2), ingressei em diferentes áreas, atuando inicialmente na área comercial e, depois, voltando para a área técnica. Dentro da área técnica, também expandi um pouco a área de atuação com um mestrado em Agronomia (Ciências da Terra). Atualmente atuo com modelagem geoquímica. Acredito que esta não é uma trajetória comum, com várias "reviravoltas" e poderia ajudar àqueles que estão mais indecisos ou que têm vontade de migrar dentro da área técnica.
IC com Adriane Salum e Tânia Miranda com Júlio Balarini em projeto de final de curso. Sou daquele tipo de terminar faculdade em medalha de ouro e 1° lugar em concurso da Petrobras Estágio em projeto básico na atual Ausência, fui contrato até ser chamado em concurso público da Petrobras de químico de petróleo. Atualmente há 11 anos no CENPES centro de pesquisa da Petrobras, 10 como pesquisador e 1 ano em gestão de inovação tecnológica. Fiz MBA em gestão de novos negócios e empreendedorismo.
Posso apoiar interessado em Pesquisa Desenvolvimento e Inovação sem vícios típicos que encontramos pelo mundo acadêmico. Ou o perfil intraempreendedor que reclama de sistema corporativo e quer entregar mais do que o sistema aceita.
MBTI: INTP (PERSONALIDADE)
Fui executiva por diversos anos no setor petroquímico (lubrificantes) nos grupos FIAT e AGIP, tendo ocupado diversos cargos de gerente (Controle de Qualidade, Laboratório, Pesquisa e Desenvolvimento, Suprimentos e Garantia da Qualidade). Como Diretora na AGIP LUBRIFICANTES montou e dirigiu a área de Operações de uma nova unidade de negócios em São Paulo (lubrificantes). Possui experiência no exterior, voltada para treinamentos específicos e análise de capacitação técnica de fornecedores.
Cursou MBA em Gestão empresarial, tendo obtido grau "10 Com Louvor" na Monografia em que analisava a questão de gênero nas corporações, com foco no papel feminino em cargos de chefia.
Atuou durante 11 anos como Consultora Internacional na área de produtos financeiros internacionais, representando empresas americanas e europeias, líderes de setor.
Trabalha na USP- Universidade de São Paulo na área de Licitações desde 2013.
Atualmente Primeiro Tenente no Exército Brasileiro, trabalhando na Fiscalização de Produtos Controlados, principalmente explosivos, e mãe de dois meninos. Iniciei minha carreira como estagiária na indústria de cimentos, passei por projetos na área de Óleo e Gás e experiências diversas fora da EQ na Austrália. Fiz licenciatura em química para ensino médio e técnico e também sou engenheira de segurança. Gosto muito de conversar sobre os diversos caminhos que a carreira pode tomar, sobre o papel da mulher no mercado de trabalho, especialmente enquanto mãe, e sobre o crescimento que toda experiência traz.
Associate Scientist no Centro de Inovação da P&G na divisão de Baby Care (Pampers)
Atualmente, sou Associate Scientist no Centro de Inovação da P&G na divisão de Baby Care (Pampers). Durante minha graduação, fiz IC em materiais poliméricos, tendo publicado 6 artigos e ganhado 2 prêmios. Fui também monitor de química no Equalizar. Realizei intercâmbio pelo Brafitec na França, tendo estagiado em um dos centros de pesquisa da Saint-Gobain (SGR Provence) por 6 meses na área de gesso. Retornando ao Brasil, realizei outro estágio de 1 ano na Saint-Gobain Abrasivos na área de P&D na planta de Caieiras.
Gerenciamento de áreas Contaminadas, remediação de solos e lençóis freáticos, ESG, Sustentabilidade e Transição para fontes de energia de baixo carbono| ERM - Environmental Resources Management.
As experiências mais recompensadoras durante a graduação para Matheus foram as voltadas ao corpo discente através do Grêmio, assim como a participação no colegiado da EQ, Congregação da Escola de Engenharia e Conselho Universitário e organização do CONEEQ BH em 2002. A sua trajetória perpassa a representação corporativa em fóruns técnicos e institucionais especializados, assim como a experiência internacional no início de carreira (02 anos na França) e a construção de uma longa carreira no meio corporativo na mesma organização, desde júnior até sócio mundial. Sempre atuou na consultoria ambiental, de sustentabilidade e saúde e segurança.
“Profissionalmente, sou desde 2014 sócio da maior empresa mundial de consultoria ambiental, com equipe direta de dezenas de pessoas - O que é apenas um lado da história... Mas me trouxe um pouco de percepção dos anseios e preocupações dos recém-formados ao chegar no mercado de trabalho.” Para ele, a discussão de anseios, expectativas, reveses e afins, esperados e naturais seriam o ponto mais interessante da troca mentor-mentorado.
Ingressei na graduação em Engenharia Química na UFMG no ano de 2014. Fiz parte do Movimento Empresa Júnior (MEJ) e do Grêmio de Engenharia Química, tendo a oportunidade de exercer cargos de liderança, organizar eventos e ser mentora em programas de empreendedorismo social. Fui estagiária de verão na empresa The Kraft Heinz Company, atuando em um setor da linha de produção principal da fábrica de Nerópolis (GO), e estagiária de gestão de comunidade de fornecedores no AppProva, startup de educação. Atualmente, sou consultora na EloGroup, consultoria que une os pilares de gestão, dados e tecnologia para entregar soluções de transformação. Na Elo, atuei em 9 projetos em diferentes práticas e setores de mercado, como saúde pública e privada, educação e mineração. Nestes projetos pude aprender e aplicar conhecimentos sobre mapeamento e redesenho de processos, desenho organizacional, dimensionamento de equipes, transformação digital e operação de produto digital. Penso que compartilhar os aprendizados que tive na minha vida universitária e no meu início de carreira pode contribuir com quem vive hoje este momento, característico pelas muitas dúvidas e incertezas dos próximos passos.
Entrei EQ UFMG em 2004 e me formei em 2009. Fiz iniciação científica em CFD por 2 anos, extração líquido-líquido por 1 ano, estágio na Vallourec & Mannesmann durante 1 ano e sou membro fundador da Mult Jr. Após me formar, fui trabalhar na Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB) em seguida. Fiquei lá como Engenheiro de Qualidade da aciaria até 2015, quando decidi fazer doutorado. Fiz meu doutorado na Carnegie Mellon University (CMU) em Pittsbugh com ênfase em produção de aços automotivos e me formei lá em 2019, quando me mudei pra Seattle e passei a trabalhar com análise de falhas na Jensen Hughes. Hoje em dia continuo trabalhando com análise de falhas, mas na Exponent.
Fui aluno de graduação em Engenharia Química no UniBH de 2010 a 2014 e cursei Mestrado e Doutorado em Engenharia Química na UFMG entre 2015 e 2020. Desde a faculdade, trabalhei principalmente com pesquisa científica, tendo me envolvido em alguns projetos de Iniciação Científica, geralmente tangendo a biologia de alguma forma. Nos anos de pós-graduação na UFMG, desenvolvi projetos relacionados à construção de sensores para diagnósticos médicos, aplicações ambientais e com motivação industrial. O penúltimo ano do Doutorado consistiu em um estágio de pesquisa no Canadá, onde desenvolvi a maior parte da minha tese e - principalmente - o profissional que sou. Na UFMG, fui também professor voluntário na Graduação e Pós-Graduação com disciplinas de redação e comunicação científica voltadas para a Engenharia Química. Além da pesquisa, com a qual permaneço envolvido na posição de revisor e membro do corpo editorial de alguns jornais da área de Engenharia, atualmente trabalho como analista de Engenharia de Materiais na Stellantis South America, grupo das marcas Fiat, Jeep, Ram, Peugeot, Citröen e outras. Na Stellantis, sou responsável por desenvolvimentos e qualificações de alguns materiais (couros, tecidos, PVC, poliuretano e linhas de costura) e de texturas na parte estética dos veículos.
Enquanto graduando, Rodrigo participou tanto da Empresa Júnior quanto de desafios acadêmicos. Hoje, tem vasta experiência em simulação, projeto conceitual e básico, controle por IA e ciência de dados: mais de 13 anos de experiência em Processos Industriais, com ênfase em Simulação e Otimização, Controle Avançado (APC), Modelagem e Simulação aplicada aos Fenômenos de Transporte (CFD).
Está muito disposto a ajudar os mentorados nas suas demandas e dúvidas por meio da troca de experiências que a mentoria promove e tem muito a compartilhar. Ele menciona que também teve muitas dúvidas na graduação e gostaria de ter tido ajuda.
Gerente Global de Planejamento de Suprimentos em uma multinacional de defensivos agrícolas.
Rômulo trabalhou durante toda sua graduação para a iniciativa privada (indústria e pré-vestibulares), e realizou duas iniciações científicas no final do curso. Todas as experiências o ajudaram a entender os desafios da engenharia real, os conflitos com a área acadêmica e como ligar os dois mundos otimizando os resultados. Tem experiência nas áreas de: Processo, Produção, Manutenção, Saúde-Segurança-Meio Ambiente, Supply Chain e Implementação de Projetos Globais. Além disso, possui pós graduações em Gestão Industrial (FGV) e Engenharia de Segurança do Trabalho (USP).
Para ele, “tudo é uma equação para ser resolvida. Simplifique as variáveis e resolva-a. (...) O Engenheiro é aquele que resolve problemas independentemente de onde eles ocorram" . Tem muita gratidão e admiração à UFMG e aos professores da Engenharia Química por terem acolhido-o e agora, realizado profissionalmente, deseja contribuir para a formação de melhores profissionais e pessoas para o mercado de trabalho e sociedade.
Trabalha na área de performance na indústria cimenteira - InterCement. Otimização de processos desde a mineração até a expedição do cimento.
Tales foi por 4 anos e meio membro do GEQLMS. Participou de organização de congresso, semanas acadêmicas, ChuEQ's, dentre outros. Essa exposição foi importante para a sua gestão de conflitos e para o seu posicionamento frente a pessoas com níveis hierárquicos maiores. Ele também ressalta o aprendizado em trabalho em equipe, a liderança situacional e o networking.
Ajudará o mentorado compartilhando as experiências que teve no ciclo acadêmico e profissional, além de poder ajudar especificamente com tópicos sobre processos industriais. “A faculdade é o melhor lugar para se experimentar, ver o que gosta, buscar experiências que possam ser um diferencial no início da vida profissional, nisso tenho a experiência de 4 anos e meio anos de GEQLMS e Congressos. Nessa época, deve-se desenvolver a ‘curiosidade’ do profissional.” Para ele, conhecer características que o mercado de trabalho busca antes de entrar pode ser uma ótima maneira de se preparar para os desafios a seguir.
Após me formar na UFMG em 2014, eu me juntei à Bain & Company em São Paulo, empresa global de consultoria estratégica, atuando em diversas indústrias no Brasil e América do Sul. Em 2017, fui trabalhar na Etiópia como consultor do Bill & Melinda Gates Foundation, suportando o Ministério da Agricultura na transformação do setor agrícola do país, focado no desenvolvimento de pequenos produtores. Em 2019 tive a oportunidade de trabalhar em ONGs de educação e direitos humanos no Zimbábue e no Laos, e comecei um mestrado na Tsinghua University (Beijing, China) em Global Affairs, com bolsa de estudos do programa Schwarzman Scholars. Desde meados de 2020, trabalho na TechnoServe, uma ONG americana, como gerente do time de Iniciativas Estratégicas, baseado em Londres. Nossa missão é apoiar pequenos produtores e micro-empreendedores em 30 países na África e América Latina a saírem da pobreza através de soluções de negócios inovadoras.
Posso apoiar mentorados a explorarem carreiras fora da Engenharia Química, especialmente nos setores de consultoria ou de impacto social.