José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
Diretor do IB
UNESP-Câmpus de Rio Claro
Em 11 de março de 2020 a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que vivenciávamos, em nível mundial, uma pandemia do novo coronavírus, com mais de 118 mil infecções em 114 países e com 4.291 óbitos. Em 13 de março, o Governo do Estado de São Paulo recomendou, entre outras medidas, a suspensão de aulas na Educação Básica e Superior.
Assistimos ao pronunciamento do então Magnífico Reitor, Prof. Dr. Sandro Valentini, na nossa 369ª. Reunião Ordinária do Instituto de Biociências, em dia 18 de março. Na ocasião o reitor descreveu o momento como desafiador, conclamou união de esforços e recomendou ouvir os especialistas. Nesse momento o Brasil estava com 383 casos, sendo 164 em São Paulo. Primeira morte no dia 17/03. O reitor determinou medidas restritivas, suspendeu aulas presenciais, priorizou teletrabalho e presencialmente ficaram apenas atividades administrativas essenciais.
Hoje, 16 de março, aproximadamente um ano após o início da pandemia temos cerca de 120 milhões de casos no mundo e 11,5 milhões no Brasil, com quase 300.000 óbitos. No mundo já passa de 2,6 milhões de mortos.
Desde aquela reunião da Congregação do IB em 18 de março de 2020, em que assistimos estarrecidos e confusos, muita coisa mudou, infelizmente para pior. A UNESP não parou, atividades essenciais presenciais, aulas e defesas de dissertações e teses de forma remota, pesquisas essenciais em andamento e todo um esforço de especialistas para ajudar no enfretamento da pandemia. Comunicados, quase que diários, chegando às unidades, gerando dúvidas e incertezas, mas a UNESP não parou. Como instituição de ensino, pesquisa e extensão, com compromisso social, com a educação e com a ciência, principalmente nesse momento que o mundo clama por respostas e soluções, a UNESP não parou.
No Instituto de Biociências não foi diferente. Um câmpus vazio, ou quase vazio, sem a sua alma, que são os alunos e a energia e alegria que espalham no ar. Servidores técnicos-administrativos fazendo seu papel, dando o melhor de si. Docentes aprendendo novas ferramentas de ensinar e aprender, apesar da distância. Alunos com dificuldades, por falta de equipamentos e acesso. Pesquisas realizadas presencialmente com todos os cuidados higiênicos e sanitários. Reuniões, oficinas, grupos de trabalho, tudo discutido e resolvido coletivamente.
Mas tudo isso não elimina a apreensão, a angústia, o medo, a dúvida. O que será de nós? Doença e morte. Sofrimento. No mundo. Em nosso país. Em nossas casas. Falta competência, seriedade e humanidade no governo federal. Faltam políticas de assistência aos que mais necessitam. Faltam vacinas. Falta um Plano Nacional de Imunização. Falta respeito.
Termino esse texto com um trecho da poesia de Lenine que diz
“enquanto todo mundo espera a cura do mal,
e a loucura finge que isso tudo é normal,
eu finjo ter paciência”.
Edson Denis Leonel
Diretor do IGCE
UNESP-Câmpus de Rio Claro
Estamos completando um ano desde a suspensão das aulas presenciais na Unesp. Um ano desde o decreto do Governador João Dória que estabeleceu medidas emergenciais de prevenção de contágio do novo Coronavírus em 13 de março de 2020. Diversos estudantes do Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE mencionaram que a primeira sensação ao receberam a notícia foi de medo e angústia, aliada a um sentimento de impotência, já que, naquele momento, não havia conhecimento sobre como todos deveriam se proteger de um vírus, até então, algo novo e jamais experimentado.
Para a proteção de sua comunidade, seja de servidores docentes e não docentes, estudantes dos diversos níveis e mais variados cursos, a Unesp tomou medidas severas impondo o distanciamento social e optando pelo teletrabalho. Essa decisão protegeu e salvou a vida de muitas pessoas e suas famílias, sendo necessário um período de adaptação das novas atividades e o desenvolvimento de formas alternativas para lidar com os diversos assuntos de uma grande Universidade. No IGCE não foi diferente, sendo necessário se adaptar, reformular suas atividades e retomar as aulas de graduação e pós-graduação de forma remota. Teses de doutorado, dissertações de mestrado e monografias de conclusão de curso foram e estão sendo defendidas de forma remota.
Até mesmo a colação de grau dos estudantes formandos do ano letivo de 2020 deve ser realizada de forma remota em breve. As disciplinas que exigem aulas fora da sede como atividades de coleta em campo estão, ainda, aguardando as condições sanitárias e epidemiológicas para serem realizadas. Como não são muitas que necessitam dessas atividades, essas disciplinas receberão prioridade no momento oportuno, possivelmente após uma ampla campanha de vacinação.
Isso ocorre para minimizar o impacto produzido pela pandemia causada pelo Sars-Cov-2 e a condução das atividades remotas visou, também, reduzir o prejuízo na formação acadêmica dos estudantes.
Ainda devemos esperar, quem sabe, outro ano de distanciamento social para retomar as atividades presenciais, que deve ocorrer somente após uma campanha de vacinação em larga escala. Esse tempo tem sido de muito aprendizado, permitindo que as pessoas valorizem a vida e seus afazeres.
No momento do retorno das atividades presenciais, quando as condições sanitárias e epidemiológicas assim o permitirem, deveremos pensar em formas para readaptar e acolher a comunidade acadêmica, que se habituou trabalhar em formato de distanciamento.
Com o decorrer de um ano de distanciamento social, a Unesp se mobilizou e se comportou como uma grande Universidade, mostrando sua capacidade de se adaptar, de inovar, de crescer e de servir ao propósito principal: formar estudantes para um mundo melhor.
Diante de novos desafios, como em 2020, estaremos prontos e dispostos a enfrentá-los.
José Roberto Gnecco
Presidente do Comitê AntiCovid-19 da UNESP/RC
Desde 07/01/20, acompanho diariamente a evolução de “um desconhecido e incontrolável surto de pneumonia a partir de um vírus respiratório” surgido em Wuhan, China, - onde estive em 2010 -, cena típica de filme de ficção científica. Logo pensei, isso vai dar m...
Em fevereiro, avisei ao então chefe do Departamento, biomédico, o que aconteceria, que foi solidário em sua preocupação. Avisei ao diretor do Instituto de Biociências, administrador, de que o vírus chegaria ao Brasil, o que anotou em sua agenda. O vírus chegou em 25/02.
Segunda-feira, 09/03, sem atitude dos Governos ou da Universidade, começaram as aulas com 70 alunos em sala cheia. Uso 2/3 da aula para falar sobre a pandemia.
Quarta-feira, 11, o governador anuncia que, em São Paulo, não haverá lockdown – penso: “- Pessoas irão morrer!” Mal sabia que haveria despreparados e genocidas maiores!
Quinta-feira, 12, pela manhã, teria reunião na Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp junto com o diretor do Instituto de Biociências, cancelada no dia pela Unicamp.
À tarde, em reunião pelo Skype, os orientandos me falam surpresos “- que o governador vai fechar tudo a partir da terça-feira!” Garanti-lhes que não, porque o ouvira no dia anterior e vira que estava despreparado. Os alunos insistiram; entrei no YouTube e vi o vídeo. Para surpresa deles, disse “- É isso mesmo, o governador está certo. Esta é a primeira medida!!!” Os alunos ficam espantados e eu pensando nas estratégias de ação seguintes. Telefonei para o médico e professor aposentado da Unesp, José Luiz Riani Costa, ex-secretário da Saúde e ex-diretor do Ministério da Saúde, e debati as possíveis ações para a Unesp, para Rio Claro, para São Paulo, para o Brasil e para o Mundo... Pretensiosos, porque a espécie humana poderia ser exterminada e queríamos salvar o mundo! Não víamos alternativa inicial senão o verdadeiro lockdown.
Sexta-feira, 13, liguei umas 15 vezes para os diretores do Instituto de Biociências, do Instituto de Geociências e Ciências Exatas, o então secretário da Saúde e o então vice-reitor da Unesp. Os alertei de que era estapafúrdia a ideia de aguardar terça-feira, 17, para suspender as aulas criando aglomeração desnecessária em Campus onde alunos retornam todas segundas-feiras - quando as mortes começassem, poderiam não mais parar. Que deveria ser adotada a paralisação imediata das atividades. O vice-reitor dizia-me que o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas iria decidir ainda naquele dia - tendo optado, com falta de coragem, em manter a mesma data que o governador estabelecera para suspensão das atividades. Os diretores, reticentes a princípio, mudaram de opinião. São poucos os diretores que têm, na hora certa, coragem em pensar e agir diferentemente do reitor e do governador. O dia todo trocamos telefonemas com os diretores José Aragão e Alexandre Perinotto – este a partir do exterior -, e graças a Deus, os dois, às 23h20min da sexta-feira, 13, emitiram e-mail conjunto comunicando a suspensão das aulas no Campus já na segunda-feira, 16. O secretário de Saúde não atendeu às ligações e o vice-reitor me bloqueou em seu celular.
Na madrugada, escrevi o seguinte e-mail institucional aos alunos:
Prezados(as) Alunos(as) de Gestão,
As aulas presenciais estão suspensas indefinidamente a partir de segunda-feira, 16/03. É provável que os motivos que levaram à sua suspensão não se resolvam em poucas semanas.
Vejam seus e-mails uma vez ao dia para verificar se há alguma mensagem.
Fiquem em suas cidades e sigam as orientações propostas em www.unesp.br/covid19.
Semanalmente enviar-lhes-ei as leituras obrigatórias da disciplina.
Prof. Dr. José Roberto Gnecco
Nunca mais os vi, presencialmente, desde então.
Naquela terça-feira, 17/03/2020, morreu o primeiro dos mortos por COVID-19 no Brasil em São Paulo.
segundo estatísticas oficiais.
Prof. José Alexandre de Jesus Perinotto
(atualizado pela Comissão Editorial em 12/03/2021)
Eduardo Kokubun
Unesp
Ontem, 15/03/2021, 752 pessoas em Rio Claro estavam sem fôlego pela Covid-19 fazendo companhia para outro mais de 1 milhão em todo Brasil. Outros tantos perderam o ar, não por causa da doença, mas aguardando a troca de cadeira no Ministério da Saúde.
Na metade do mês de março, os números da pandemia faz prender o ar. Este mês já coleciona vários recordes da pandemia no município. No dia 03/03 foi atingido o pico de 132 leitos ocupados no município ante os 94 registrados na primeira onda em 18/06/2020. Em 15/03, a nova marca de 141 internados chegou com outro recorde de 76 pessoas internadas em UTI.
Marcou o dia também o óbito de um recém-nascido de apenas 4 dias. Houve um total de 6 óbitos num único dia, igualando o anterior em 25/06/2020.
Decorridos 7 dias do início da fase vermelha, e o primeiro da fase emergencial no Estado, não há ainda indícios de que Rio Claro tenha freado a corrente de transmissão do vírus. Pelo contrário, o número médio de casos aumentou de 55 para 75 por dia em uma semana. Isso deve impactar ainda no número de internações e óbitos nas próximas semanas.
No gráfico, temos a representação do número de leitos ocupados em Rio Claro desde novembro do ano passado. Há 3 semanas ela vem acompanhando a tendência das linhas pontilhadas. Se não houver nenhuma mudança na pandemia, é possível que em dez dias, Rio Claro necessite de 200 leitos para acomodar os enfermos com Covid-19 e as síndromes gripais mais graves. Hoje, temos 155 disponíveis.
Os números da pandemia nesta segunda onda estão superiores ao da primeira onda, e por enquanto, com a curva ainda ascensão. É necessário interrompê-la e flexioná-la para baixo. Isso é urgente, porque quanto mais a curva subir, mais tempo será necessário para fazê-la retornar a níveis aceitáveis. Quanto mais prolongada a gravidade da pandemia, maior será a perda de vidas e de renda.
Para completar passamos ontem e hoje aguardando o desfecho da troca do Ministro da Saúde. Foi um dia de tirar o fôlego.
Adilson Roberto Gonçalves
IPBEN Unesp Rio Claro
Na tarde de 15 de março foi anunciado que o cardiologista Marcelo Queiroga será o novo Ministro da Saúde em substituição a Eduardo Pazuello. O quarto ministro seria uma resposta política à perda de popularidade do Presidente e às críticas na condução da pandemia do novo coronavírus. No entanto, até o fechamento desta edição, a nomeação de Queiroga não foi publicada no Diário Oficial da União.
Anteriormente, Queiroga havia se manifestado a favor do isolamento social, uso de máscaras e intensificação da vacinação como medidas eficazes para o combate à pandemia. Em declarações registradas na manhã desta terça-feira, 16 de março, seu posicionamento se alterou, dizendo ser contrário ao lockdown e permitindo que médicos prescrevam remédios mesmo sem eficácia (veja aqui).
Antes de Queiroga, outras pessoas foram sondadas para o cargo, integrando apostas políticas. A também médica cardiologista Ludhmila Hajjar foi uma delas, preterida por excesso de qualificativos. Ludhmila havia se posicionado claramente contra o negacionismo científico, deletério à condução da pandemia. Ela não parecia ser profissional que se submeteria aos ditames do governo, feito o general Pazuello que, ainda, ocupa o cargo de ministro da Saúde. Também não se esperava que o Presidente desse uma guinada tão significativa, haja vista as duras manifestações de seus apoiadores raiz contrários a Hajjar. Mas, como tudo pode acontecer, até nada pode acontecer.
Eduardo Kokubun
Unesp
Com o colapso sanitário em curso que respinga em todos os setores da sociedade, a saída do Secretário exigirá pulso firme e celeridade da administração municipal para restabelecer o controle da crise. Não se trata apenas de cuidar da pandemia que ronda o país e o município.
É necessário compreender a crise do coronavírus em toda sua amplitude. Ela é complexa, com várias dimensões, e como tal requer solução igualmente complexa. Decerto, trata-se de desafio que testa a envergadura da administração ao seu limite.
Na saúde, o combate ao coronavírus impõe enormes custos humanos e materiais, drenando recursos para promover as ações cotidianas da saúde de promoção e proteção. Apesar do Sars-Cov-2, pessoas precisam de cuidados para evitar e minimizar os efeitos de doenças comuns como a hipertensão e diabetes.
O temor da doença só é superado pelo temor da perda de renda. A falta de alternativas alimenta o ímpeto para assumir os riscos ou até mesmo negar a existência da doença.
Assim como é obrigação do poder público atender às necessidades de saúde da população é também obrigação atender às necessidades de subsistência. Sob essa perspectiva, é falso o dilema da escolha entre a vida é a renda. É necessário atacar ambos de forma aberta e transparente.
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Universidades públicas estaduais, USP, Unesp e Unicamp fazem ato em memória das vítimas da Covid-19 e contra o negacionismo.
Notícia completa aqui.
Reportagem da TV Cultura sobre o ato: https://www.youtube.com/watch?v=vP24HZjKjUQ
Lapsos
Igor Salomão Monteiro
UNESP
O Brasil lapso
Lá e cá, colapso
Mais pra lá que pra cá
Bêbado, quiprocó
Em choque, colapsos
Extrema prostração
Edema de mortos, lenta vacinação
Governos relapsos
Desde o primeiro caso
Um caso com a negação
Uma onda permanente
Um presidente que mente
O povo co-labora com o vírus
O povo não colabora com a saúde
Uns seguindo mitos e ritos
Outros encaram a realidade e seus gritos
A muitos, o luto se elabora
Pelos mortos, que vão embora
Por vezes não em boa hora
O SUS escora, o Brasil descora
Lapsos, Relapsos
Colapsos
Oxalá não seja lapso de memória
Mas Lição de História
Rio Claro, 11/03/2021.
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
12 de março é comemorado o dia do Bibliotecário. Na última sexta-feira, várias mensagens foram divulgadas para homenagear o profissional da informação. A Unesp não deixou em branco essa data com a divulgação da mensagem da coordenadora da Coordenadoria Geral de Bibliotecas, Dra. Flávia Maria Bastos, que você pode conferir aqui: O movimento da transformação digital das bibliotecas da Unesp durante a pandemia, juntamente com mensagem da vice-reitora, professora Maysa Furlan e do escritor Ignácio de Loyola Brandão.
Ressalta-se a habilidade das bibliotecas em trabalhar também o mundo digital podendo dar apoio aos alunos e docentes nesse momento de pandemia e de aulas remotas. Em destaque também a implantação de novos serviços com o projeto "Gerenciamento das listas de recursos das bibliografias de disciplinas" pelas equipes das bibliotecas da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), de Marília, e do câmpus de Rio Claro. Esse projeto utiliza a ferramenta Leganto que, integrado ao SISGRAD e a plataformas de aprendizagem, também pode ser disponibilizado via link ao Classroom (ferramenta Google) permitindo o gerenciamento das listas dos recursos informacionais ofertadas nas disciplinas.
Assim, as bibliotecas continuam atuantes no apoio ao ensino, pesquisa e extensão sempre em função da sua missão mediadora nos processos de construção do conhecimento.
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Em plena fase vermelha no Estado e sobrecarga de hospitais em todo país,
disse uma aluna:
Quer sair: Quero.
Pode sair: Posso.
Vamos sair: Nem pensar.
Sábias palavras.
O Brasil passou da triste marca de 250 mil mortes em decorrência da Covid-19. Nunca é demais lembrar as recomendações de saúde pública. Veja as orientações do epidemiologista Carlos Magno Fortaleza, da Unesp no vídeo: https://fb.watch/3LoerJ5iYk/
Diálogos Unesp RC entrevistou em 12/1/2021 o Prof. Osmar Malaspina sobre a importância da vacinação contra a Covid-19 disponível no canal dos Diálogos Unesp RC no Youtube.
#unesppelavida
Vídeo novo da campanha Unesp pelas vacinas.
Mensagem da Unesp na campanha pelas vacinas aqui.
A UNESP – Universidade Estadual Paulista é um patrimônio do povo de Rio Claro e de São Paulo. Sua presença, há mais de 60 anos no município, tem impacto altamente positivo em vários aspectos da vida da cidade. A Universidade Pública, ao promover Educação de Qualidade, Pesquisas Científicas Fundamentais e Extensão Universitária para a Comunidade (e dinamizar a economia local), é uma estrutura estadual séria e comprometida com as boas práticas, que visa, sobretudo, a construção da verdadeira cidadania de que tanto o país necessita.
Por isso a UNESP conta com seu apoio e o da comunidade de Rio Claro em suas iniciativas.
Na fase atual, todas as medidas para evitar a transmissão devem ser tomadas.
Ficar em casa se estiver doente
Usar máscaras em locais públicos ou quando estiver perto de pessoas que não moram com você, especialmente se as medidas de distanciamento social são difíceis de cumprir
Manter o distanciamento social de pelo menos 1,5 m
Antes de sair, informar-se sobre medidas de prevenção extra que estão sendo tomadas no local de destino
Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos quando chegar no destino e em casa
Higienizar produtos de compras, sapatos, roupas e quaisquer objetos ANTES de entrar em sua casa
Evitar aglomerações e locais com alta taxa de ocupação
Evitar locais com baixa ventilação ou ambientes fechados
Evitar contato prolongado (maior do que 15 minutos) com outras pessoas principalmente de fora do círculo usual de relacionamento
Evitar locais onde as pessoas falam em voz alta, gritam ou cantam
A campanha para apoio a vulneráveis com arrecadação de alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal, limpeza e agasalhos continua em andamento.
Os pontos onde os produtos podem ser doados são:
* Portaria da UNESP - Av 24-A, 1515
- Bairro Bela Vista.
* Pantoja Supermercados - Lojas 1 e 2
* Rotisserie DISK FRANGO Rio Claro - Av. 1, 503. Centro
Grupo Apoio Social
#UnespRCpelaVIDA
#UnespRCpelaVIDA
#Atenda136
#FiqueEmCasa
POR EMAIL
unesprcpelavida@gmail.com
POR FORMULÁRIO
Envie sugestões ou dúvidas preenchendo esse breve formulário
BOLETIM ANTI COVID-19, Rio Claro: Unesp, n. 92, março 2021. Disponível em: https://sites.google.com/unesp.br/boletim-anti-covid-19/ed_anteriores/bac-92-16032021. Acesso em [dia / mês (abreviado) / ano]
Diretor do Instituto de Biociências da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
Diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. Edson Denis Leonel
Presidente do CEAC-19:
Prof. Dr. José Roberto Gnecco
Editores:
Eduardo Kokubun
Eugenio Maria de França Ramos
Márcia Correa Bueno Degasperi
Lucas Massensini de Azevedo
Adilson Roberto Gonçalves
Colaboradores:
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
Roberto Goitein
Artes e diagramação:
Arianne Dechen Silva
Mateus Fernando Silva Sales
Lucas Massensini de Azevedo
Angela Ferraz
Vídeos (Lives e Mini-Lives)
Lucas Massensini de Azevedo
Adilson Roberto Gonçalves
Felipe Renger Ré
Lucas Henrique Silvestrin
Osmar Malaspina