Eduardo Kokubun
Unesp
Os novos casos de covid-19 voltaram aos níveis pré-ômicron. O número de novas internações e de óbitos alcançaram nível baixo, porém ainda não retornaram aos patamares antes da chegada da Ômicron. Como durante toda pandemia, o Sars-Cov-2 infecta pessoas de todas as idades, mas levam os mais idosos a desenvolverem as formas mais graves da doença.
O Estado de São Paulo completaram uma semana com a desobrigação do uso de máscaras em ambientes fechados, exceto no transporte público e serviços de saúde. Porém, mesmo com a desobrigação, o uso de máscaras não foi abandonado por parte da população.
Monitoramento realizado pelo Instituto Todos pela Saúde no Brasil, mostrou que em 19/03/2022, a subvariante BA.2 alcançava 27,2% ante 3,8% em 05/03/2022. Por enquanto, os efeitos desta subvariante mais infecciosa que aumentou casos na Alemanha, Reino Unido, França, Itália dentre outros países, não estão sendo sentidos no país. Na Dinamarca, essa subvariante tornou-se dominante, aumentou o número de novos casos, porém recuam há mais de cinco semanas.
A boa notícia é que embora a BA.2 seja mais transmissível do que a Ômicron original, ela não parece ser mais grave. Especialistas consideram que a BA.2 encontrou espaço para se disseminar onde a vacinação estagnou e/ou o uso máscaras e outras medidas de restrição foram liberadas muito rapidamente. Portanto, cautela nunca é demais.
Adilson Roberto Gonçalves
IPBEN Unesp Rio Claro
O Brasil está fechando a semana com a média diária de 270 mortes por Covid-19. É um número assustador, correspondente ao número de passageiros de um avião de grande porte por dia de vidas levadas. Mas já não causa tanto impacto na mídia em função de ser um número em declínio e estar atingindo principalmente pessoas que não têm o quadro vacinal completo. É um efeito anestésico em função de tudo o que passamos. A pandemia se retrai e parece que migramos para um estágio de estar vencendo essa guerra.
Na Ucrânia completa-se um mês de outra guerra, deflagrada por interesses locais e ainda de difícil entendimento e aceitação. Questões políticas, econômicas e históricas à parte, verifica-se que não são mais fornecidos dados confiáveis do número de novas infecções e mortes por Covid-19 daquele país. Sabemos que a primeira vítima em toda guerra é a verdade e a informação epidemiológica e sanitária já não está mais acessível. No entanto, podemos comparar com dados anteriores ao início do conflito.
Segundo o repositório de dados sobre Covid-19 do Center for Systems Science and Engineering (CSSE) da Johns Hopkins University (https://github.com/CSSEGISandData/COVID-19), a média semanal de mortes por Covid-19 na Ucrânia oscilava entre 250 e 300 nos dois primeiros meses do ano. Aquele país possuía uma população de pouco mais de 44 milhões de habitantes, cerca de 20% de nossa população. Por esse parâmetro, estávamos melhores que eles.
A guerra continua matando e os especialistas calculam que mil civis lá morreram. O número de militares é mais nebuloso porque sua divulgação implica quase sempre em informação confidencial. Números que somente serão confiáveis após o fim do conflito, mas o milhar de civis oficialmente mortos na guerra na Ucrânia em um mês representa o equivalente a três ou quatro dias de mortes por Covid-19. Isso nos dá as dimensões dessas tragédias.
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
No mês em que se comemora a mulher, a publicação de acesso aberto "Histórias para inspirar futuras cientistas", que trata da biografia de mulheres cientistas, é lançada para a valorização e o incentivo das mulheres na ciência.
"Este volume é uma ação do Programa Mulheres e Meninas na Ciência, da Fiocruz, que se alinha ao movimento mundial para garantir que pessoas de todos os gêneros possam se tornar cientistas. Foi realizado com recursos do projeto 120 anos da Fiocruz."
Para saber mais e baixar o livro, acesse o endereço aqui.
Eduardo Kokubun
Unesp
Uma, duas, três… dez… trinta … Interrompi a contagem quando atingi oitenta pessoas que passaram por mim num grande Shoping Center neste final de semana. Sessenta e cinco ou 81,25% usavam máscara como eu. Dentro dos estabelecimentos, a maioria esmagadora das pessoas que atendem o público, como vendedores, atendentes, caixa, garçom, pessoal de limpeza, também utilizavam mascara. É o primeiro final de semana após a desobrigação em ambiente fechado anunciada com felicidade como o “momento tão esperado” pelo Governador do Estado.
A grande quantidade de gente usando máscaras não condiz com a euforia expressa por muitos dos governantes do país. Afinal, se a independência da máscara era tão esperada, porque somente a minoria a teria deixado de lado? Parece que parte importante da população sente que a pandemia não está tão controlada como as autoridades querem fazer parecer. Eles preferem continuar usando a proteção e esperar para ver os efeitos sobre a pandemia. Assim procedendo, talvez as pessoas se sintam um pouco mais no controle da situação.
O argumento apresentado por governantes em todos os cantos do mundo para o relaxamento de medidas de proteção contra a transmissão da Covid-19 é a boa evolução dos dados epidemiológicos nesta onda ômicron. O número de novos casos que aumentou explosivamente em poucas semanas, vêm de reduzindo consistentemente. Hospitalizações e óbitos que foram mais amenas nesta onda também se reduziram, enquanto um grande número de pessoas, incluindo crianças, já foram imunizadas.
Contudo, para muitos especialistas, a liberação das medidas de proteção deveria ser feita mais gradualmente do que está sendo realizada pelos governantes no país. A julgar pela proporção de pessoas que ainda não abandonaram as máscaras, por enquanto, a voz dos especialistas tem falado mais alto.
Massanori Takaki
Unesp
Em março de 2014 entrevistamos o Prof. Dr. José Maria de Camargo Barros, professor aposentado do Departamento de Educação Física da UNESP de Rio Claro.
Formado pela Faculdade de Educação Física de Tatuí em 1973, realizou o seu mestrado, inicialmente na UFF, e posteriormente o mestrado e doutorado nos Estados Unidos.
Iniciou as suas atividades acadêmicas na UNESP de Rio Claro, em 1985 e foi responsável pela aprovação do currículo do Curso de Educação Física, inclusive com a inclusão do trabalho de conclusão de curso, o primeiro a exigir no Brasil, e pela criação do Departamento de Educação Física em Rio Claro, que ocorreu em agosto de 1985.
Foi Chefe do Departamento, Coordenador do curso de Graduação em Educação Física, Diretor Técnico Administrativo e participou de várias Câmaras Centrais na Reitoria da UNESP.
Aposentou-se em 2007 e participou ativamente na regulamentação da profissão de Profissional de Educação Física.
Cidades brasileiras (e no mundo) passam a exigir certificado de vacinação contra a Covid-19 para frequentar alguns lugares.
Alguns países que exigem vacinação para entrada aceitam esse certificado.
O certificado está disponível no site Conecte SUS (https://conectesus-paciente.saude.gov.br/menu/home) ou pelo aplicativo para celulares Android ou iOS.
Ou, se você for morador do Estado de São Paulo, pelo aplicativo do Poupa Tempo Digital.
Foto: unesp.br
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Para garantir a retomada das atividades presenciais de forma segura, ações estão sendo estabelecidas, como o encaminhamento dos comprovantes de vacinação dos funcionários técnico-administrativos e docentes e o preenchimento do inquérito de sintomas diário para os que irão cumprir as atividades de forma presencial dentro do Plano de Retomada das Atividades Presenciais da Unesp.
O acompanhamento dos indicadores selecionados pela Reitoria para direcionar o início e o avanço dessa nova fase, além da atenção a todas as medidas sanitárias amplamente divulgadas estão presentes também.
O preenchimento do inquérito de sintomas é parte importante de todo o processo. Colabore!!
Nesse sentido, podemos garantir o bem estar de todos.
Confira abaixo notícias
Morre Yocitero Hasui, ex-professor da Unesp de Rio Claro, aos 83 anos
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NOTA DE FALECIMENTO: YOCITERU HASUI
https://www.abc.org.br/2022/03/22/nota-de-falecimento-yociteru-hasui/
#rioclaro #unesprioclaro #unesprc #unesp #YociteroHasui #AcademiaBrasileiradeCiências #USP #IPT #SociedadeBrasileiradeGeologia #AcademiadeCiênciasdoEstadodeSãoPaulo
A maratona de Hildebrando
https://www.icmc.usp.br/noticias/5692-a-maratona-de-hildebrando
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Urbanização intensa já afeta evolução de organismos na Terra
https://www.ecycle.com.br/urbanizacao-intensa-ja-afeta-evolucao-de-organismos-na-terra/
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BRK destaca qualidade da água distribuída à população de Santa Gertrudes e reforça importância da prática do consumo sustentável
https://cidadeazulnoticias.com.br/brk-destaca-qualidade-da-agua-distribuida-a-populacao-de-santa-gertrudes-e-reforca-importancia-da-pratica-do-consumo-sustentavel/
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Contribuição de @clorofreela
fonte: CSSE, Johns Hopkins University (https://github.com/CSSEGISandData/COVID-19)
É como se toda a nossa cidade [Rio Claro] mais as cidades de Santa Gertrudes, de Cordeirópolis, de Ipeúna, de Corumbataí, de Iracemápolis, de Charqueada, de Analândia, de Águas de São Pedro, de Itirapina, de São Pedro, de Brotas, de Torrinha, de Santa Maria da Serra, de Dourado, de Ribeirão Bonito, de Conchal, de Engenheiro Coelho, de Trabiju, de Boa Esperança do Sul, de Ribeirão Bonito, de Artur Nogueira, de Conchal e de Cosmópolis desaparecessem do mapa.
Prof. José Alexandre de Jesus Perinotto
(atualizado pela Comissão Editorial em 25/03/2022)
Não apenas cidades desapareceram: avós, pais, irmãos, filhos e amigos que se foram.
Prof. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
No sábado, dia 07 de outubro de 2021,
superamos a marca de 600.000 brasileiros
que perderam a vida em casos reconhecidos da COVID-19
desde o início do ano de 2020.
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
UNESP
❤️ Contagie-se com a solidariedade e nos ajude a ajudar ao próximo ❤️
A campanha ADOTE UMA CESTA tem como objetivo apoiar ações de compra de cestas básicas a serem destinadas a família carentes (ou que estão com alguma dificuldade em decorrência a pandemia do Covid-19), ajudando os mais necessitados.
#unespRCpelaVida
Comissão Executiva Anti COVID-19
da UNESP Campus de Rio Claro.
Tomar todas as doses de vacina
Ficar em casa se estiver doente
Usar máscaras em locais públicos ou quando estiver perto de pessoas que não moram com você, especialmente se as medidas de distanciamento social são difíceis de cumprir
Manter o distanciamento social de pelo menos 1,5 m
Antes de sair, informar-se sobre medidas de prevenção extra que estão sendo tomadas no local de destino
Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos quando chegar no destino e em casa
Evitar aglomerações e locais com alta taxa de ocupação
Evitar locais com baixa ventilação ou ambientes fechados
Evitar contato prolongado (maior do que 15 minutos) com outras pessoas principalmente de fora do círculo usual de relacionamento
Evitar locais onde as pessoas falam em voz alta, gritam ou cantam
Ajudar os mais necessitados
Veja as orientações do epidemiologista Carlos Magno Fortaleza, da Unesp no vídeo: https://fb.watch/3LoerJ5iYk/
Funcionalidade permite visualizar a progressão de casos e de novas internações por faixa etária. No gráfico inferior, as linhas representam variação re relação à semana anterior. Valores maiores que 1 significam crescimento.
Veja dados completos da evolução da pandemia em Rio Claro no Painel Covid-19
UNESP em Rio Claro
Unesp forma profissionais de alto nível, desenvolve pesquisas científicas essenciais, interage com a comunidade por meio de suas atividades de extensão e, ainda, injeta R$ 125 milhões ao ano na economia de Rio Claro
A UNESP – Universidade Estadual Paulista é um patrimônio do povo de Rio Claro e de São Paulo. Sua presença, há mais de 60 anos no município, tem impacto altamente positivo em vários aspectos da vida da cidade. A Universidade Pública, ao promover Educação de Qualidade, Pesquisas Científicas Fundamentais e Extensão Universitária para a Comunidade (e dinamizar a economia local), é uma estrutura estadual séria e comprometida com as boas práticas, que visa, sobretudo, a construção da verdadeira cidadania de que tanto o país necessita.
Por isso a UNESP conta com seu apoio e o da comunidade de Rio Claro em suas iniciativas.
#UnespRCpelaVIDA
#UseMascara
#EviteAglomeracoes
BOLETIM ANTI COVID-19, Rio Claro: Unesp, n. 161, março 2022. Disponível em: https://sites.google.com/unesp.br/boletim-anti-covid-19/ed_anteriores/bac-161-25032022. Acesso em [dia / mês (abreviado) / ano]
Diretor do Instituto de Biociências da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
Diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. Edson Denis Leonel
Presidente do CEAC-19:
Prof. Dr. José Roberto Gnecco
Editores:
Adilson Roberto Gonçalves
Eduardo Kokubun
Eugenio Maria de França Ramos
Márcia Correa Bueno Degasperi
Lucas Massensini de Azevedo
Massanori Takaki
Colaboradores:
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
Massanori Takaki
Suzi Berbet
Arianne Dechen Silva
Mateus Fernando Silva Sales
Angela Ferraz
Vídeos (Lives e Mini-Lives)
Adilson Roberto Gonçalves
Osmar Malaspina
Samuel Cardoso Ferreira
Renato Hoffmann