No final da tarde de ontem, dia 22 de junho de 2020, o Prefeito Municipal de Rio Claro, ante as evidências inequívocas de que a capacidade do sistema de saúde do município caminha para o colapso, tomou a medida necessária, e conforme suas próprias palavras, "corajosa", de retroceder espontaneamente para a fase 1 vermelha do Plano São Paulo de retomada da economia. Com o intuito de frear o aumento vertiginoso de casos de COVID-19 que vem batendo recordes de crescimento, decidiu fechar por 10 dias as atividades econômicas consideradas não essenciais.
Conforme apontou o monitoramento realizado pela UNESP, a partir de 7 de maio, o índice de isolamento começou a despencar de cerca de 53% para 45% em pouco mais de duas semanas, estabilizando-se neste patamar perigoso desde então. Cada infectado passou a transmitir a doença para dois novos rioclarences, fazendo o número de casos diários saltar de cerca de 3 a 4 casos por semana, para valores superiores a 30, um aumento de quase 900% ou mais. Poder-se-ia argumentar que isso se deve ao aumento no número de testes aplicados pelo município. Contudo, conforme foi esclarecido em entrevista coletiva, o número de pessoas internadas também aumentou: no dia 23/05/2020 eram apenas 13 internados, e ontem, dia 22/06/2020, amargamos 78 hospitalizados. Os leitos de UTIs, não obstante os esforços para suprir a demanda, atingiram lotação máxima hoje.
Decerto trata-se de decisão difícil para os gestores públicos e também para toda população de Rio Claro. Porém, é necessário interromper a trajetória nefasta de disseminação do novo coronavírus pelo nosso município.
Como temos insistido neste boletim, é necessário que cada um de nós, gestores públicos, instituições, organizações da sociedade civil e população, tomemos a consciência da gravidade do momento. Não é caso de buscar culpados, mas sim de cada segmento da sociedade fazer a sua parte, para que conjuntamente possamos superar com maior brevidade possível esse triste momento. Nunca é demais lembrar, a letalidade aumenta com a saturação de leitos.
Dr. Adilson Roberto Gonçalves
UNESP Rio Claro
O aumento do número de pessoas contaminadas com o coronavírus e de falecimentos devidos à Covid-19 já é assustador. Mas, muito mais preocupante é a evolução constante da taxa de contaminação entre as pessoas (ou número de reprodução). Quando ele é 1 significa que cada pessoa contamina uma outra e o controle da pandemia pode ser enfrentado com algum sucesso; quando é menor que 0,5 significa que já está bem controlada, mas quando é maior que 2, indo em direção a 3, significa um total descontrole. É como se nada tivesse sido feito para controlar o contágio, a contaminação entre as pessoas. Se compararmos com o gráfico do isolamento social vemos que há uma correspondência, sendo que os efeitos do menor isolamento (ou seja, mais gente nas ruas) será visto entre 10 e 15 dias depois, tempo necessário para o vírus causar os sintomas.
Não há tratamento efetivo contra o vírus e a vacina ainda demora. Nesse jogo contra o coronavírus é como se nosso ataque não funcionasse ainda e o time precisa se segurar com o meio de campo (proteção individual com lavagem das mãos com água e sabão e uso de máscaras faciais cobrindo nariz boca e queixo). Mas estamos dispensando a defesa que é o isolamento social para jogar toda a responsabilidade de não tomar o gol pra cima do goleiro (a internação hospitalar e uso de UTI). Assim fica difícil.
Cultura e Diversos
A Pró-Reitoria de Extensão Universitária e Cultura da Unesp realizará o III Encontro de Cultura da Unesp em formato virtual nos dias 24, 25 e 26 de junho sob o tema Cultura e Arte em tempos de pandemias e crises com a participação dos Comitês de Ação Cultural das Unidades e interessados sob três eixos:
Cultura e universidade em tempos de pandemia
Arte e saúde mental em tempos de pandemia
Produção cultural por meio das plataformas digitais
Também será atualizado o documento de política de cultura da Universidade.
Prof. Paulo Celso Moura, doutor em música e assessor da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unesp, faz um panorama do evento no Podcast Unesp
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no email: cultura@unesp.br
por: Marcelo Knobel, Marco Antonio Zago, Sandro Roberto Valentini e Vahan Agopyan*
Reafirmar que o Brasil vive uma tripla crise – sanitária, econômica e política – pode ser um truísmo, mas permite analisar a situação da educação superior e da pesquisa científica no Estado de São Paulo a partir de uma perspectiva mais ampla, a nacional. O contraste entre o cenário do País e o estadual é incontestável.
No âmbito federal, as repetidas tentativas de interferência na vida das universidades ultrapassam os limites da autonomia garantida no artigo 207 da Constituição. As lamentáveis decisões sobre financiamento da pesquisa, como redução ingente de recursos, cortes de bolsas e sua limitação a algumas áreas ditas prioritárias, afetam também as universidades estaduais, tornando todo o quadro nacional incongruente com a expectativa de inserção global do Brasil na sociedade do conhecimento.
Essas investidas contra a educação superior e a pesquisa coincidem com um momento em que o mundo recorre fortemente à ciência para enfrentar a maior emergência de saúde recente, com suas consequências sociais e econômicas. Muitas sondagens de opinião pública no Brasil e em outros países atestam o crescimento do prestígio público da ciência.
A comunidade científica paulista tem respondido de maneira intensa e rápida aos dramáticos desafios impostos à sociedade pela pandemia. Uma força-tarefa de centenas de pesquisadores das universidades estaduais paulistas investiga todos os aspectos da doença, busca tratamentos eficazes e desenvolve tecnologias – incluindo testes e vacinas – para combatê-la.
Responsáveis por mais de 40% dos protocolos de pesquisas relacionados à covid-19 no País, pesquisadores paulistas já descobriram, por exemplo, o mecanismo que faz altos níveis de glicose potencializarem a ação do vírus em diabéticos e o papel da coagulação na evolução da doença. E têm testado – em muitos casos, com sucesso – protocolos clínicos de tratamento, como o uso de plasma de doador convalescente em doentes.
Em parceria com a Universidade de Oxford, pesquisadores paulistas sequenciaram o genoma do vírus do primeiro paciente brasileiro infectado e concluíram o sequenciamento de 500 isolados virais de pacientes de 21 Estados, identificando as três linhagens prevalentes no Brasil. O mais recente capítulo é a capacitação para produção e distribuição de vacina, a abordagem definitiva para suplantar a epidemia.
Às pesquisas clínicas em virologia e epidemiologia somam-se esforços de pesquisadores das ciências exatas e humanas que desenvolvem modelos matemáticos para orientar políticas de controle epidemiológico e monitorar o impacto social e econômico da doença. Soma-se, ainda, o importante papel dos hospitais universitários no atendimento direto à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dezenas de startups gestadas nas universidades, nos institutos e hospitais, muitas com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), buscam escalar tecnologias de atendimento a pacientes, como ventiladores pulmonares, testes sorológicos e tomógrafos por impedância elétrica, entre outras, algumas já no mercado.
A competência da comunidade paulista para oferecer resposta rápida a uma demanda urgente da sociedade está diretamente relacionada às condições para a formação de recursos humanos qualificados, à disponibilidade de infraestrutura laboratorial de ponta, à capacidade de articular colaborações internacionais e, sobretudo, à existência de um ambiente estável de financiamento. O principal pilar de sustentação desse sistema é o compromisso do Estado de respeitar a autonomia das universidades estaduais paulistas, USP, Unicamp e Unesp, e da Fapesp. Há 31 anos, o Decreto n.º 29.598, publicado no contexto da redemocratização do País, garante estabilidade financeira às universidades públicas paulistas e respeito à sua autogestão didática e administrativa. A Constituição paulista garante à Fapesp autonomia financeira e administrativa.
Dessa forma, a autonomia confere às universidades estabilidade e capacidade de planejamento, ingredientes essenciais para cumprirem a missão de formar recursos humanos qualificados e avançar o conhecimento. À Fapesp, garante o cumprimento da missão de apoiar o desenvolvimento científico e tecnológico, por meio do financiamento de projetos realizados em universidades e institutos de pesquisa, suporte a iniciativas inovadoras de empresas e bolsas de estudo para formação de recursos humanos.
Apesar desse sucesso, subsistem movimentos sociais de repúdio à ciência e ataques às universidades, os quais, embora minoritários, têm tido repercussão em camadas da população que acreditam que a pandemia será vencida com pretensas curas miraculosas, sem evidência científica que comprove sua eficácia.
É preciso que o reconhecimento da sociedade quanto ao êxito da ciência se transforme em mobilização em sua defesa, para que o respeito à autonomia de fato se estenda a todas as universidades, todos institutos e agências de pesquisa do Brasil.
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Respectivamente, reitor da Unicamp, presidente da Fapesp, reitor da Unesp e reitor da USP; este artigo foi originalmente publicado na edição de 17 de junho de 2020 do jornal O Estado de S.Paulo e pode ser lido no seguinte link: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,ciencia-e-universidades-livres-promovem-o-progresso,70003335649
O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta atividades digitais durante toda a semana para esse período de portas fechadas.
Garantindo arte em nosso novo cotidiano:
Terças-feiras: no Instagram, uma obra do acervo é indicada para adultos e crianças se inspirarem a desenhar. O seu desenho poderá ser publicado com #maspdesenhosemcasa. Na próxima segunda-feira, o Museu publica alguns desenhos selecionados em seu Instagram e os autores receberão um vale Amigo MASP grátis.
Quartas-ferias: às 16h, também no Instagram, acontece um encontro virtual do projeto Diálogos no acervo onde os seguidores são apresentados a obras da coleção do museu por meio de elementos que compõem cada trabalho, como biografia do artista, técnica e contexto histórico. Esse projeto foi adaptado para a forma digital.
Quintas-ferias: acontece a live semanal no Instagram com conversas entre curadores do museu e convidados e os #TBTs que resgatam momentos históricos.
Novos projetos:
masp [curadoria] em casa leva comentários de curadoras e curadores sobre uma imagem relacionada ao museu a partir de uma perspectiva pessoal.
masp [colaboradores] em casa, que leva aos perfis das mídias sociais as memórias dos colaboradores através do olhar particular daqueles que constroem os bastidores.do museu.
O MASP Áudios reúne cerca de 170 comentários feitos por curadores artistas, professores, pesquisadores e crianças sobre as obras mais icônicas do acervo. Através de aplicativo disponível para download na App Store e no Google Play.
O canal do YouTube traz os vídeos de seminários e palestras, entrevistas com os artistas e outros detalhes sobre algumas exposições.
No Google Arts & Culture ainda é possível fazer um tour virtual e explorar a exposição permanente do MASP, o Acervo em Transformação.
Vale a pena conferir.
Solicitados a indicar a intensidade em que buscam informações em diferentes fontes, com uma escala de 0 (nada) a 5 (muito), estudantes, servidores e docentes da UNESP de Rio Claro que responderam às enquetes indicam as perspectivas sintetizadas no quadro a seguir
Os dados desvelam aspectos interessantes
A Internet tem sido a fonte de maior expectativa de informação, com ênfase para os sites jornalísticos.
Meios tradicionais como jornais e rádios não são considerados fontes de informação significativa, embora televisão ainda seja considerada de maneira intensa.
O perfil de docentes e servidores é bastante semelhante, em termos de procura de informações.
Estudantes se assemelham com docentes e servidores quanto a sites jornalísticos e televisão, mas para eles FaceBook/Twiter/Instagram também são fonte importante (algo não observado com docentes e servidores).
Conversas com amigos/conhecidos, embora não considerados intensamente, aparecem de maneira semelhante para docentes, servidores e estudantes, com intensidade maior que radio e jornal impresso, mas menor que sites jornalísticos e televisão.
Os dados mais detalhados estão a seguir
Maurício Humberto Vancine
UNESP Rio Claro
A pandemia de COVID-19 tem deixado claro que estamos de fato adentrando um novo paradigma científico: o da ciência de dados. A quantidade de sites que buscam compilar dados, criar modelos e cenários, e os apresentar na forma de sites interativos com tabelas, gráficos e mapas se multiplicou rapidamente. Neste texto, fizemos uma compilação dos sites mais importantes para acompanhar o andamento da pandemia no mundo, para o Brasil e no estado de São Paulo.
É fundamental ressaltar a importância da transparência da compilação e apresentação dos dados para a correta tomada de decisão dos órgãos governamentais num momento tão complexo e novo como esse, o que foi de fato bem executado na equipe do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Infelizmente passamos por momentos críticos quanto à disponibilidade desses dados no início do mês de junho, quando por um breve momento, os mesmos deixaram de ser apresentados.
Além disso, ao consultar esses dados é preciso ter em mente que a escala de disponibilização e compilação são muito diferentes, refletindo a acurácia (o quão se aproximam da realidade) dos dados. Uma base mundial não terá a mesma qualidade e precisão dos dados de uma base nacional, que por sua vez, não terá a mesma acurácia de uma base estadual, ou que uma base municipal, sendo essa muito mais refinada. Dessa forma, inconsistências e atraso nas informações são esperadas. Dito isso, se as bases de dados não apontarem os mesmos números, esse fato é esperado e normal. Entretanto, isso gera vários problemas que os epidemiologistas (pesquisadores que estudam epidemias) têm lidar ao ajustar modelos para fazer previsões nas diversas escalas.
No mundo, diversas iniciativas têm colaborado para a compilação dos dados, mas o mais expressivo é de fato o site da Johns Hopkins University (JHU), que é atualizado em tempo real. Além desse, há também o site da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrando a curva de contágio de cada país ou território, além de outros com a disponibilidade dos dados e outras informações específicas. Esses sites são compilados abaixo.
Sites com dados mundiais.
Johns Hopkins University (JHU): https://coronavirus.jhu.edu/map.html
Organização Mundial da Saúde (OMS): https://covid19.who.int/
Our World in Data: https://ourworldindata.org/grapher/covid-confirmed-cases-since-100th-case
Novel Coronavirus (COVID-19) Infection Map: https://hgis.uw.edu/virus/
Healthmap: https://www.healthmap.org/covid-19/
NextStrain: https://nextstrain.org/ncov
worldometers: https://www.worldometers.info/coronavirus/
European Centre for Disease Prevention and Control: https://www.ecdc.europa.eu/en/publications-data/download-todays-data-geographic-distribution-covid-19-cases-worldwide
Além das iniciativas mundiais, diversos pesquisadores brasileiros têm se esforçado para compilar os escassos dados de diversas fontes como os dados do Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Dentre essas bases de dados, os dados oficiais têm sido divulgados pelo próprio Ministério da Saúde, através do Painel Coronavírus, além de uma painel interativo e um aplicativo para smartphones. Entretanto, outras bases têm feito o mesmo papel, como Brasil.io e o Número de casos confirmados de COVID-19 no Brasil. Mas além da compilação dos dados, muitos sites têm criados modelos para fazer extrapolações desses dados espaço-temporalmente, como o Observatório Covid-19 BR, GEOCOVID-19 e o COVID-19 BRASIL. Há ainda o Monitor da COVID-19 no Brasil, que monitora publicações oficiais relacionadas a COVID-19 no Brasil. Esses sites e muitos outros são compilados abaixo.
Sites com dados para o Brasil.
Painel Coronavírus: https://covid.saude.gov.br/
COVID no Brasil: https://susanalitico.saude.gov.br/#/dashboard/
Brasil.io: https://brasil.io/dataset/covid19
Número de casos confirmados de COVID-19 no Brasil: https://covid19br.wcota.me/
Observatório Covid-19 BR: https://covid19br.github.io/
GEOCOVID-19: https://covid.mapbiomas.org/
COVID-19 BRASIL: https://ciis.fmrp.usp.br/covid19/
Farol Covid: https://farolcovid.coronacidades.org/
Modelagem do avanço da COVID-19 no interior do Brasil: https://covidbr.github.io/pub/1
Núcleo de Operações e inteligência em Saúde - NOIS: https://sites.google.com/view/nois-pucrio/home
Monitor da COVID-19 no Brasil: https://covid19br.pub/
Numa escala mais refinada, algumas iniciativas têm sido feitas regionalmente para o Estado de São Paulo. Essas iniciativas são principalmente a da Secretaria de Saúde do Estado, o Centro de Contingência do Estado, que pode ser acessado neste link: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus. Esse site reúne diversas informações como: boletins, infográficos, índice de isolamento, decretos relacionados à quarentena, planos de abertura e notícias. Reúne também informações de sintomas e medidas para diminuir o contágio, com diversos materiais de apoio, além de canais de comunicação. Por fim, há também o SP-Covid-19 Info Tracker, disponível no link: SP-Covid-19 Info Tracker, que analisa dados e faz o monitoramento em tempo real dos municípios do Estado de São Paulo.
A UNESP de Rio Claro também criou e faz a atualização diária de um painel para o município de Rio Claro, com dados da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro e Governo do Estado de São Paulo, que pode ser acessado neste link: Covid-19: Evolução em Rio Claro/SP. Nesse painel, composto por quatro páginas (Painel diário, Evolução diária, Indicadores e Indicadores do Plano São Paulo), são descritos a variação, número de casos e total de casos acumulados, além da taxa de isolamento médio nos última 7 dias, estimativa do Rt (taxa com que uma pessoa infectada pode transmitir a doença para outras pessoas) e uma estimativa dos dias que para duplicação do número de casos. Também são mostrados a quantidade de testes realizados, a relação de isolamento e novos casos, casos por idade, situação das pessoas infectadas e da quantidade de pessoas recuperadas. Por fim, o painel também tenta mostrar os Indicadores do Plano São Paulo para reabertura do município.
Painel com dados detalhados da evolução da Covid-19 em Rio Claro. Com base em informações fornecidas pelas Secretarias de Saúde do Município de Rio Claro e do Estado de São Paulo, são apresentados gráficos de tendências e evolução da pandemia, desde a confirmação do primeiro caso.
Três páginas com indicadores relevantes para entender e tomar decisões para enfrentar a pandemia, são atualizadas diariamente. Gráficos mostram como o isolamento em Rio Claro vem diminuindo, principalmente após o dia das mães em maio e, como depois disso, houve aumento acentuado no número de novos casos.
O acesso está no banner do BAC, na forma de um ícone "Situação da covid-19 Rio Claro" .
BOLETIM ANTI COVID-19, Rio Claro: Unesp, n. 23, junho 2020. Disponível em: https://sites.google.com/unesp.br/boletim-anti-covid-19/ed_anteriores/bac-24-23062020. Acesso em [dia / mês (abreviado) / ano]