A página oficial do governo do Estado de São Paulo lançou o vacinômetro para o acompanhamento dos números de vacinados.
https://www.saopaulo.sp.gov.br/
Mais sobre a vacina: #VacinaJá
Notícia do lançamento do vacinômetro aqui.
Além do vacinômetro, há uma playlist no Youtube com vídeos curtos para tirar dúvidas sobre a vacina com a Dra. Rosana Richtman (Currículo Lattes).
Eduardo Kokubun
UNESP
Ninguém ganha com o aumento nas restrições de funcionamento de estabelecimentos de comércio e serviços. Os estabelecimentos perdem porque deixam de faturar com as vendas ou serviços que não realizam. Sem fechar suas contas, vêm-se obrigados a cortar custos, deixando de pagar outros, como o aluguel ao proprietário do imóvel, diminuir compras de fornecedores, reduzir ou até mesmo dispensar funcionários.
Perdem os consumidores porque deixam de ter acesso aos produtos e serviços que fazem parte de sua rotina diária. Mas as perdas não são apenas essas mais imediatas. Economia e empregos com freios de mão puxados tem consequências de longo prazo. Estudantes deixando de frequentar escolas terão atraso na formação. Para os alunos mais novos, na educação infantil, a falta de contato com outros pode provocar impacto na socialização. Enfim, deixa de ter uma vida normal, é um prejuízo e tanto para todo mundo.
Esquecer da proteção tem suas consequências trágicas. Com menos de um ano de pandemia em Rio Claro, já perdemos mais de 180 vidas. É muita gente: o dobro de mortes em 2019 por infarto do miocárdio em Rio Claro. Até 21/12/2020, dos 5.478 casos confirmados, 25% precisaram de hospitalizações ou atendimento em UTI. Dos 353 casos graves, 42% foram a óbito, quase metade. Sem restrições, o desastre do ano passado teria que ser multiplicar por 20 ou 25 em Rio Claro: 20 vezes mais casos, 20 vezes mais internações, 20 vezes mais óbitos. Isso teria acontecido se a ciência não tivesse descoberto o SarsCov2. Sem saber o que provoca o mal, ninguém saberia como se previnir. Profissionais de saúde teriam 20 vezes mais trabalho sem saberem como debelar a doença. Tal como uma espécie em extinção, tudo que a humanidade poderia fazer seria chorar sobre os mortos.
Estamos num jogo contra a pandemia com apenas duas opções? Fechar tudo com um lockdown até a doença ir embora quebrando tudo ou abrir tudo e deixar os mais sortudos sobreviverem? Nós, seres humanos, fomos dotados da faculdade mental de pensar, raciocinar e tomar atitudes conscientes e deliberadas. Fazer escolhas com sabedoria para evitar o confronto inaceitável entre saúde e economia.
A covid-19 se espalha porque alguém infectado transmite o vírus para outro suscetível. Isso pode ser evitado ficando longe um do outro, usar máscaras para não espalhar e não respirar o vírus no ar, matar o vírus nas mãos. Se todos nós fizéssemos isso, não haveria transmissão. Não havendo transmissão, não haveria doente. Não havendo doente, ninguém precisaria disputar leito ou oxigênio para sobreviver. Mas quando alguns não fazem, o vírus encontra uma brecha para fazer o seu serviço de crescer e multiplicar.
Quando a pandemia se descontrola, é porque as fatias de queijo suíço que servem de proteção falharam, conforme o BAC explicou em 24/11/2020. O jeito é fechar tudo que não é essencial. Mesmo que o comércio, serviço, escola tomem todos os cuidados, se você não se proteger, são eles que pagarão o pato.
Adilson Roberto Gonçalves
Unesp
Cumprindo nossa proposta de esclarecer a população sobre a importância da vacina, entrevistamos em 13/1 o professor Osmar Malaspina, do Departamento de Biologia Geral e Aplicada, Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro. Como servidores da Unesp, professores e pesquisadores, temos a obrigação de divulgar conhecimentos seguros e refutar as informações falsas.
A entrevista foi uma aula sobre a história e os fundamentos das vacinas, com destaque para as técnicas modernas em que se baseiam os imunizantes desenvolvidos para a prevenção ao novo coronavírus.
Ele destacou a importância da vacina e da vacinação, primordiais para a preservação e salvação de vidas. No combate aos negacionistas da ciência, precisa ficar claro que três instrumentos da saúde são resultados de pesquisas científicas: anestesia, antibióticos e vacinas. Desses, a vacina é o mais antigo, descoberta há mais de 200 anos, atestando sua segurança ao longo do tempo, sendo responsável por nossa sobrevivência e aumento da expectativa de vida.
Na apresentação, o professor Malaspina disse que 160 laboratórios no mundo estão trabalhando no desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus, sendo cerca de 20 no Brasil. Infelizmente, a previsão é que as vacinas aqui desenvolvidas somente estejam disponíveis em 2022. Ele ressaltou o recorde no tempo de desenvolvimento das vacinas, menos de um ano. Até então o tempo mínimo era de 4 anos para a caxumba, apresentada em 1967, mais de meio século atrás. A ciência continuou a estudar e desenvolver vacinas. A tecnologia se aprimora. Os movimentos anti-vacinas também são frequentes em nossa história, como o que está acontecendo agora.
Foram apresentados os 4 tipos principais de vacina desenvolvidos contra o coronavírus: a) com vírus atenuado (Coronavac e todas as contra a gripe são desse tipo); b) de RNA (Pfizer e Moderna), com mais de 90% de eficácia, porém mais cara; c) vetorial com vírus modificado geneticamente; e d) as que usam e se baseiam em proteínas. Em todas elas haverá a entrada de um corpo estranho em nosso organismo que produzirá anticorpos para a defesa.
Igualmente, as diferentes fases até se chegar à imunização em massa foram apresentadas e detalhadas. Malaspina ressaltou que os voluntários nesses testes não podem ser remunerados. Foram 100 mil voluntários testados, com relatos de efeitos colaterais muito pequenos, comuns em qualquer vacina, sem registro de mortes.
Quanto às dúvidas sobre número de doses, o professor Malaspina esclarece que uma dose já confere alguma imunização, mas o melhor são duas, respeitando o que foi evidenciado nos estudos. Porém, não há informação sobre o tempo que dura a imunização, pois precisamos esperar alguns meses para saber. Algumas vacinas, como a da febre amarela, são tomadas uma vez na vida. A da gripe, não. A notícia da eficácia global da Coronavac de 50,3% acabara de ser noticiada e o professor Malaspina ressaltou que é um resultado muito bom, lembrando que as vacinas contra a gripe têm eficácia de no máximo 60%. Não cabem, portanto, as falas infundadas dos detratores da vacina.
Respondendo a perguntas enviadas, Malaspina disse que não há limitações para tomar vacina quem está em tratamento oncológico e os que têm doenças autoimune, em relação à vacina feita à base de vírus inativado - como é o caso da Coronavac -, a menos que seja muito próximo à administração de imunodepressores. Nesse caso, a pessoa deve consultar seu médico para saber quando pode tomar a vacina. Situação idêntica para grávidas e crianças, apesar de não ter havido estudos específicos para esses grupos. O professor Malaspina alertou que, na dúvida, sempre deve-se procurar o pediatra ou o médico que esteja acompanhando a gravidez para esclarecer eventuais limitações. Esses grupos não são prioritários nesse momento inicial da vacinação, dando-se preferência aos idosos e aos profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia.
Nessa etapa inicial, as duas doses da vacina devem ser tomadas do mesmo fabricante por não haver estudos sobre algum impedimento que possa haver em tomar de fabricantes diferentes.
Por fim, Malaspina destacou que a vacinação é um dever coletivo e poderá ser compulsória em algumas situações, como a de viajar para outros países. Lembrou a possibilidade de empresas exigirem de seus funcionários que se vacinem para permanecer no emprego, evitando o risco maior ao grupo que trabalha junto. Segundo ele, as crianças somente poderiam ir à escola depois de vacinadas.
Cabe mais uma vez ressaltar que, mesmo com o início da vacinação, as medidas para conter a propagação do vírus são o distanciamento social, o uso correto da máscara e a constante higienização de mãos e dos objetos com que se tenha contato.
A entrevista completa pode ser vista no canal Youtube do Diálogos Unesp Rio Claro.
Prof. Dr. Flávio Soares Alves e
Profa. Dra. Daniela Bento-Soares
Unesp
No próximo dia 06 de Fevereiro de 2021, às 10 horas da manhã, no canal do IEP3 UNESP (https://www.youtube.com/user/NEaDUnesp) acontecerá a estreia do Festival Unesp Arte Expressão “Catia Mary Volp”. Esse evento é uma realização do Departamento de Educação Física da Unesp de Rio Claro e acontece anualmente deste 1986. O objetivo central desse evento é criar um espaço de apresentações artísticas produzidas pelos próprios alunos em disciplinas e Projetos de Extensão e outras atividades da Unesp de Rio Claro, além de abrir espaços também para a promoção de integração entre universidade e comunidade através da linguagem da ginástica, da dança e de outras diferentes expressões da arte.
Devido à pandemia, esse ano, a edição do Festival ocorrerá virtualmente, pela internet. Ao todo, são mais de 250 pessoas relacionadas no planejamento, montagem e execução desse festival, entre alunos, professores e grupos externos convidados, dentre os quais destacamos: Grupo Anima (Grupo Ginástico da Unicamp), Grupo de Ginástica Rítmica da Sociedade Hípica de Campinas, Grupo “Divas dos Anos 60” (Grupo de Ginástica para Todos do Sesc de Bauru), PROESA – Programa de Esportes Adaptados da Prefeitura Municipal de Limeira.
A exemplo das últimas edições, a organização deste festival ficou a cargo das disciplinas de Atividades Rítmicas, Expressivas e Dança e Ginástica II do Departamento de Educação Física da Unesp de Rio Claro. Como são mais de 30 anos de história, esse festival passou por inúmeras transformações, acompanhando a evolução das diretrizes extensionistas assumidas pela universidade, como também as necessidades dos alunos envolvidos. Em 2011 foi acrescido ao título do festival o nome da saudosa profa. Catia Mary Volp, que integrou o quadro de docentes do Departamento de Educação Física da Unesp de 1987 a 2010, e que muito contribuiu para a criação e evolução deste evento ao longo de sua história.
Teaser do evento no Instagram: clique aqui
Teaser do evento no Facebook: clique aqui
"O menino que sobe as escadas para alcançar um livro simboliza o esforço pelo conhecimento — e os degraus vencidos a caminho dos sonhos, dos objetivos de vida. Inauguro aqui em Sorocaba este mural com o qual quero passar a mensagem da importância da leitura. Fico feliz que minha arte esteja se espalhando pelo interior paulista e aproveito para agradecer os mais de 4 mil comentários com dicas de obras literárias que recebi. Neste, que acabou se tornando um trabalho colaborativo, destaquei 150 dessas sugestões. A literatura nos ajuda a chegar a lugares mais altos. Qual o próximo livro que você vai ler?"
https://www.instagram.com/p/CKbwfl_s_-O/
https://www.instagram.com/p/CKW6g5DFaJN/
Qual a sua sugestão de leitura?
Eduardo Kobra é ativista da Paz.
Página: https://eduardokobra.com/
Instagram:
https://www.instagram.com/kobrastreetart/?hl=pt-br
Mais sobre o mural e o artista aqui.
Cinema em Casa
Roberto Goitein
UNESP
"Como estrelas na Terra" (Netflix) é um filme indiano, falado mais em inglês que em hindi, mas não dublado (indianos falam frequentemente em inglês).
Interessante, porque se trata de um menino com dislexia, que, dessa forma é visto até pelos pais como relapso.
Tanto a não percepção dos pais, como da própria escola é o fato visto.
Mostra também o despreparo de escolas em enxergarem o fato.
É bem interessante, principalmente para uma comunidade universitária e, portanto, voltada à educação. Acho particularmente interessante para nós, que nos ocupamos com fatos da Educação.
Embora seja uma distração ver filmes, podemos também ter uma reflexão envolvendo a questão educacional.
O trailer pode ser visto em https://youtu.be/F-PAI2HnQUo
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Na campanha lançada pela Fapesp, batizada com o nome de #VacinaSim, veiculada em vídeos nas redes sociais, pesquisadores e formadores de opinião enfatizam a importância da vacinação para erradicar a epidemia de COVID-19 e conclamam todos a confiar na ciência e nas vacinas.
#Coronavírus #Vacina #FAPESP
Mais sobre a campanha aqui.
Youtube: playlist completa aqui.
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Twitter aqui.
Instagram aqui.
Diálogos Unesp RC entrevistou em 12/1/2021 o Prof. Osmar Malaspina sobre a importância da vacinação contra a Covid-19. O vídeo está disponível no canal dos Diálogos no Youtube.
Na quinta-feira, dia 7 de janeiro de 2021, superamos a marca de 200.000 brasileiros que perderam a vida em casos da COVID-19 desde o início do ano de 2020, segundo estatísticas oficiais.
Prof. José Alexandre de Jesus Perinotto
A UNESP – Universidade Estadual Paulista é um patrimônio do povo de Rio Claro e de São Paulo. Sua presença, há mais de 60 anos no município, tem impacto altamente positivo em vários aspectos da vida da cidade. A Universidade Pública, ao promover Educação de Qualidade, Pesquisas Científicas Fundamentais e Extensão Universitária para a Comunidade (e dinamizar a economia local), é uma estrutura estadual séria e comprometida com as boas práticas, que visa, sobretudo, a construção da verdadeira cidadania de que tanto o país necessita.
Por isso a UNESP conta com seu apoio e o da comunidade de Rio Claro em suas iniciativas.
Na fase atual, todas as medidas para evitar a transmissão devem ser tomadas.
Ficar em casa se estiver doente
Usar máscaras em locais públicos ou quando estiver perto de pessoas que não moram com você, especialmente se as medidas de distanciamento social são difíceis de cumprir
Manter o distanciamento social de pelo menos 1,5 m
Antes de sair, informar-se sobre medidas de prevenção extra que estão sendo tomadas no local de destino
Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos quando chegar no destino e em casa
Higienizar produtos de compras, sapatos, roupas e quaisquer objetos ANTES de entrar em sua casa
Evitar aglomerações e locais com alta taxa de ocupação
Evitar locais com baixa ventilação ou ambientes fechados
Evitar contato prolongado (maior do que 15 minutos) com outras pessoas principalmente de fora do círculo usual de relacionamento
Evitar locais onde as pessoas falam em voz alta, gritam ou cantam
A campanha para apoio a vulneráveis com arrecadação de alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal, limpeza e agasalhos continua em andamento.
Os pontos onde os produtos podem ser doados são:
* Portaria da UNESP - Av 24-A, 1515
- Bairro Bela Vista.
* Pantoja Supermercados - Lojas 1 e 2
* Rotisserie DISK FRANGO Rio Claro - Av. 1, 503. Centro
Grupo Apoio Social
#UnespRCpelaVIDA
#UnespRCpelaVIDA
#Atenda136
#FiqueEmCasa
POR EMAIL
unesprcpelavida@gmail.com
POR FORMULÁRIO
Envie sugestões ou dúvidas preenchendo esse breve formulário
BOLETIM ANTI COVID-19, Rio Claro: Unesp, n. 78, janeiro 2021. Disponível em: https://sites.google.com/unesp.br/boletim-anti-covid-19/ed_anteriores/bac-76-29012021. Acesso em [dia / mês (abreviado) / ano]
Diretor do Instituto de Biociências da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
Diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. José Alexandre de Jesus Perinotto
Presidente do CEAC-19:
Prof. Dr. José Roberto Gnecco
Editores:
Eduardo Kokubun
Eugenio Maria de França Ramos
Márcia Correa Bueno Degasperi
Lucas Massensini de Azevedo
Adilson Roberto Gonçalves
Colaboradores:
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
Roberto Goitein
Artes e diagramação:
Arianne Dechen Silva
Mateus Fernando Silva Sales
Lucas Massensini de Azevedo
Angela Ferraz
Vídeos (Lives e Mini-Lives)
Lucas Massensini de Azevedo
Adilson Roberto Gonçalves
Felipe Renger Ré
Lucas Henrique Silvestrin
Osmar Malaspina