Adilson Roberto Gonçalves
IPBEN Unesp Rio Claro
Rosangela Almeida Maia é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Bioenergia da Unesp e iniciou suas atividades em março de 2020, alguns dias antes das restrições para uso dos laboratórios de pesquisa. O início do projeto no Instituto de Pesquisa em Bioeneregia em Rio Claro foi comprometido, tal como aconteceu em todos os programas de pós-graduação. No início de 2021, a CAPES publicou edital para bolsas de estágio doutoral no exterior e a Rosangela se candidatou para ficar seis meses no Imperial College em Londres, Inglaterra. Ela foi selecionada e a princípio havia muitas dúvidas se conseguiria viajar devido à pandemia. Em agosto veio a resposta favorável juntamente com a correria para aprontar passaporte, visto, compra de passagens e, o mais importante, qual itinerário e protocolo seguir para não ser barrada por questões sanitárias.
Primeiramente ela teve de ira para a Sérvia, por ser um dos países aceitos pelo Reino Unido e não estava na chamada lista vermelha. Ali também a imigração é mais flexível e não estavam barrando brasileiros. A informação ela conseguiu fazendo uma boa busca nas redes sociais e em grupos de estudantes que passaram pela mesma situação para chegar ao país de destino final. Por fim, segundo ela, foi determinante a escolha devido ao “baixo custo para fazer a quarentena em relação a outros países europeus, contanto que a bolsa não custeou a quarentena”.
Rosangela relata que a estadia na Sérvia foi tranquila e na imigração foi apenas requisitado o teste PCR negativo, o qual ela há havia realizado no Brasil. Chegando naquele país, não foi solicitada quarentena e não exigido nenhum teste adicional. Ela revela que “a população em geral não usa máscara, nem no transporte público e, segundo conversa com um 'nativo', ele falou [a ela] que metade da população aderiu à vacina e a outra metade não, [pois] a vacinação não é obrigatória”.
A escala dela para chegar a Londres passou por Zurique, Suíça. Para esse voo foi exigido teste PCR negativo e apresentação dos tíquetes de viagem provando que havia ficado pelo menos dez dias na Sérvia. Assim, a entrada na Inglaterra foi bem mais rigorosa. Segundo ela, “na imigração em Londres novamente foi requisitado o PCR negativo, um formulário de passageiro contendo todas informações e motivos para ida para Londres, além de comprovar a compra dos teste COVID para realizar no segundo e no oitavo dia após a chegada”. Outra quarentena obrigatória de dez dias foi feita e, como último documento, ela teve de apresentar uma carta do Imperial College explicando o motivo da estadia em Londres. Ao todo foram realizados três testes PCR na Inglaterra. Somente após todo esse procedimento e quarentena – cerca de um mês após a entrada no país – foi possível iniciar as atividades de pesquisa.
A doutoranda segue as atividades sendo obrigatório realizar testes gratuitos de COVID semanais. Ela informa que há duas opções: o PCR, que deve ser realizado um vez por semana, através de agendamento; e o LDF (lateral flow device) realizado em casa, duas vezes por semana. A informação é semelhante ao protocolo adotado pela Unesp, pois é obrigatóriao reportar o resultado online no site do Imperial College e no site do sistema de saúde do Reino Unido.
Rosangela observou que, em relação à população, “é recomendado utilizar máscara em transportes públicos, hospitais, universidades e lugares com aglomeração em geral; entretanto, a população está dividida, parte usa mácara e outra não”. As informações dela são anteriores ao anúncio de novas cepas descobertas nesta semana oriundas provavelmente de países africanos, estando liberado o acesso a bares, restaurantes, lanchonetes e festas. Ela ressalva que estão requisitando passaporte de vacina para entrada em alguns ambientes.
Ela já está atenta que “devido a nova onda de COVID e a países ao redor começarem a entrar em lockdown novamente, há rumores de que possa ocorrer um novo lockdown na Inglaterra”. Ela ouviu que o governo britânico fez um pronunciamento informando que ainda não há necessidade para um novo lockdown, mas que algumas restrições podem ser feitas novamente.
Eduardo Kokubun
Unesp
A ameaça da quarta onda mais forte na Europa chegou a derrubar a bolsa de valores no mundo nesta semana. Muitos países europeus anunciaram o temor do estrago potencial dessa onda que já está em curso por lá, retomando o uso de máscara, restrição de circulação. Hoje, 26/11/2021, a Organização Mundial de Saúde declarou que a variante B.1.1.529 agora batizada de Omicron descoberta na África do Sul é uma variante de preocupação. Ela sofreu uma quantidade sem precedente de mutações em partes de sua proteína spike, considerada a chave que abre a porta do nosso organismos para o infectante. Há potencial de se tornar uma variante com muito maior transmissibilidade do que as variantes que já circularam e talvez até de burlar a imunidade adquirida a duras penas com as atuais vacinas ou com a infecção natural. Ainda é cedo para avaliar seus reais efeitos, mas há motivos para alerta. Autoridades sanitárias, inclusive brasileiras, se apressaram a impor restrições a viajantes provenientes dos países onde a Omicron circula.
Há o temor justificado de que os festejos de final de ano tanto no hemisfério norte como no sul favoreçam a circulação do vírus. Além disso, já é sabido que a proteção oferecida pelas vacinas enfraquecem com o tempo. Já é unanimidade que a dose de reforço é necessária cinco a seis meses após o esquema vacinal original. Infelizmente, a distribuição de vacinas pelos diferentes países continua muito desigual. Novas variantes como a Omicron, assim como foi com a Delta e Lamba, encontram um ambiente propício para prosperarem onde a cobertura vacinal é baixa. Conforme a OMS vem insistentemente advertindo, é necessário reduzir a disparidade na distribuição de vacinas entre os países.
A ameaça de uma nova onda divide especialistas no Brasil. O número de casos, internações e óbitos despencaram, muitas medidas de restrição vem sendo relaxadas, transmitindo a sensação de que a pandemia finalmente está sob controle. A nosso favor está a capacidade do SUS em levar a vacina ao braço de um grande contingente de brasileiros que se encontram em locais ermos do país. Por conta dessa tradição, a aceitação das vacinas é alta. Além disso, aplicação de vacinas ainda é recente no país, de modo que muitos vacinados ainda não tiveram perda importante de imunidade. Outros especialistas consideram que o recrudescimento da pandemia que ocorre na Europa chegará no país. Novos casos poderão aumentar tremendamente, embora com menor impacto em internações e óbitos. Secretários estaduais de saúde e prefeituras de diversos municípios manifestaram posição contrária à liberação total do carnaval em 2022.
A pandemia do novo coronavírus começou pela China e mostrou sua cara aterrizando quando chegou na Europa. Alguns meses depois, como um spoiler, a situação se repetiu aqui na América do Sul e em nosso país. Porém, é importante lembrar que a disseminação do vírus nos dois continentes não foram idênticas. Na Europa, houve ondas com altos e baixos muito bem definidos. Aqui tivemos uma onda com um platô que se prolongou por vários meses. A onda da variante Lambda provocou estrago enorme no Brasil, sobretudo no Amazonas, enquanto seus efeitos foram mínimos na Europa. A onda da variante Delta na Europa foi devastadora, porém, por aqui, embora tenha sido a variante predominante, não provocou hospitalizações e óbitos como os vistos por lá.
A quarta onda na Europa (alguns dizem que já é a sexta), o reconhecimento da variante Omicron, a proximidade dos festejos de final de ano são ameaças que não podem ser ignoradas. Elas nos lembram que precisamos continuar a utilizar todos os recursos disponíveis para evitar que as ameaças se tornem realidade. Vacinação, uso de máscaras, distanciamento físico, evitar aglomerações e ambientes mal ventilados ainda continuam importantes. A virada do ano não nos autoriza ainda a abandoná-los.
José Alexandre de J. Perinotto
Departamento de Geologia - IGCE
UNESP
Como sabido, sem atividades práticas no campo a formação de um geólogo fica altamente prejudicada. Tão logo as aulas foram suspensas em meados de março de 2020, começamos a sentir essa grande dificuldade.
Se para os estudantes veteranos do curso de Geologia o impacto da não realização das aulas de campo foi grande, para os ingressantes este fato foi ainda maior. Para todos, a ausência do contato direto (entre nós) com a concretude das rochas e das estruturas geológicas foi marcante! Faltou experimentar o sentimento real do caminhamento, subir e descer morros, atravessar matas e pequenos cursos d’água. Faltou o “martelar”, sentir calor, sol e chuva ... poeira e lama... experimentar a natureza em seu real esplendor... Tudo isto fez (e ainda faz) MUITA falta.
No entanto, com a melhoria nos índices indicativos da pandemia da COVID-19, e seguindo, com todo o rigor, os protocolos e recomendações, estamos “começando a recomeçar”.
Na semana de 15 a 20/11, a turma do quarto ano do curso de Geologia (relativo ao primeiro semestre de 2020!), disciplina Mapeamento Geológico de Áreas Sedimentares (MapSed), passou pela experiência da ESSENCIAL atividade de campo. Após todos e todas estudantes terem sido testados negativamente pelo “pool de saliva” e apresentarem seus certificados de vacinação (o mesmo válido para docentes e funcionários), pudemos, finalmente, experimentar esse princípio de retorno.
Na manhã do feriado do dia 15/11, todos presentes! Eu somente pude participar no dia 17 e o sentimento foi de alegria profunda, misturado com uma dose de emoção muito grande de alívio (ainda contido). Rever pessoas fora das telas é algo MUITO BOM! Sem abraços e apertos de mão, todos “mascarados”, mas com uma sensação de “vamos lá!!” ou “valeu a pena seguir os protocolos até aqui”.
A turma foi dividida em quatro veículos (cada qual com um docente responsável) e lá fomos nós para as atividades que nos plenificam enquanto geólogos....afinal, parafraseando a letra da música...”todo geólogo tem que ir onde a rocha está”. E foi MUITO BOM mesmo!
A turma do primeiro semestre de 2021, desta mesma disciplina, tem essa atividade de campo já agendada para a segunda quinzena de janeiro de 2022.
Aos poucos, se todos cumprirem os protocolos de segurança e o esquema de vacinação, poderemos continuar “começando o recomeço”.
Vamos lá! “Cum mente et malleo”...
e eu acrescento ... com emoção!
Aula de campo seguindo os protocolos sanitários. Ao fundo, três estudantes do quarto ano do curso de Geologia coletando dados para a disciplina Mapeamento Geológico de Áreas Sedimentares. Área rural a sudeste de Paraisolândia, Município de Charqueada/SP, 17/11/2021. Foto autoral de J. A. J. Perinotto.
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Desde 16/11 a Biblioteca está aberta. Veja os períodos e forma de agendamento
período da manhã: das 8h às 12h - empréstimo com agendamento mediante preenchimento de formulário.
(formulário online: https://forms.gle/wvTiPjQJEW94MYkx6
vídeo com orientação do preenchimento do formulário: https://youtu.be/NYrNo0-rJlY)
período da tarde: 13h - 17h - espaço aberto para estudo e empréstimo de obras com limite de 30 usuários ao mesmo tempo no prédio.
Nossa Biblioteca estará sinalizada para ajudar no distanciamento físico e estará bem ventilada.
Contamos com o apoio de sempre.
Alguma dúvida, entre em contato:
E-mail: straud.rc@unesp.br
Telefone (19) 3526-9667 (NOVO)
WhatsApp: (19) 3526-9666
A Biblioteca do câmpus reabre seu espaço para estudo a partir do próximo dia 16/11 após um ano e oito meses atendendo exclusivamente de forma remota.
Estamos animados para encontrar novamente nossos usuários, porém não podemos esquecer todas as medidas de segurança que ainda estão vigentes: distanciamento físico, ventilação dos espaços, máscaras o tempo todo e uso do álcool gel.
A volta presencial de forma gradual também favorece uma volta mais segura, agora com a vacinação da Covid-19 avançada no município e no estado.
A direção do Instituto de Biociências, a qual a Biblioteca é administrativamente ligada, garantiu todas as medidas sanitárias necessárias para podermos voltar a trabalhar presencialmente e agora abrir nosso espaço, porém ainda com limites e controle.
Cidades brasileiras (e no mundo) passam a exigir certificado de vacinação contra a Covid-19 para frequentar alguns lugares.
Alguns países que exigem vacinação para entrada aceitam esse certificado.
O certificado está disponível no site Conecte SUS (https://conectesus-paciente.saude.gov.br/menu/home) ou pelo aplicativo para celulares Android ou iOS.
Ou, se você for morador do Estado de São Paulo, pelo aplicativo do Poupa Tempo Digital.
Foto: unesp.br
Márcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Para garantir a retomada das atividades presenciais de forma segura, ações estão sendo estabelecidas, como o encaminhamento dos comprovantes de vacinação dos funcionários técnico-administrativos e docentes e o preenchimento do inquérito de sintomas diário para os que irão cumprir as atividades de forma presencial dentro do Plano de Retomada das Atividades Presenciais da Unesp.
O acompanhamento dos indicadores selecionados pela Reitoria para direcionar o início e o avanço dessa nova fase, além da atenção a todas as medidas sanitárias amplamente divulgadas estão presentes também.
O preenchimento do inquérito de sintomas é parte importante de todo o processo. Colabore!!
Nesse sentido, podemos garantir o bem estar de todos.
Confira abaixo notícias
Amostra revela que água do Aquífero Guarani em Rio Preto é de 236 mil anos atrás
Os poços do Aquífero Guarani chegam até uma profundidade aproximada de perfuração de 1,2 mil metros
https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/riopreto/agua-quente-profunda-e-milenar-1.828096#rioclaro #unesprioclaro #unesprc #unesp #AquíferoGuarani #ServiçoMunicipalAutônomodeÁguaeEsgoto(Semae) #PaulodeTarsoPerosa #AquíferoBauru #DepartamentodeÁguaseEnergiaElétrica(DAEE) #RioPreto #AgênciaNacionaldasÁguas(ANA) #AssociaçãoAmigosdosMananciais(Aama) #PauloCésardeJesus #rioGrande #ConselhoMunicipaldeMeioAmbiente(Comdema) #JuraciAraújoJunior #captaçãodeágua #UsinaMarimbondo #EstaçãodeTratamentodeÁgua(ETA) #desassoreamento #CETESB #DidierGastmans #RibeirãoPretoENADE faz pergunta sobre pesquisa comandada por jundiaiense
https://jundiagora.com.br/enade/#rioclaro #unesprioclaro #unesprc #unesp #Enade #AfonsoMachado #LaboratóriodeEstudosePesquisasemPsicologiadoEsporte #LEPESPE #EscolaSuperiordeEducaçãoFísicadeJundiaí(Esef) #JundiaiAgora #CNPq #psicologiadoesporte #educaçãofísica #RenatoHenriqueVerzani #RevistadeSaúdeDigitaleTecnologiasEducacionaisMárcia Correa Bueno Degasperi
Unesp
Entrelinhas, programa da televisão aberta brasileira dedicada à leitura e literatura, retornou abordando também as formas de leitura do mundo contemporâneo.
Booktubers são convidados para indicarem sugestões de leituras e também há entrevista com alguma personalidade da literatura.
Pode ser visto na TV Cultura e visto e revisto também no canal do Youtube da TV Cultura.
Vale a pena conferir.
Imagem: Pixabay
Contribuição de @clorofreela
fonte: CSSE, Johns Hopkins University (https://github.com/CSSEGISandData/COVID-19)
É como se toda a nossa cidade [Rio Claro] mais as cidades de Santa Gertrudes, de Cordeirópolis, de Ipeúna, de Corumbataí, de Iracemápolis, de Charqueada, de Analândia, de Águas de São Pedro, de Itirapina, de São Pedro, de Brotas, de Torrinha, de Santa Maria da Serra, de Dourado, de Ribeirão Bonito, de Conchal, e de Engenheiro Coelho, de Trabiju, de Boa Esperança do Sul, de Ribeirão Bonito e de Artur Nogueira desaparecessem do mapa.
Prof. José Alexandre de Jesus Perinotto
(atualizado pela Comissão Editorial em 25/11/2021)
Não apenas cidades desapareceram: avós, pais, irmãos, filhos e amigos que se foram.
Prof. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
No sábado, dia 07 de outubro de 2021,
superamos a marca de 600.000 brasileiros
que perderam a vida em casos reconhecidos da COVID-19
desde o início do ano de 2020.
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
UNESP
❤️ Contagie-se com a solidariedade e nos ajude a ajudar ao próximo ❤️
A campanha ADOTE UMA CESTA tem como objetivo arrecadar fundos que serão utilizados na compra de cestas básicas a serem destinadas a família carentes (ou que estão com alguma dificuldade em decorrência a pandemia do Covid-19) cadastradas na campanha Unesp Solidária. #unespRCpelaVida.
Para participar clique aqui
ou acesse pelo endereço
Comissão Executiva Anti COVID-19da UNESP Campus de Rio Claro.
Tomar todas as doses de vacina
Ficar em casa se estiver doente
Usar máscaras em locais públicos ou quando estiver perto de pessoas que não moram com você, especialmente se as medidas de distanciamento social são difíceis de cumprir
Manter o distanciamento social de pelo menos 1,5 m
Antes de sair, informar-se sobre medidas de prevenção extra que estão sendo tomadas no local de destino
Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos quando chegar no destino e em casa
Evitar aglomerações e locais com alta taxa de ocupação
Evitar locais com baixa ventilação ou ambientes fechados
Evitar contato prolongado (maior do que 15 minutos) com outras pessoas principalmente de fora do círculo usual de relacionamento
Evitar locais onde as pessoas falam em voz alta, gritam ou cantam
Ajudar os mais necessitados
Veja as orientações do epidemiologista Carlos Magno Fortaleza, da Unesp no vídeo: https://fb.watch/3LoerJ5iYk/
Funcionalidade permite visualizar a progressão de casos e de novas internações por faixa etária. No gráfico inferior, as linhas representam variação re relação à semana anterior. Valores maiores que 1 significam crescimento.
Veja dados completos da evolução da pandemia em Rio Claro no Painel Covid-19
UNESP em Rio Claro
Unesp forma profissionais de alto nível, desenvolve pesquisas científicas essenciais, interage com a comunidade por meio de suas atividades de extensão e, ainda, injeta R$ 125 milhões ao ano na economia de Rio Claro
A UNESP – Universidade Estadual Paulista é um patrimônio do povo de Rio Claro e de São Paulo. Sua presença, há mais de 60 anos no município, tem impacto altamente positivo em vários aspectos da vida da cidade. A Universidade Pública, ao promover Educação de Qualidade, Pesquisas Científicas Fundamentais e Extensão Universitária para a Comunidade (e dinamizar a economia local), é uma estrutura estadual séria e comprometida com as boas práticas, que visa, sobretudo, a construção da verdadeira cidadania de que tanto o país necessita.
Por isso a UNESP conta com seu apoio e o da comunidade de Rio Claro em suas iniciativas.
A campanha para apoio a vulneráveis com arrecadação de alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal, limpeza e agasalhos continua em andamento.
Os pontos onde os produtos podem ser doados são:
* Portaria da UNESP - Av 24-A, 1515
- Bairro Bela Vista.
* Pantoja Supermercados - Lojas 1 e 2
* Rotisserie DISK FRANGO Rio Claro - Av. 1, 503. Centro
Grupo Apoio Social
#UnespRCpelaVIDA
#UnespRCpelaVIDA
#UseMascara
#EviteAglomeracoes
BOLETIM ANTI COVID-19, Rio Claro: Unesp, n. 149, novembro 2021. Disponível em: https://sites.google.com/unesp.br/boletim-anti-covid-19/ed_anteriores/bac-149-26112021. Acesso em [dia / mês (abreviado) / ano]
Diretor do Instituto de Biociências da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. José Euzébio de Oliveira Souza Aragão
Diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp-Rio Claro:
Prof. Dr. Edson Denis Leonel
Presidente do CEAC-19:
Prof. Dr. José Roberto Gnecco
Editores:
Adilson Roberto Gonçalves
Eduardo Kokubun
Eugenio Maria de França Ramos
Márcia Correa Bueno Degasperi
Lucas Massensini de Azevedo
Colaboradores:
Bibiana Monson de Souza
Bernadete Benetti
Suzi Berbet
Arianne Dechen Silva
Mateus Fernando Silva Sales
Angela Ferraz
Vídeos (Lives e Mini-Lives)
Adilson Roberto Gonçalves
Osmar Malaspina
Samuel Cardoso Ferreira
Renato Hoffmann